Garoto Rural 14 - Hoje, sábado frio, dia 23/05/26, e ele está agora na minha cama.
Hoje é sábado, dia 23/05/26 e faz frio. O Garoto Rural está logo ali no meu quarto, dormindo que nem um anjo. Choveu um pouco à noite aumentando a sensação de frio, mas a casa está toda aquecida e ele dormiu peladinho, como sempre, ao meu lado e tem horas que joga as pernas sobre mim e se encosta tanto que sinto o seu pau no meu dorso. Ele é um BBzão adorável e gostoso. Já preparei o café da manhã, pois sei que ele acorda faminto. Fui busca-lo ontem no quartel no final do dia, jantamos, bebemos, conversamos, rimos das presepadas que aprontam no quartel e depois fomos para a cama e não teve SÓ sexo dessa vez, FIZEMOS AMOR VERDADEIRAMENTE! Cara, foi muito legal! Ele estava menos agitado, suave, até a sua fala era calma e seu olhar muito doce. Tomamos banho logo que chegamos e ele me ensaboou inteiro, tipo cuidando de mim com muito carinho e preferimos não transar sob o chuveiro, apesar do seu pau estar sempre pronto. Nos contemos e deixamos para depois. Eu sentia que, de alguma forma, a noite seria especial, e até fiquei um pouco tenso, pois realmente ele estava diferente, será que iria me falar alguma coisa? Será que iria se despedir de mim pra sempre? Vários pensamentos negativos rondavam a minha cabeça e o meu coração apertava, pois já passei muito por isso e nunca consegui estar preparado. Selecionei músicas suaves e nos deitamos na cama. Deitei de peito para cima e ele ficou ao meu lado me olhando profundamente nos olhos, com ternura e passando a mão sobre o meu rosto. Eu contornava as suas curvas de macho com as minhas mãos alisando parte de suas costas e bunda durinha. Ele sorria calmamente com os seus lindos dentes perfeitos. Ficamos assim sem trocar nenhuma palavra, somente nos encarando e sorrindo deliciosamente, um para o outro. Fechou os olhos e veio na direção da minha boca e chamou para si a minha língua, fazendo uma descompressão forte pelas narinas como se aquele ar desprendido estivesse preso há muito tempo dentro de si. Pude sentir a intensidade de sua masculinidade nesse exalar de paixão. Era intenso. Nunca o tinha sentido assim e meu corpo tremeu inteiro, enquanto eu o correspondia. Eu estava entregue novamente, totalmente dominado por ele e pelo seu poder. O seu pau jovem espetava a lateral da minha coxa e ele vibrava inteiro numa ressonância indescritível. Os seus músculos tremiam e sua respiração era apertada. Era um homem e não mais aquele menino curioso que enfiava o seu pau em mim e queria ficar olhando o estrago que fazia. Não... Ele queria sentir emoção e se plugar a mim com desejo e algum sentimento diferente, não mais comandado pela abundante testosterona que possuía, e sim pela alma. Ele falou bem próximo do meu rosto, me olhando diretamente nos olhos, me deliciando com o seu hálito saboroso: “Hoje quero você de forma diferente, com calma, quer te curtir muito, pois nessa última semana só pensei em você e senti muita saudade. Eu pensava em você e o meu coração disparava e o meu pau subia na hora!!”. Eu não conseguia responder, pois se falasse, choraria, e assenti com a cabeça suavemente – e um pensamento lá ao fundo insistia (Ai caralho, fodeu... Estamos apaixonados um pelo outro?”). Ficamos nos beijando suave e longamente. Não precisei chupar o seu pau, ele não enfiou a sua língua em mim, só queríamos ficar nos acariciando. Ele pegou um travesseiro alto e colocou sob a minha lombar para que eu ficasse um pouco mais alto e mais disponível à sua penetração. Lubrificou bem aquele lindo cacete e iria me comer de frango assado, pois ele sabe que eu adoro essa posição. Foi me invadindo vagarosamente e se deitou sobre mim, como se eu fosse uma mulher e seu rosto ficou bem à frente do meu e continuava e me olhar intensamente, beijando-me ardorosamente. Meu pau estava sendo massageado por sua barriga definida e seus movimentos eram muito confortáveis. Olhei para o espelho de frente para a cama e pude ver a ação de um jovem macho metendo a sua rola e a visão de seu corpo, por trás, era de tirar o fôlego. Era a bunda perfeita, o volumoso saco, pau enfiado e pernas harmoniosas que se estendiam lhe dando o apoio para aquele ato de amor intenso. Sim! Era amor dessa vez, podia senti-lo. E dizia: “Quero demorar a noite toda te comendo assim... Eu te amo, seu puto” – e me beijou antes mesmo que eu tivesse alguma reação, e continuou – Eu te amo, cara! Você me faz muito bem e adoro gozar dentro de você. Me masturbo pensando em você! Te amo muito, caralho!”, e continuou no mesmo ritmo e eu já querendo gozar de novo sem mexer no pau. Eu não sabia o que dizer com aquela declaração e me entreguei totalmente com o coração batendo em ritmos que não sei descrever. Eu também o amo e disso agora tenho certeza, mas sei que pensar em compromisso nessa fase e na idade dele, seria muito egoísmo da minha parte. Eu desejo sinceramente que ele viva um pouco mais e tenha mais experiências na vida. Essa é a minha forma de amá-lo de verdade. Eu não conseguia falar nada, só sorria e absorvia os seus movimentos e nergias como se eu tivesse uma vagina muito úmida a lhe dar prazer naquele instante. Ele não urrou, apenas me disse suavemente: “Vou gozar, meu amor, meu putinho gostoso...” e o seu pau pulsou forte e eu abri ainda mais as pernas para receber o néctar dos deuses e meu pau explodiu também prensado sob a sua barriguinha gostosa. O seu coração pulsava sobre o meu peito e os nossos suores se fundiam pela fricção dos nossos corpos extasiados e inteiramente conectados por milhões de plugs invisíveis, além do seu delicioso pau. Ele continuou sobre mim, me encarando com ternura e beijando-me a boca numa entrega total. Demoramos assim até irmos tomar banho juntos novamente. Voltamos para a cama e lhe perguntei: “O quê você está sentindo, meu querido? Você foi tão diferente hoje...”. Ele: “Cara, acho que amar e se apaixonar é isso que estou sentindo por você. Não paro de pensar em você, caralho... Me faz muito bem estar com você e não quero mais dividi-lo com ninguém. Eu trouxe o meu amigo esses dias e depois me arrependi, fiquei com ciúmes e até meio que me afastei dele no quartel. Também não quero mais ir para Gramado, pois não gostaria nem de ver você transando com o meu melhor amigo, lá. Quero você só pra mim, entende?”. E eu pensei: (“Fodeu! O quê eu faço agora???”). E falei: "Mas você adorou a ideia de irmos juntos visitar o seu amigo..", e ele respondeu melancólico: "Sim, no momento fiquei mesmo, mas depois pensei e e não quero mais que você saia com mais ninguém, só comigo. Quero você só pra mim, cara, meu coração pede isso... Eu acho que te amo de verdade e não tenho medo de falar isso pra ninguém". Eu me apavorei e disse: "Calma! Nada disso ainda, por favor. Não se precipite. Você é muito jovem, e hétero, gosta de buceta também...”. Ele: “Eu sei BB, mas foda-se esse lance de hétero, gay, essas coisas... Nada a ver... Só me sinto bem com você e foda-se! Não sinto vontade de dar a bunda, isso nunca, mas comer um cuzinho gostoso como o seu é comigo mesmo, só que agora rolou um sentimento estranho no meio... Não é só enfiar o pau e gozar, entende? Parece que a conexão ficou diferente e no meu peito bate um troço estranho pra caralho”. De repente olhou pro próprio pau e ele já estava endurecendo novamente, e exclamou: “Viu só?! Estou querendo você de novo! Vem aqui, vem, BB!” - E me puxou me deixando de ladinho, foi me penetrando e eu joguei uma das pernas abrindo-a ao máximo para que ficasse por cima e por detrás de sua coxa. Novamente era uma intensidade diferente, a energia era outra, a comunicação do corpo dele com o meu era singular, como se nunca tivéssemos feito sexo antes e eu me entreguei de corpo e alma para ele. Eu conseguia virar o rosto e beijá-lo na boca com ele me apoiando delicadamente pelo pescoço e consegui dizer: “Te amei desde o primeiro dia, quando te vi naquela bicicleta na estradinha”, e ele me respondia com beijos ardorosos, com a sua respiração quente e intensa quase me queimando o rosto. Amigos, fodeu... Não sei como será daqui pra frente... Vou deixar rolar. Opa! Escutei um barulho vindo do quarto. Acho que ele acordou... Daqui há pouco publico esse conto para vocês. Ele vai almoçar na casa dos pais e depois retorna para o quartel, pois estará de serviço amanhã. Só veio para dizer que me ama... Ai meu caralho... Voltei! O deixei perto de um ponto de ônibus, como se ele tivesse chegado em algum. Ele está tão lindo, parece que tem um brilho diferente. Vai de Uber pro quartel no fim do dia e já estou morrendo de saudades dele... Não sei o quê vou fazer... Vou fugir pra Cuba, kkkkkkkkkk
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Depois da história do bailarino fico preocupado com o que possa acontecer. Esse garoto e muito jovem ainda, para ja ta decidido. Ele ainda ira passar por muitas coisas na vida. Isso é uma paixão que passa, eu acho.