Paulo saiu do banho com a toalha na cintura, ainda com cara de ressaca, mas tentando se recompor. Encontrou Luísa sentada na cama, com uma camisola fina, e David sentado na poltrona do quarto, fingindo mexer no celular. — Caralho, mano… obrigado pela força ontem — disse Paulo, batendo na mão de David. — Olha, eu preciso passar na faculdade rapidinho. Tenho que entregar um trabalho e fazer uma apresentação que vale nota. Não demoro, umas duas horinhas no máximo. Luísa sentiu o coração acelerar. David apenas assentiu, sério. — Tranquilo, brother. Eu espero aqui mesmo. Paulo se aproximou de Luísa, deu um beijo demorado nela e sorriu: — Amor, fica com o David. Quando eu voltar a gente desce pra praia, pega um sol. Quem sabe ele arruma uma mina pra ele também, né? — riu inocentemente. Luísa forçou um sorriso, as coxas apertadas uma contra a outra. Ainda sentia o gozo de David escorrendo devagar. — Tá bom, amor. Boa sorte na apresentação. Assim que Paulo saiu pela porta e o carro dele sumiu no fim da rua, o silêncio caiu novamente. Luísa e David se entreolharam. David se levantou devagar, tirando a camisa. O corpo negro definido brilhava sob a luz do sol que entrava pela janela. — Duas horas, loirinha… — rosnou ele. — Tempo suficiente pra eu te foder até você esquecer o nome do seu namorado. Luísa mal teve tempo de responder. David a puxou pela cintura, arrancou a camisola fina e a jogou na cama. Em segundos ele estava nu, o pauzão de 24cm já completamente duro, latejando. Dessa vez não houve medo contido. Luísa liberou todo o desejo reprimido. — Me fode, David… me fode como você quiser. Eu preciso disso — implorou ela, abrindo as pernas. David não foi gentil. Montou nela, segurou os dois pulsos dela acima da cabeça e meteu tudo de uma vez, até o fundo. Luísa gritou de prazer, as unhas cravando nas costas dele. — Issooo! Caralho… que pau gostoso! — gemeu alto. Ele começou a meter com força bruta, estocadas profundas e rápidas. A cama batia contra a parede, o barulho molhado ecoava pelo quarto. Luísa gemia sem controle, o rosto angelical contorcido de prazer. — Mais forte! Me rasga! — pedia ela, completamente entregue. David virou ela de quatro, segurou os cabelos loiros longos como rédea e meteu ainda mais fundo. O bumbum grande dela batia contra a pelve dele a cada estocada. — Essa bucetinha foi feita pra mim — rosnou ele, dando tapas fortes que deixavam a pele vermelha. — Fala que você é minha putinha agora. — Sou sua putinha… sou sua vadia… ai meu Deus, tô gozando!!! Luísa gozou violentamente, o corpo tremendo, esguichando pela primeira vez na vida. David não parou. Continuou metendo através do orgasmo, prolongando o prazer dela. Eles transaram pelo quarto inteiro: No sofá da sala, ela cavalgando desesperada, os seios médios pulando enquanto gritava de prazer. Contra a parede da cozinha, ele a suspendendo no colo e metendo de pé, as pernas dela enroladas na cintura dele. Na varanda dos fundos (com vista para o mar), onde qualquer vizinho poderia ouvir. Luísa gritava sem vergonha enquanto David a fodia por trás, o vento levando seus gemidos para longe. — Eu amo o Paulo… mas porra, eu preciso dessa rola! — confessou ela entre gemidos, completamente dominada pelo tesão. David a colocou de novo na cama, pernas abertas no “V”, e meteu fundo, esfregando o clitóris com o polegar. — Goza de novo pra mim, loirinha. Quero ouvir você gritando meu nome. Luísa gozou pela terceira vez, o corpo convulsionando, voz rouca gritando “David! David, caralhooo!” tão alto que realmente parecia que poderia ser ouvido a distância. David não aguentou mais. Enterrou tudo e gozou com força, enchendo ela novamente com jatos grossos e quentes. Ficaram colados, suados, ofegantes. Mas ainda tinham tempo. Ele a virou de lado, entrou por trás novamente, mais devagar dessa vez, beijando seu pescoço enquanto metia fundo e carinhoso. — Você é viciada agora, né? — sussurrou ele. — Sou… não consigo mais parar — respondeu Luísa, rebolando contra ele, já sentindo outro orgasmo se aproximando. Eles gozaram mais uma vez juntos, gemendo alto, corpos tremendo. Depois de quase duas horas de sexo selvagem, Luísa já tinha perdido a conta de quantos orgasmos havia tido. David a fodia com força na cama, metendo fundo enquanto ela gemia sem controle: — Mais forte… me arromba! Eu sou sua putinha, David! Ele segurava a cintura fina dela com as mãos grandes, estocando com tudo. O quarto cheirava a sexo, suor e gozo. Luísa gozou novamente, esguichando no lençol, o corpo convulsionando de prazer. David estava quase no limite. De repente, o som inconfundível do carro de Paulo entrando na garagem ecoou pela casa. — Merda! Ele chegou! — Luísa arregalou os olhos, em puro pânico. David deu mais duas estocadas fortes e saiu de dentro dela. Os dois entraram em desespero. — Rápido! — sussurrou ela, correndo nua pelo quarto, pegando a camisola no chão. David vestiu a bermuda às pressas, o pauzão ainda duro e brilhando com os fluidos dela. Luísa mal teve tempo de ajeitar os cabelos bagunçados. — Ele não pode sentir cheiro de sexo! — disse ela, desesperada, enquanto jogava um lençol limpo por cima da cama molhada. Paulo já estava abrindo a porta da sala. David puxou Luísa pelo braço, empurrou ela de joelhos na frente dele, atrás da porta do quarto entreaberta. — Chupa. Agora — ordenou ele, voz baixa e urgente. Luísa, ainda ofegante e com a buceta latejando, não pensou duas vezes. Abocanhou o pauzão grosso de David, enfiando o máximo que conseguia na boca. O gosto forte da mistura do gozo dele com o dela invadiu sua garganta. David segurou a cabeça loira dela com as duas mãos e fodeu sua boca com estocadas rápidas e profundas. — Engole tudo, loirinha… rápido… Paulo chamou da sala: — Amor? David? Cheguei! Luísa gemeu abafado com o pau na boca, olhos lacrimejando. David empurrou mais fundo, gemendo baixo, e gozou forte. Jatos grossos e quentes explodiram direto na garganta dela. Luísa engoliu desesperadamente, uma, duas, três vezes, tentando não engasgar, enquanto o sêmen grosso descia quente por sua garganta. Assim que David tirou o pau da boca dela, Luísa limpou os lábios rapidamente com as costas da mão e se levantou correndo. Paulo entrou no quarto sorrindo: — Cheguei mais cedo! A apresentação foi rápida… Luísa foi até ele imediatamente, coração disparado, e o beijou na boca com paixão. Paulo correspondeu, segurando a cintura dela. Quando separaram os lábios, ele lambeu os próprios e sorriu, surpreso: — Caralho, amor… seu beijo tá muito gostoso hoje. Tá com um sabor doce… diferente. O que você comeu? Luísa sentiu o rosto queimar. O gosto forte do gozo de David ainda estava fresco em sua língua e garganta. Sua buceta ainda latejava, escorrendo uma mistura dos dois. — Ah… só um suco de manga que eu tomei mais cedo — mentiu ela, forçando um sorriso angelical, a voz ainda rouca de tanto gemer. David, sentado na poltrona fingindo mexer no celular, deu um sorrisinho discreto. Paulo riu, inocente: — Então tá bom. Vou trocar de roupa e a gente desce pra praia. David, você vai com a gente né, brother? — Claro — respondeu David, olhando diretamente para Luísa com um brilho safado nos olhos. — Não perderia por nada. Luísa sentiu uma nova onda de tesão misturado com culpa quando Paulo a beijou novamente, sem imaginar que a namoradinha tinha acabado de engolir até a última gota do gozo do melhor amigo dele.
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