Capítulo 4: O Dia em que os Dois Mal Conseguiram Esperar
O dia seguinte foi um inferno doce para os dois. Lucas acordou cedo, com o pau já duro só de lembrar do sonho que teve: Júlia em cima dele, metendo fundo, chamando ele de putinha. Ele tentou se concentrar no dia normal — faculdade à tarde, almoço com os pais —, mas era impossível. Durante a aula, ficava mexendo a perna sem parar, o cuzinho latejando só de imaginar aqueles 22 cm abrindo ele. “Vai doer pra caralho… mas eu quero”, pensava, sentindo o rosto queimar de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Ele olhava o celular a cada cinco minutos, torcendo para Júlia mandar alguma mensagem safada. Nada. Só o silêncio que deixava a ansiedade crescer. Às 17h ele já estava em casa, tomou banho, depilou o cuzinho com cuidado, passou perfume… e ficou andando de um lado pro outro no quarto, coração disparado. “E se doer demais? E se eu não conseguir aguentar? E se eu gozar rápido demais?” As pernas tremiam de nervoso e excitação. Do outro lado da rua, Júlia também não conseguia ficar quieta. Acordou molhada (ou melhor, com o pau babando) só de pensar no garoto virgem que ia comer hoje. Durante o dia ela limpou a casa inteira, escolheu a lingerie nova — um conjunto vermelho rendado que mal cobria os seios grandes e deixava o pau grosso bem marcado. Ela se masturbou duas vezes no banheiro: uma de manhã, imaginando o cuzinho apertado dele engolindo seu pau; outra à tarde, gozando forte só de fantasiar os gemidos dele. “Ele é tão novinho… vai apertar tanto no meu pau”, murmurava sozinha, ansiosa. Júlia estava tão nervosa quanto ele — medo de machucar o garoto, mas louca de vontade de sentir aquela bundinha virgem se abrindo centímetro por centímetro. Às 17h50 ela já estava na porta, olhando o relógio a cada minuto, pau semi-duro dentro da calcinha fio-dental. Às 18h em ponto, Lucas bateu na porta. As mãos suavam. Júlia abriu vestindo só a lingerie vermelha. Os peitos quase saltando, o pau enorme já meio duro esticando o tecido fino. — Entra logo — disse ela, voz rouca, trancando a porta atrás dele. Mal trocaram duas palavras. Júlia puxou Lucas pela camisa e o beijou com fome, língua invadindo a boca dele enquanto já tirava a roupa do garoto. Em menos de um minuto ele estava pelado, pau duro batendo na barriga, cuzinho piscando de nervoso. — Eu pensei nisso o dia todo — confessou ela, empurrando ele para o sofá. — Você também, né? — O dia inteiro… não consegui pensar em mais nada — admitiu Lucas, voz tremendo. Júlia sorriu, maliciosa e ansiosa ao mesmo tempo. Fez ele ficar de quatro no sofá, bunda empinada. Primeiro ela se ajoelhou atrás e abriu as nádegas dele com as duas mãos. — Olha só esse cuzinho virgem… todo limpinho pra mim. Ela cuspiu direto no anel rosado e começou a chupar com vontade. Língua quente, molhada, circulando, enfiando fundo, lambendo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Lucas gemia alto, agarrando as almofadas. — Porra, Júlia… tá tão bom… Ela enfiou dois dedos de uma vez, depois três, abrindo ele devagar, acertando a próstata até o pau dele babar no sofá. Lucas tremia inteiro de ansiedade e prazer. — Relaxa, amor… eu vou comer você bem devagar. Prometo. Júlia tirou a lingerie, o pau de 22 cm agora completamente duro, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela cuspiu na palma da mão, espalhou na cabeça grossa e pressionou contra o cuzinho apertado. — Respira fundo. Lucas sentiu a pressão. A cabeça grossa forçando a entrada. Doeu. Ardido, esticando, queimando. — Ahhh… caralho… tá grande demais… — gemeu ele, dentes cerrados, suor escorrendo. — Shhh… relaxa o cu… deixa ele abrir pra mim — sussurrou Júlia, uma mão acariciando as costas dele, a outra segurando a base do pau. Centímetro por centímetro ela foi entrando. Devagar. Ansiosa. Sentindo o cuzinho dele apertar forte em volta do pau, quente, virgem. Lucas gemia alto, mistura de dor e prazer, lágrimas nos olhos, mas empinando mais a bunda. — Tá entrando… porra… tá me abrindo toda… — choramingou ele. Quando metade do pau já estava dentro, Júlia parou, deixou ele se acostumar, depois empurrou mais. O resto deslizou devagar até as bolas pesadas baterem contra as dele. Completo. 22 cm inteiros enterrados na bundinha virgem de Lucas. — Isso… todo dentro… que cu gostoso, caralho… — gemeu Júlia, voz falhando de tesão. Ela começou a meter. Devagar no começo, saindo quase tudo e voltando fundo. Lucas sentia cada veia, cada pulsação. A dor virou prazer puro. Ele gemia como uma puta: — Mais… mete mais forte… me come, Júlia… Ela acelerou. Segurou a cintura dele e começou a foder de verdade. Estocadas fundas, rápidas, bolas batendo, peitos balançando nas costas dele. O sofá rangia. Lucas babava, pau duro sem nem ser tocado, pré-gozo pingando. — Tá gostando do meu pau no seu cu? Tá virando minha putinha? — rosnou Júlia, dando tapas na bunda dele. — Sim… eu sou sua putinha… me fode… me enche de porra… Júlia meteu mais forte, acertando a próstata toda vez. Lucas gozou primeiro — forte, sem tocar no pau, jatos grossos sujando o sofá enquanto o cuzinho apertava o pau dela como um vício. Isso fez Júlia perder o controle. Com um gemido rouco ela enterrou tudo e gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo a bundinha dele por dentro. Pulsando, enchendo, escorrendo um pouco quando ela tirou devagar. Os dois caíram no sofá, ofegantes, suados, colados. Júlia beijou o pescoço dele, ainda com o pau meio duro dentro. — Você aguentou tudinho… que garoto bom. Lucas, voz fraca, só conseguiu sorrir: — Amanhã eu quero de novo… mas com você de quatro pra mim também.
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