Luísa acordou com o sol entrando pela janela do quarto de praia. Seu corpo estava dolorido de um jeito delicioso. Entre as pernas, sentia uma bagunça quente e melada. O gozo de David ainda estava dentro dela, escorrendo devagar. Ao seu lado, Paulo se mexeu e abraçou ela por trás, o pau já semi-duro roçando na bunda dela. — Bom dia, amor… — murmurou ele, a voz rouca de ressaca, beijando seu pescoço. Luísa sentiu o coração disparar. Medo. Culpa. E uma nova onda de tesão proibido. — Bom dia… — respondeu ela baixinho, tentando parecer normal. Paulo deslizou a mão pela barriga dela e desceu direto entre suas pernas. Quando seus dedos tocaram a buceta, ele soltou um gemido surpreso. — Caralho, Luísa… você tá encharcada. Tá pingando, amor. Ela mordeu o lábio com força. A bucetinha ainda estava cheia do sêmen grosso de David. O que escorria agora nos dedos de Paulo era a mistura do gozo do amigo com a excitação dela. — É pra você… — mentiu ela, a voz manhosa, empinando levemente a bunda contra o namorado. Paulo, excitado com a “recepção molhada”, não pensou duas vezes. Virou ela de lado, abriu suas pernas e posicionou o pau (bem menor que o de David) na entrada escorregadia. Quando ele empurrou, entrou de uma vez, sem qualquer resistência. O barulho molhado e obsceno foi alto. — Porra… nunca te senti tão molhada assim — gemeu Paulo, começando a meter devagar. — Tá uma delícia hoje. Luísa fechou os olhos e mordeu o travesseiro. Enquanto o namorado a fodia carinhosamente, sua mente viajava para poucas horas atrás: “David me arrombou bem aqui… com aquele pauzão grosso… me encheu toda…” A lembrança fez sua buceta apertar involuntariamente em volta do pau de Paulo. — Ai, amor… você tá me apertando tanto — ele gemeu, acelerando um pouco. Luísa sentia o gozo de David sendo empurrado mais fundo a cada estocada de Paulo. Aquilo era sujo, perigoso e absurdamente excitante. De repente, o celular dela vibrou na mesinha de cabeceira. Era uma mensagem. Ela esticou o braço, tentando disfarçar, e leu por cima: David: “Acordou já com a bucetinha cheia de mim? Tô no sofá da sala ainda. Quando ele for tomar banho, desce. Quero te comer de novo.” Luísa sentiu um arrepio violento. Paulo estava metendo nela, ofegante, e David estava a poucos metros de distância, no mesmo andar. — Quem é? — perguntou Paulo, sem parar de foder. — Ninguém… propaganda — respondeu ela rapidamente, a voz falhando de prazer. Paulo a virou de quatro, a posição favorita dele. Luísa empinou a bunda, olhando para a porta do quarto, que estava apenas encostada. O risco deixava ela louca. Enquanto Paulo metia mais rápido, ela imaginava David ali, assistindo. A buceta dela babava ainda mais. — Você tá tão quente hoje… parece outra pessoa — disse Paulo, dando tapas fracos na bunda dela. Luísa não aguentou. Gozou forte, pensando no amigo negro do namorado, gemendo o nome de Paulo para disfarçar, mas na cabeça gritava “David… caralho, David…”. Paulo gozou logo depois, misturando seu próprio gozo com o que já estava dentro dela. Quando saiu, um filete grosso e esbranquiçado escorreu da bucetinha inchada de Luísa. Ele sorriu, orgulhoso. — Caralho, amor… você tá jorrando. Adorei te ver assim. Luísa só conseguiu sorrir fracamente, o coração batendo forte de culpa e excitação. Paulo deu um beijo nela e disse: — Vou tomar um banho rápido pra melhorar essa ressaca. Já volto. Assim que ele entrou no banheiro e ligou o chuveiro, Luísa pegou o celular com as mãos trêmulas e respondeu David: Luísa: “Ele tá no banho agora. Desce rápido. Tô pingando seu gozo misturado com o dele…” Menos de um minuto depois, a porta do quarto se abriu devagar. David entrou, já com o pau enorme para fora, duro e latejando. Ele olhou para Luísa de quatro, buceta vermelha e escorrendo, e sorriu safado. — Olha o estado dessa bucetinha… toda melada pros dois. Safada pra caralho. Luísa, ainda ofegante, abriu as pernas mais, olhando para ele com medo e desejo puro. — Rápido, David… ele tá no banho. Me fode antes que ele saia… David subiu na cama, posicionou o pauzão na entrada encharcada e meteu tudo de uma vez, bem fundo. Luísa abafou um grito no travesseiro. O som molhado e forte das estocadas enchia o quarto enquanto o chuveiro ainda corria no banheiro.
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