A festa na casa de praia finalmente havia terminado. Eram quase quatro da manhã. Paulo, completamente bêbado depois de tentar ser o centro das atenções a noite inteira, mal conseguia ficar em pé. Luísa, com o coração acelerado, pediu ajuda a David para carregá-lo até o quarto principal. Os três conseguiram deitar Paulo na cama king size. Assim que a cabeça dele tocou o travesseiro, ele apagou completamente, roncando alto. O silêncio que caiu no quarto era denso, carregado de tensão. Luísa estava entre os dois rapazes, ainda vestindo o short jeans que marcava seu bumbum grande e empinado e uma cropped branca fina, quase transparente de tão suada. Seus mamilos duros apareciam claramente por baixo do tecido. David, alto, negro, corpo definido e musculoso, não tirava os olhos dela. Ele havia percebido os olhares dela a noite toda — olhares famintos, culpados, desesperados. — Obrigada, David… — murmurou Luísa, a voz trêmula, sem coragem de encará-lo. Mas David deu um passo à frente, invadindo o espaço dela. — Você tá bem? — perguntou ele, a voz grave e baixa. Luísa mordeu o lábio com força. Seus olhos azuis encontraram os dele. Medo puro. Tesão insano. Culpa. Tudo misturado. — David… você precisa ir embora. Se o Paulo acordar… se alguém da minha família descobrir… — A voz dela falhou. — Eu não posso. Eu amo ele… Mesmo dizendo isso, ela não se afastou. Pelo contrário, seu corpo traía suas palavras: as coxas apertadas uma contra a outra, a respiração curta. David segurou o queixo delicado dela com a mão grande e firme, levantando seu rosto angelical. — Para de mentir pra si mesma, loirinha. Você passa a festa toda me olhando como se quisesse sentar nessa rola. Tá molhada só de imaginar, né? Luísa fechou os olhos, envergonhada, excitada, aterrorizada. Uma lágrima de puro conflito escorreu pelo seu rosto. — Eu… eu sou noiva dele. Ele foi o primeiro… o único. Se minha família souber que eu estou aqui com um negro… eles vão me matar. David sorriu de canto, safado, e puxou ela pela cintura, colando o corpo dela contra o seu. Ela sentiu imediatamente o volume monstruoso roçando contra sua barriga. — Mas você quer mesmo assim, não quer? Luísa assentiu devagar, derrotada pelo desejo. — Quero… mas tô morrendo de medo. David não esperou mais. Beijou-a com fome, dominando sua boca pequena. Luísa gemeu baixinho contra os lábios dele, as mãos trêmulas subindo pelo peito musculoso. O beijo era bruto, possessivo, completamente diferente dos beijos carinhosos e inseguros de Paulo. Enquanto se beijavam, David desceu o short e a calcinha dela de uma vez. Passou a mão grossa entre as pernas finas e soltou um rosnado baixo: — Caralho, Luísa… sua bucetinha tá encharcada. Tá pingando pra mim. Dois dedos grossos entraram nela com facilidade. Luísa agarrou o braço dele, abafando um gemido no peito largo de David, olhando de canto para o namorado dormindo a menos de dois metros. — David… ele tá bem aqui… por favor… — sussurrou ela, lágrimas misturando medo e prazer. — Então fica quietinha se não quiser que ele acorde vendo a namoradinha sendo arrombada — respondeu ele, tirando o pau pra fora. Luísa arregalou os olhos. Era enorme. Grosso, venoso, 24 centímetros latejando. Muito maior que o do namorado. — Meu Deus… não vai caber… vai me rasgar — murmurou ela, voz misturando pavor e desejo. David esfregou a cabeça grossa na entrada molhada e empurrou devagar. Luísa mordeu o próprio braço para não gritar enquanto sentia a buceta sendo aberta como nunca. Dor. Prazer. Culpa. Tesão avassalador. — Ai, caralho… tá muito grande… — choramingou ela, as pernas tremendo. David segurou a cintura fina dela e começou a meter mais fundo, centímetro por centímetro, até quase enfiar tudo. O barulho molhado e obsceno da bucetinha dela enchia o quarto. — Olha pra ele — ordenou David baixinho, puxando os cabelos loiros longos dela. — Olha pro seu namorado enquanto eu fodo essa bucetinha apertada. Luísa obedeceu, gemendo baixinho, os olhos cheios de lágrimas enquanto era arrombada pelo amigo dele. O medo de Paulo acordar só fazia ela ficar ainda mais molhada. — Me fode… por favor… me usa — implorou ela, a voz manhosa e safada. David acelerou, dando tapas firmes no bumbum grande e redondo, marcando a pele clara. Ele metia fundo, com força, segurando a boca dela para abafar os gemidos. Luísa gozou pela primeira vez com violência, o corpo convulsionando, apertando o pauzão dele enquanto olhava para Paulo. A culpa só intensificava o orgasmo. David virou ela de frente, ergueu uma perna dela sobre o ombro e meteu ainda mais fundo, quase todo. Luísa estava um desastre: olhos revirados, boca aberta, baba escorrendo. — Eu amo ele… mas preciso disso… — murmurou ela, quase incoerente de tanto prazer. Quando David sentiu que ia gozar, rosnou no ouvido dela: — Vou encher essa bucetinha, loirinha. Quer meu leite dentro? — Quero… me enche toda… me marca — implorou ela, desesperada. David enterrou até o fundo e gozou forte, jatos grossos e quentes invadindo o interior dela. Luísa gozou novamente junto, tremendo inteira. Eles ficaram colados, ofegantes. Luísa olhou para Paulo ainda dormindo e sentiu uma onda avassaladora de culpa, medo, amor confuso… e um tesão que ela sabia que nunca mais conseguiria controlar. David beijou seu pescoço suado e sussurrou: — Amanhã, quando ele for pra faculdade… eu vou te foder do jeito que você realmente merece, safada.
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