Garoto Rural 18 - O porteiro da firma anotou meus dados, "sacou" a minha e depois me enfiou a rola



O espinho já estava lá, antes do botão se formar,
O botão se transformou em uma bela rosa,
O espinho continuava lá, ameaçador, pontiagudo,
Todos admiravam a beleza da linda rosa,
O espinho continuava lá, perfurante, mau,
A rosa murchou, suas pétalas caíram, apodreceram,
O espinho continuou lá...
A beleza passa, a maldade é eterna.
AUTOR: O Contista
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Hoje é segunda feira, dia 22/06/2026. Choveu forte no final da tarde e a noite caiu de mãos dadas com o frio peculiar nessa época do ano, e que está despencando nesse momento. Estou em Gurapuava/PR onde passei a semana. Aqui é uma terra próspera, bonita e de pessoas lindíssimas! O interior do Paraná tem muita gente bonita... Cada macho de tirar o fôlego, e as mulheres também são belíssimas. Fechei um contrato de consultoria em EPR, já que sou especialista em transformação digital – além de ser especialista em sacanagem com rapazes novinhos, kkk – para uma empresa da região comandada há anos por seu fundador, que envelheceu e chegou o momento de os filhos assumirem, partindo para a modernização do sistema, integrando-o totalmente. A infraestrutura deles era um castelo de cartas. O servidor ficava numa sala sem ar-condicionado, rodando um banco de dados local sem qualquer rotina de backup em nuvem. Se queimasse, a história de anos da empresa sumiria. Eles não precisavam apenas de um sistema novo; precisavam de uma reestruturação de governança de TI. Vou ficar duas semanas aqui, onde passei os primeiros dias fazendo o rollout (implantação) dos módulos principais do ERP, além das Assessment de Pessoal, entrevistando os funcionários antigos. Tecnicamente, fazendo uma Análise de Fit/Gap (descobrir o que as pessoas sabem fazer versus o que o sistema novo exige) e avaliando a Gestão de Mudança. O pai "das antigas" até estava preocupado achando que eu demitiria os seus queridos e antigos funcionários do setor, mas expliquei que otimizaria o capital humano para evitar gargalos operacionais e assim dar o treinamento necessário a todos. Optei por Airbnb, para me hospedar numa casa muito aconchegante, pois prefiro fazer o meu próprio café da manhã e jantar, já que os almoços eram na companhia dos dois jovens diretores, que por sinal são dois homens lindos de morrer, mas me contive. Também gosto de levar comigo os meus pesos e demais apetrechos de academia. A casa é um sobrado geminado de dois andares, não muito grande, mas perfeitamente bem decorado e confortável, de um amigo dos diretores.
Aí que eu digo que o universo conspira em favor do meu rabo: Cheguei por volta das 09h30, na terça feira e me apresentei na portaria. Veio um rapaz moreno claro me atender e o meu cuzinho já deu uma fisgada e o coração acelerou. Puta que pariu... Será possível? Aceitei esse contrato com muita alegria, justamente por passar um período longe de Curitiba e de sua soldadesca que já queria me comer nesse fim de semana passado, de novo, e me aparece um deus grego desse, com um sorriso cheio de dentes e muita amabilidade, me lembrando muito o moreno de Havana, Cuba, o jovem primo do taxista gostoso, que me comeu também e por quem eu me apaixonaria pra valer se por lá demorasse (Conto nº 11). Fiquei encantado, pois não o tinha visto na visita anterior. O portão era aberto manualmente por ele, enquanto anotava os meus dados numa prancheta e eu de olho no seu volume que me provocava todos os sentidos da sacanagem, pois ficava na altura certa dos meus olhos e não tinha como disfarçar Resolvi ser totalmente indiscreto nesse momento para que ele percebesse realmente para onde eu estava olhando (tem horas que toco o foda-se e perco a compostura pra valer). Sua voz de rapaz era maravilhosa, soube depois que ele tem só 21 aninhos, uma delícia! Ele exclamou: “Ah! Então o senhor é o homem do sistema novo! Que legal! Seja bem vindo! Já estão lhe esperando. Sua identidade, por favor? Entreguei-lhe o documento enquanto ele anotava os dados e já foi se vendendo, eu gostei de sua atitude: “Eu estudo essa área, faço faculdade de TI à noite na (disse o nome da instituição) e de dia trabalho aqui. Já estou no terceiro ano”. Nesse momento deu vontade de desaparecer e pensei comigo: (“De novo, NÃO...”) – Conto nº 8 – pois eu já sabia e li no seu olhar que ele gostou de mim, e eu dele. Isso foi como um flash, para definir o tempo, que na verdade é indecifrável e fugaz. Só quem tem isso dentro de si sabe o que eu estou dizendo. É um estupor ardente, repentino, um “puff” que afeta todos os sentidos e que quase nos eleva do chão, fisgando o coração e fazendo o sangue virar ácido puro, instantaneamente, doendo e ardendo num fogo que nem água o abranda. Ele era muito simpático, de uma beleza modesta e presença marcante, sem deixar de ser gracioso e másculo. Seu corpo era muito bem trabalhado delatado por seu uniforme preto bem ajustado ao corpo (vejam a foto dele). Babei com o visual à minha frente. Aí eu fiz uma provocação que o deixou surpreso, mas ele não se fez de rogado; comecei a conversar com ele em inglês, pois acho que um profissional de TI no nível dele, tem que estar com o inglês em “ponto de bala”. Perguntei-lhe então com uma dicção não muita acelerada para ver se ele me entenderia: “Você não tem nenhum computador que possa inserir os dados do visitante?”. Ele deu um sorriso gostoso e me respondeu em um inglês modesto, precisando melhorar um pouco a conversação, mas perfeitamente compreensível: “Não tem, senhor, apenas um telefone antigo na guarita, onde informo o visitante e com quem ele vai falar. Quando termino o meu turno, entrego a minha ficha de visitas para o pessoal lá de dentro para eles digitarem ou sei lá... O velho aí é avarento, não investe, se não fosse os filhos... Está vendo essas câmeras lá? É só para enfeite, pois nenhuma funciona mais. À noite assume uma empresa de vigilância, pois já teve roubos aqui”. Sorri e respondi: “Seu inglês é bom, gostei, parabéns... Um profissional de TI tem que falar inglês, senão..., mas nós vamos ajudar a resolver essas questões todas e quero melhorar a portaria também, integrando-a ao sistema”. Repentinamente me ocorreu uma ideia de aproveitar aquele rapaz no processo e comecei a lhe fazer perguntas, ainda em inglês, para saber em que nível se encontrava na faculdade e me surpreendi com o conhecimento que ele tem da área, pois não fica somente no cronograma técnico oficial que a faculdade lhe oferece, estando além. Certamente será um bom auxiliar, se a diretoria concordar com a sua migração para o setor, onde, logicamente, eu teria antes que analisar o quadro existente.
Para resumir: Consegui a migração do jovem, que ficou felicíssimo e a diretoria ficou surpresa em saber através de mim que aquele rapaz humilde da portaria estava tão avançado assim, nem sabiam que fazia faculdade – às vezes acho que temos algumas missões na terra e essa me foi dada sem eu imaginar que aconteceria – o rapaz passou a ser o meu assistente direto, pois o conhecimento dele era mais atualizado que dos demais, além de que só falávamos em inglês quando estávamos sozinhos, ajudando-o na conversação e corrigindo-o nas pronúncias quando necessário, mas eu lhe daria uma nota 7,5 em relação a isso, ou seja, passou no teste! Não foi necessário dispensar ninguém da equipe que era modesta, apenas me dando um pouco mais de trabalho no treinamento, coisa que eu havia previsto no contrato, além do fato de que, após o Go-Live, retornarei e entrarei em período de Hypercare — uma assistência presencial e remota ultra-atenta de 30 dias, inicialmente, para corrigir os pequenos erros (bugs) que surgirem no dia a dia. Ou seja, verei mais vezes o provocante rapaz. Os dias foram intensos, começávamos muito cedo e eu ainda levava serviço para casa à noite, enquanto ele ia para a faculdade. Na quinta-feira passada ele me falou que estava com um trabalho da faculdade que não conseguia resolver e perguntou se podia me mostra. Eu não queria fazê-lo durante o serviço que prestava para a empresa e lhe perguntei se podia ir final de semana na casa onde estava hospedado. Aí ele sugeriu ir na sexta feira no final do expediente, pois tinha o jogo do Brasil e ele não iria para a faculdade. Eu pensei: (”Lá vamos nós... Só pode ser o capeta mesmo..., tem jogo no meio, de novo”), e respondi com um sorriso conformado que tudo bem, após às 18h00 estaria em casa e que até prepararia uma “jantinha” para nós e ele se ofereceu para levar as cervejas para assistirmos ao jogo. Eu fiquei excitado, pois sabia que iria rolar e fiquei vendo-o se afastar, olhando aquela bundinha linda desenhada na sua calça bege bem colada. O serviço estava indo de vento em popa e a ajuda dele estava sendo fundamental para isso, além do ótimo interesse e aceitação de todos no processo; e assim pude me dar ao luxo de sair mais cedo na sexta-feira passada. Passei no mercado, cheguei e casa e logo ele chegou com a sua moto e ao vê-lo descer já me deu uma sensação maravilhosa, pois a erguida de perna dele ao desmontar já ficou registrado como um instantâneo na mente. Suas pernas eram poderosas quando sentado na moto deixando-as bem viçosas com o belo par de coxas. Seus pés são 42 e o corpo é maravilhoso. Gosta de calças apertadas só para deixar o pacote provocante, que sentado na moto dá vontade de atacar, pois ele fica muito sensual. A carne estava assando no forno, comprei maionese e salada crua, já pronta, além de farofa temperada e comecei a preparar uma jarra de caipirinha com Velho Barreiro (caipirinha sem cachaça brasileira é sacrilégio!), para depois cairmos na cerveja. O cheiro da carne estava ótimo. A casa estava aquecida por uma pequena e boa lareira acesa na sala, porque o frio de Guarapuava não é fraco não. Assim podemos ficar sem jaquetas pesadas, apenas de camiseta que realçavam os nossos tórax bem trabalhados. Ele olhava admirado pro meu peitoral e braços, elogiando-me, enquanto eu também o elogiava pelo seu. Bebemos bem, antes de jantar. Perguntou o que eu tomava de suplementos e respondi-lhe que somente CREATINA e o resto deixava por conta da alimentação saudável e exercícios diários. Ele me confessou que tomava umas porcarias a mais, que eu o aconselhei parar, pois os testículos dos caras ficam iguais a uva passa, de tão pequenos (não gosto... gosto de sacos viçosos e por isso admiro a molecada, eles têm uns colhões...). Depois debrucei sobre o trabalho da faculdade que ele me apresentou e achei umas inconsistências nas questões que precisavam ser esclarecidas pelo professor (mal formulado), mas dei alternativas caso fosse uma coisa ou outra. Começou o jogo do Brasil x Haiti, que para mim foi extremamente enfadonho, salvo as manjadas na rola dele e na sua bunda deliciosa quando ele levantava vibrando a cada gol. Estava bem alterado pelas caipirinhas e cervejas, misturando tudo. Terminou o jogo e ele estava muito animado e bem bêbado, então lhe disse: “Amiguinho, você não vai sair de moto, bêbado, de jeito nenhum, vai dormir aqui, sacou? De manhã você vai...”. Ele concordou e fui ajuda-lo a guardar a sua pesada e imponente moto na garagem. Subimos pro segundo andar onde tem a minha suíte e mais dois quartos menores e um banheiro, mas só tem ar condicionado quente na suíte e o frio aumentava. Disse-lhe: “Cara, venha aqui pra suíte e tome um banho para passar a bebedeira, aqui está mais quente. Vou te arrumar toalha enquanto você tira a roupa”. Ele concordou e começou a tirar o calçado e se desiquilibrou, quase caindo e rindo da sua própria embriaguez. Eu ordenei que ele sentasse na cama e me ajoelhei para tirar a sua bota, sua meia e olhei para o seu pacote que se acentuou quando ele deitou com os braços abertos na cama, esparramado, lamentando-se pelo vexame que achava estar dando, já que não é de beber muito. Vocês não têm noção da visão que era, eu agachado, tirando as suas botas e vendo aquele “Monte Everest” plantado na sua virilha. O tranquilizei dizendo que não era problema algum, que o jogo estava ótimo, que nós ganhamos e que era o certo comemorarmos; e que eu também estava bem alterado (mentirinha, controlei). Ele me elogiava com a voz um pouco pastosa: “Cara, você é dez! Nessa semana o que eu aprendi com você é muito mais que todos esses anos de faculdade, além do fato de que você me proporcionou uma promoção fantástica, assim pago a faculdade e ainda sobra mais dinheiro não sendo mais necessário que os meus pais me custeiem, lá do interior, coitados... Você praticamente definiu o meu futuro profissional, pois eu não vou deixar passar essa oportunidade, nunca! Devo muito a você”. Mentalmente respondi: (“É só você deixar eu cair na sua rola e fica tudo certo...”), mas respondi-lhe de fato: “Que nada, não me deve nada, você merece e tem capacidade, ponto!”. Ele me sorriu carinhosamente, com metade do corpo deitado na cama enquanto eu já estava de pé enrolando as suas meias para deixa-las sobre o criado mudo. Disse-lhe: “Agora vou tirar as suas calças, seu bebum!”, e fui afrouxando o seu cinto e desabotoando suas calças, abaixando o zíper que fez um movimento de tobogã quando passei sobre o seu sedutor charuto, como um carro passando devagar sobre uma lombada. Eu estava me contendo e com o coração quase saindo pela boca. Em seguida, juntei os dedos nas laterais do cós da calça para arreá-la enquanto ele dava uma leve erguida no tronco para que a calça deslizasse. Sob a calça tinha uma segunda pele, preta, bem ajustada nas suas pernas, que usava nos dias frios para andar na moto e aquilo o deixava mais sensual ainda, parecendo as pernas gostosas dos ciclistas com as suas calças coladas ressaltando as suas deliciosas malas. Eu a tirei também e quase desmaiei com a visão. Abaixo da segunda pele tinha uma linda cueca vermelha cavada e um imenso pacote que mal se continha dentro dela. Arranquei-lhe toda a calça e segunda pele enquanto ele fazia menção de tirar a camiseta e eu me apressei em ajuda-lo. Depois ele deitou novamente só de cueca, com os pés ainda apoiados ao chão e isso deixou o seu volume maior ainda, mais projetado para cima. Ele disse: “Cara, preciso tomar um banho para melhorar, de verdade, mas receio cair no chuveiro, pode crer”. Pronto! Era a deixa. Respondi: “Entro com você, pois eu também estou tonto, bem menos que você, é claro, mas consigo te segurar”. Ele concordou rindo enquanto eu tirava a minha roupa e ficava inteiramente nu, me controlando para o pau não levantar e assustá-lo, como aconteceu com o melhor amigo do agrônomo que conheci em Cascavel (Conto nº 13). Ele se apoiou sobre os cotovelos, erguendo um pouco a cabeça e me olhando com admiração: “Cara, que corpo legal, hein... Quantos anos você tem?”. Respondi: “Vou fazer 37 no dia 05 de agosto... Velho, né?”. Ele exclamou: “Que nada! Você não representa a idade, está em forma pra caralho! Olha essa barriga chapada!”, e apontou para ela e eu a trinquei mais ainda, causando-lhe um doce espanto. Agradeci e disse que iria tirar-lhe a cueca para irmos ao chuveiro. Amigos leitores, aqui quero abrir um parêntese para dizer que, assim como as mulheres se arrumam para as outras mulheres as admirarem e não para os seus homens (já ouvi isso inúmeras vezes), deduzo que os homens malham nas academias para mostrar os seus músculos e suas invejáveis formas, para outros homens. Não tenho dúvidas quanto a isso, pois na época que frequentava academia, antes de montar a minha em casa, era um tal de macho ficar cutucando e apertando o braço do outro, elogiando e ou morrendo de inveja. Na hora do banho então, era muito escancarado as manjadas de rola da “tchurma” – Mó viadagem, kkkk, que eu só gostava quando chegavam os novinhos me assediando, mas a grande maioria são homens acima dos 30, que não fazem o meu tipo. Pois bem, continuando, ele se esparramou novamente entregando-se para que eu retirasse a sua cuequinha vermelha sensual. Nããããooooo...! A visão daquele cacete enorme pulando pra fora da cueca e meus dedos roçando-o sutilmente, não dá para descrever. Trouxe a cueca até aos pés para tirá-la, sem desviar os olhos do conjunto saco/rola que brigavam por um lugar e se esparramavam entre o desejado vão das suas grossas pernas. Parti para levantá-lo antes que o meu pau começasse a se manifestar. Fazia tudo muito rápido para distrair-me e não ter uma inoportuna ereção naquele momento. Ele foi abraçado comigo até o chuveiro, a sua cintura era firme e eu o chamava mais pra perto da minha lateral, entrando juntos debaixo do chuveiro, com a água no ponto, não muito quente, para dar um certo choque no rapaz. Ele quase deu um pulo recobrando boa parte dos sentidos, mas se eu o soltasse, ele cairia. Deixei-o escorado na parede enquanto passava-lhe sabonete pelos ombros e peito definido. Perguntei-lhe de forma bem marota: “Quer que eu lave o seu pau ou você mesmo lava?”. Ele se desencostou da parede repentinamente, meio cambaleante e com o olhar semicerrado, me encarou de forma que eu achava que iria me beijar, deu um sorrisinho lindo e piscou, respondendo: “Quero que você o lave para mim, bem lavadinho, bem devagarinho, como se fosse o seu..., e se você quiser, ele será seu também...”, e fez um biquinho gracioso com a boca, passando carinhosamente a mão pelo meu pescoço, a descendo pelo meu braço e deslizando-a para a lateral das minhas costas e me dando um tapinha ao chegar na bunda, arrepiando-me. Sorri-lhe afetuosamente e pisquei-lhe de volta, empurrando-o para a parede com o meu corpo e grudando nos seus lábios que me receberam com muita intensidade. Nós beijamos demoradamente sob aquela ducha vigorosa de água quente e gostosa. Eu lavava aquela rola imensa (vejam as fotos no final do conto), do tronco para a ponta e passava espuma desencapando a cabeça que era linda, lavando-a minuciosamente. Lavei o saco todo, que até nem era muito grande, o seu peitoral, suas coxas e desci para lavar suas canelas enquanto ele me olhava com um misto de carinho e prazer, descortinado pelo formado amistoso e sutil de seus grossos lábios. Ao me inclinar ajoelhado no piso do box, lavando as firmes coxas e canelas, a rola dele roçou na minha testa. Olhei para cima ele estava sorrindo confortável, dominador, com um agudo olhar e com os braços abertos apoiando-se nas paredes de cada lado. A visão era poderosamente máscula! Um mini Sansão apoiando-se entre as duas colunas do templo, antes de derrubá-las e matar a todos. Fiquei ali parado sob aquele olhar intenso e sob a chuva que provinha de seus cabelos molhados, passando pela sua pica semi armada, direcionando toda a água para mim. Eu podia bebê-la de tão forte o que aquilo representava, e foi então que ele pegou a sua deliciosa rola e a direcionou gentilmente para os meus lábios e a cabeça se alojou sobre a minha língua fazendo-o arfar de prazer quando eu comecei a suga-la, sentindo-a inflar mais ainda entre os meus dentes, até ficar terrivelmente dura e reta, com as grossas veias que lhe serpenteavam o maciço rochoso. A rola do rapaz cresceu para além do esperado e ele fazia movimentos sensuais como se já estivesse comendo o meu cuzinho que piscava de ansiedade, logo abaixo. Me levantei e ele me juntou num beijo de língua bem demorado e depois disse: “Eu queria te pegar já naquele dia que você chegou na portaria, pois você não tirava os olhos da minha rola. No que você saiu, bati uma punheta no banheiro da guarita, pois adoro comer caras musculosos e quanto maiores, mais tesão me dá para comer suas bundas malhadas. Às vezes fico de pau duro na academia só de manjar as bundas dos caras, e você me deu um tesão da porra!”. Eu só respondi: “Safado..., eu senti isso e queria também”. Ele respondeu: “Eu pegava um cara de 42 anos, monstro, meio fisiculturista, que ia no mesmo horário que eu na academia e ele me dava algumas dicas bacanas. Um dia, no banho, estávamos só os dois e ele se insinuou demais para mim e fiquei de pau duro e ele deu uma pegada rápida dizendo que a minha pica era linda. Me levou pra casa dele e meti-lhe a rola. O comi por alguns meses e depois ele sumiu. Soube que se juntou com uma mulher e se mudou daqui” (depois ele me mostrou a foto do cara e era grande realmente, com uma bela bunda, mas que virava uma franga na rola dele). Mas agora era a minha vez, virei-me e ele passou sabonete nas minhas costas, enfiando dois dedos com espuma no meu cuzinho para prepara-lo e poder receber o seu enorme cacete. Aprumou a cabeça da rola na porta do meu ansioso toba e disse: “Agora eu vou te comer gostoso. Abre para mim, vai, agora eu sou o chefe e mando nesse cuzinho...”. Puta que pariu, só encontro desses tarados na vida e isso me deixa louco de tesão. Quase gozei quando ele sussurrou essa frase no pé do ouvido. E foi se apossando de mim, centímetro a centímetro, eu pude sentir aquele macho entrando devagar, ansiosamente contido, alargando o meu cuzinho lentamente, deslizando-se pela ação do sabonete aplicado em abundância no meu toba, demorando para eu sentir a sua virilha encostar na minha bunda. Amigos leitores, eu viro um pano de chão nas mãos desses garotos. Me dominam totalmente com o tesão que eles têm e vontade de foder sem parar. Sou apaixonado por essa fase de autoafirmação sexual. Não pensem que viro uma florzinha daquelas “amanteigadas”, continuo homem, sem trejeitos, sem falar mole ou “afrescalhado” (não precisa; e eles não gostam), apenas querem enfiar as suas rolas num cara às vezes maior que eles e o deixar submisso e pronto pra satisfazê-los como eu faço, com muita atenção, carinho, obediência e deixar que eles me dominem naqueles momentos que ficam marcados para a resto da vida. Gozam litros e o sabor de seus leitinhos é muito forte e ácido, pois invariavelmente quero bebê-los, fazendo-os sentir gloriosos, poderosos e machões. As expressões e seus olhares ao terminarem de despejar as últimas gotas dos seus leitinhos na minha boca, é indescritível, principalmente quando eu saboreio e os elogio pela delícia que acabaram derramar. Pois bem, ali atrás de mim tinha um macho de verdade, igualmente dominador, sedento, com uma rola enorme pontiaguda me furando o interior para despejar a sua desejada vitalidade, enquanto as suas fortes coxas me escoravam e me ditavam as regras do macho que domina outro macho com maestria, com paixão, com desejo e tesão. Realmente tinha um macho atrás de sim, sedento de sexo e vontade de gozar toda a sua porra e carimbar-me para sempre. Eu queria desfalecer de tanto prazer ao sentir toda essa vibração intensa da sua masculinidade representada ali pelo seu belo pau duríssimo e esse tesão significava que ele me desejava e que queria entrar em mim e alojar todo o seu desejo em forma líquida, e eu o recebia inteiro, que ele entrasse e me possuísse plenamente, pois eu estava seco pela pica de um macho assim, gostoso e pleno, para compensar-me a falta do meu querido Garoto Rural – outro filha da puta dominador e tarado pra caralho (que saudades...). Só me apoiei com as duas mãos na parede, inclinando-me mais um pouco para não sobrar nada de rola pra fora e eu piscar o cuzinho para abraçar aquele falo gigante que estava agora alojada no meu interior. De repente ele não estava mais tão bêbado e se recuperou bem. Seus movimentos eram firmes e o barulho da água sendo prensada por sua chegada no meu rabo, era bem cadenciado. Ele estava vivendo aquela foda, ele estava se completando naquele momento, ele estava dizendo que era o macho que eu precisava para dominar-me e entrar em mim com todas as suas reservas, com todo o seu tesão! Ele era o meu macho! E eu precisava dele assim, me enfiando a sua portentosa rola! Pedi-lhe que me avisasse quando estivesse pra gozar, pois eu queria gozar junto. Ele não teve presa e me avisou no momento certo para acelerar a punheta que batia com aquele cacete enorme me consumindo deliciosamente. Gozamos juntos e ele me apertou tanto que parecia que o seu corpo iria se fundir ao meu, dizendo: “Que delicia, cara, enquanto você ficar aqui quero te comer direto”. Eu respondi animado e exausto: “Pode vir dormir todas as noites aqui, mas temos que nos cuidar na empresa, ok?”. Ele concordou e fomos para a cama, depois que saiu todo o seu leite do meu toba. Descansamos um pouco e começou tudo de novo, em intervalos necessários para o descanso e assim foi até pela manhã, quando bem cedo, depois de gozar fartamente de novo montado na minha bunda e seu belo pau cravado no meu cú, ele foi ao apartamento que divide com um amigo para se trocar e me encontrar no trabalho, pois trabalhamos até às 16h00 no sábado. Ele tinha futebol com os amigos e eu fiquei trabalhando também outros projetos contratados. À noite ele retornou suado, fedido e com a canela um pouco arranhada e sangrando, eu o abracei e beijei, pois o cheiro era de macho gostoso e de pura testosterona. Ele tomou banho, fiz-lhe um curativo na perna e jantamos. Conversamos e depois fomos para o quarto e chupei a sua rola como um sorvete inesgotável. Depois cavalguei sobre a sua pica que se alojou completamente em mim até eu senti-la pulsar violentamente, gozando, enquanto eu melava toda a sua barriguinha definida, com a minha gozada. Ele praticamente se mudou para a casa onde estou hospedado. Já chega me beijando ardorosamente e me conduzindo para o quarto, onde me enfia a rola sem dó, como se estivesse na cadeia por meses, sem foder. Ontem, domingo, acordei cedo para continuar as análises do sistema, enquanto ele dormia graciosamente, esgotado pelo tanto que gozou. Ele acordou às 10h00 de pau duro e eu lhe falei que estava com o toba ardido e não conseguiria. Ele falou: “Vou almoçar na casa dos meus pais (cidadezinha perto) e contar-lhes as novidades. você não quer ir comigo? Seria maravilhoso...”. Respondi-lhe que realmente tinha que trabalhar mais um pouco, pois tinha outros projetos que precisavam da minha atenção e agradeci. Ele respondeu: “Pena..., então retorno no fim da tarde, vou ficar um pouco com os velhos, mas quero assistir ao jogo do Uruguai x Cabo Verde com você, depois quero comer esse cuzinho bem gostoso”, e foi me abraçando, beijando, enquanto eu permanecia sentado, de moletom, com ele enfiando a mão por dentro da minha calça e passando o dedo no meu cú, me arrepiando de tesão.
Era quase 18h00 quando ouvi o barulho da moto e fechei o computador. Ele entrou sorridente com um tupperware enorme, que trouxe bem acomodado no baú da moto, cheio de uma canja deliciosa, de frango caipira – a melhor que já tomei – que sua mãe havia preparado. Botamos para esquentar e abrimos um vinho tinto. Logo depois começou o interessante jogo e torcemos muito por Cabo Verde. Em seguida subimos ao quarto e a rola dele entrou gostoso no meu cuzinho e eu cuidando para não me apaixonar de novo, caralho. Ele me comendo de frango assado foi a coisa mais gostosa do mundo, pois apertava o meu pescoço me enforcando, me deixando quase sem ar, pedindo para eu trincar o abdômen e eu segurava os seus braços fortes enquanto ele quase me deixava sem ar, mas eu deixava que ele “me matasse” naquele momento, pois ele tem muita força nas mãos e nos braços... Caralho, que homem! Nunca um cara havia me “estrangulado” na foda, chegando a ficar marcado o meu pescoço. Nessa situação gozei um monte, maravilhosamente. No momento que eu gozei, ele aumentou a pressão e o meu pau virou um chafariz esguichando alto e mais um pouco eu desmaiaria de verdade. Ele afrouxou o meu pescoço e aplaudiu as minhas esguichadas, enquanto gozava também dentro de mim, bem lá no fundo, dizendo: “Isso caralho! Goza no pau do teu putão! Vou te matar de tanta rola! Você encontrou um cara que sabe comer um bombadinho de academia”, e me deu um tapa até fortinho no rosto, que chegou a estalar, deixando-me atônito e arrancou de uma vez sua rola lambuzada e brilhante de dentro de mim, fazendo com que o meu cú esguichasse a sua porra toda e melasse o lençol. Olhei incrédulo para ele enquanto ele se punha de pé com a “rolona” entumecida, balançando ainda, pingando pelo piso a mistura da sua porra espumada e lubrificante socado, arfando desafiadoramente e tentando deixar normal a sua respiração. Quando eu penso que acabou, ele vem com tudo e me enfia a rola novamente até o fundo, como se buscasse a última gota do seu precioso leite que deixou dentro de mim e eu quase gritei, mais pelo susto do que pela dor e o segurei dentro de mim, beijando-o apaixonadamente para que ele se acalmasse e ele não parou. Continuo socando dentro de mim e seu pau endureceu novamente. Fiquei recebendo as suas estocadas como se o meu cú fosse uma boceta. Demorou muito e eu não estava mais aguentando, pois saia uma “meladeira” do meu toba que eu sentia escorrer para o lençol e ele não se importava, queria gozar de novo, e veio. Ele urrou como se fosse morrer e eu fazia um barulho no seu ouvido, tipo “shiii-shiii-shiiii” e falando baixinho: “Goza gato, goza gostoso dentro do teu macho, sou teu”. Caralho... Gente... Para tudo... Eu não aguento... Cheguei a lhe perguntar o que sua mãe tinha colocado naquela sopa, kkk. Ele respondeu que estava feliz, era por isso e ele iria se esforçar em me recompensar ao máximo para me dar prazer, pois eu não sabia o quando de bem eu tinha lhe feito. Eu respondi brincando: “Mas você me bateu!”, e fiz um bico manhoso. Ele respondeu entrando na brincadeira: “Ôooo tadinho... Foi carinho, amado, foi carinho, mas que eu vou te matar de tanta rola, isso eu vou!”, e me beijou intensamente. Ainda terei mais uma semana aqui e já ampliei o fim de semana seguinte para poder receber mais rola do delicioso rapaz, que também se mostrou interessado em me visitar assim que possível, na minha casa, na região de Curitiba. Hoje no trabalho ele se comportou perfeitamente bem, como se não estivesse acontecendo nada entre nós e eu me continha para não ficar olhando seu delicioso pacote. Realmente ele é um rapaz de muito valor e extremamente responsável. A essa hora está na faculdade e mais tarde chegará cheio de tesão e terei que rebolar na sua imensa rola grossa de macho e quero que ele me “enforque” de novo, adorei! (já estou de pau duro só em escrever isso e esperando ele chegar). Me senti seguro assim com ele, pois quando não estamos fodendo, somos apenas dois bons profissionais fazendo o trabalho. Me lembrou muito o William (Bailarino), e me deu uma saudade imensa daqueles momentos felizes.
NOVIDADE: O filha da puta do MA me mandou mensagem domingo, dizendo que a menina que ficou com o GR, foi mesmo na sexta feira para ficar com ele em Curitiba. Ela fez todos os procedimentos para dar o cuzinho para ele e que assim que souber de alguma coisa, vai me falar, pois as amigas se encontrariam hoje na faculdade para fofocar e isso, ele deve ficar sabendo hoje à noite, quando estará indo dormir com ela e meter a rola no cú da menina, de novo, pois parece que ela viciou, já que também viajou para a casa dos pais no fim de semana, deixando o MA na seca.
Vejam as fotos do rapaz gostoso de Guarapuava aí. Votem e comentem, amigos leitores, pois sempre às segundas feiras publicarei novos contos, já que não paro de aprontar, né...
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262737 - Garoto Rural 14 - Hoje, sábado frio, dia 23/05/26, e ele está agora na minha cama. - Categoria: Gays - Votos: 7
262596 - Garoto Rural 13 - O homem que odiava o contista - Categoria: Gays - Votos: 4
262574 - Garoto Rural 12 - Ele trouxe o colega do quartel e os dois me comeram. - Categoria: Gays - Votos: 5
262537 - Garoto Rural 11 - "VAI PRA CUBA!!!" Eu fui, levei muita rola por lá e adorei... E voltarei! - Categoria: Gays - Votos: 4
262516 - Garoto Rural 10 - O Bailarino ligou, de raiva dei pro GR o fds inteiro. - Categoria: Gays - Votos: 8
262454 - Garoto Rural 9 - Uma excitante massagem e um enorme charuto cubano pra esquecer um grande amor - Categoria: Gays - Votos: 3
262380 - Garoto Rural 8 - Antes, me apaixonei de verdade por um roludo gostoso - Categoria: Gays - Votos: 4
262339 - Garoto Rural 7 - Também antes dele, um soldadinho me enrabava - Categoria: Gays - Votos: 4
262293 - Garoto Rural 6 - Antes dele, levei muita rola e essa foi a primeira. - Categoria: Gays - Votos: 8
262254 - Garoto Rural 5 - uma excelente foda e a despedida - Categoria: Gays - Votos: 5
262159 - Garoto Rural 4 - O primo cabeleireiro do MA veio e a festa foi ótima! - Categoria: Gays - Votos: 8
262077 - Garoto Rural 3 - Finalmente o seu melhor amigo me comeu gostoso - Categoria: Gays - Votos: 15
261988 - Garoto Rural 2 - Ele voltou e me plantou a rola novamente! - Categoria: Gays - Votos: 15
261928 - Garoto Rural - Ele mexia no celular, pedi informações e levei rola depois. - Categoria: Gays - Votos: 18

Ficha do conto

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Nome do conto:
Garoto Rural 18 - O porteiro da firma anotou meus dados, "sacou" a minha e depois me enfiou a rola

Codigo do conto:
265125

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/06/2026

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1

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3