Garoto Rural 16 - Chamei o Soldadinho de Chumbo, que me enfiou a pica e virei "vagabunda"
Quem precisa de psicanalista se eu tenho vocês, meus queridos leitores? Prefiro contar a vocês as minhas peripécias, além dos atos libidinosos, com todos os incrementos sórdidos kkkk, pois descobri que isso me faz super bem. Hoje é segunda feira, dia 08/06/2026, quase 17h00. Depois da dolorosa despedida do Garoto Rural, procurei preencher o final de semana seguinte me envolvendo com a manutenção da minha pequena horta e pomar, de onde coletei várias verduras e frutas. Suei bastante e a higiene mental favoreceu abrandando a minha tristeza. Como a “colheita” deu muita boa e sobraria, já que sou sozinho, chamei o meu amigo dos tempos da empresa, onde conheci o William (Bailarino – Conto nº 8), para fazermos um churrasco; e assim eles poderiam levar parte da colheita para casa. Trabalhamos juntos na ocasião e ele é uma das poucas amizades que mantenho. Quando saí da empresa o indiquei para assumir o meu lugar e ele ficou-me grato. Antes, ele havia me convidado para ser padrinho de seu casamento com uma moça formidável. Não esqueço da elegância do William, nesse casamento, com o seu terno azul marinho bem cortado e seus indeléveis tênis brancos. Depois da festa de casamento, eu e o Bailarino fomos para o meu apartamento e fodemos como nunca. O casal amigo chegou com os seus dois filhos maravilhosos. Eu tinha separado as cestas de frutas e verduras, inclusive para que também a minha diarista, que é maravilhosa, levasse um pouco para casa. Enquanto bebíamos e conversávamos, as crianças brincavam no quintal. A mulher do meu amigo abriu uma foto no celular e perguntou o que eu achava de sua amiga, uma linda morena de 34 anos. Mostrei-me impressionado por sua beleza e ela me respondeu que essa amiga havia saído de um relacionamento tóxico de cinco anos e que gostariam de apresenta-la a mim. Eu fiquei paralisado e as lágrimas começaram a descer involuntariamente, pois àquela altura eu ainda estava bastante fragilizado. Os meus amigos ficaram em choque com minha reação e cheguei à conclusão que era hora de lhes revelar a minha condição, pois eles se preocupavam muito por eu ser sozinho. Comecei dizendo emocionado: “Queridos, fico lisonjeado pela preocupação de vocês, mas existe um problema que vocês não sabem e que sempre procurei esconder, é hora de lhes revelar... EU-SOU-GAY”, as malditas lágrimas escorreram e senti um soluço fisgar-me a corda vocal. O meu amigo se afogou, pois nesse momento estava tomando um gole de cerveja. A mulher dele colou as mãos na boca como para abafar um grito. E eu continuei com a voz embargada: “Esse é o problema, queridos, não consigo... Por isso acredito que terminarei a vida sozinho, por isso a reclusão que vocês sempre achavam exagerada, era para me preservar...”. O meu amigo estava roxo como se lhe faltasse o ar, mas conseguiu falar: “Cara, me perdoe, jamais imaginei..., puta que pariu... Puuuuta que pariu!!... Mas espere! Existia uma conversa que você estava pegando uma advogada gostosa que tinha se desligado do departamento jurídico!”. Eu respondi: “Eu soube e sei quem plantou isso, foi o William, e eu fiquei bravo com ele... Inclusive vou lhes contar outra coisa que vocês nunca souberam, eu e o William éramos amantes, éramos apaixonados um pelo outro, ele é gay também e tudo começou naquele fatídico churrasco do meu aniversário, lá no apartamento, lembra-se?”. O meu amigo sentou-se na banqueta para não cair e apoiou os cotovelos na bancada, abaixando a cabeça balançando-a de um lado para o outro, enquanto a sua mulher tentava disfarçar as lágrimas que escorriam dos olhos, e ele repetia: “Eu não acredito... Eu não acredito... puta que pariu, cara... Que porrada foi essa? Como você aguenta??... Lembro que todos nós saímos e deixamos vocês sozinhos, ele queria assistir um jogo com você...”. Respondi: “Pois é... Ele armou tudo para se declarar para mim, ele soube que eu era gay no momento que me conheceu, porque ele também é, e nós, gays, temos essa particularidade de nos identificarmos imediatamente. Daquele momento em diante selamos um compromisso de namorados, lembra-se que apareci com um anel e vocês ficaram curiosos?”. O meu amigo falou que achava que era por conta do suposto namora com a tal advogada, mas como eles sabiam que eu sempre fui muito discreto com a minha vida pessoal, não perguntaram nada, e eu continuei: “Eu e o William nos apaixonamos e ficamos juntos por quase dois anos, com a sua família aprovando integralmente a nossa relação, viajamos juntos pela Europa e vocês não souberam disso porque ele já estava na outra empresa e não publicávamos nada nas redes sociais. Nós íamos falar para todos vocês sobre essa relação e iríamos casar, inclusive. Veio a pandemia e vocês sabem das tristes perdas que ele teve, pois foi ele que levou o Covid para dentro de casa. Hoje ele é um homem atormentado, e a nossa relação terminou por conta disso tudo”, aí contei-lhe o desfecho e o último telefonema do William para mim (conto nº 10). O casal me ouvia perplexo, e ele comentou: “Cara, tinha hora que dava dó do William, de como você o tratava, quase como um desprezo e fiquei de cara quando você não fez nada para segurá-lo conosco quando ele recebeu a proposta da outra empresa, pois o guri era bom de serviço”. Respondi: “Não fiz uma contraproposta porque era melhor para mantermos a nossa relação em segredo...”. Ele estava atônito e disse: “Então vocês eram ótimos atores, pois a gente jamais desconfiou de nada... Vocês dois eram os gatos da empresa inteira, os homens mais bonitos e desejados pela mulherada de lá, pois elas me perguntavam se você era comprometido, pois era tão sério e eu respondia que achava que sim, pois na verdade eu não sabia direito por você ser muito reservado...”. E eu respondi: “Para você ver que beleza não é tudo, e às vezes elas são apenas cortinas floridas que encobrem angústias, meu amigo. Você acha que se eu pudesse escolher, pediria para vir ao mundo como vim?? Jamais!! Isso já me causou muito medo e sofrimento”. Em seguida contei-lhes mais, do meu amor imberbe e platônico pelo amigo que se mudou para o MS, do meu querido surfista que foi morto por traficantes etc. etc. (sem os detalhes sórdidos que vocês conhecem, é claro), e que estava sofrendo por outro término recente e eles me abraçaram comovidos. A minha amiga estava inconformada e começou a falar: “Querido, como isso tudo foi acontecer? Você sofrendo calado... Para nós não muda nada, você poderia ter nos contado, adoramos você e sempre rezei para que você seja feliz, mas não poderia imaginar que você passava por essa dor imensa. Tem como a gente fazer alguma coisa? Tem como mudar isso que você sente? Você é um homem tão lindo... Quando surgiu isso? Como você virou gay?”, ela estava transtornada e eu tinha que tranquiliza-la, disse-lhe: “Meu amor, você é um anjo, mas essa condição minha já vem de criança e eu não virei gay, EU NASCI GAY, e eu nem sabia o que significava, descobri quando tive o meu primeiro contato, novinho ainda (conto nº 6). Aquele momento me deu certeza e procurei criar uma couraça para a minha proteção, enrijeci o corpo, me policiei para não adquirir trejeitos, falar mole ou coisas do tipo, mas não tem como mudar isso, querida, é muito forte..., talvez um milagre, uma hipnose, um passe de mágica, uma espécie de lobotomia que me apague esse setor do desejo, não sei... Mas o certo é que fui premiado com isso e tenho que terminar a minha vida assim”, eu não conseguia disfarçar a tristeza que azeitava as minhas palavras. Agora os dois choravam e me abraçavam; e a minha preocupação era que as crianças não vissem os seus pais assim, felizmente elas estavam entretidas brincando no quintal. Assim terminou aquele fim de semana e voltei a ficar sozinho no meu mundo de saudades. Eles se foram prometendo não me abandonar, reafirmando o carinho que sempre sentiram por mim; e meu amigo disse-me antes de entrar no carro, com lágrimas nos olhos, passando a mão sobre o meu peito, olhando-o reflexivo e fixamente, como se o perscrutasse: “Agora entendo esse coração gigante, forjado pela dor, pelo sofrimento... Sei das coisas que você fazia pelas pessoas mais humildes lá na empresa, o que fez por mim e pela minha mãe, quando ela adoeceu...”, e eu levantei a mão balançando a cabeça para que ele parasse, e me deu um beijo carinhoso no rosto dizendo: “Te amo, irmãozinho, você não merece sofrer”. Entrou no carro e foram os dois tentando disfarçar as lágrimas na presença dos filhos que estavam acomodados no banco de trás. Passaram a me ligar com mais frequência, querendo saber como eu estou me sentindo. A semana se seguiu, me envolvi com o trabalho até no feriado inteiro, e na última sexta feira acordei devagar, embalado pelos primeiros acordes de "Poema". A voz de Ney Matogrosso preenchia o quarto: Um agudo cristalino e andrógino, que flutuava no ar com uma leveza quase feérica, dando vida aos versos que Cazuza escrevera na urgência dos seus dezessete anos. Continuei deitado ouvindo a bela canção e as lágrimas começaram a escorrer (puta que pariu, eu choro pra caralho, inclusive agora, escrevendo para vocês...). Era uma saudade imensa do Garoto Rural, fazia mais de uma semana que não tínhamos contato. Fiquei ali na mesma cama onde tantas vezes ele amanheceu ao meu lado com o seu corpo nu, sensualmente esparramado, deitado sempre de barriga para baixo abraçando o travesseiro com os seus braços fortes de garoto-rapaz-homem, acomodando a sua bela face. Antes de me levantar, ficava vários minutos admirando-o e ele me parecia um náufrago abraçado a uma boia, com o corpo leve vencendo a densidade do mar e flutuando entre os seus doces sonhos. Nessa posição, deixava à amostra as suas invejáveis costas e bunda firme, sobre as quais eu passava os dedos levemente fazendo-o despertar suavemente. Ele abria um delicioso sorriso e se virava revelando-me o seu pauzão já armado, pronto para enfiá-lo todo em mim e dar a sua deliciosa gozada matinal. Nesse momento ele gostava que eu ficasse de ladinho e eu podia sentir toda a sua potência me consumindo. Olhando o reflexo da cena no espelho à frente da cama, via o seu maciço pau sumir em mim, com o belo saco harmonizando-se com as suas másculas e definidas pernas que o impulsionavam lateralmente para me comer confortavelmente. O vai e vem do seu tronco me fazia sentir a intermitência da sua eterna rola no meu cuzinho apaixonado. O seu corpo jovem, explodindo de tesão, me abria inteiro, pois a minha alma e todos os meus sentidos o recebiam sentindo-me completado, como se aquele viril apêndice fizesse parte de mim, a peça de lego que faltava para completar a minha felicidade, já que o encaixe era perfeito. Fazia-me gozar em grandes quantidades, enquanto ele se completava como macho realizador. O seu corpo terminava coberta por uma fina camada de suor que o fazia resplandecer e eu lambia o seu torso para sentir o sal delicioso que expelia. O seu gozo era extremo, quase como uma morte súbita e dramática, pois ele deixava vir tudo de seu interior com muita paixão e entrega. Eram preciosos segundos de êxtase que pareciam minutos intermináveis e ele ficava dentro de mim até a sua rola se entregar ao descanso, passando do estado extremamente sólido para o plástico, enquanto a sua respiração quente e acentuada procurava se normalizar, juntamente com o abrandamento dos seus violentos pulsos cardíacos. Após o almoço dávamos um cochilo de uns quarenta minutos, sempre pelados, encostados um no outro e íamos malhar na minha pequena academia. Ele criou um exercício para mim, pois gosto de fazer abdominais, onde ele ficava em pé na altura dos meus joelhos, pressionando-os lateralmente e eu deitava no chão entre suas pernas. Eu tinha que me erguer com os braços cruzados sobre o peito e alcançar com a boca sua rola dura onde eu dava uma ligeira chupada e deitava de novo, e vinha de novo, várias vezes até os músculos abdominais queimarem. Era maravilhosa a visão que eu tinha daquele rapaz imponente, com a sua imensa rola duríssima, me dando ordens para eu voltar mais rápido e chupar o seu pau. Terminada a série de exercícios, fazíamos alongamentos e íamos para o banho e às vezes ele já me comia debaixo do chuveiro mesmo. Eu tenho motivos para chorar sim, mas não para me arrepender. Não sou muito religioso, mas entreguei esse sacrifício para quem possa, dos planos superiores, aliviar os meus desacertos terrenos. Não busco recompensas materiais, apenas desejo imensamente que ele seja feliz, pois é um homem maravilhoso; e uma voz me dizia que ainda não era o momento de ele escolher com quem deveria passar o resto da vida. A música terminou e fui tomar uma boa ducha para acordar por completo e acabei me masturbando pensando exclusivamente nele. Ao sair do banheiro decidir que era hora de começar novos encontros e satisfazer a minha libido, com mocinhos gostosos, acima dos 18 anos; E AÍ QUE ESTÁ O PROBLEMA, pois a minha preferência é por idades somente um pouco acima disso e tento não me apaixonar, mas as vezes não tem jeito. Eles são gostosos demais, fogosos demais, e caras na minha idade, para mim já está fora da preferência – e olhe que tenho um corpo muito legal para a minha idade. Então a minha sina é acabar sozinho mesmo, só curtindo a rapaziada ativa, sugando-os como um vampiro que derreteria à luz do Sol. Achei o telefone do Soldadinho de Chumbo (SC), colega do GR que veio com ele em minha casa. Na ocasião, num dos momentos em que o GR foi ao banheiro eu salvei o seu contato no celular, mas nunca havia mandado um “oi” para que ele salvasse o meu. Era hora de fazer isso e mandei-lhe uma mensagem: “Olá! Quanto tempo... Aqui é o (eu) e quando puder, me retorna por favor, mas não comente com o GR, te peço. Ligue e conversaremos. Beijos”. Passava um pouco das 12h30 ele me ligou animado: “Cara, que legal você ter me contactado! Eu até achei que você não tinha salvado o meu telefone...”. Respondi dizendo que deu somente agora e tal, mas que eu gostaria de encontra-lo sozinho. Ele respondeu que devido ao feriado de quinta-feira, emendaram e que estaria livre nesse fim de semana. Marcamos um ponto de encontro perto de sua casa no final do dia e eu o traria para passar o fim de semana comigo. Frisei bem que ele não deveria mencionar isso com o GR, e ele respondeu que eles nem tem conversado, pois o colega está cada vez mais recluso e praticamente só se relaciona com o sargento dele ou fica com o notebook aberto estudando, lendo e vendo filmes. Chegou o momento de busca-lo e ele apareceu sorridente e gostoso. Entrou no carro e me deu um abraço afetuoso deixando-me confortado. Fomos para a casa enquanto conversávamos amenidades até que veio a impressão dele sobre o comportamento do GR no quartel, e fiquei empolgado, pois estava morrendo de curiosidade em ouvi-lo. Ele relatou que após aquela festinha que fizemos em casa, o GR se afastou dele e de uns dias para cá ele se fechou mais ainda, até com os outros com quem costumava conversar, parecendo até que esteve chorando, pois os seus olhos estavam meio estranhos. Para amenizar essa impressão eu comentei que ele estava com problemas familiares e que, por conta disso havia se afastado até de mim e eu o respeitava. Como eu queria virar logo uma perfeita “vagabunda”, já mudei o rumo da conversa, passando a mão sobre aquelas coxas gostosas que estavam ali ao meu alcance e o pau do moleque acendeu o alerta na hora! Perguntei: “Muito tempo sem dar uma metidinha?”. Ele respondeu: “Põe tempo nisso! Só na punheta todos os dias... A última vez foi aquela na sua casa”. Perguntei: “Mas o vizinho, não te chamou mais para lavar a garagem?”. Respondeu: “Que nada! Morre de medo de me encontrar. Ele desvia achando talvez que eu vá contar pra mulher dele kkkkk”. Rimos muito e comecei a passar a mão naquela rola linda, já que as suas calças agora estavam arreadas até a canela. Eu queria parar o carro e cair de boca antes de chegar em casa, preferi acelerar. Ele já havia arrancado as calças dentro do carro e desceu com elas nas mãos, pulando de frio com o seu pau duro enquanto eu abria a casa e ligava o ar no quente. O seu pau estava lindo era muito vergado para cima com uma curva acentuada assim que saía do pé do saco, onde eu poderia pendurar uma toalha sem que caísse. O tronco era mais grosso que a ponta e calculei uns 19 a 20 cm, linda, embora um pouco menor que o do GR, que era retilínea. Ele estava com fome e lhe preparei um sanduíche com generosas sobras de carnes do almoço e grossas fatias de queijo, que derretiam na sanduicheira, que faria o Mc Donalds sentir inveja. Depois ele quis beber e abri uma garrafa de ótima cachaça de Morretes, servindo com pequenas gotas de limão, fazendo-nos esquecer do frio instantaneamente. Ele tirou o restante da roupa enquanto eu ficava só de cueca. Ajoelhei e tive que puxar um pouco o seu pau para baixo para que entrasse na minha boca, de tão duro que estava. Seus testículos sumiram para dento do seu corpo, me fazendo “espremê-los” pela virilha para que ficasse na base do cacete e assim abocanhá-los fazendo-o delirar de tesão. Fomos para a cama e ele ficou sentado enquanto eu o chupava com muita fome de pica. Depois ele se deitou e ficou paralelo comigo e me ofereceu seus lábios. Nos beijamos muito até ele subir nas minhas costas, lambendo e beijando de ponta a ponta, até tirar a minha cueca e mordiscar toda a minha bunda. Eu tinha deixado o meu cuzinho bem limpinho, cheiroso e ele enfiou a sua língua pedindo que eu ficasse com a bunda mais erguida, dando-lhe tapas, enfiando a língua e me chamando de “vagabunda do rabo gostoso”. Fiquei de quatro e ele veio sôfrego, de joelhos sobre a cama, enfiando aquele pau-anzol-pedra até o saco marcar a sua presença na portinha. Me agarrou forte pelas ancas e foi bombando firme, como se o mundo fosse acabar. Depois deitei com ele sobre mim e continuou no mesmo ritmo. Esses moleques sabem foder e são uns tarados. Ele não cansava e não gozava fácil. Mudei de posição para frango assado, aumentando a altura do meu rabo com um travesseiro alto na minha lombar, enquanto ele ficava de joelhos na cama me arregaçando com a enfiada de sua pica. Ele se deitava e me beijava, dizendo: “O GR é um trouxa em não querer esse cuzinho todo dia”, e bombava cada vez mais forte, enquanto eu pensava: (“Não, querido... Ele quer sim, até demais e só para ele, por isso fugi dele, rsrsrs”), mas o deixaria pensar assim por respeito ao GR, pois tenho que preservá-lo. Ele deu sinais que iria gozar em breve, com o rosto todo suado e seu corpo vibrando forte, exalando masculinidade e testo. Me masturbei, enquanto isso, controlando para que gozássemos juntos; e veio... Caralho, que farra! Que barulho gostoso e ele repetindo “Toma vagabunda!!! Goza na minha pica e rebola, sua vadia!!”. Ao terminar de jatear todo seu iogurte natural dentro de mim, foi gentil em esperar com o pau dentro para que eu me recompusesse, pois eu tinha morrido e agora estava ressuscitando paulatinamente. O pau dele continuava agudo dentro de mim e se levantasse, iria me erguer junto, já que eu estava enganchado na sua virilidade. Perguntou se podia tirar devagar e eu deu o ok, ainda esfalfado, tentando tatear o mundo que me fugira por completo. Ficamos um tempão largados na cama, suados, acabados – quer dizer, eu, né... – o bonitão só deixou o pau um pouquinho menos duro e pronto para a segunda batalha. Fomos para o banho e ele me beijava debaixo do chuveiro, enfiando a sua língua quase até minha garganta. Eu abraçava o seu corpo de menino forte e chegava à conclusão que era isso que eu deveria fazer mais vezes, acabar de desmamar esses “bezerros” para a vida, uma linda e prazerosa missão. Voltamos para a cama, ficamos conversando e o seu pau deu uma acalmada. Tentamos assistir um filme, mas logo ele perdeu o interesse e veio pra cima de mim com a rola armada novamente e assim fomos até de madrugada, pois o cara demora pra gozar de verdade. Foi outro esparramo! Meu cú estava pegando fogo de tanto assalto à rola armada. Assim foi o restante do final da semana. Ele me contou, nos intervalos das fodas, que tinha um colega que talvez quisesse vir com ele da próxima vez, dizendo ser um cara muito gente boa, confiável e bonitão, com um “pau de responsa”. Ele pega o mesmo ônibus quando vão para casa, descendo dois pontos antes dele, e conversam muito sobre a vontade de foder, garotas, comer cuzinho etc. Ele me mostrou a foto do perfil do colega e eu o achei maravilhoso. Dei a permissão, mas pedi sigilo, e que ele não poderia, em hipótese nenhuma me relacionar ao GR. Ele respondeu que ficasse tranquilo, pois esse colega não deve ter falado nunca com o GR, já que ele vive isolado de todos. O deixei ontem, domingo, próximo ao quartel e voltei em casa para sentar com o cú numa enorme pedra de gelo, kkkkkkk. PENSAM QUE TERMINOU?? Nada... Eu estava quase terminando de escrever esse relato e me liga o MA, lá do RS. Como sempre ele já vai falando empolgado, pois o adorável rapaz fala pelos cotovelos, divertindo-me. Dizia: “Fala, fera!!! Tenho novidades que você vai gostar: O GR chegou aqui na quinta-feira do feriado e voltou ontem. Fui cedo busca-lo na rodoviária, e cara, ele está lindão, hein, que macho bonito da porra!! O exército fez bem para esse moleque..., está todo saradinho! Fiquei superfeliz que ele veio passar o feriadão comigo... E rolou até uma orgiazinha, rsrsrs”. Eu vibrei com a notícia e perguntei curioso: “Que notícia boa! Me conte tudo e não poupe nem os detalhes sórdidos, por favor!”. Ele continuou: “Mano-do-Céu! Vou te contar: Tem uma mina universitária que eu dou uns pegas, ela convidou uma amiga para fazemos uma festinha no kitinete dela. Mano, levei o piá! Rolou até baseado e o GR meteu o ferro na guria, véi... Quase matou a coitada. Lá pelas tantas, a cachaça se misturou com a fumaça e as gurias começaram a fazer uma dança sensual na nossa frente, se pegando, se beijando, nos provocando e depois tiraram as roupas, se lamberam e se chuparam inteira; mas mandaram a gente ficar só assistindo ainda, pois depois elas nos chamariam. Duas gostosas se pegando na nossa frente, véi... O piá queria subir pelas paredes, kkkk. Ficamos pelados e babando pela boca e pela pica, loucos pra atacar. Logo depois elas nos chamaram e engoliram nossos cacetes como se não tivessem garganta, véi, as meninas estavam doidonas... Ele caiu de boca e chupou a guria inteira, MAS-PENSA-NUMA-GOSTOSA... Depois sentamos o bambu nas minas e elas se beijavam para abafar a gritaria e os gemidos altos com as nossas rolas socando... A mina dele chegava a dar a mão para a amiga, enquanto ele metia-lhe a pica e ela implorava misericórdia baixinho: Socorro! Ia gozar de novo! E de novo! Ele é malvado! Ele ia acabar com ela!..., ai-ai-ai, ui-ui-ui, e a madeirada descendo sem dó... A bucetinha dela era linda, rosinha, raspadinha, e chegava a espumar, véi...e ele não aliviava não, ia fundo e segurava ela na virilha, velho, dava uma esfregada só com o tronco da rola, olhava para mim, sorria e piscava, o filha da puta; e ela grunhia a safada. A gente estava sob o efeito da maconha, não gozávamos de jeito nenhum, parecia que os nossos cacetes eram gigantes. Enquanto eu fazia a minha mina gozar uma vez, a dele gozava TRÊS!!! Maluco..., o piá é foda! Cara, a minha mina é gata pra caralho, mas a dele... Nasssss!! Ele chupou até o cu dela, mano...”. O MA fez uma pausa dramática, como se recuperasse o fôlego para continuar, enquanto eu estava excitado já batendo uma punheta, imaginando toda essa orgia, e continuou: “Amigo, me deu orgulho desse piá, ... Como fode, caraaaaalho!!!... E eu também tapava com a mão a boca dele quando gozava, para ele não dar aqueles urros escandalosos”. Eu gozei ouvindo o relato do MA, tentando não deixar que ele percebesse, e respondi: “Porra, seu veado, você está me matando..., que inveja dessa garota, cara..., eu sei que ele é assim mesmo, intenso, exacerbado, ele exala sensualidade, entra sem pedir licença e se apossa de você..., foi assim que ele me dominou e assim o devolvo a mais pessoas que tenham o direito de sucumbir a ele e sentir o seu poder, pois ele foi desenhado para brilhar. Ele carimba para sempre as pessoas que o conhece e eu me sinto um privilegiado por isso”. Ele respondeu: “É amigo, você o descreveu..., eu mesmo, institivamente me sinto alguns degraus abaixo dele... Os irmãos mais velhos dele se sentem assim com ele também, ele domina sem maldades, naturalmente, o mesmo poder que a sua bisavó exerce na família”. Fez uma pequena pausa e desconfiei que estava dando uma tragada num cigarro, e perguntei: “Você está fumando, seu fresco?” Ele respondeu dando uma risadinha sem vergonha: “Sim, fumo de vez em quando, mas nem me atrevi a fumar na frente do GR senão a bronca seria certa, apesar de ele ter compartilhado da maconha lá nas meninas, mas se permitiu esse momento apenas, pois eu o conheço”. O aconselhei a não viciar e ele me tranquilizou, pois também o faço sem dependências, e continuou falando: “Cara, imagino a saudade que você está dele, pois realmente ele marca as pessoas... Os meus padrinhos são bem reservados, mas os conquistou na maior tranquilidade e viraram fãs do piá. A garota que ele comeu, então, nem se fala, ela gamou nele... (tragada no cigarro) ... Bicho, depois da festinha, ele dormiu com a mina na sala e eu fui pro quarto com a minha prenda. Cedo pela manhã, levantei pra dar um mijão e lá estava ele de novo comendo a garota de ladinho, espremendo os peitos dela, a rolona entrando e saindo com o saco batendo no capô do fusca, e ela quase morta, gemendo com aquele pau enorme esfolando a bucetinha dela, kkkkk, nem me viram de tão concentrados na foda. Aquilo me deu um tesão da porra e voltei pra comer a minha mina também, kkkk”. Eu me divertia com ele, que continuava falando: “Véi, ela disse que nunca um cara a tinha comido daquele jeito e a feito gozar tantas vezes, estava acabada, precisaria dormir uns dois dias direto para se recuperar kkkk. Depois fomos pra casa e ele estava sorrindo de orelha a orelha. Aí eu lhe falei sobre o tanto que você tinha razão, que ele enxergasse agora. Ele respondeu, com aquele jeitão elegante dele, que ainda tinha muito carinho por você, mas que reconhecia a sua atitude e que um dia ele irá te procurar, pois não quer perder a tua amizade”. Respondi que ficava feliz em ouvir isso e o agradeci pela deferência. Ele continuou falando: “Véi..., mas você me conhece, né... Comecei a provocar o GR perguntando se ele ainda estava com vontade de dar o cuzinho depois daquela orgia e caso estivesse, aproveitasse, pois, amigo é pra essas coisas, né..., eu quebraria o galho dele, kkkk... Cara, ele fechou o punho na minha direção e eu pedi que não me batesse, pois eu estava dirigindo e poderia dar acidente, kkkk. Ele riu, me mandou tomar no cú e disse que não sabia como continuava meu amigo, pois eu era um grandissíssimo filha da puta, kkkk, e dávamos gargalhada”. Observei: “É..., você realmente não vale nada e é por isso que a gente te adora, seu puto! Mas te agradeço imensamente, pois você não imagina o quanto a tua ligação me faz bem”. Ele respondeu: “Eu também gosto muito de você. Depois que te conhecemos, a minha amizade com ele ficou muito mais fortalecida... Ele é o meu brother, velho...”, e senti o engasgo de sua emoção ao dizê-lo. Perguntei como tinha sido o restante do feriadão e respondeu que passearam em Gramado e Porto Alegre, mostrou-lhe os Estádios do Grêmio e do Inter, foram a um CTG, onde uma prenda o ensinou a dançar Vanerão. Assim ficaram o tempo inteiro juntos, se dando porradas e enchendo o saco um do outro, como os garotos costumam fazer, ou seja, curtindo muito o retorno à quinta série. Desligamos, levantei do sofá e fui tomar banho, pois estava todo lambuzado por ter gozado na barriga, mas imensamente feliz. Missão cumprida! Juntei as mãos e joguei algumas palavras de agradecimento aos Céus, coisa que não fazia há tempos. Votem e comentem, caralho!!!! Beijos
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