Fui trabalhar de calcinha dela

O som do despertador cortou o silêncio da manhã, e eu saltei da cama com a pressa de quem tem um cronograma apertado na fábrica. O trabalho não espera, mas o destino tinha um plano diferente para o meu dia.
Fui até o varal buscar uma cueca limpa, mas meus olhos travaram. Ali, entre as peças comuns, estava uma calcinha dela: sem costura, pequena, de um tecido que parecia sumir entre os dedos. Foi um instinto. O desejo, que já andava aceso desde as minhas últimas descobertas, falou mais alto que a lógica. Peguei a peça, entrei no banheiro e a vesti. O toque foi imediato; a pele lisa da minha bunda, recém-depilada, pareceu agradecer o contato. Coloquei o jeans por cima e, em cinco minutos, eu já estava fora de casa.
A viagem de ônibus foi um teste de resistência. A cada solavanco, a peça minúscula se ajustava, me lembrando que eu não era apenas mais um trabalhador indo para o turno. Eu carregava um segredo proibido sob o jeans grosso. O tesão tomava conta enquanto eu olhava para as pessoas ao redor, imaginando a reação daqueles desconhecidos se soubessem o que o homem sério sentado ali estava usando.
No setor de montagem de transformadores, o desafio subiu de nível. O ambiente é bruto, barulhento, cercado de homens e ferramentas pesadas. Entre uma solda e outra, enquanto eu me movimentava para ajustar as peças metálicas, eu sentia a calcinha se perder no meu cu. Era uma sensação elétrica, um roçar constante que mantinha meus sentidos em alerta máximo.
O medo de ser descoberto era o tempero principal. Cada vez que eu precisava me inclinar ou subir em uma estrutura, o coração disparava: *"E se o cós aparecer? E se alguém notar o desenho do tecido?"*. Esse risco não me assustava; ele me excitava. Eu trabalhava com uma eficiência cirúrgica, mas por dentro, eu estava em transe, saboreando cada segundo daquela vulnerabilidade secreta.
O dia passou entre o calor do metal e o prazer da renda. Saí do trabalho exausto, mas com a alma lavada. Ninguém viu, ninguém desconfiou, mas eu sabia: por baixo do uniforme de soldador, eu tinha passado o dia inteiro sendo exatamente quem eu queria ser.
Foto 1 do Conto erotico: Fui trabalhar de calcinha dela


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario juanpetros

juanpetros Comentou em 13/04/2026

Delicia, também adoro usar calcinhas escondido.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


259319 - Minha esposa a sós com o vizinho na casa dele - Categoria: Fetiches - Votos: 0
259232 - A Calabresa me comeu - Categoria: Fetiches - Votos: 6
259231 - Ela me fez gozar com o dedo no meu cu - Categoria: Fetiches - Votos: 14
259223 - Sábado sagrado: vitamina de leitinho - Categoria: Fetiches - Votos: 6
259220 - Um dia antes: Tesão no meu cu, pela.esposa - Categoria: Fetiches - Votos: 7
259193 - Sábados secretos: Casado no papel de esposa - Categoria: Fetiches - Votos: 8
259189 - Sábados Secretos: A calcinha da minha esposa - Categoria: Fetiches - Votos: 6
259186 - Casado enrabado ela primeira vez - Categoria: Bissexual - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil zsilva
zsilva

Nome do conto:
Fui trabalhar de calcinha dela

Codigo do conto:
259311

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1