Gêmeos sacanas

Gêmeos sacanas
Brett, o quarterback do time de futebol da universidade e, um verdadeiro deus grego em seus 192cm de altura e 128kg de ossatura e músculos fez meu cuzinho gay piscar no meu primeiro dia de aulas após eu me transferir para a Purdue University em West Lafayette, no Estado de Indiana, quando minha família se mudou para os Estados Unidos para que meu pai assumisse um cargo de diretoria na filial da segunda maior indústria química da Alemanha, na cidade vizinha de Lafayette, situada do outro lado do Rio Wabash. No mesmo instante, decidi que seria a ele que entregaria meu buraquinho anal ainda virgem aos 21 anos.
Passaram-se algumas semanas antes de nos falarmos pela primeira vez, por consequência de um trabalho em duplas que o professor da disciplina de bioimagens da faculdade de Engenharia Biomédica havia passado para a classe. Foi o Brett quem me escolheu para ser seu parceiro no trabalho, o que confesso, não foi propriamente surpresa para mim, uma vez que já havíamos nos encontrado não só em sala de aula, mas também no vestiário do centro esportivo onde eu fazia parte da equipe de natação da universidade. Foi ali que ele lançou um olhar cheio de cobiça e tesão sobre a minha nudez debaixo das duchas me deixando todo arrepiado, embora eu tivesse fingido não perceber como essa visão o desconcertou.
As garotas corriam atrás dele feito abelhas no mel. Ele era ciente do impacto que sua figura atlética e máscula causava nelas e, se valia desse assédio para dar em cima delas sem que precisasse muito esforço para as levar para a cama e fazê-las conhecer todo potencial de sua virilidade. O que as deixava ainda mais interessadas nele era o boato que corria o campus tanto entre elas quanto entre os gays, de ter um pauzão cavalar e de saber usá-lo com maestria. As que já o tinham experimentado sonhavam com um replay, enquanto as outras faziam de um tudo para terem um momento íntimo com o garanhão safado. A fama dele que corria em paralelo a essa, era a de que uma vez usada, a garota dificilmente teria uma segunda chance, pois ele as descartava sem o menor remorso.
Não havia uma confirmação oficial por parte dos poucos caras gays que o cobiçavam de ele ter efetivamente transado com algum, uma vez que, para manter sua imagem de hétero garanhão perante os colegas, ele se mostrasse arredio com qualquer gay que se insinuasse para ele. Outro boato que rodava entre os estudantes, era o de que ele chegou a quebrar o nariz, na base da porrada, de um gay que andou espalhando ter transado com ele durante uma das festas que a galera organizava. Ninguém nunca soube quem era esse gay para tirar essa história a limpo. No entanto, o boato se espalhou e desde então, nenhum outro se atreveu a sequer chegar perto dele e dar uma de desmunhecado.
O Brett propôs que fizéssemos o trabalho na casa de um de nós, mas eu recusei, sugerindo a biblioteca da universidade para impor certa distância. Não que houvesse qualquer problema de eu o levar para casa ou ir até a dele, o que eu queria era deixar bem claro que não passávamos de colegas de turma e que eu não estava interessado em seus atributos físicos, muito embora tenha passado a ter sonhos eróticos com aquele machão tesudo que me faziam acordar todo esporrado. Se fazer de difícil tornava o assédio mais apimentado, e eu queria testar até onde ele se empenharia nessa caça.
O fato de estarmos num lugar público, a biblioteca, que vivia repleta de estudantes, não o impediu de botar as asinhas de fora, começando a se insinuar como quem não quer nada e fingir não ter ficado impressionado com meu corpo e minha bunda redondinha, lisa e carnuda nas vezes em que espichou o olhar para cima deles. Eu me mantive sério, fiz que não achei graça de suas investidas sutis e picantes, deixando-o inseguro pela primeira vez, já que estava tão acostumado a ter suas cantadas aceitas sem o menor questionamento.
- Está a fim de fazer esse trabalho, ou não? Se for para eu ficar perdendo meu tempo com conversa fiada, estou fora! – afirmei, cortando o barato dele.
- Cara, você não nega as origens germânicas! Porra, eu só estava brincando para descontrair! Você é sério e compenetrado demais, relaxa um pouco! – retrucou ele, sentindo que aquela base que sempre o favoreceu nas conquistas não estava funcionando comigo.
- Então se concentra nisso aqui agora, depois você brinca o quanto quiser, valeu! – devolvi, sentindo até um pouco de remorso por ter sido tão incisivo e distante.
- Já que é assim que quer, valeu! O que tem de gostoso tem de arrogante! – resmungou em voz baixa para eu não escutar. Por dentro tive que rir, mal sabia ele que estar ali ao lado dele, tão próximo do corpão sexy, me dava vontade de pular naquele pescoço musculoso e beijar aquela boca tentadora.
- Tá resmungando, o quê? Se não estiver de acordo com alguma coisa é só falar! – eu estava sendo um menino mau, mas tinha lá um objetivo em mente com essa postura, o de deixá-lo subindo pelas paredes de tanto tesão antes de lhe dar a chance de se apossar do meu cuzinho.
- Nada, cara! Nada! Vai ter um ouvido biônico desses na casa do caralho! – exclamou, todo perdido e atrapalhado. Dessa vez não disfarcei o riso, o que o deixou ainda mais constrangido.
- Então foca aqui! Pode ser?
- Pode! – respondeu, chegando a cadeira mais perto de mim para que pudéssemos ver a tela do laptop juntos. Ainda notei a fungada que ele deu próximo ao meu pescoço para sentir o perfume impregnado na minha pele e, que o fez dar uma ajeitada no cacete dentro da calça poucos minutos depois.
Eu mesmo não demorei a me sentir inebriado com o calor e o cheiro másculo que ele emanava, deixando minhas preguinhas anais em polvorosa. Para sorte minha, isso ele não tinha como constatar, pois seria a minha perdição, se ele viesse a descobrir o quanto me sentia atraído por sua virilidade.
Percebendo que não conseguiria nada com aquelas indiretas pouco sutis, ele mudou de tática fingindo desinteresse por algo que fosse além do mero coleguismo de turma. Voltei minha atenção para outros caras tão parrudos e sexys quanto ele, havia um plantel deles ligados às equipes dos diversos esportes da universidade, estabelecendo com alguns deles amizades de cunho mais íntimo do que a nossa relação distante. Foi divertido notar como isso mexeu com os brios de macho dele. Ser substituído antes mesmo de haver rolado algo mais sério entre nós foi o mesmo que desafiar um cavaleiro medieval para um duelo. Valendo-se da nova estratégia, fingia encontros ao acaso, ficava me esperando para oferecer carona ao final das aulas, tirava uma barra de chocolate ou algo do gênero dos bolsos e me presenteava sem nenhuma intenção aparente, e não perdia a oportunidade de fazer qualquer gentileza assim que me via. No entanto, bastava nos encontrarmos no vestiário, o que supostamente acontecia por coincidência, para eu perceber que ele estava cada vez mais obstinado pelo meu corpo e decidido a provar todas as possibilidades que ele ensejava. Desde que me conheço por gente, minha bunda sempre atraiu as pessoas, bem arredondada, carnuda e empinada, ela foi alvo de beliscões das minhas tias e primas na infância, excitava a molecada no colégio e, já há algum tempo, deixava muitos caras de pau duro. O Brett a comia só de olhar, não vendo a hora de apossar-se dela. Em suma, fervia de tanto tesão à simples visão da minha nudez, fosse ela parcial ou total, perdendo o controle sobre as ereções que isso lhe provocava. Ele estava quase no ponto que eu queria, faltava apenas mais uma certeza, a de que sentia ciúmes.
A ocasião caiu no meu colo de bandeja durante uma festa numa das irmandades da universidade. Havia alunos de diversas faculdades na festa, rapazes dispostos a se dar bem com uma garota qualquer, contanto que fosse gostosa e não tivesse lá grandes pudores para liberar a vagina; e rapazes tanto virgens querendo descobrir do que seus cacetes eram capazes, quanto os do tipo tarado que já nos anos passados, ao entrarem na puberdade, enfiavam suas picas no primeiro buraco disponível. Foi justamente um desses últimos, um colega de time do Brett, que depois te ter tomado umas cervejas a mais, resolveu se insinuar para o meu lado. Ele era um dos tantos que não podia me ver sob as duchas sem sentir uma comichão no caralho, ao mesmo tempo que procurava não dar bandeira para não desconfiarem de sua masculinidade. As cervejas se encarregaram de suprimir esse receio, e ele veio puxar papo comigo, ficava me tocando, ria de qualquer coisa engraçada que eu dizia, e ficava me lançando olhares inebriados cheios de cobiça. De longe, vigilante feito um suricato sinaleiro, o Brett acompanhava tudo. Pelo olhar de reprovação, devia estar se remoendo por dentro, já que seus punhos se cerravam toda vez que o cara colocava um braço sobre meus ombros e cochichava algo rente ao meu ouvido, ou me circundava pela cintura colando meu corpo ao dele. Em dado momento, as cervejas, cuja conta ele já havia perdido, fizeram um rebuliço tanto em seu estômago quanto em sua mente. Sua primeira reação foi correr em direção ao gramado que se estendia na frente do edifício da irmandade, despejando ali todo conteúdo estomacal. Sabendo que seria seguido pelo Brett, fui solidariamente prestar ajuda ao bêbado infeliz. Tendo expelido até a última gota de bile e com o cérebro nadando no álcool, ele pediu que o levasse até o carro, pois precisava deitar um pouco. Apoiei-o sobre um ombro e segui na direção que ele apontava com o dedo mudando de direção a cada passo, até ele finalmente localizar o carro. Assim que abri a porta do carro ele despencou para dentro feito um saco de farinha, tirou a camiseta e começou a abrir a calça alegando estar sentindo um calor insuportável. Reclinei o encosto do assento do carona e sentei-me ao volante. Por trás de uns arbustos vi o Brett acompanhando cada passo nosso.
- Fodi com tudo! – começou o sujeito com a voz pesada. – Fodi com tudo! Não era para ser assim. – encarei o desabafo como um efeito das cervejas. – Era para ser especial, com você! Só eu e você! – continuou.
- Fica tranquilo, só estamos você e eu aqui, não há porque se envergonhar. – afirmei
- Mas eu acho que não vou conseguir, bebi demais! Olha para o meu cacete, acha que essa coisa mole tem a mínima chance de endurecer no estado em que me encontro? Jamais, sem chance! - exclamou me encarando a ponto de começar a chorar.
- Para que você quer que ele endureça? Passado esse porre, tudo vai voltar a funcionar perfeitamente, acredite em mim! – consolei-o
- Eu precisava dele duro agora, para o meter no seu cuzinho, para gozar no seu rabão tesudo! – respondeu, trazendo a mão para o meu rosto. – Eu já te falei quanto te acho gostoso? Não, não falei, mas você é gostoso para caralho Torben! Esse teu bundão me deixa alucinado. Sabe quantas vezes já bati punheta pensando nele? Centenas, não, acho que foram milhares, milhões. – exagerou de tão bêbado que se encontrava.
- Outro dia qualquer eu deixo você enfiar ele no meu cuzinho, está bem assim? Por hora talvez seja melhor eu te levar para casa, o que acha? Me diz onde você mora. – retruquei, segurando-o para que não caísse no meu colo.
- Minha casa não! Me leva para a sua, me põe na sua cama, me abraça e deixa eu sentir seu corpão, sua pele, seus beijos. – murmurou confuso.
- Não posso te levar para a minha casa! Ou você me diz onde mora ou terei que perguntar a um dos teus amigos e deixá-lo aos cuidados deles. – afirmei
- Não! Isso não! Então fica aqui comigo, não me abandone! – eu não sabia se ria ou se me mandava deixar de ser trouxa, pois aquilo estava começando a ficar chato.
- Não vou te abandonar, mas você vai ficar bem quietinho agora e vamos torcer para essa bebedeira passar rápido, ok?
- OK, chefe! Você é quem manda! – balbuciou babando pelo canto da boca quando se atirou sobre mim.
- Eh, eh, eh! O que pensa que está fazendo? Não falei para você ficar quietinho?
- Deixa eu meter no seu cuzinho, Torben, deixa! Não seja tão mau! – exclamou, tentando arrancar meu jeans.
A cara furiosa do Brett surgiu na janela no mesmo instante em que eu lutava com aquele brutamontes para não ter a calça arriada. Ele abriu bruscamente a porta do carro, puxou o colega de cima de mim e se preparava para dar um soco na cara dele.
- Você não vai ser louco a ponto de bater num cara bêbado, vai? – questionei, segurando a mão cerrada dele.
- Caralho, Torben, o que você está fazendo sozinho aqui com esse sujeito? Sabia que ele não consegue manter a pica dentro das calças? E você aqui, indefeso, nas mãos desse filho da puta safado! Puta merda, Torben! Puta merda! – esbravejou.
- O que deu em você, por que está tão bravo? Só estou dando uma força para o coitado, veja o estado dele! – respondi
- Dando uma força ou querendo dar o cu para ele – perguntou arrogante, sentindo, segundos depois, minha mão estalando na cara dele.
- Porra Torben! Essa doeu!
- É para você aprender a nunca mais folgar comigo! Está me tomando por alguma puta qualquer? Desde quando te dei o direito de faltar com o respeito comigo? – indaguei, encarando sua expressão estupefata.
- Nunca pensei isso de você, juro! Só estou morrendo de ciúmes, cacete! Posso sentir ciúmes? Porra Torben, estou há meses tentando te conquistar e você só vive me dando foras, caralho! Já passou pela sua cabeça que eu estou louco de vontade de transar com você, de entrar nessa bundona carnuda? – questionou. – E aí você dá toda atenção e carinho para esse sujeito! Como quer que eu reaja, não tenho sangue de barata nas veias! – exclamou
- Por que nunca me disse isso antes?
- E você deixou? Toda vez que tento chegar junto de você, me repele! Cacete, Torben, cacete! Era de mim que você devia estar cuidando agora, me fazendo carícias, brincando com a minha rola. – argumentou. Definitivamente ele estava exatamente onde e como eu queria, pronto para me desvirginar e iniciar um relacionamento sem fazer de mim mais um número de suas conquistas.
- Prometo ser mais gentil com você, está bem assim? – a resposta dele veio através de um beijo libertino, escandalosamente lascivo, junto com uma pegada forte que me arrepiou todo.
No banco ao lado, o colega dele nem fazia mais ideia do que estava acontecendo a sua volta. Como o Brett sabia onde ele morava, o levamos para casa, e depois seguimos para a dele em plena madrugada. Pé ante pé sem fazer o menor ruído subimos ao quarto dele, um ambiente genuinamente masculino na desorganização de roupas e objetos espalhados por todo lado, no cheiro de suor que penetrava as narinas e causava um frisson danado, nas imagens de mulheres exuberantes seminuas em posições sensuais espalhadas pelas paredes, além do capacete, do shoulder pad e dos demais protetores que faziam parte do uniforme esportivo. Era algo intimidador e excitante a um só tempo. Ao passar as vistas por tudo aquilo, bateu uma insegurança repentina ao me conscientizar do estrago que aquele parrudão podia fazer no meu cuzinho virgem.
- Está tarde, ou melhor, está quase amanhecendo, é melhor eu ir para casa! – afirmei, sentindo um medo inexplicável. – Não costumo passar as noites fora de casa, meus pais já devem estar preocupados. – aleguei, procurando sair daquele covil onde o Brett certamente já tinha fodido um bocado de garotas.
- Você só pode estar brincando! Acabamos de chegar! Eu pensei que você ..... – não o deixei terminar a frase
- Pensou errado! – interrompi, crente que ele ia dizer – pensei que você ia transar comigo – pois era o que a cara safada dele estava demonstrando.
- Torben, cara, você é um puta de um esquisitão! Juro que não consigo te entender, você dá um nó na minha cabeça! – afirmou
- Não sei porque! Não vejo nada de esquisito em mim!
- Você me deixa louco! Tem horas que eu tenho certeza que está flertando comigo, que me deseja tanto quanto eu a você. Aí, do nada, você age como agora, querendo fugir de mim.
- Que ideia absurda! Eu não flerto com você! Não estou fugindo, como eu disse está tarde, eu já deveria estar em casa!
- Não flerta, então por que fica todo ouriçado quando me vê pelado no vestiário, por que não tira os olhos do meu cacete quando percebe que ele fica duro por sua causa, por que está aí se tremendo todo como se eu fosse um bicho papão querendo te comer? – indagou. – Se bem que tenho que confessar que estou a fim de te comer do jeito que você sabe como! – acrescentou, fechando a porta do quarto e me encurralando contra ela antes de eu sair.
Suas mãos me pegaram pela cintura, o rosto barbudinho e sensual estava a centímetros do meu e continuava avançando com o olhar penetrante me hipnotizando. Minha pele estava toda arrepiada, havia chegado o momento que tanto idealizei e para o qual me empenhei seduzindo-o ao longo desses últimos meses. A discrepância, entre o que meu cuzinho se contorcendo em espasmos queria e o que a minha mente estava a me alertar, não chegava a um acordo; e eu já conseguia sentir a respiração e o hálito dele roçando meus lábios. Com uma pegada firme ele apertou minha cintura me trazendo para junto dele, enquanto a boca quente foi lentamente cobrindo a minha num beijo devasso ao qual não tive como não reagir, deixando-o rolar enquanto a língua dele me penetrava com o mesmo furor que o pauzão duro, se esfregando na minha coxa, faria dentro em breve. Não me perguntem como fui parar na cama dele, no meio dos lençóis que guardavam seu cheiro másculo com nuances de suor e uma mistura de odores alcalinos e de amônia, que fiz questão de não descobrir de onde provinham. Sei que o torpor no qual estava imerso vinha de sua pele quente, dos braços musculosos que me envolviam, do corpanzil pesado deitado sobre mim. As mãos hábeis me desnudando eram apenas um detalhe que não impedi, assim como os beijos e toques suaves que deslizavam onde minha nudez ia surgindo. O safado sabia como se apoderar daquilo que desejava, fazendo-o com tanta sutileza e sensualidade que ficava impossível resistir. Meus primeiros gemidinhos escaparam quando um dos meus peitinhos sentiu a língua dele lambendo os mamilos, quando os dentes aprisionaram o biquinho saliente e rijo, quando chupões vigorosos o faziam desaparecer dentro da boca dele. Meu corpo tremia da cabeça aos pés, a respiração se acelerava, minhas mãos tateavam sobre aqueles músculos enormes, duros feito pedra. O cuzinho sobressaltado, com as pregas excitadas, chuchava o ar como se estivesse prestes a engolir alguma coisa. Era exatamente essa tal coisa, que inúmeras vezes cobicei pendurada entre as coxas grossas e peludas do Brett debaixo das duchas do vestiário, que estava me deixando com tanto tesão. Ela saltou para fora, pesada e babando, quando ele desceu o zíper da braguilha, exibindo toda sua exuberância. De perto, ela parecia maior e mais intimidadora, reta, emergindo do chumaço denso de pentelhos, contornada por um emaranhado de veias saltadas, encimada por uma glande arroxeada bem destacada e, implantada sobre um sacão que remetia ao escroto de um touro. Fascinado, toquei-a delicadamente com as pontas dos dedos antes de fechá-los ao redor do calibre grosso, sentindo-a pulsar forte a cada pinote que a deixava cada vez mais dura.
- Delícia de mão suave, Torben! – ronronou ele, ao sentir meu afago no pauzão. – Gosta? – perguntou com um sorriso envaidecido
- É lindo! – respondi. – Lindo e enorme como você!
- É todinho seu! Me chupa, Torben! Chupa meu caralho, tesudinho! Estou esperando por isso há um tempão, sua boca trabalhando meu cacete com todo carinho! – sussurrou, tomado pelo tesão.
Eu nunca tinha segurado um pau que não fosse o meu, quanto mais chupado uma verga tão prodigiosa quanto a do Brett, ou de qualquer outro cara. Fiquei com receio de não o estimular o bastante, de não lhe dar o prazer pelo qual ansiava.
- O que foi? Não está a fim de me chupar? Não curte mamar a caceta de um macho? – questionou, ante a minha hesitação.
- Não, não é isso! Nunca chupei, não sei se você vai gostar! – respondi sincero.
- Caralho, Torben, você é virgem! – exclamou surpreso. – Um veadinho gostoso e bonito feito você, ainda é virgem! Sou seu primeiro cara! – exclamava deslumbrado
- É! Talvez você nem curta! Não sei como fazer as coisas certas! – devolvi ruborizado. – Eu só queria que fosse especial para você!
- Vai ser, Torben! Está sendo, pode ter certeza! Sei que vai fazer tudo certinho, por que eu não podia estar mais feliz do que estou nesse momento, só de sentir a delicadeza com a qual você está segurando a minha rola. Me mama, Torben, está me deixando alucinado! Mama meu cacete, tesudinho, mama! – ronronou, antes de eu abocanhar a cabeçorra com todo cuidado, deslizando meus lábios sobre a chapeleta estufada e sensível até a envolver por inteiro.
Os odores alcalinos e de amônia que senti impregnados nos lençóis se concentravam todos ali, mais intensos, na glande que com esforço consegui colocar inteira na boca. Somava-se a eles o sabor delicioso, levemente salgado e amendoado, do pré-gozo que se misturava a minha saliva. A cada lambida e sugada que eu dava por toda extensão do caralhão, o Brett emitia sons roucos e se contorcia num tesão crescente. Minha boca voraz explorou cada centímetro da verga gigantesca, percorrendo-a da cabeçorra ao sacão, onde meus dedos massageavam os dois testículos globosos. Eu nunca tinha brincado com os genitais de um macho e me sentia como uma criança que acabara de ser presenteada com seu brinquedo dos sonhos.
Ele não me precaveu de nada, apenas afundou as mãos nos meus cabelos mergulhando minha cabeça em sua virilha, contraiu a musculatura do abdômen, rugiu forte e ejaculou seu esperma leitoso na minha boca, me forçando a engolir a porra cremosa de sabor intenso para não me engasgar. Sem qualquer repulsa, os jatos desciam pela minha garganta como se fosse o mais saboroso dos néctares. Encarando-o enquanto deglutia a porra, vi o brilho de satisfação em seu olhar que não perdia um lance dos meus lábios chupando sua virilidade.
- Torben, seu veadinho enrustido do caralho, se essa é a sua primeira mamada, eu duvido que sobreviva às outras. Você é um verdadeiro aniquilador de machos com essa boquinha aveludada! – murmurou, enquanto eu terminava de limpar o caralhão com minhas lambidas sensuais.
- Gostou?
- Se eu gostei? Cacete, Torben, sacou o tanto que eu gozei? Foi uma puta esporrada! – exclamou maravilhado.
- Fico contente! – devolvi, implantando uma expressão tímida que o deixou ainda mais excitado, e com a certeza de que a próxima seria dentro daquele buraquinho quente que seu dedo impudico devassava sem constrangimento.
O que eu mais estava gostando mesmo, era ficar deitado sobre o peitoral largo dele, dedilhando entre os pelos e ouvindo seus batimentos cardíacos envolto pelos braços musculosos. Era como estar na segurança de um ninho, algo que eu não havia imaginado encontrar em outro homem. Eu podia ficar horas, dias, ali deitado sobre a pele quente daquele macho cutucando meu provocativo meu ânus pregueado.
O Brett levou minha mão pela trilha de pelos que descia pelo abdômen até a virilha, incitando-a a pegar novamente o caralhão que vagarosamente se encorpava e endurecia. Minha mão foi ficando melada com o pré-sêmen vazando abundantemente. Com o dedo dele vasculhando meu cuzinho e aquele cheiro da pica se intensificando, meu tesão foi às alturas.
- Me penetra, Brett! Mete esse pauzão no meu cuzinho! – ronronei, enquanto beijava seus lábios molhados.
Ele me encarou devasso e malicioso, saiu debaixo de mim e montou nas minhas costas esfregando o cacetão duro nas minhas nádegas e sussurrando sacanagens na minha orelha que mordiscava com os dentes e lábios.
- Quer sentir meu pau no seu cuzinho, quer, tesão? Vou meter até o talo nesse rabão gostoso, fazer você gemer de tesão, encher esse cuzinho virgem de porra e fazer você me chamar de seu macho! Abre o cuzinho para o teu macho, abre, putinho! – ronronava ele numa espera angustiante que fazia meu tesão ignorar o perigo daquele cacetão arrombando meu cu apertado.
- Quero, Brett! Quero você dentro de mim! Fode, Brett, fode meu cu! – supliquei.
Ele ainda judiou de mim por mais uns cinco minutos, descendo seus chupões pela minha nuca, ombros, mordiscando meu pescoço, roçando o pauzão entre as bandas da minha bunda, sussurrando lascivamente meu nome, me levando literalmente à loucura. Eu já estava fora de mim quando ele abriu as minhas nádegas e enfiou o rosto hirsuto no meio delas para lamber meu reguinho e as pregas anais.
- Ai Brett! Ai macho! – gemi alucinado, o que o fez investir mais obstinadamente, revezando a ponta da língua sobre a fendinha anal e o polegar que enfiava testando a elasticidade dos esfíncteres.
A cabeçorra babando muito sobre a portinha do cu foi lubrificando as preguinhas, o Brett arfava de tanto tesão sentindo a fragilidade delas, enquanto eu me travava todo ao mesmo tempo que queria me abrir para aquela tora entrar em mim. Senti as forçadas dele, a cada uma, meu corpo tremia mais forte e sem controle. Ele sussurrava – abre o cuzinho – abre o cuzinho para o teu macho, Torben – mas minha musculatura não obedecia a minha vontade. Enquanto uma de suas mãos segurava o pauzão sobre a minha rosquinha anal, a outra cobria minha boca e, com uma estocada potente, a cabeçorra afundou no meu cu dilacerando as pregas que não resistiram à distensão. Meu grito só não ecoou pelos ares por conta da mãozona comprimida contra meus lábios. Só então me dei conta de que meu grito podia acordar quem estivesse na casa, pois era a primeira vez que eu estava ali, não sabendo absolutamente nada dos hábitos daquela família. Se o Brett estava me impedindo de gritar para extravasar a dor que seu pauzão estava me causando, era por que não queria que soubessem o que estava acontecendo naquele quarto.
- Calma! Calma, já vai passar! Não se agite tanto, se meu pau sair do seu cuzinho vou ter que enfiá-lo novamente e você vai sentir mais dor. – disse ele, numa voz pausada e tranquila de quem já havia feito aquilo inúmeras vezes.
- Ai meu cu, Brett! Tá doendo! Rasgou! – balbuciei entre os dedos grossos dele.
- Eu sei, meu alemãozinho tesudo! Se você se acalmar e relaxar não vai doer tanto, eu prometo! Relaxa e abre bem o cuzinho, me deixar entrar tesudinho, deixa teu macho entrar e te dar prazer! – grunhia ele, se deliciando com a maciez do meu ânus envolvendo sua jeba grossa.
Se eu ia sentir algum prazer em meio a toda aquela dor era algo no que eu já não acreditava. Lembro-me de ter pensado que gays eram verdadeiros heróis ao entregarem seus cuzinhos para machos tão dotados como Brett, e compreendi por que muitas mulheres, particularmente as mais castas, se recusavam terminantemente a dar o cu para os caras. Um pauzão no rabo detonava tudo que encontrava pelo caminho ao entrar dentro dele, como eu agora podia afirmar com toda probidade.
Fiz um esforço enorme para seguir as orientações do Brett, relaxar, abrir o cu, deixá-lo entrar em mim, até empinar o rabo eu empinei para facilitar a penetração; porém, a cada nova estocada minhas convicções ficavam mais abaladas. Quando ele meteu tudo, até o talo, como havia prometido e me fez sentir o caralhão dando pinotes no fundo do meu cuzinho, ao mesmo tempo que o arfar de sua respiração resvalava na minha nuca, comecei a sentir o prazer se sobrepondo à dor. Era um prazer único que se espalhava por todo meu corpo, que o unia ao dele numa fusão perfeita. Nesse momento descobri que dar o cu para um macho era a coisa mais maravilhosa que podia haver e, então sobreveio o gemido languido e sensual.
- Ai Brett, meu macho! – que reverberou com força dentro dele e o fez apertar meu tronco contra o dele, e soltar um – Torben, tesudinho da porra – arfando na minha orelha.
Durante o vaivém cadenciado com o qual o Brett me fodeu, fazendo aumentar o ardor que queimava minhas preguinhas, eu tinha a sensação de estar empalado e de que, a qualquer momento, aquele caralhão ia aflorar na minha boca. Os grunhidos guturais dele me enchiam de tesão, sentir como ele estava excitado e me desejando foi gradualmente me levando ao clímax, senti o gozo iminente rondando meu pinto duro esfregando o lençol.
- Vou gozar, Brett! Ai Brett, vou gozar! – gemi prazerosamente.
- Goza, meu tesudinho, goza! Mostra o quanto você gosta que o teu macho de enrabe! – devolveu ele.
Me esporrei todo envolto num prazer delirante como jamais senti. Comecei a lamber os dedos da mão que ainda cobria minha boca, enquanto o entra e sai rítmico das estocadas dele arreganhando meu cuzinho iam se acelerando. Ele se estremeceu todo após os impulsos com os quais me fodia ficarem cada vez mais truncados, e um urro rouco escapar de sua boca mordiscando meu ombro junto com o gozo que, a cada ejaculada farta, ia inundando meu cu com seu sêmen pegajoso.
- Que porra foi essa, Torben? Nunca gozei tanto, caralho! Gozei mais gostoso no rabo de um veadinho do que na boceta de uma garota, que porra foi essa! – grunhiu saciado após o último jato espirrar do cacetão que continuava pulsando forte encapado pela maciez úmida e quente dos meus esfíncteres anais arregaçados.
- Nem eu! – exclamei delirando. – Nunca imaginei que seria tão bom, tão maravilhoso!
- Me promete que vamos fazer isso sempre! Promete, Torben! Promete que vai ser sempre tão dadivoso e carinhoso comigo, promete meu alemãozinho lindo! – ao virar meu rosto na direção dele e deixá-lo cobrir minha boca com a dele a resposta estava dada.
A concordância foi dada num momento sob emoção, uma vez que o caralhão ainda vibrava no meu cu preenchido, amolecendo sem pressa. Afinal, o que eu queria, perder a virgindade com aquele estupendo exemplar de macho, eu tinha conseguido. Não havia porque continuar com aquilo, era só sexo que me levou a querer o Brett e, até porque, eu estava quase certo que ele ia usar essa trepada para se vangloriar junto aos amigos da faculdade, era bem o estilo dele, posar de machão fodão. Enquanto isso, eu passaria a ser visto como assumidamente gay por todo o campus, tendo de lidar com essa situação que quase nunca é muito tranquila. Mesmo que isso me fizesse ser visto na universidade como comprovadamente gay, já não me importava mais. A experiência tinha valido cada minuto que durou, cada beijo que trocamos, cada jato de esperma que ficou alojado no meu cuzinho, cada prega rota que levou uns dias para cicatrizar.
No entanto, ele parecia não ser da mesma opinião. Na própria segunda-feira, assim que nos encontramos para a primeira aula, ele parecia um garanhão que havia sentido o cio de uma égua e não saiu da minha cola, se insinuando, me provocando, me encoxando e me propondo sexo.
- Foi legal, valeu, mas não coloque caraminholas na sua cabeça porque foi apenas sexo! – exclamei, após ele dar a entender que podia rolar algo além de sexo entre nós.
- Mas você prometeu!
- Prometi o quê?
- Prometeu que ia rolar outras vezes! Vai faltar com sua palavra?
- Tudo bem, prometi! Mas isso não significa que vamos fazer isso toda hora. Quem sabe daqui a algumas semanas! – devolvi, frustrando-o
- Umas semanas? Caralho Torben! Em algumas semanas a porra acumulada vai foder com a minha cabeça! Homens não podem ficar uma semana sem foder!
- Até parece que você já passou uma semana sequer sem foder! Depois, tá cheio de garotas correndo atrás de você querendo sentir sua pica nas vaginas delas! – argumentei
- Só que eu quero você, quero seu cuzinho apertado, quero sua boca aveludada mamando minha rola! – afirmou
Olhando bem para a carinha safada e esperançosa dele, pensei que talvez não fosse de todo ruim manter uma constância nessas trepadas que, a se assemelharem a essa primeira, me deixariam extremamente feliz. Qual gay não queria ser envolto nos braços de um macho como o Brett e sentir um cacetão como o dele pulsando no fundo do rabo. Afinal, a prática leva à perfeição, concluí. Quanto mais experiências tivesse com ele ou com outros caras que também perseguiam meu cuzinho, mais habilidades para um relacionamento sério no futuro eu acumularia.
- Beleza, então! Mas, com certeza, não hoje! Faz ideia de como as preguinhas do meu cu ficaram depois de você enfiar esse caralhão grosso dentro dele? Me dá um tempo, ok? – propus. O danado riu, encarando a revelação como um elogio ao seu dote e desempenho, o que não deixava de ser verdade, porém isso me fazia sentir submisso em relação a ele, algo que eu não estava a fim de cultivar.
Três dias depois lá estava eu novamente na casa dele, no quarto dele, com as pernas abertas enrodilhando sua cintura, ele montado em cima de mim, socando o pauzão até o talo no meu cuzinho, me fazendo ganir enquanto ele suspirava cheio de tesão.
As tardes após as aulas na casa dele viraram quase uma rotina, uma vez que os pais dele, que eram advogados, estavam no escritório do qual eram proprietários; a irmã caçula, uma adolescente, estava no colégio e só regressava perto do final da tarde. Dessa forma, não tínhamos do que temer dos meus ganidos e gemidos lascivos de prazer e seus urros roucos vocalizados sem freios ecoarem pela casa denunciando a putaria que rolava pelos cantos da casa.
Algumas poucas vezes também rolou na minha casa, mas bem menos. Ele se sentia inibido, ficava retraído, a todo instante preocupado em ser flagrado sem as calças e com o mastro cavalar sendo mamado pela minha voracidade ou socado no fundo do meu rabo. Isso porque, minha mãe só saía algumas tardes com um grupo de amigas que fez entre as esposas dos maridos que trabalhavam na mesma empresa do meu pai. Elas se voluntariaram para um serviço assistencial a uma comunidade de imigrantes que tentavam se legalizar no país. Como não havia dias fixos para ela se ausentar e, por também regressar muitas das vezes sem avisar, corríamos mais risco na minha casa que na dele, muito embora meus pais soubessem da minha sexualidade e teriam encarado o Brett como um namorado, sem que isso os incomodasse. O medo era mais dele do que meu, topar repentina e casualmente com meu pai chegava a lhe dar calafrios.
- Belo macho é você! Se caga todo só de imaginar um encontro com meu pai, que é o sujeito mais de boa que eu conheço! – provocava eu.
- Mais de boa com você! Duvido que ele vai ficar de boa com outro machão quando souber o que faço com o filhinho mimado dele. É melhor não arriscar! – eu ria dele, o que o deixava puto por uns instantes, fechava a cara e eu tinha que fazer cafuné naquela barba viril, beijar aqueles lábios repetidas vezes, deslizar a mão sobre aquela rola volumosa dentro de suas calças para ele voltar a sorrir e vir para cima de mim feito um touro no cio.
Embora sentisse atração por outros caras da universidade, tanto do time de futebol quanto da equipe de natação, me mantive fiel ao Brett, concedendo-lhe a exclusividade do meu ânus. Questionei-me algumas vezes do porquê de estar agindo assim, e temi estar me apaixonando por ele e por aquele jeitão de molecão incompreendido e carente. Quando baixava essa dúvida, eu me afastava por alguns dias, dava um gelo nele, na esperança de que isso também arrefecesse aquele sentimento sem futuro.
Não havíamos combinado nada, eu estava em casa entediado, cheio de tesão e só pensando no corpão parrudo do Brett, naquele tórax maciço onde, ao deitar a cabeça, eu sentia uma segurança sem tamanho e, é claro, naquele pintão suculento que fazia minha boca salivar de desejo. Fui até a casa dele disposto a fazer uma surpresa. Entrei pela porta do quintal dos fundos que vivia aberta para que o cachorro dele pudesse sair quando necessário, subi a escada até o corredor dos quartos sem fazer barulho e o encontrei metido apenas num short de costas para a porta de um quarto que ficava antes do dele e que todas as vezes em que lá estive, estivera fechada. Ele estava diante do laptop aberto, navegando entre imagens de um site de pornografia, tão absorto que nem notou minha presença. Os ombros largos nus, todos aqueles músculos, o pescoço grosso fizeram meu cuzinho piscar alucinado. Aproximei-me dele, pousei as mãos sobre os ombros dele, deslizei-as sobre o peitoral rumo ao abdômen e ao pauzão ao mesmo tempo que beijava sua nuca.
- Quer dizer que é assim que você fica me traindo quando não pode entrar no meu cuzinho? – perguntei, fechando a mão ao redor do cacete dele. – ele apenas grunhiu, não se virou na minha direção e beijou meu braço.
Fiquei uns segundos palpando o cacetão que imediatamente reagiu desenvolvendo uma ereção que fez a cabeçorra sair pelo cós do short. Ele se virou na minha direção, me puxou para cima do colo dele e começou a arrancar minha camiseta, caindo de boca no primeiro mamilo com que topou. Eu segurava sua cabeça entre as mãos, acariciava o rosto e o cabelo curto dele, deixando-o se saciar na minha tetinha excitada. Primeiramente ele palpava minha bunda debaixo da bermuda, depois com o tesão a florescer, puxou-a para baixo e avançou sobre as nádegas, amassando-as libidinosamente e acariciando a pele aveludada e quente delas. Segurando seu rosto entre as mãos, beijei-o numa tara desenfreada, chupando a língua que ele enfiara na minha garganta. Ele afastou a cadeira de rodinhas para que eu pudesse me ajoelhar diante de suas pernas peludas e musculosas, abriu-as e desceu o short libertando o caralhão grosso todo melado. Olhei bem nos olhos dele e, segurando o pauzão latejante comecei a sugar o melzinho viscoso com todo empenho. Ele ronronava, se contorcia na cadeira, acariciava minha cabeleira e se deixava mamar lançando a cabeça para trás usufruindo daquele prazer peculiar. Por duas vezes ele me fez parar de chupar, avisando que iria gozar se eu não parasse de chupar sua glande estufada.
- Não quer me dar seu leitinho delicioso hoje? Não seja malvado, você sabe o quanto eu adoro seu leite de macho! – argumentei, encarando-o numa safadeza inescrupulosa.
- Tesão do caralho! O que você quer, seu putinho? Quer acabar comigo, é isso? – grunhiu, com um olhar de cobiça e tesão brilhando na expressão espantada.
- Quero você! Quero você dentro de mim! Quero que me deixei todo molhadinho por dentro! – sussurrei excitado.
Ele levantou, me debruçou sobre a escrivaninha, pincelou o caralhão ao longo do meu rego e, ao encontrar a rosquinha piscando, se empurrou com um só golpe para dentro dela. Eu gritei feito uma cadela sendo arrombada.
- Aaai meu cu! O que deu em você? Está cansado de saber do estrago que esse cacetão é capaz de fazer no meu cuzinho! – reclamei, empalado pela metade daquela tora grossa de carne pulsando entre os meus esfíncteres.
- Quem mandou você me deixar maluco? Esse buraquinho apertado agora é todo meu! Vou te arregaçar e te dar todo leitinho que me pediu, seu putinho tesudo! – disse ele, deslizando o pauzão até me fazer sentir o sacão batendo no meu reguinho aberto.
Agarrei-me ao tampo da mesa e o deixei foder meu cuzinho, entre ganidos e gemidos, enquanto aquele vaivém rítmico me leva às nuvens a ponto de me fazer gozar com o pinto balançando feito um pêndulo entre as pernas abertas. Era a primeira vez que ele me pegava com tanta potência, sem medir a força com a qual estava me comendo. Em nenhum momento o prazer que senti com isso superou a dor, mas eu já o considerava dono do meu querer, do meu cu, de mim por inteiro, e me entreguei todo submisso à sua dominância. Ele continuou socando fundo, se saciando na maciez úmida do meu rabão como se não houvesse amanhã. De repente, deu duas estocadas que me obrigaram a soltar um grito e começou a se despejar no meu casulo retal, enquanto seu urro gutural se espalhava pelo ar. Me perguntei de onde vinha tanta porra que já começava a vazar do meu cu, sendo que ele já tinha me inseminado fartamente no dia anterior. Ao terminar o gozo, ele se deixou cair sobre as minhas costas, agarrado a mim, arfando todo suado e chupando minha nuca.
- Putinho do caralho! Eu precisava tanto disso! Faz dias que não gozo e precisava de um cuzinho apertado e gostoso como o seu! – murmurou, enquanto esperava o cacete amolecer nas minhas entranhas.
- Você me esporrou todo ontem, não seja exagerado! Se você não fosse um safado tão gostoso eu não te deixaria entrar no meu cuzinho quase todos os dias! Você está reclamando de barriga cheia! – devolvi, antes de ele sacar de uma só vez o pauzão à meia bomba do meu rabo ainda pingando esperma.
- Quer dizer que o Brett está se dando bem nesse rabão e com as tuas carícias? O safado tem gosto, tenho que admitir! – disse ele, me examinando da cabeça aos pés. Não entendi absolutamente nada.
- Como é? Ficou doido? Faz meses que me entrego às tuas taras, do que você está falando? – ele riu, levou a mão ao meu rosto e me acariciou, contornando minha boca com a ponta do polegar.
- Prazer, Aaron! Irmão do Brett! Irmão gêmeo! – revelou ele, enquanto o chão se abria sob meus pés.
- O quê? Que brincadeira é essa, Brett? – perguntei, encarando-o e examinando cada detalhe daquele rosto para ver se isso podia ser verdade.
- Pelo visto ele nunca te falou sobre mim! Já eu sei um bocado de coisas a seu respeito, ele não para de me contar como você o deixa com tesão, como é carinhoso, como faz um sexo prazeroso. Acabo de ter a prova que ele não estava mentindo, você é demais! Lindão e muito tesudo! – eu não queria acreditar no que entrava nos meus ouvidos.
- Essa piada está perdendo a graça, Brett! – exclamei exasperado, pouco antes de ouvir passos subindo a escada precedidos pela corrida estabanada do cachorro dele.
Segundos depois, eu estava diante de um clone perfeito do cara que tinha acabado de tirar o caralhão esporrado do meu cuzinho e o guardado no short, enquanto eu ainda continuava ali parado, nu, não fazendo a mínima ideia de onde foi parar minha bermuda e muito menos se tudo aquilo não foi um sonho.
- Vejo que já se conheceram! E você não perdeu tempo, não é seu tarado desgraçado! Enrabou meu alemãozinho no primeiro encontro. – sentenciou o Brett, numa naturalidade estarrecedora, quando veio me abraçar e me beijar.
- Como pode fazer isso comigo, Brett? Seja lá qual de vocês é o Brett! Eu .... ele .... eu acabei de dar o cu para esse cara! – exclamei zangado.
- Não esquenta! Não tenho ciúme dele! Esse cara é meu irmão gêmeo, Aaron, que estava prestando serviço militar nos fuzileiros navais. Faz dois dias que voltou para casa, não é maninho, seu tarado implacável! – revelou o Brett.
- Não estou acreditando nisso! Como puderam me enganar dessa forma? Vocês só podem ser dois desequilibrados! Puta sacanagem! – berrei ao perder o controle. – Eu estou fora, fora, está me ouvindo Brett? – despejei, vestindo-me às pressas e correndo escada abaixo para sumir dali.
- Vai atrás dele! Ele está em choque, não o deixe sair assim! – disse o Aaron, antes de o Brett vir ao meu encalço. – O tesudinho vai precisar de um tempo para assimilar tudo isso!
Ele me alcançou ainda na escada, de tanto que meu cu estava doendo com aquela foda bruta, eu não conseguia correr normalmente. Tomou-me nos braços, tentou me beijar enquanto eu desviava o rosto para fugir daquela boca sedenta, e me prensou contra a parede exigindo atenção.
- Olha o que você fez comigo, Brett! – exclamei choroso. – Você me enganou, ele me enganou!
- Deixa de ser bobinho, está tudo bem, já falei! Você viu como o Aaron também gostou de você, não seja dramático. Vai tudo se ajeitar, prometo! – disse ele, antes de conseguir cobrir minha boca com um beijo demorado e palpar minha bunda encharcada do esperma formigante do irmão.
Depois da briga já estávamos há dois meses sem nos falarmos. Eu continuava puto por ele nunca ter me contado que tinha um irmão gêmeo tão sacana quanto ele, e de ter sido enganado pelo cafajeste do Aaron que, de tanto ouvir do irmão como eu dava gostoso, não hesitou em meter o caralhão dele no meu cuzinho generoso para confirmar as afirmações do Brett; e eu acreditando piamente que aquele corpanzil parrudo e sensual era o do meu Brett, me entreguei de corpo e alma cobrindo-o de carícias e o deixando se saciar no meu rabão carnudo. Ele, entretanto, continuava empenhado em fazer as pazes; porém, a cada tentativa acabava levando um fora e a recusa de o deixar a sequer pensar em meter a estrovenga carente dele no meu cu. O pior disso tudo é que eu continuava gostando do sem-vergonha, mal conseguindo controlar a saudade que sentia de seus beijos libertinos e daquela caceta vibrando nas minhas entranhas.
Até que ele chegou a um ponto no qual perdeu a paciência, uma vez que os hormônios já não lhe davam mais trégua cobrando uma transa urgente para aliviar os colhões que a masturbação já não conseguia mais desafogar.
- Cansei de pedir perdão! Eis um ultimato, vai me perdoar ou vai continuar se fazendo de ofendido difícil? Não acha que estou pagando um preço muito alto por não ter mencionado um simples detalhe familiar? Ademais, como eu podia imaginar que o Aaron fosse dar uma de sacana deixando você pensar que ele era eu, e de se aproveitar disso para te enrabar? Segundo ele me contou, você em nenhum momento se deu conta do engano que cometeu nos confundindo, apenas curtiu cada segundo da transa sem questionar se o caralho que estava te fodendo era mesmo o meu. Portanto, não jogue toda a culpa em cima de mim! – sentenciou.
- É sério que está me culpando por seu irmão e você também serem dois sacanas que se valem da semelhança física para tirar proveito dessa situação? Se até seus pais se confundem de vez em quando, como presenciei algumas vezes, como acha que isso não podia acontecer comigo? – retruquei, me controlando para não pular no pescoço dele ao tê-lo praticamente pelado diante dos meus olhos, uma vez que a discussão acontecia entre os armários de um dos corredores do vestiário do centro esportivo após o final do meu treino de natação.
- Eu estou pedindo desculpas pela milésima vez, não pode ser um pouco compreensivo, me perdoar e deixar eu te pegar, só um pouquinho, um tantinho assim, uns beijinhos, me deixar colocar só a cabecinha? Seja gentil, estou subindo pelas paredes. Sabia que não drenar os colhões pode subir à cabeça e fazer muito mal? Seja bonzinho, vai! – questionava todo dengoso.
- Tô pouco me lixando se seja lá o que for que te suba à cabeça! Azar o seu! Quem mandou guardar segredo de algo tão importante? – devolvi, disposto a judiar dele por mais algum tempo.
Só que a paciência dele havia mesmo terminado e estava disposto a meter o pauzão no meu cuzinho por bem ou por mal, fossem lá quais fossem as consequências. Deu os dois passos que nos separavam na minha direção me encurralando contra a parede e me prensando com o tórax maciço e quente, o que me levou a contê-lo espalmando minhas mãos sobre seus ombros musculosos, embora sem êxito, pois ele era bem mais forte do que eu. Ele ficou me encarando a centímetros do meu rosto num desafio que estava disposto a vencer. Ao mesmo tempo, empurrou a pelve contra a minha em movimentos de vaivém como se estivesse me fodendo. Meu corpo saudoso daquele toque estremeceu da cabeça aos pés, o cuzinho mais parecia um pisca-pisca de árvore de Natal, a respiração começava a falhar desencadeando um calor abrasador que se irradiava pela pele. O Brett fazia menção de me beijar projetando os lábios em direção dos meus, mas não consumava o beijo só para me atiçar. De repente, ele me agarrou pelas nádegas através da sunga ainda molhada e me alçou do chão prensando minhas costas contra os azulejos frios.
- Fala que vai me perdoar! – exigiu
- Não!
- Vou fazer você se arrepender de ser tão teimoso, seu veadinho mimado! – ameaçou
- É? E vai fazer o quê, seu brutamontes mentiroso e enganador?
- Isso! – exclamou, ao mesmo tempo que puxou minha sunga deixando minha bunda exposta.
Eu empenhei todas as minhas forças para afastá-lo, mas ao sentir sua boca se unindo sensualmente à minha, a resistência sucumbiu. O Brett arriou o short permitindo que a gigantesca ereção saltasse para fora. Tateou avidamente pelo meu rego até o dedo localizar minha fendinha pregueada, quente e úmida, se revolvendo em espasmos. Fechou a mão ao redor do cacetão e o guiou até ela, forçando a glande melada sobre as preguinhas assanhadas. Com uma única metida ele fez a cabeçorra trespassar meus esfíncteres, cobrindo minha boca com a dele enquanto enfiava a língua na minha goela para que meu ganido pungente não reverberasse pelo vestiário vazio, podendo atrair algum curioso que estivesse por perto e nos flagrar em pleno coito. Afundei as pontas dos dedos em seus ombros, gani antes de começar a chupar a língua dele e, relaxando, fui me soltando em seus braços enquanto uma sequência de estocadas curtas ia metendo o pauzão grosso dele no meu cuzinho receptivo. À medida que sentia seu caralhão sendo agasalhado pela mucosa macia e quente do meu cu, ele esfregava vorazmente a boca nos meus lábios, mordia-os até me ouvir gemer, descia beijos e lambidas pelo meu pescoço chegando até um dos mamilos onde lambeu o biquinho saltado pelo tesão que o pauzão cravado no meu cu me fazia sentir. Eu afagava a cabeleira dele, acariciava a nuca, arranhava suas costas suadas e entregava minha tetinha saliente para a voracidade de sua boca quente. Enquanto isso, com as costas grudadas à parede fria feito uma lagartixa, meu cuzinho recebia as estocadas do vaivém com o qual ele me fodia na mesma cadência dos meus gemidos de dor e prazer.
- Eu sabia que era disso que você estava precisando, meu alemãozinho safado! Vai continuar me negando seu perdão, vai? Fala para seu macho que o perdoou, fala, meu veadinho gostoso do caralho, fala! – grunhia ele, me empalando com seu mastro cavalar e acabando com qualquer senão que ainda me restasse.
- Ai meu cuzinho, bruto safado! Tá judiando do meu buraquinho, meu macho sem-vergonha! – gemi alucinado pelo prazer, segundos antes de me esporrar todo.
- Isso é para você aprender a nunca mais judiar do seu macho, deixando-o na secura por tanto tempo! – ronronou ele, estocando forte e fundo por duas vezes e deixando escapar um urro junto com os jatos de esperma viscoso que ia se espalhando e encharcando meu ânus. Com um sorriso devasso me encarando, ele sabia que tinha sido perdoado.
Estando novamente de boa com o Brett, veio a proposta indecente. Estávamos na lanchonete da universidade, ele, eu e o Aaron que tinha retomado os estudos depois do serviço militar. Há mais de cinco minutos o papo não avançava, ambos fazendo rodeio e estudando minhas expressões.
- Vão chegar a um ponto final, ou vão continuar nessa embromação? Anda, falem de uma vez! – impus, pois tinha menos de dez minutos para voltar para a minha próxima aula.
- Queremos que você transe com os dois, ao mesmo tempo! – soltaram quase a uma só voz.
- O quê? Ficaram doidos? Não sou nenhuma puta! Era só o que me faltava, dar o cu para essas duas rolas de jumento! Quem vocês pensam que eu sou, hein? – questionei indignado com a proposta.
- Não pensamos nada de mau a seu respeito, a gente te curte, é só isso, e queremos fazer sexo juntos com você. Que mal há nisso? Somos tão parecidos que você será brindado com uma dose dupla de prazer, simultaneamente! – sentenciou o Aaron, que não via a hora de meter novamente o cacetão no meu rabinho estreito.
- Você não pode negar que gostou quando o Aaron te enrabou, se derreteu todo nos braços dele e nem pensou em recusar o assédio dele. – afirmou o Brett.
- Claro! Como eu podia? Eu pensei que estava com você, e não com um clone perfeito seu! – me defendi. – Não vai rolar! É isso, não vai rolar! Não sou promíscuo e, até pouco tempo atrás, antes de conhecer seu pauzão, era completamente virgem. Está decidido, não vai rolar! – afirmei categórico, sem muito refletir.
Passadas algumas semanas, ambos de cara amarrada, só o Brett se arriscando a botar o pauzão no meu cuzinho quando eu dava uma abertura, comecei a avaliar a proposta com mais cuidado. Torben, pensa bem. Caíram dois peixões de uma só vez na sua rede e você tem duvidas se deve ou não fisgar os dois, vá ser burro assim no raio que o parta! O Brett está certo, você curtiu, e não foi pouco, o caralhão do Aaron entrando e saindo do seu cu feito uma britadeira. Agora pensa bem, seu gay bora-botas, serão duas, duas vergas colossais todinhas à sua disposição para brincar o quanto quiser com elas. Fala se isso não é o privilégio dos privilégios?
- Tá bem, eu topo! – afirmei, uns dias depois, para alegria de ambos.
Naquela mesma tarde me vi feito o recheio de um sanduiche no meio daqueles dois corpões parrudos, roçando as nudezes másculas na minha. Foi alucinante. Vi as ereções se formando a cada toque meu em seus corpos, a cada beijo revezado, a cada linguada percorrendo os caralhões grossos e veiúdos das glandes aos sacões, a cada sugada do visgo translúcido e perfumado que liberavam. Quatro mãos pesadas e ávidas deslizavam sobre a minha pele, incendiando-a, arrepiando-a. Devassavam minhas tetinhas, espremiam meus mamilos, afundavam no meu reguinho profundo e estreito, tateavam sobre as preguinhas anais ouriçadas, fazendo com que gemidos delirantes aflorassem dos meus lábios. No rodopiar entrelaçados dos corpos eu já não sabia mais qual deles era o Brett qual era o Aaron. Eu apenas me agarrava a eles acariciando-os e cobrindo-os de afagos e beijos. Mamando freneticamente um dos cacetes, o outro ia escorregando lentamente para as profundezas do meu cuzinho entre gemidos e espasmos que sacudiam todo eu corpo. Eram longos minutos flutuando numa nuvem de prazer e luxúria até sobrevirem os gozos; geralmente, o meu precedendo o deles, um ejaculado na minha boca, outro na minha ampola retal, antes de uma pausa para recobrar o ritmo da respiração e as forças para um novo round tão prazeroso quanto o anterior, onde ficavam revezando as posições.
Com o tempo fui distinguindo as sutis diferenças que havia entre os gêmeos. O Brett era mais carinhoso na pegada, seus beijos eram menos impulsivos e mais apaixonados, o pauzão dele babava bem mais que o Aaron quando excitado, sua porra tinha um sabor mais amendoado e um odor mais alcalino, ele distendia as minhas pregas com mais perseverança e cuidado, esperando meus gemidos pungentes abrandarem para consumar a penetração e a posse. Já o Aaron era mais intempestivo, a pegada era mais bruta sem deixar de carinhosa. Seus beijos descontrolados e possessivos demonstravam urgência, o pré-gozo que minava da uretra dele era mais denso e viscoso levemente salgado, seu sêmen era mais leitoso, tinha um sabor picante que lembrava o de nozes, quando me tinha sob seu jugo, a penetração era rápida e dolorosa me fazendo ganir feito uma cadelinha, até ele se solidarizar com ela e pegar mais leve, apesar de eu a essas alturas já estar completamente empalado. Mas o que ambos deixavam marcado na minha pele, gravado na minha memória e inundado no meu cuzinho era o que de mais divino podia haver. Havia uma conexão entre nós que não dependia de palavras, de gestos, de trocas de olhares, ela era quase telepática.
Frequentei assiduamente a casa deles durante mais quatro anos. Fui recebido pelos pais deles como mais um filho, era adorado pela irmã caçula de quem eu fazia todas as vontades. Não tenho dúvida de que o pai deles sabia de tudo que rolava entre nós. Ele nunca mencionou uma única palavra sequer, mas eu sabia que ele estava conivente com tudo aquilo. O olhar dele tinha a complacência máscula de quem avaliza as intemperanças dos filhos machões. Quanto a mãe eu não saberia dizer o quanto conhecia daquela história, se é que conhecia. No entanto, independente disso, me tratava com toda doçura de uma mãe zelosa.
Na minha casa as coisas eram um pouco diferentes. Eu sou filho único, e ser gay já instalou uma insegurança nos meus pais. Minha mãe sempre demorou a aceitar qualquer amigo rapaz que eu trazia para dentro de casa. Ela me interrogava a respeito deles como se fosse uma agente de um serviço secreto qualquer. Chegava a ser invasiva algumas vezes, o que nos levava a brigar. Meu pai era mais diplomático, ossos da função na empresa, mas não menos questionador. Além disso, tinha um ciúme quase doentio em relação a mim e, qualquer homem que começava a ficar muito íntimo era visto como um potencial rival. Quando lhe apresentei os gêmeos, cujo tesão por mim podia praticamente ser palpado no ar, ele logo soube que já não tinha mais um filho virgem, que aqueles dois estavam se saciando na minha grutinha anal. Ele não se mostrou contrário ao assédio deles, mas também não o incentivou, regulando cada investida deles o quanto podia. No fundo ele sabia que eu estava prestes a deixar o ninho, que alçaria voo próprio dentro em breve, e que o que ele podia ter feito, fez com todo zelo e carinho.
Poucos meses após eu concluir a faculdade, fui chamado para uma entrevista na sede a empresa em que meu pai trabalhava na Alemanha. A indicação havia sido dele, para um colega diretor que me queria em sua divisão. Eu sabia que teria uma carreira promissora na empresa, tinha meu pai como exemplo, e aceitei a vaga que me foi oferecida. Com isso findou minha temporada nos Estados Unidos, a do meu pai terminaria dentro de pouco mais de um ano quando ele se aposentaria e regressaria para a Alemanha com a carreira consolidada.
Eu sempre soube que meu lugar e nem a minha vida estavam nos Estados Unidos, sempre fui apegado à minha terra natal onde fiz as mais sólidas amizades que se pode querer. Jamais me esqueceria dos gêmeos, principalmente do Brett, a quem entreguei minha virgindade. Os dois foram fundamentais para a minha sexualidade, para encará-la como algo perfeitamente normal, sem traumas ou questionamentos. Foram eles que me ensinaram a satisfazer um macho e sentir prazer com isso.
Despedi-me deles sem drama. O Aaron tinha arrumado uma namorada questão de três meses atrás e, a empolgação desse começo de relacionamento não permitiu que sofresse com a minha partida, até porque ele assimilou melhor que, o que rolava entre nós, era pura e simplesmente sexo. A surpresa foi o Brett. Eu nunca imaginei que ele fosse se apegar tanto a mim, aquele seu estilo machão durão e alheio a sentimentos ou paixões, não passava de uma fachada atrás da qual ele camuflava seus sentimentos. Ele me perguntou se eu não queria me mudar em definitivo para os Estados Unidos, se havia uma chance, por mínima que fosse, de eu me transformar em seu parceiro de vida, confessando que chutaria tudo pelos ares, reputação, incertezas, covardias, para se transformar no meu macho.
Estávamos sozinhos quando ele me sondou de coração aberto. Tomei seu rosto viril entre as mãos, beijei-o com tanta ternura e devoção dando o que de melhor eu carregava dentro de mim.
- Não sei se vou encontrar outro cara tão especial quanto você que me fez nascer para a vida! Meu lugar não é aqui, você não é o homem com quem sonhei compartilhar toda uma vida. Sempre estará aqui dentro, como a mais doce e importante lembrança que vou carregar até o último dos meus dias. – asseverei, colocando a mão dele sobre meu peito. Vi as lágrimas brotarem lentamente nos olhos dele, trouxe seu rosto para junto do meu e o beijei antes de o aninhar em meus braços.
Ele veio me visitar na Alemanha no verão seguinte. Havia começado a carreira na Spartan uma empresa global na divisão de desinfetantes e sanitizantes para hospitais e estabelecimentos de saúde, sediada em Ohio. Nos divertimos bastante, viajamos de carro por alguns estados da Alemanha que eu conhecia bem e tinham muito a oferecer aos turistas. Ele curtiu cada um dos dias que passamos juntos, matou a saudade do meu cuzinho receptivo e partiu deixando um pouco de seu esperma formigando no meu rabo. Foi uma despedida sem culpa, sem cobranças, uma despedida de dois amigos que viveram uma experiência maravilhosa um nos braços do outro.
Alguns dias antes da chegada dele eu havia conhecido o Niklas num barzinho onde fui com uns colegas da empresa. Trocamos telefones durante um papo breve e nos encontramos a sós dois dias depois, sentindo que rolava uma química interessante entre nós e que precisávamos descobrir onde isso nos levaria. O Niklas é um tesão de macho, viril e parrudão como eu gosto. Quando me encara sem dizer nada, só me comendo com o olhar sou tomado de calores que sei também estarem percorrendo seu corpanzil musculoso. Avisei-o de que me ausentaria por algumas semanas devido a visita do Brett, ele demonstrou uma pontinha de ciúme, quis saber se era um caso que tive nos Estados Unidos. Fui sincero, não neguei, mas assegurei que havia sido apenas um caso e ele tão somente um amigo.
- Isso é para você não se esquecer de mim enquanto eu estiver ausente! – exclamei, ao cobrir sua boca com um beijo delicado ao nos despedirmos naquele encontro.
- Quando você voltar vou te fazer esquecer desse sujeito, seja lá o quão importante ele tenha sido para você! – devolveu, retribuindo o beijo e amassando devassamente minhas nádegas. Eu lhe sorri timidamente, ansioso por descobrir todo seu potencial.

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Ficha do conto

Foto Perfil kherr
kherr

Nome do conto:
Gêmeos sacanas

Codigo do conto:
260951

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/05/2026

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