Emanuelle estava deitada na cama do seu apartamento em Los Angeles, o lençol de seda escorregando lentamente pelos seus seios nus. O namorado havia saído há menos de uma hora depois de mais uma discussão vazia. Sexo morno, previsível, sem fogo. Ela suspirava, os dedos deslizando preguiçosamente entre as coxas, buscando um prazer que não vinha.
Foi então que a luz azul invadiu o quarto.
Não era um sonho. Uma figura alta, de pele ligeiramente prateada e olhos intensos, materializou-se ao lado da cama. Ele vestia um uniforme justo que marcava cada músculo definido do corpo atlético. Seus cabelos eram escuros, quase negros, e havia algo de hipnótico na forma como ele a observava.
— Emanuelle... — a voz dele era grave, calma, com um leve eco metálico. — Meu nome é Capitão Haffron. Venho de uma civilização muito avançada. Precisamos da sua ajuda.
Ela se sentou na cama, sem se importar em cobrir os seios. Seus mamilos endureceram com o ar fresco e com o olhar dele.
— Ajuda? — perguntou ela, com um sorriso curioso. — E o que uma mulher como eu poderia oferecer a alguém como você?
Haffron não desviou os olhos.
— Vocês, humanos, possuem algo que minha espécie perdeu há milênios: o prazer físico verdadeiro. A capacidade de sentir desejo, de se entregar ao corpo, de alcançar o êxtase. Nós nos tornamos seres de pura energia, quase imateriais. Precisamos reaprender o que significa ter um corpo... e usá-lo.
Emanuelle ergueu uma sobrancelha, o interesse crescendo entre as pernas.
— E você quer que eu... ensine?
— Sim. — Ele estendeu a mão. — Venha comigo para a minha nave. Você será nossa professora. Terá total liberdade. E eu garanto... será uma experiência que nenhum homem da Terra jamais poderia te dar.
Ela hesitou por um segundo. Depois sorriu, maliciosa, e aceitou a mão dele.
No instante seguinte, o quarto desapareceu. Emanuelle se viu dentro de uma nave espacial luxuosa, com paredes que pareciam feitas de luz líquida, sofás flutuantes e uma vista impressionante da Terra lá embaixo.
Haffron a conduziu até uma sala circular. Ali estavam mais três tripulantes: dois homens e uma mulher, todos com a mesma pele levemente brilhante e corpos perfeitamente esculpidos.
— Esta é Angie — disse Haffron, apontando para a mulher de cabelos curtos e olhos verdes. — Theo 204 e Cara 117.
Os três inclinaram a cabeça em saudação. Seus olhares percorriam o corpo nu de Emanuelle com curiosidade científica... e algo mais primitivo.
— Vocês não têm nomes normais? — perguntou Emanuelle, divertida.
— Nomes são irrelevantes quando se vive como energia — respondeu Angie, com voz suave. — Mas podemos adotar os que você preferir.
Emanuelle caminhou lentamente ao redor deles, sentindo o poder da situação. Ela estava nua, vulnerável e, ao mesmo tempo, completamente no controle.
— Então... a primeira lição começa agora — disse ela, parando diante de Haffron. — Regra número um: prazer não se explica. Ele se sente.
Ela se aproximou, pressionando os seios contra o peito dele. A pele de Haffron era quente, quase elétrica. Quando ela o beijou, sentiu um leve choque de prazer percorrer sua língua.
Haffron gemeu baixo, surpreso com a intensidade.
Emanuelle desceu a mão pelo abdômen dele até encontrar o volume rígido sob o uniforme. Ela abriu o fecho com facilidade e liberou o pênis grosso, longo e perfeitamente formado. A cabeça brilhava com um líquido claro e viscoso que cheirava levemente a especiarias.
— Interessante... — murmurou ela, ajoelhando-se. — Vamos ver se vocês ainda sabem sentir isso.
Ela lambeu a cabeça devagar, circulando a língua. Haffron agarrou seus cabelos, o corpo tremendo. O gosto era doce, quase viciante. Emanuelle o tomou na boca, chupando com vontade, sentindo o pau dele pulsar contra sua língua.
Angie, Theo e Cara observavam, fascinados. Seus uniformes começaram a se dissolver, revelando corpos nus e excitados.
Emanuelle soltou o pau de Haffron com um estalo molhado e olhou para os outros.
— Não fiquem só olhando. Venham. A lição é para todos.
Theo se aproximou primeiro. Seu pau era ligeiramente mais curvo, com veias que pulsavam em tons azulados. Emanuelle o segurou com uma mão enquanto continuava masturbando Haffron com a outra.
Angie se ajoelhou ao lado dela. As duas mulheres se olharam por um instante antes de Emanuelle puxá-la para um beijo profundo. As línguas se entrelaçaram enquanto as mãos de Angie exploravam os seios macios de Emanuelle, apertando os mamilos com curiosidade.
— Toque aqui — sussurrou Emanuelle, guiando a mão de Angie entre suas pernas. — Sinta como eu estou molhada.
Os dedos de Angie deslizaram facilmente para dentro dela, fazendo Emanuelle gemer contra a boca da alienígena.
Theo não aguentou mais. Posicionou-se atrás de Emanuelle e pressionou a cabeça do pau contra sua entrada encharcada. Com um movimento lento, ele a penetrou por completo. Emanuelle soltou um gemido alto, sentindo o pau alienígena preencher cada centímetro dela, pulsando com uma energia que vibrava dentro do seu útero.
Haffron se ajoelhou à frente. Emanuelle abriu a boca e engoliu o pau dele novamente, chupando com fome enquanto Theo a fodia por trás com estocadas profundas e ritmadas.
Cara se juntou ao grupo, deitando-se no chão e puxando Emanuelle para cima dela. As duas mulheres se encaixaram em posição 69. Emanuelle mergulhou o rosto entre as pernas de Cara, lambendo o clitóris inchado e o gosto doce e exótico da alienígena. Cara retribuiu, sugando o clitóris de Emanuelle enquanto Theo continuava metendo nela.
A sala encheu-se de gemidos, sons molhados de carne contra carne e respirações ofegantes.
Haffron segurou a cabeça de Emanuelle e começou a foder sua boca com mais força. O pau dele latejava, prestes a explodir.
— Eu... sinto algo... — murmurou ele, a voz rouca.
— Goza — ordenou Emanuelle, tirando o pau da boca por um segundo. — Goza na minha boca.
Haffron obedeceu. Um jato quente e abundante invadiu a garganta de Emanuelle. O sêmen tinha um sabor doce-picante, diferente de tudo que ela já havia provado. Ela engoliu tudo, lambendo os últimos fios com prazer.
Theo acelerou as estocadas e gozou logo depois, enchendo a buceta de Emanuelle com porra quente que escorria pelas coxas dela.
Angie e Cara continuaram lambendo e chupando até Emanuelle alcançar o orgasmo. Seu corpo tremeu violentamente, os sucos escorrendo pela boca de Cara enquanto ela gritava de prazer.
Quando os corpos finalmente se separaram, todos respiravam com dificuldade. Haffron olhou para Emanuelle com admiração genuína.
— Isso... foi apenas o começo? — perguntou ele.
Emanuelle sorriu, o rosto brilhando de suor e sêmen, os lábios inchados.
— Sim, Capitão. Essa foi só a primeira lição. Ainda temos muito o que aprender... e eu pretendo ensinar cada detalhe.
Ela se levantou, nua e confiante, olhando para a tripulação que agora a observava com desejo renovado.
— Próxima aula amanhã. Tragam corpos mais sensíveis... e muita imaginação.
A Terra girava lentamente lá embaixo pela janela da nave.
Emanuelle sabia que sua vida nunca mais seria a mesma.
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