Cheguei do trabalho; o dia foi puxado, eu estava exausto. Tomei um banho quente e fui me deitar. Peguei meu celular e coloquei um pornôzão para me aliviar, bati uma bela de uma punheta e peguei no sono. Eu estava dormindo quando ouvi um barulho; parecia vidro se quebrando. Eu acordei assustado, sentei na cama, meu coração disparado.
Estava tudo muito escuro, me levantei e fui lentamente até a cozinha, passo a passo, em silêncio. Acendi a luz. Avistei o vidro da janela quebrado no chão; a janela estava aberta, alguém havia invadido.
No mesmo segundo em que me dei conta de que alguém havia entrado em minha casa, senti algo pontiagudo em minhas costas; eu congelei.
— Mão pra cima, parceiro, sem vacilo ou te furo o couro.
O sujeito falou com a voz grossa e firme, em tom de ameaça. Eu ergui as mãos imediatamente, sem hesitar; meu corpo estava gelado. Jamais imaginei passar por uma situação dessas. O cara me conduziu até uma cadeira e, em seguida, me amarrou com uma corda que estava em sua mão.
— Se gritar ou tentar se soltar, te passo a faca, irmão, sem gracinha pro meu lado!
Ele disse, ameaçando-me. Eu acenei com a cabeça em sinal de que havia entendido e iria cooperar. Dei uma boa olhada para ele; era um cara não muito alto, meio gordinho. A parte exposta do corpo era cheia de tatuagens. Ele usava uma regata branca justa, shorts preto, chinelo de dedo e uma balaclava preta que cobria o rosto.
Ele andou pela casa revirando as caixas, abrindo os móveis e tirando tudo do lugar em busca de algo de valor, para o azar dele e para minha sorte, eu não tinha muita coisa que chamasse atenção.
— Cadê a porra do celular?
— Está no quarto... Embaixo do travesseiro...
Ele pegou o celular e voltou até onde eu estava, olhando com cara feia. Meu celular era um modelo bem antigo, não deveria ter muito valor.
— Fala a senha dessa porra aqui!
Eu disse a ele a senha, ele desbloqueou o celular e olhou para mim logo em seguida, dando uma risada debochada. Meu celular estava com o pornô que eu estava assistindo aberto.
— Alá, tu é viado parça...
Ele coçou o próprio saco, apertando a benga, jogou meu celular no chão, a tela caiu virada para cima, eu consegui ver o que ele viu lá… Ele veio em minha direção e segurou com força o meu rosto, apertando.
— Não tem nada que preste nessa merda dessa casa. Mas eu não vou sair daqui sem nada, não, parceiro...
Ele disse enquanto segurava meu rosto; logo em seguida, tirou o calção e a cueca, botando o pau para fora. Ele não tinha um pau muito grande, deveria ter uns 16 cm no máximo, mas aquela rola era robusta, da grossura de uma latinha de cerveja.
- Tu vai mamar minha peça viadinho...
Ele aproximou o pau da minha cara, segurou minha cabeça e apertou contra sua rola; em um primeiro momento, eu resisti.
— Abre a boca, caralho!
Ele falou com a voz grossa, me dando um puta de um tapa na cara. Estranhamente aquilo me encheu de tesão. Dessa vez, sem relutar, abri bem a boca; ele enfiou aquele pauzão grosso na minha boca e eu comecei a chupar. Era tão grosso que ocupava minha boca toda.
Eu mamava a pica dele enquanto ele gemia; eu lambia a cabeça daquele pau delicioso, depois voltava a mamar. Ele batia na minha cara, dizendo para eu chupar com vontade, e eu, como uma boa putinha, obedecia.
Senti ele puxando o pau, tirando-o da minha boca; a rola saiu toda babada. Em seguida, ele me desamarrou.
— Tira o calção e ajoelha na cadeira, putinha.
Eu fiz o que ele disse, arranquei meu calção, ajoelhei-me na cadeira e empinei bem o rabo na direção dele. Segurando-me no encosto da cadeira, senti as mãos dele segurarem meu quadril; em seguida, ele começou a roçar o pau na minha bunda.
— Tu gosta, né, vagabundo?
— Sim... Vai me foder bem gostoso?
Eu respondi com a maior voz de putinha; ele me deu um tapão na bunda, ainda esfregando o pau na minha bunda.
— Vou arrombar esse seu rabo, tu vai chorar na minha peça, parça.
— Me arromba então, vai... Me come bem gostoso...
Eu disse a ele e senti o pau dele encaixando no meu cu. Não pude nem pensar em me posicionar melhor; ele empurrou sem dó, senti meu cuzinho rasgando, o pau dele entrou de uma vez só, me arrombando. Eu gritei alto, era um misto de dor e tesão.
Ele não perdeu tempo, começou a me enrabar, socava com força e brutalidade; eu gritava alto, pedindo para ele me foder, e ele metia com mais força e mais velocidade. Eu sentia a pica dele me arregaçar e queria mais.
Ele metia forte, me xingando de putinha; eu gemia para ele a cada estocada. Nunca havia sentido tanto tesão na minha vida, eu sentia o pau daquele macho pulsando dentro do meu cu. Ele começou a acelerar o ritmo, eu gemia mais, até que senti meu cu encharcando, senti o pau dele jorrando aquele leite espesso dentro de mim.
Ele tirou o pau de dentro do meu cu, eu senti a porra escorrendo pelas minhas pernas, meu corpo tremia de tesão. Eu continuei na cadeira, de costas para ele. Alguns segundos se passaram, eu ouvi um barulho e me virei; ele não estava mais ali, havia pulado a janela e ido embora.
Eu me sentei na cadeira, com as pernas abertas, e comecei a me masturbar, dedando meu cu, que estava todo largo e melado de porra. Não demorou muito, eu comecei a gozar, jorrei litros de porra, melando todo o chão. Fiquei ali, pelado, todo fodido e gozado, pensando no que havia acontecido.
Depois disso, fui tomar banho, fechei a casa e fui dormir. Nos dias seguintes, passei a dormir com a janela aberta, na esperança de que o cara voltasse aqui. Nunca ninguém me fodeu com a ferocidade que ele, porém, ele nunca mais apareceu.