Garoto Rural 7 - Também antes dele, um soldadinho me enrabava
Aconteceu também antes de eu conhecer o Garoto Rural, quando eu saía com soldadinhos do exército. Serve para ter noção de como o mundo conspira à favor do meu rabo. Eu ainda morava no prédio que ficava bem próximo a um dos quartéis do exército, em Curitiba. Tinha ficado duas semanas em Paranaguá prestando serviço para uma empresa e estava voltando para casa num domingo à tarde. Dirigia desanimado em subir a Serra, me encaminhando para a saída da cidade para pegar a BR 277. Eis que o meu radar da sacanagem detecta um pouco à frente, um soldadinho do exército uniformizado e com uma mochila nas costas, indo, em passos cadenciados como se marchasse, no mesmo sentido. Já me faço aquela pergunta animadora meio a um deboche: “Quem sóis, jovem guerreiro??”, enquanto bolo um plano emergencial para o "ataque". Diminui e já desliguei imediatamente o celular, o que faz parte de um plano estratégico. Fui devagar me aproximando dele, sem deixar de conferir a sua bela bunda, pernas robustas e ombros largos. De costas ele era perfeito e extremamente gostoso. A sua calça verde estava um número abaixo da sua medida, mas não estava esgarçada e sim perfeitamente justa e ressaltando as suas formas de macho no auge dos seus 19 anos, cheio de vitalidade e hormônios masculinos. Adoro essa fase, sou um verdadeiro vampiro a sugar-lhes a energia entre os 18 e 24 anos. Fora dessa faixa etária já não tenho muito tesão. Aí tem que ser muito gostoso mesmo. Encostei ao lado dele e fiz um sinal que queria falar-lhe. Ele parou e investi: “Amigo, desculpe, mas acabou a bateria do meu celular e fiquei sem o Google Maps e quero ir pra Curitiba... O caminho é esse mesmo?”. Ele: “Sim, você está certo, logo ali na frente tem a BR e é só subir... Eu também estou indo para lá e ia ficar num ponto da BR para descolar uma carona...”. E eu: “Então pronto! Vem comigo, uai” e pensei filhadaputamente, “objetivo inicial alcançado” - colocar o macho pra dentro do carro. Ele abriu um farto sorriso – era muito bonito por sinal – com uma beleza máscula, rosto quadrado e algumas espinhas boas de estourar. Tirou a mochila das costas abriu a porta e colocou a perna direita pra dar apoio para subir na camionete e eu de olho no seu volume muito interessante, pois como as suas as coxas eram grossas, não dava muito espaço para o saco se acomodar, criando uma baita trouxa protuberante. A perna direita, ao subir empurrou para a esquerda todo aquele volume maravilhoso, uma maçã com um charuto saindo pro lado, ou melhor, um abacatão! Eu estava sem ar e pensei, vou atacar! Foda-se! O máximo que vai acontecer é ele me dar uma porrada. Ele sentou, deixou a mochila sobre os pés e segui vagarosamente em frente. Não tinha pressa. Fui puxando a sua língua para que conversasse. Respondia a tudo que eu perguntava, mas de modo econômico sem deixar de ser simpático e educado. Disse que sempre volta de uniforme, pois fica mais fácil para pegar carona. Eu lhe disse que morava perto do quartel “X” (desculpem, mas não menciono nomes nem locais especificamente). E ele deu uma palmada na soleira da porta exclamando: “Caralho! Sirvo lá!”. Dizendo isso ele já alterou substancialmente o seu estado de espírito. Ficou animado com a coincidência. E eu também. Já estávamos mais descontraídos e eu continuava respeitando o limite de velocidade da via (coisa que nunca faço kkkk). Começou a falar de fuzil, tanques, pelotão, capitão, o caralho... E eu: “Hum-hum, sei...” e dava uma manjada na rola que estava no pacotaço logo ali ao meu lado, ao alcance da mão. Que volume do caralho! Literalmente! Eu tremia só em pensar colocar a mão sobre, mas..., e a porrada??? Comecei a segunda fase do plano, já que era “aquele” quartel. “Conheço muito os soldados Fulano e Ciclano”, mencionando os nomes de “guerra” deles. Foi outro tapa na soleira: “Porra! São meus amigos, caralho! Somos do mesmo pelotão e sempre estamos juntos”. Eu já estava ficando sem ar, era muita coincidência. Esses dois amigos dele não saíam de casa. Os conheci numa lanchonete perto e os levei para casa. Lá fizeram horrores. Me comeram até de ponta cabeça e viraram frequentadores assíduos, entre outros que iam quando o saco estava doendo com vontade gozar. Não tinham um pau muito grande, um deles era grossinho até, mas eram bem machinhos e gostosinhos. Às vezes eu tinha que dizer que estava com visitas ou não atendia o celular, eram uns taradões. Aí veio a pergunta que eu esperava: “Como você os conheceu?” e eu, com o sorriso mais-filha-da-puta-do-mundo: “Eles não saem da minha casa. Abusam de mim, me comem muito, os safados, pois eu gosto de soldadinhos”, disse fazendo uma cara de coitadinho e meio de chorinho, querendo mostrar agora um pouquinho de “viadagem”, coisa que odeio homem que fala mole e confesso que nem sei imitar – e por conta disso os carinhas saem de boa comigo em qualquer lugar sem constrangimento. Aí a ficha dele caiu e exclamou: “Anham! Você é o fulano então...!!”, disse o meu nome. Assenti e disse: “Porra! Sou tão famoso assim lá?”. E ele; “Os carinhas falaram de você para mim e queriam me levar e nunca deu certo, não que eu não quisesse ir...”. PRONTO! Fechou! Meta alcançada! E eu: “Éééé...hummm???” e agora deixei cair os olhos indiscretamente naquele baita volume e ele deu aquela relaxada projetando involuntariamente o quadril pra frente deixando o pacote mais saliente ainda. Aí eu contei uma mentirinha: “Eles me falaram mesmo de um amigão deles que queriam levar em casa, que tinha um pau enorme”. Ele riu e assentiu a informação. E eu: “É grande mesmo? (Todos eles acham que tem o pau grande kkkkk, mas esse tinha de fato), e já fui passando a mão direita pelas coxanas. E ele: “Você vai gostar. É maior que o deles”. Pronto! Já tinha um canhão apontado para mim, como se fosse uma roliça maçaneta sobre aquela calça verde apertada. De repente ele pegou o celular e disse que iria ligar para aqueles putos e assim o fez. Parei o carro um pouco, pois o sinal na Serra é ruim. Ele ligou para o primeiro e não atendeu. O segundo atendeu e perguntou se podia deixar no vídeo. Claro! Concordei. “Olha com quem estou!”. O Outro: “Não acredito! Filha da puta! Você encontrou com ele! Caralho!!! Como??”. Aí ele lhe contou as coincidências. E eu disse: “Vou leva-lo para a minha casa hoje. Querem aparecer lá?”. Respondeu que não dava, pois estavam de serviço, mas que voltariam outra hora, os três, coisa que nunca deu certo. Desligamos e seguimos viagem. E eu já com a mão lá, apertando, apalpando, abrindo a calça e dirigindo ao mesmo tempo, agora já em maior velocidade. O vergão pulou pra fora! Baita pau branco, grosso, veiúdo, cabeça rosada. Realmente gigante. Calculei uns 21 cm. Enfiei a mão por baixo e trouxe o saco dele pra fora das calças também, outra preciosidade. Eles têm o saco realmente inchados pela idade e pela vontade de ficar fodendo o tempo inteiro. Os vidros do meu carro são escuros e ele arriou as calças e cueca e fui trocando as marchas, mesmo o meu carro sendo automático. “Vamos em casa, fazemos uma jantinha e quero saborear esse cacete”. Ele: “Da hora!”. Eu estava voando agora kkkkkk. Chegamos, subimos e ele foi se despindo revelando um macho pra ninguém botar defeito. Corpo bem esculpido, pernas perfeitas e aquele cacete grosso, mirando pro canto superior direito, mostrando a sua veia mestra que sai do pé do saco e vai até o prepúcio e por ali eu passava a língua até chegar na cabeça e vir sugando toda a sua energia. Machão! Machão dentro da minha boca e duas mãozorras na minha cabeça, conduzindo o vai e vem e eu vendo aquela virilha dura se aproximar e se afastar repetidamente. Eu ficava de olhos bem abertos para não perder nada. Assim ficamos por quase uma hora e lhe pedi que deitasse no sofá e parti para saborear aquele saco robusto e de pele grossa, com alguns pelos loiros. Ele emitia uns sons de êxtase. O arrastei para a minha cama e o pau dele ia que nem uma batuta de maestro, pra cima e pra baixo a cada passo. Chegando na cama fiquei de quatro no canto dela, com uma das pernas sobre o colchão, favoravelmente a sua invasão. Passei lubrificante e mandei ele vir, devagar. Deu uma boa pincelada com o pau no meu rabo e eu já estava quase gozando só com isso. Mirou bem no centro e foi avançando devagar, sem recuar. Tinha entrado a metade e ele resolver fazer um ligeiro vai e vem até seguir o resto. Eu estava totalmente grampeado àquele macho poderoso. Ele ficou me escorando e me levantando com o próprio pau e virilha. Eu fazia um esforço ao contrário, para não sobrar nada pra fora. E assim me comeu naquela posição até que a minha perna suspensa começou a doer. Fomos para o meio da cama e ele jogou todo o seu peso másculo sobre mim, sem antes cravar todo aquele cacete nervoso no meu rabo. Ele tinha o movimento muito sensual. Como eu tinha um jogo de espelhos nas portas dos armários, dava pra ver seu corpo por trás, com aquela bunda dura bem desenhada, com o saco volumoso logo abaixo e quase nada de pau sobrando, pois estava todo enfiado no meu rabo. Os músculos das suas coxas saltavam a cada movimento. Eu pedia pra ele tirar quase até à ponta e colocar de volta só para eu acompanhar pelo espelho. Depois mudamos e passei a cavalgar no seu pau até ele dar sinais que iria gozar. Meu pau batia na sua barriga definida e gozamos juntos, ele no meu cuzinho e eu no seu peito. Fui buscar tolha pra ele tomar um banho, enquanto no vaso saia litros de porra quente do meu toba. Fui fazer uma janta pra nós, bebemos e ele aceitou o convite para dormir em casa e ir cedo pro quartel, já que era ali perto. Fez mais uma ligação para o amigo, contando como foi a foda, que gostou, que eu tinha um rabo gostoso e tudo o mais. Jantamos, assistimos filme na tv e fomos dormir. Coloquei o despertador um pouco antes do que ele precisava, justamente para dar tempo de mais uma foda e assim aconteceu. Pau duraço de manhã e o soldadinho pronto para a guerra, me enrabando vorazmente até deixar mais um litro de porra dentro de mim. No resto do ano, ele retornou várias vezes com a mesma fome, enquanto os outros dois amigos arrumaram namoradas e me deixaram de lado um pouco. Chegou a época da baixa e ele retornou para Paranaguá e eu cheguei a encontrá-lo algumas vezes e até fomos para praias perto e nos hospedamos em pousadas, inclusive na Ilha do Mel. Ele me comia o tempo todo. Eu o levei para o Rio de Janeiro no Carnaval, para assistirmos as escolas de samba. Ele nunca tinha viajado de avião. Nos hospedamos num hotel que foi motel e tinha até jacuzzi no apartamento. Fizemos a festa. De dia íamos à praia, e o que era aquele deus grego de sunga... Ele até jogou futevôlei com uns cariocas de corpos também maravilhosos. Fez bonito, até. Ele estava radiante, feliz. Providenciei ingressos para o “Palácio do Samba” da Mangueira e ao chegarmos ele se entusiasmou e começou a dançar com uma mulata linda que lhe ensinava alguns passos. Elas atendiam os turistas e era divertido vê-los tentando sambar. O meu garoto estava indo muito bem e não tirava o olho do rabão daquela bela mulata torneada pelas passarelas e academias. Nessa noite ele ficou estranho ao retornarmos para o hotel, estava introspectivo e excitado. Eu podia sentir a sua pulsação acentuada, como se liberasse uma energia vibrante. Percebi ao saímos do táxi. Seu pau estava quase furando a calça. Coloquei água na jacuzzi, fiz espuma e entramos. O pau dele parecia que ia rachar no meio, muito duro realmente. Já fiquei com os joelhos apoiados no fundo e ele veio por trás enfiando com vontade e me abraçando apertado, comprimindo minhas costelas. Demorou demais no vai e vem e não gozava. Era como um priapismo indolor, e dizia: “Não consigo gozar!” E eu já não aguentando mais, disse: “Pensa que você está comendo o rabão daquela mulata”. Pronto! Foi a deixa! A coisa veio forte e ele gemia alto com a testa suada encostada nas minhas costas. De repente começou a chorar, soluçando e eu fiquei apavorado, mas não conseguia me virar de frente para ele, pois eu continuava preso pelos seus braços fortes. Só perguntava preocupado: “O que foi, gato, você está sentindo alguma coisa?”. Ele respondeu entre soluços: “Nunca ninguém fez nada por mim... O que você me proporcionou não tem preço e estou emocionado por isso. Foi uma noite espetacular... O passeio todo...” E continuava num choro copioso, enquanto beijava as minhas costas. Consegui virar, pois o pau dele já tinha "escapado", e também emocionada com aquela declaração. Prendi o seu belo rosto entre as minhas mãos e lhe beijei os lábios, coisa que nunca me atrevi a fazer com ele. Ele retribuiu me abraçando e se deixando levar. Ele se acalmou e terminamos o banho. Eu não tinha gozado, pois fui interrompido por aquele momento inusitado. Retornamos felizes para as nossas casas e nos encontramos mais algumas vezes durante o ano. Com o tempo ele começou a me dar “nó” e soube que tinha arrumado uma namorada e a engravidou. Logicamente se eu também engravidasse, teria dado o golpe da barriga naquele macho. Eu soube então que, como tudo tem um fim, tinha chegado o nosso. Ele casou e assumiu o filho. A mulher dele deve ser muito feliz com aquele macho gostoso comendo-a. Ele foi o melhor combatente que tive nos meus braços. Aí vai uma foto de parte do corpo dele, brincando com um extintor, no quartel.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.