Garoto Rural 22 - O ex-porteiro trouxe o irmão de 17 anos e os dois acabaram com o meu rabo..



Dar o cú pra uma boa rola de macho gostoso é bom demais, imaginem duas!
Hoje é 24/07/26, sexta-feira. Cheguei ontem de Guarapuava, PR, onde fui fazer mais uma avaliação do sistema que implantei numa empresa de lá. Nem precisava ficar tanto tempo por lá, mas tinha motivos: Uma imensa rola dura que cabia direitinho no meu toba. Sofri hein... Levei rola até dizer chega. O ex-porteiro estava com saudades e com a corda toda. Chegue lá na quarta-feira da semana anterior e fui direto para a empresa/cliente para uma reunião com os diretores e meu pupilo, chefe do TI, o ex-porteiro tarado (...e comedor gostoso). Ele está indo melhor que o esperado e muito mais confiante. Na hora que o diretor falou que iria providenciar hospedagem para mim, o meu rapaz gostoso disse: “Se ele concordar (apontou-me), eu teria o imenso prazer de hospedá-lo e retribuir o tanto que ele fez por mim. Moro hoje sozinho num apartamento e tem um quarto a mais que preparei pro meu irmão que virá morar comigo no ano que vem – e olhou bem nos meus olhos perguntando respeitosamente – Se o senhor aceitar, é claro! Será uma honra para mim”. Fiquei lisonjeado com a oferta, ainda dizendo que não queria incomodar, mas que certamente aceitaria, já sabendo que ele me enfiaria a sua grande rola todas as noites. Na verdade, esse filha de uma puta queria o meu cuzinho pra gozar dentro. Ficou tudo acertado então e quando ficamos sozinhos ele me falou no pé do ouvido, passando a mão pelo pauzão já duro, atravessado na calça apertada: “Uma honra o caralho, quero é comer o teu cuzinho todas as noites, veado...”. Eu me arrepiei inteiro e a pele da minha nuca, onde ele assoprou a frase, não queria mais esticar. Ficou arrepiada quase que o dia todo, enquanto eu me imaginava recebendo aquela linda vara no cú. Mal conseguia me concentrar no trabalho e evitava manjar a rola dele que ficou dura quase que o tempo inteiro coberta por sua jaqueta. Quando não tinha ninguém por perto, ele fazia questão de levantá-la e me mostrar aquele tarugo atravessado e eu “vazava” de perto kkkk, louco de vontade de passar a mão e arrancar pra fora dando-lhe aquela chupada gostosa. Terminamos o expediente às 18:00 e parece que o tempo demorou mais pra passar. Eu o segui até o prédio onde morava. Um predinho baixo, sem elevador, bem bonito e relativamente novo. Estacionei, tirei a minha mala e subimos ao segundo andar. Foi o tempo de eu colocar a mala e mochila sobre o chão e ele me atacou. Me agarrou ofegante, enfiando a sua língua na minha boca, me apertando tanto que eu podia sentir o seu pau roçar no meu corpo. Dizia com a respiração muito alterada: “Cara, saudades de você, vou te comer tanto que você vai ficar um ano sem poder dar o cuzinho de novo...”. Eu não conseguia falar, estava excitadíssimo também com aquele jovem maravilhoso querendo me comer já ali na sala mesmo. Fomos tirando as roupas desesperadamente e chegamos nus na sua cama, com os nossos paus apontando para a lua. Ele praticamente me jogou na cama e veio por cima das minhas costas, lubrificou o meu cuzinho e foi enfiando a rola, que parecia ter crescido mais ainda. Quando ela se alojou por completo no meu toba, eu apertava quase estrangulando o seu cacete e ele urrava de prazer. Bombou tão gostoso que parecia que o seu corpo, todo durinho, ia se fundir ao meu e sua respiração era muito quente assoprando nos meus ouvidos, mordiscando as minhas orelhas que quase sangravam, mas era uma dor deliciosa. O macho é voraz, dominador e gosta muito de um cuzinho com músculos para poder sentir o seu pau sendo apertado enquanto o enfia, sem dó alguma, até o saco bater na porta. Eu gemia baixinho como estivesse sendo morto lentamente, aos pedacinhos, e ele repetia nos meus ouvidos: “Estava com saudade, né puto? Esse macho sabe te comer, veado...”, e eu só gemia concordando, quase sem vida... De repente: “Vou gozar nesse cuzinho, veado.., aaaaaaahhhhh!!!!!”, e despejou o seu leite acumulado, pois ficou na seca um tempão para me aguardar. Enquanto o pau dele pulsava, eu o apertava intermitentemente aumentando mais ainda o seu desespero. Viramos de ladinho, sem ele tirar e gozei gostoso na mão, com pouca manipulação no pau, pois eu estava também quase estourando. O pau dele não amoleceu por completo e fomos para o chuveiro, onde ele me ensaboou inteiro e logicamente enfiou a rola de novo com espuma e tudo. Tive que ficar na parede, na posição de suspeito sendo revistado pela polícia, enquanto aquela enorme rola entrava gostoso no meu cuzinho insaciável. Que foda gostosa, caralho. As minhas pernas já estavam bambas e gozamos juntos de novo, cuidando para a vizinhança não ouvir os nossos urros. Terminamos a foda/banho e fomos para a cama conversar. Antes ele me mostrou o apartamento, que é uma graça, modestamente mobiliado, mas de muito bom gosto e me levou até o quarto do irmão, que já está pronto para quando vier morar com ele. Disse: “Mas você não vai dormir aqui, vai dormir comigo, pois quero te comer todas as noites”, e me tascou um beijo quase violento na boca. Elogiei o novo apartamento, enquanto descansávamos em sua cama. Ele falando: “Quando você vier novamente, eu vou trazer o meu irmão e vou falar de você, pois ele anda batendo muita punheta... Até a minha mãe já pegou e se assustou com o tamanho da rola do moleque kkk, ela me contou... Eu acho que ele não comeu ninguém ainda... Você quer?”. Fiquei pensativo e respondi: “Cara, isso pode ser ruim... Vai que a reação dele seja negativa e te complique... Pensa um pouco”. Ele respondeu: “Que nada! O moleque é safado, tenho certeza... Na hora que ele ver a tua bundinha, vai cair matando... Se você quiser, eu o trago nesse fim de semana já – Só que assim, não vai ter beijo na boca e nem essas carícias que a gente faz, na frente dele, ok? Você o provoca e se ele topar, beleza...”. Respondi: “Ok, fale com ele com muito cuidado, mas primeiro você diz que é um amigo seu, que você come e tal. Não fale que sou eu ainda, pois ele me conheceu... Se ele não topar, não precisa saber quem é, tá ligado?”. Ele concordou e saímos para jantar num bom restaurante, como dois bons amigos. Ao retornarmos fomos direto dormir, pois as duas fodas foram violentas e gozamos demais. Teríamos tempo para foder depois. O rapaz está de férias ainda da faculdade, então eu já sabia que a rola dele iria entrar todas as noites, assim que fechássemos a porta do apartamento. Caralho..., que fome de foder tem esse jovem..., puta que pariu! Me estrangulou de novo e quase me matou de prazer. Ele sabe fazer, sabe a pressão certa, o tempo certo, e goza pra caralho! Depois me contava algumas fodas que teve com as gurias, mas que nunca as levava no seu apartamento e sim, ao motel, já que agora podia pagar depois dos avanços financeiros que teve na vida, dizendo sempre “Graças a mim”. Ele me disse que não comeu nenhum homem, pois é muito seletivo com isso, só gosta de caras fortes e na academia não “detectou” mais ninguém. No sábado, pela manhã, ele iria na casa dos pais e me convidou. Eu declinei do convite, pois tinha alguns assuntos para resolver online. Ele saiu e voltou quase no final da tarde com o delicioso irmão na garupa da moto. Os vi chegar pela janela do apartamento e tremi inteiro, pensando: “O que esse maluco, filha da puta, foi fazer. Caralhoooo...?”. Sentei à mesa como se ainda estivesse trabalhando no computador e fingi surpresa na hora que entraram. O irmão mais novo entrou primeiro e soltou uma exclamação ao me ver: “É você???!!!”, e me deu um abraço. Eu fiquei vermelho, me disse depois o filha da puta do irmão mais velho. Eu não sabia onde enfiar a cara, dizendo com a cara mais sem graça do mundo: “Pois é, voltei para resolver mais algumas coisas do sistema e o seu irmão me hospedou aqui... Como você está? Tudo certo?”. Ele respondeu que sim e que estava contente em me ver novamente, pois “tinha ido com a minha cara”, declarou. O moleque estava com um sorriso maroto e o seu irmão mais velho já foi dizendo; “O piá está louco pra foder e como sei que você gosta de menino novo, contei pra ele e ele topou na hora... Mas não tinha falado que era você kkkk”. Eu olhei com uma raiva contida para ele, pois queria socá-lo, mas aquela ideia me agradava demais da conta. Incrivelmente o guri não estava nem um pouco constrangido e já perguntou ao irmão se ele tinha cerveja, queria beber. O moleque virou a latinha da gelada de uma vez e pediu outra, dando um baita arroto, recebendo o “tapão” na cabeça, dada pelo irmão, que exclamou: “Ôooo, seu porco!!!”, e ele respondia com uma gostosa gargalhada. Gostei do guri! Ele é lindo e tem uns olhos muito vívidos e bem claros. Sua altura é quase a do irmão mais velho e seu porte ainda está em plena formação, deixando-o apetitoso. O menino exalava tesão. Seu volume já estava meio alterado, pude perceber. Eu estava muito constrangido e me levantei da cadeira para pegar uma cerveja e nesse momento o meu rapaz do TI chegou por trás apertando a minha bunda e mostrando-a para o irmão, dizendo: “Cara, ele tem uma bundinha muito gostosa... Eu enfio a rola nela com vontade... Pega aqui para você ver”, puxou a mão do irmãozinho para a direção da minha bunda. Eu tremia, parado na porta da geladeira, tentando achar uma latinha de cerveja que estava bem na minha frente, mas que não conseguia enxergá-la. O piá encheu a mão apertando a minha polpa esquerda e depois a direita, enquanto o sacana do seu irmão mais velho mandava ele me dar uma encoxada. Ele fez e pude sentir o enorme tarugo já duro, marca registrada da família. Não consegui pegar a cerveja e fechei a porta da geladeira novamente e me escorei nela, enquanto o moleque fazia movimentos como se o pau já estivesse dentro do meu cú, indo e voltando. Eu consegui me virar de frente pra ele, que estava com um olhar maravilhoso, como se estivesse possuído por alguma entidade que bailava entre o bem e o mal, meio anjo, meio demônio, com asas alvíssimas e tridentes flamejantes. Sem dizer uma palavra, me ajoelhei, abri as suas calças e aquela enorme rola saltou quase batendo no meu rosto. Eu medi depois e ela é quase 3 dedos mais comprida que a rola do irmão mais velho, tão grossa e veiúda quanto. O Mais velho dizia: “Mete a boca nessa rola, que sei que você gosta... Chupa tudo! Esse moleque precisa gozar!”. O piá foi arrancando a camisa, a blusa, tirei as suas calças e cueca e ele ficou peladinho na nossa frente. Eu o elogiei pelo belo físico dizendo ser ótima a genética da família. Fomos para a cama, onde o mais velho também tirou as ruas roupas e a minha. O irmãozinho de 17 anos, lindo e gostoso, ficou sentado com as costas no encosto almofadado da cama com suas lindas pernas que quase não pegavam Sol, semi abertas para que eu me apossasse da sua empinadíssima rola. Eu tentava chupar aquele enorme cacete e não conseguia chegar à sua base, enquanto o irmãozão cuspia no próprio pau, enfiando-o em seguida todo no meu rabo. O pau do moleque estralava na minha boca e emitia ruídos internos indecifráveis. Caprichei na gulosa, pois queria que ele gozasse na minha boca para eu sentir toda a sua doce juventude, pelo paladar. O irmãozão metia a sua rola suavemente, emitindo ruídos de prazer para provocar por completo o tesão do irmão, e repetia: “Piá, você não tem noção do quanto esse cuzinho é gostoso... Ele aperta – e eu contraía mais ainda o cú – Ó! Veja aí! A gente só falta morrer... Que tesão!”, e o moleque ria com o seu imenso cacete sendo saboreado pela minha boca. O saco do moleque era mais volumoso que o do irmão e ele sentia um pouco de cócegas quando eu chupava as suas bolas. De repente o piá falou que ia gozar e meio que tentou tirar o pau da minha boca e eu o segurei dando-lhe o sinal para despejar tudo ali mesmo. E veio. Caralho. Porra incrivelmente ácida, saborosa, juventude pura! Engoli tudo e ainda espremi o seu pau para obter as últimas gotas, enquanto o piá abria totalmente os braços e pernas, morrendo. Eu ia com a língua desde o seu períneo, passando pelo sacão e chegando à ponta daquela rola que já começava a se desmanchar na minha frente, sugando-lhe a cabeça, fazendo-o contrair o abdômen, e ele tentava afastar-me do seu pau, senão seria morte certa. Nesse momento, o outro cavalo do irmão despejava a sua porra dentro do meu cú e eu não podia acreditar que estava sendo comido daquela forma, pela família inteira de gostosos. Ficamos largados na cama. O Guri me olhava intensamente e lhe perguntei, com a cara mais sem vergonha do mundo se ele tinha gostado, se já tinha comigo alguém. Ele sorriu e respondeu: “Cara, foi legal pra caralho ver você engolir toda a minha porra, mas quero ainda comer o seu furico... Eu já comi um piá de perto de casa, mas eles não moram mais lá... Saíram da cidade”. O Mais velho quis saber quem era, mas não lembrou quando o irmão lhe disse o nome: “Só que ele não aguentou a minha rola não... Coloquei só a metade, pois ele dava pulos pra frente... Enchi tanto o cú dele, que deve estar cagando porra até hoje, rsrsrs”. Falei: “Caralho, é mau de família...”. Fomos nos lavar e voltamos pra cama. O irmão mais velho foi comprar umas pizzas, deixando-nos à vontade no quarto, dizendo: “Podem foder à vontade, seus putos, que eu vou buscar comida pra nós”. O irmãozinho nem vestiu mais roupas, estava peladinho com o pauzão todo esparramado pronto pra ser chupado de volta. Ele é lindo demais, gente! Caí de boca e logo o “bichão” estava empinado de novo. Passei lubrificante e mandei ele vir por cima. Custou a entrar, pois o outro tinha me deixado ardido e reclamei pro mais novo: “O cavalo do seu irmão quase acabou com o meu cuzinho. Desde quarta feira ele mete a rola em mim”, e ele ria pra caralho, dizendo: “Eu vou acabar de detonar então!”, e foi enfiando e aquilo ia me rasgando deliciosamente até chegar na sua virilha. Mandou ver... Batia forte o saco na porta do meu cu. Que moleque gostoso do caralhoooo!!! O irmão chegou com as pizzas, cheirando pra caralho e o piá continuava bombando. O irmão estava orgulhoso do desempenho do piá e elogiava: “Porra moleque... Onde você aprendeu a foder desse jeito, hein?”. Essas vozes, sombras, vultos e presenças se multiplicavam nos meus sentidos e eu não sabia mais em que dimensão me encontrava. Estava embriagado de rola, estava sem domínio, sem dono, sem comando. Logo depois apareceu mais uma rola dura roçando os meus lábios enquanto a outra maior me socava a vida inteira pra dentro. Me agarrei àquela rola como um náufrago e a chupei como se dali saíssem todas as reservas de sobrevivência para me manter consciente enquanto aquele jovem bruto se acabava no meu rabo. O piá urrou e se arreou sobre as minhas costas e seu pau pulsava jateando toda o seu leitinho gostoso pra dentro do meu cú. Descansou um pouco, tirou o pau ainda pingando, inundado, e sem que eu pudesse esperar, o mais velho subiu em mim e enfiou a rua rola na gala deixada pelo irmão e começou o meu doce martírio novamente. Sua gozada não demorou para acontecer e foi intensa. Eu estava me sentindo o próprio “Piscinão de Ramos”, todo inundado de gala. O mais velho aproveitou que o irmão tinha ido ao banheiro e me tascou um delicioso beijo na boca, mas o piá nos flagrou quando retornou logo para o quarto. O mais velho sorriu meio sem graça, mas o piá não disse nada e foi dormir no outro quarto, enquanto eu tomava banho com o seu irmão mais velho. Bom, não precisa descrever mais o dia seguinte. Foi o domingo inteiro fodendo e ganhei até uns selinhos do piá, que já aceitava encostar os lábios nos meus, já que vira o seu irmão chupar a minha língua. Ficaram revezando suas rolas, ora na minha boca, ora no meu cú. No fim do domingo, o mais velho levou o seu irmão de volta para casa, que pediu que eu avisasse quando retornasse à cidade, e deu uma apertada na minha bunda piscando um olho... Malandrinho, hein... Bom, o fato é que estou com o cuzinho ardido pra caralho e ainda vou pra Bahia na segunda quinzena de agosto... Aguenta!!! O mais velho havia dito pro irmão que no próximo fim de semana iria trazer umas putinhas pra eles comerem juntos e que queria avaliar o desempenho do piá com “as minas”. O moleque ficou todo animado.
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Nome do conto:
Garoto Rural 22 - O ex-porteiro trouxe o irmão de 17 anos e os dois acabaram com o meu rabo..

Codigo do conto:
268123

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/07/2026

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