Garoto Rural 24 - Garoto cavalo, o desejo é uma ordem! Pica enterrada e o rabo que aguente...
Hoje é dia 03/08/26, uma segunda feira. Trabalhei muito na semana anterior e resisti às tentações da rapaziada querendo me comer durante o meio da semana mesmo. Eu não quis encontrar ninguém. Até o Garoto Rural me ligou querendo que eu fosse encontrá-lo em Curitiba para jantarmos no meio da semana e irmos ao mesmo motel depois, foder. Estava louco pra me comer de novo e até bateu uma punheta falando comigo ao telefone. Declinei, pois precisava recuperar o toba das últimas investidas dos dois irmãos de Guarapuava (Contos nº 22 e 23), e tinha também muito serviço no qual precisava de concentração máxima para desenvolver. O GR estaria de serviço no sábado e por isso, preferia ficar no domingo em Curitiba para dar uma descansada – ele odeia o tal de “tirar serviço”. Mas daí tudo aconteceu e passei o último final de semana maravilhosamente sendo enrabado por um moreno pauzudo, cor do pecado. O meu gostoso CC, o colega cavalo do soldadinho de chumbo (SD) – lembram dele? Pois é, ele veio ficar comigo no fim de semana e disse-me que o SD está namorando e se fartando na bocetinha da menina com aquele pau de gancho maravilhoso que ele tem. Disse também que conheceu a namorada do colega quando pegou o mesmo ônibus que eles. Ele olhou a menina e já sacou que ela tem uma cara de safada, pois ele ficou em pé no corredor do busão ao lado deles. Os dois estavam sentados no banco e começaram a conversar. Ela não tirava os olhos do “pacote” dele e ele até sentiu uma leve ereção, só para provocar mais a guria que lhe dava um sorrisinho discreto, mas que ele o sabia ler com precisão e pensava: “Ahhh safada...!”. Ele me contando isso e eu lhe dizia: “Também, bicho, você anda com essas calças justas, todo gostoso, com esse pauzão aí saliente... Até quem não aprecia, admira, uai!”, e ele ria, orgulhoso da própria gostosura. Esse moreno tem a cor de jambo, rola grande, pesada, robusta, cabeçuda e corpo maravilhoso, moldado naturalmente pela natureza, esculpido na melhor forma física masculina, todo durinho e apetitoso, onde nas suas mãos eu me desmancho todo me abrindo para ele, deixando-o entrar e me fazendo parte do seu corpo, do seu tesão, da sua lascívia que a verbaliza o tempo todo, enquanto me planta a vara, falando putarias bem pertinho do meu ouvido, me deixando louco. Eu me desmancho nas mãos desse garoto, que no momento da foda sou propriedade dele. Tem horas que a gente fode pela casa, andando pelados, com ele enterrado em mim, me acompanhando no mesmo passo aonde vou, até o pau escapar. Caminhar pela casa com aquele pau enfiado e algo surreal, pois ele é grande e não escapa fácil. Me dá tapas fortes na bunda marcando mais a sua posse de macho. A fricção da sua grossa rola massageia o meu esfíncter maravilhosamente bem, até que deposite a sua porra quentinha bem lá no meu fundo, lavando com o seu leite grosso a minha sedenta alma. Tem momentos que choro silenciosamente de tanto prazer, com as lágrimas escorrendo involuntariamente; e ele percebeu e perguntou se estava me machucando. Eu lhe respondi que chorava de alegria por ter um macho daquele me comendo e eu o sentia se arrepiar e se apossar de mim com mais tesão ainda, dizendo: “Isso!!! Chora na vara do teu macho!! Você é meu putinho do cú gostoso, que aguenta toda a minha rola!! Chora, puto!! Papai vai te fazer feliz e te encher de leite! Quer leitinho, quer??”. Caralho, eu chegava a soluçar de tesão, gozando enquanto ele continuava a meter a pica sem piedade, até gozar urrando e seu corpo virando um bloco de rocha, até afrouxar e desabar, enquanto eu o lambia inteiro, absorvendo o seu suor, a sua pica toda gozada que acabava de se desmanchar entre os meus lábios, até virar uma massa gelatinosa e macia. Ele é um macho pra ninguém botar defeito, culminando com uma linda bunda na traseira, que eu ficava o tempo inteiro passando a mão, de tão gostosa. Falava-lhe: “Cara, se você fosse veado, iria fazer sucesso com essa bela bunda gostosa”, e ele sorria, virando de frente e enchendo a mão com o seu volume, me provocando: “Não vem não, só tem isso aqui pra você, Ó!”, e balançava o tarugo meio mole meio duro, para o qual eu me ajoelhava e abocanhava sugando-o como se dali saísse toda a razão de viver, o oxigênio que eu precisava para respirar; e ele delirava de prazer. Ele ficava o tempo inteiro pelado andando pra lá e pra cá e era lindo vê-lo caminhar, pelas costas; que rebolado gostoso, com aquela bunda soberba, toda garbosa e dona de si. Eu não resistia, vira-e-mexe eu estava ajoelhado chupando, deixando a pica dele dura e o abandonava repentinamente só para deixa-lo no vácuo, com a rolona perguntando o que tinha acontecido, pra onde que ela ia agora; mas tinha horas que ele me agarrava meio à força, bem machão poderoso, se julgando com força superior à minha – e logicamente eu me deixava dominar – cuspia na cabeça do pau e me enfiava a rola, me comendo em pé mesmo, para em seguida me deixar também no vácuo, com o cuzinho ainda aberto, tipo “O”, só para se vingar. Era o dia todo assim: Ajoelhadas; chupadas; “vem cá”; pau entrando e saindo; “goza depois, nego”; “espera, tenho que preparar isso e aquilo”; moreno sentado pelado no sofá com a rola empinada, eu passava e dava uma sentadinha sobre, ouvia chupada de ar entre os dentes, gemidos; deixava-o repentinamente no vácuo sobre xingamentos de “filha da puta, continua, caralho!” e eu me afastando rindo. Adoro esse nego. Depois do GR ele é o meu preferido na região de Curitiba. Disse-me que adora andar pelado e na casa dele não consegue porque tem a mãe e as irmãs. Vejam as fotos dele no conto de número 17. O cara é gostoso demais e adora gozar fartamente. Tudo isso depois que ele me mandou mensagens, já na última sexta-feira, dizendo estar de serviço, mas que no fim de semana estaria livre e não queria ir para a casa dele, queria ficar comigo. Marcamos para eu o pegar no sábado pela manhã, já que eu teria que resolver umas coisas em Curitiba. O peguei por volta das 09:30h e fomos para a minha casa. Ele estava lindo, gostoso, com uns pernãos de dar água na boca. Dava pra perceber que estava excitado sentado no banco do carona. Já fui passando a mão e sentindo o tarugo crescer mais ainda, se contorcendo dentro da calça apertada, fazendo-o afrouxar o zíper para dar mais espaço ao baita salame maturado. Seus braços parecem mais fortes e o seu peito de pombo ficou mais evidente. A adrenalina dele, misturada ao excesso de testosterona exalava dentro da cabine da camionete, quase me embriagando de tesão. Eu dirigia com a mão esquerda, e com a direita o alisava. Ele já estava com a calça aberta me deixando sentir o tecido da sua cuequinha gostosa sobre aquele pauzão atravessado... Chegamos em casa, que já estava aquecida, pois dei o comando à distância ligando o ar condicionado. Ele já deixou a mochila no sofá e veio com tudo pra cima de mim. Me empurrou contra a parede, me beijando com muito tesão, passando as mãos na minha bunda, quase rasgando-a ao separar as duas polpas por cima da calça, puxando-me contra o seu corpo. Tiramos as roupas e me ajoelhei abocanhando aquele enorme cacete escurinho de ponta rosa-roxeada, enquanto ele esfregava os meus cabelos e jogava o tronco ligeiramente para trás, em êxtase. Babei em tudo, saco, pau, virilha, períneo e dei umas “pinceladas” de língua pelo cuzinho dele também, fazendo-o suspirar profundamente, chegando a erguer uma das pernas sobre o meu ombro, e eu ajoelhado chupando-o por baixo. Ele é muito cheiroso, puta que pariu!!! Fomos para a cama e pedi-lhe que deitasse de costas para cima, pois eu queria beijar, morder, chupar, aquela linda e rechonchuda bunda morena e me acabei fazendo isso. Meti a língua no seu cuzinho e ele se contorcia inteiro. Passeei sobre as suas costas esfregando o meu corpo e pau babava por onde passava, nela inteira. Esfreguei o meu pau no seu rego e senti, na ponta do meu cacete, o seu cuzinho piscar de tesão, mas ele deixou claro que não queria que eu o forçasse, pois tinha deixado chegar só até aí; então continuei esfregando o meu pau no seu cuzinho para ver se ele mudava de ideia. Ele dizia que era gostoso sim, mas não queria que eu introduzisse, dizendo: “Você é o único homem que deixo chegar tão perto do meu cú, mas só pode ir até aí. Nada de querer entrar, seu puto!”. Confesso que eu estava louco de tesão para comer o cara, de tão gostosa que é a sua bunda, mas me fartei em chupar aquele cú e sarrar nele até dizer chega. De repente ele se levanta e diz: “Agora vem cá, safado! Vou te meter a pica!!”, e veio... Ele ordenou que eu ficasse de quatro. Lubrificou o “bichão” e foi abrindo o meu mundo, revirando os meus olhos, fazendo-me morder os lábios e gemer alto, quase gritando: “Safado gostoso!!!”. Eu sentia a invasão do moreno a cada centímetro conquistado e as duas bandas de bunda se despediam uma da outra enquanto ele avançava, triunfante, arfante, gemendo e falando um monte de ofensas deliciosas, do tipo “putinha”, “vagabunda”, “cuzão gostoso”, e por aí vai. Depois forçou para que eu deitasse e ele jogou o seu peso de macho sobre mim, me amassando sobre o colchão como uma massa de pizza e sua virilha batendo forte na minha sofrida bundinha. Delícia! Delícia! Delícia!!! Falava-lhe: “Demora pra gozar, gato, está muito gostoso assim... Demore... aiaiai”. Eu sentia a ponta do seu pau chegar até o meio da minha barriga – essa era a sensação, de tão forte que ele socava. Eu juro, ficamos quase uma hora e meia nesse vaie vem. Quando ele sentia que ia gozar, diminuía o ritmo e o seu controle corporal era impressionante. Eu o provocava apertando o toba e ele urrava e chupava o ar entre os dentes, dizendo: “Não quero gozar ainda, caralho” ..., às vezes tirava o pau de uma vez e espremia a ponta do cacete para a “coalhada” não vir. Eu olhava-o pelo jogo de espelho dos armários e era lindo ver aquele corpo másculo montado sobre mim, me consumindo por completo, enfiando a parte mais saliente e gostosa do seu corpo até bater no anteparo, os seus colhões maciços e pesados que se estatelavam na minha bunda dizendo que o mastro dele entrou bonito em mim e estava me massageando por dentro, pronto pra soltar o seu leitinho a qualquer momento. E veio! Caralho! O tanto que esse pau pulsava na minha argola... Puta que pariu.... Transbordou (ele me disse que estava dias sem gozar). Depois que ele gozou um monte, se virou e eu virei junto, sem o pau dele sair e fiquei sobre ele, com o pau ainda enterrado em mim e acelerei a minha gozada antes que amolecesse por completo e saísse. Caralho, esguichei longe me lambuzando inteiro, enquanto urrava que nem um bezerro desmamado. Ele me abraçava fortemente por trás, me segurando e mandando eu não parar de gozar, pois o seu pau se sentia apertado com as minhas pulsações penianas. Ficamos desmaiados um tempão e sem coragem de tomar banho. Depois do banho fomos almoçar, pois eu só esquentei uma comida que estava congelada e o menino comeu como um touro. Fomos para a cama conversar, ambos peladinhos e de vez em quando rolava umas carícias, beijos, mordidinhas, mão naquilo, aquilo na mão, pegada na bunda, chupetinha de leve, risadas, cócegas, cheirinho no saco, chupada nos ovos, de repente um peido assopradinho e fedido do garoto, xingamento carinhoso: “Porcão!”; ele, “Vou dar um cagão e já volto”; eu, “Lava bem o cuzinho depois e o deixe limpinho pra mim”; resposta: “Vai se foder!” e eu: “Topo! Kkkkkk”. Éstávamos bem à vontade um com o outro. Eu perguntei-lhe: “Gato, como você se sente estando comigo assim?”. Ele: “Cara, me sinto muito bem. Você me deixa relaxado. Nunca imaginei, nem em sonhos, ficar assim com um cara, mas você é diferente. É gostoso estar grudado em você, gozar dentro de você. Você é quente, parece que o teu sangue circula muito acelerado... É como se você estivesse o tempo inteiro com febre e é gostoso sentir esse calor”. E eu continuava a provocar: “Caralho, eu não sabia que era assim, nunca ninguém me descreveu assim...”. E ele: “Olha..., eu sempre odiei veado... Quando via um cara falando que nem uma mulherzinha, eu queria socar..., quando era guri, eu cheguei a bater num menino na escola, coitado, que falava muito afrescalhado, eu era totalmente homofóbico sem saber o que era isso e hoje eu me envergonho... Mas eu era uma criança e ninguém tinha me ensinado nada sobre isso... Mas até hoje eu acho que o gay não precisa andar com uma plaquinha dizendo que é, por isso eu gosto de você. Você é um homem, pura e simplesmente, que gosto de homem no sigilo, ponto!”. Eu queria saber mais: “Fui a sua primeira experiência do tipo?”. Ele respondeu: “Com certeza! E adorei. Você é gostoso de se pegar. Admiro músculos e você tem um corpo muito legal, bem trabalhado e isso atraí a gente que é jovem. É besteira o cara dizer que não acha outro homem bonito, nem que seja intimamente”. Perguntei: “E se eu fosse gordinho?”. Ele riu e respondeu: “Eu acho que não iria rolar... A tua forma física atrai muito. A gente quer montar em você, te dominar, te enfiar a rola e não queremos que você vire uma mulher na nossa vara, queremos que você continue abrindo esse cuzinho lindo, como macho que gosta de rola, apertando com ele o nosso pau! Conversei muito com o SD e concordamos sobre isso... Agora, quando é com mulher, gostamos da maciez delas... É um negócio meio maluco isso, mas gozar nas duas formas é o objetivo. Se é homem, queremos firmeza, se é mulher, queremos delicadeza, simples assim!”. Fiquei besta com a declaração dele. Ele bocejou e resolvemos dormir peladinhos mesmo, encostados um no outro, escurecendo o quarto. Que sono gostoso. Acordamos depois de quase duas horas e lhe ofereci uma massagem. Ele adorou a ideia. Ele deitou na maca enquanto eu trazia os óleos aquecidos e ele relaxou sobre o aperto das minhas mãos, músculo a músculo, a cada dor, a cada resmungo. Pude sentir o quanto cada pedaço que o seu corpo era maravilhoso, de ótima constituição. O que era aquela bunda linda sendo apalpada pelas minhas mãos sedentas... Eu apertava tanto que quase gozava sozinho, sem encostar no pau, de tão excitado que eu estava enquanto o massageava. Ele virou de peito pra cima e apertei todas as suas dores musculares, aliviando-as. Ao final, o seu pau estava reto, empinado, brilhante e lubrificado, todo veiúdo e nervoso. Subi na maca, mirei com o cuzinho a sua rola duríssima e sentei devagarinho até ela sumir em mim e suas bolas se espalharem afastadas pelo meu peso. Aí eu cavalguei gostoso com ele arfando de prazer, até que veio o famoso: “Vou gozar!” e o “Eu também!”, e melei toda a barriga e peito dele, que já estavam lambuzados de óleo. Caralho, que gozada da porra, literalmente. Eu não conseguia descer da maca de tão sem controle que estava sobre o meu corpo. Ele ria que se acabava e teve que se contorcer todo para sairmos juntos daquela maca alta, sem cairmos. Tomamos banho juntos e já estava escurecendo. Ele queria comer pizza e eu estava com preguiça de sair, então pedimos para entregar em casa. Depois ele ficou um pouco no celular enquanto eu organizava a cozinha e fomos para o quarto conversar mais um pouco. Ele adora conversar e o acho muito inteligente e esclarecido. O sonho dele é entrar no ITA, pois adora avião, apesar de ter preferido servir o exército. Sonha em trabalhar com isso, mas nunca nem viajou de avião. Disse-me que na infância ia com os amigos, de bicicleta, até ao aeroporto que não era muito longe de sua casa, só para verem o pouso e decolagem das aeronaves. Pensei comigo que poderia lhe proporcionar isso um dia, mas guardei para mim, por enquanto, apenas brincando com ele ao dizer: “Mas você já é um avião!”. E ele sorriu lindamente me beijando os lábios. Demoramos pra pegar no sono e não queríamos mais foder. Estávamos esgotados e o pau dele estava inchado, não de duro, mas de “usado” intensivamente – sabe quando a rola fica inflamada, mesmo mole? A dele parecia que estava com inchaço doentio, como se tivesse sido picada por uma abelha. Eu a peguei e ela estava leve, macia e quente. A beijei dando-lhe boa noite e fomos dormir. Pela manhã, lá pelas 08:30h a filha da puta da rolona estava toda pontiaguda espetando o meu toba. Relaxei e a deixei entrar. Se alojou lá dentro e tinha horas que ela dormia no quentinho também, pois ele dava uns intervalos nas bombadas, ficava quietinho, com a respiração tranquila e quente. Assim ficamos até quase a hora do almoço, fodendo, mas com muita preguiça, de ladinho mesmo, enquanto ele mordia as minhas orelhas e arranhava a minha nuca com os dentes. A gozada foi preguiçosa, lenta, quase esquecida. O pau escapou e o cuzinho foi libertado da doce escravidão. Banho novamente. Depois almoço, andadas do morenaço pelado dentro de casa; pau duro/rola dentro; pau duro/rola dentro; depois veio o “Preciso ir”, depois o “Vou chamar um Uber pra você. Estou com preguiça de sair. Você me detonou, seu puto”, e eu passava a mão no próprio toba para ver se ainda estava no lugar, de tão violentado que foi. E ele: “Quer mais rola antes de eu ir? Eu topo!”. E eu: “Vai tomar no cú!”. Beijos FOTOS: Dei uma filmado rápida na foda refletida no espelho (ele não queria), na hora que estava dando de ladinho e saquei umas fotos. Adoro ver o macho me comer, pelo espelho... Vejam como ele é gostoso.
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