Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!

Amigos, voltei da Bahia e não tive tempo para escrever sobre a viagem, pois já entrei numa maratona de viagens de serviço que achei que não acabaria nunca. Às vezes me pergunto: “Para quê trabalhar tanto?”, mas o fato é que me especializei para um ramo onde a demanda é altíssima e aconselho aos pais que têm filhos ainda indecisos em que profissão seguir. Que venham para área de TI e aprendam o bendito Inglês. De resto, só tenho certeza mesmo só tenho daquilo que me dá dinheiro e que alimenta todas as minhas grandes dúvidas: De onde vim, para onde vou, o que vim fazer aqui, o ainda que estou fazendo aqui e finalmente, porque gosto tanto de rola, puta que pariu!
Foi com essas dúvidas que desembarquei no dia 21 de agosto de 2026, uma sexta-feira, no aeroporto de Salvador. Lá estava ele. Um deus afro com o seu lindo sorriso branco, me recebendo com muita alegria e em dando um abraço tão gostoso, que eu queria beijá-lo ali mesmo, na frente de todos, mas me contive. Suas roupas eram bem justas no corpo moldando todos os seus músculos e a manga da camiseta quase se rompendo nos seus fortes bíceps. Ele me deu uma “prensada” tão vibrante que senti o seu pacotaço encostar na minha virilha, já me acendendo um tesão desgraçado. Estava mais forte e quem passava e via aqueles dois homens de raças, notadamente diferentes, se abraçando com tanta afetuosidade, nem podia imaginar que aquele negão baiano mete a rola com vontade no devasso branquelo de Curitiba, – terra desprovida de Sol – como se cravasse um mourão de cerca no solo, fazendo-lhe revirar os olhos, gemer alto e quase gozar pelo cú. Já fazia 01 ano que não o via e a sua voz meio grave e sonora, carregada pelo sotaque baiano, entrou nos meus ouvidos e me deu uma descarga elétrica de cima abaixo. Ele alugou um carro de um amigo que está viajando e eu custeei também essa despesa, para que assim pudéssemos ter mais mobilidade. Entramos no carro e ele começou a dirigir enquanto eu passava-lhe a mão no delicioso pacote que se formava na justíssima calça jeans. O pau do cara respondeu na hora. Ficou enorme e ele me olhava, piscava e dizia: “Vou te comer gostoso, pois fiquei na seca só pra te esperar”. Eu me arrepiei inteiro de tanta ansiedade. Os sinaleiros pareciam brincar comigo e demoravam para abrir. Chegamos no apartamento que eu havia alugado, que por sinal era muito confortável e bem decorado, deixamos nossas malas na sala mesmo, pois ele levara a sua também para ficar integralmente comigo, e nos atracamos num beijo ofegante, desesperado, cheio de tesão e nos jogamos na cama arrancando as nossas roupas. O pau dele me espetava acintosamente, como se fosse fazer novos orifícios aonde tocasse. Estava extremamente duro, gigante, roliço, negro que nem um carvão, veiúdo e voraz. Ele me virou subitamente de costas, deu uma mordida na minha bunda que desenhou os seus dentes, deu uma baita cuspida no meu cuzinho, alisou o cacetão e senti a cabeçona ir me abrindo, me alargando, me partindo ao meio enquanto eu gemia, espremendo com as paredes internas do toba, as grossas veias do seu delicioso ferrão. Ele dizia: “Um ano sem esse cuzinho, é demais pra mim...” e carcava a rola até o fundo até eu sentir os seus ásperos pentelhos arranharem a minha bunda. O seu sotaque “baianês” carregado era música nos meus ouvidos e eu, prensado por ele com todo o seu peso sobre mim, pois ele é forte e pesado, ainda conseguia dar uma reboladinha e apertando o cú, pois sei que ele adora e urra de prazer quando faço isso. Eu podia sentir toda a dureza dos seus músculos. Virei de frango assado e ele me enterrava a sua rola até o saco bater na porta. Ele fez uma coisa que ninguém tinha feito até então, me ergueu da posição de frango assado e ficou em pé, com a rolona enterrada no meu rabo e eu ia e voltava quando ele me jogava pra frente, empurrado pelo seu tronco forte. Eu desencapava a rola dele e em seguida ela entrava todinha enquanto eu ficava pendurado no seu pescoço, sentindo toda a masculinidade dominante daquele macho pra ninguém botar defeito. Caralho, ele encheu o meu cú de porra e a rola dele escapou fazendo-me esguichar pelo toba, um monte de leite no chão. Ele estava ofegante e me colocou de volta na cama e meteu a rola de novo, pois ainda estava dura pra caralho. Aproveitei para bater uma punheta enquanto isso. Eu estava tão excitado que não conseguia gozar. Demorei na punheta e ele me escorando com a rola bem cravada, até que veio... Porra, caralho, que loucura. Fiquei tonto. Tudo rodou e despejou mais um balde de gala dentro do meu cuzinho. Gala forte, de cheiro marcante, de homem negro suado, saciado, comedor, dominante. Eu era o sinhozinho e ele o meu escravo devorador, que nessa hora sabia perfeitamente quem mandava, me fazendo gemer alto de tanto prazer no rabo. Conversamos, nos beijamos um monte, depois fui limpar o piso do quarto que estava todo esporreado e fomos tomar banho junto. Depois fomos ao mercado comprar os mantimentos para os dias que ficaríamos fodendo direto, sem sair de casa. Retornamos e ele me ajudou a fazer o jantar, pois gosta de cozinhar também. Jantamos, ficamos conversando animadamente, pois ele me faz rir muito por sua simplicidade e gentileza. Ele me ofereceu uma massagem. Vocês não têm noção de como é ficar totalmente pelado sendo besuntado e esmagado por mãos fortes, como as daquele negro. Ele também nuzão, com a rolona modo descanso, mas assim mesmo impressionante por sua robustez, apertando sem dó os meus doloridos músculos, até desmanchar os nós formados pelo meu relaxo em não ter me alongado direito ultimamente. Eu reclamava e ele dizia: “Aguente! Depois te aplico a rola e a dor passa”, e dava risadas, o filha da puta gostoso. Foi uma massagem de quase duas horas, minuciosa, músculo a músculo, dor a dor, até chegar na portinha do meu cuzinho e ficar massageando o anelzinho de couro, fazendo-me contorcer de prazer e implorar que ele me rasgasse com a sua grande rola negra. Ele me judiou e não me atendeu de pronto. Brincou, me provocou, até que eu subi sobre ele e forcei uma sentada naquele pau que foi sumindo pra dentro como se ali fosse o seu encaixe perfeito. Cavalguei sobre ele até o seu sumo se alojar dentro de mim e ele se desesperar de tanto prazer, agarrando firme as minhas ancas e forçando sobre a sua virilha para que ali não sobrasse nada de rola sem ocupar o meu espaço anal. A sua definidíssima barriga ficou toda desenhada de pingos brancos, pois também gozei fartamente. Amigos, assim foi o restante dos dez dias que iria passar em Salvador. Dormir com rola preta enterrada e acordar com rola preta enterrada. As fodas matinais eram as melhores, pois ele dormia muito bem e recuperava toda a energia gasta durante o dia. Ele me dava muita atenção. Não me deixava fazer nada. Cozinhava, arrumava a cozinha, me fazia massagens, lavava as minhas costas no banho e às vezes isso era somente um pretexto para me cravar a pica debaixo do chuveiro mesmo. Fomos para a Praia do Forte no domingo. O dia estava maravilhoso e chegou o amigo que ele iria me apresentar. Puta que pariu! Outro monumento de ébano. Um preto lindo, lindo, lindo, com o seu cabelo rastafari. Muito gostoso, e todo malhado. Não dá pra dizer qual é o mais gostoso. Estávamos numa barraca “pé-na-areia”, que oferece comida e bebidas, com mesas dispostas na areia da praia para quem consumir. Ele chegou de bermuda, camiseta jogado no ombro e chinelo, todo despojado e cheiroso. Já estávamos de sunga de banho quando ele chegou e tirou a sua bermuda revelando um corpo maravilhoso e um pacote de dar água na boca, babei e ele deu um sorrisinho maroto quando percebeu que eu não tirava os olhos do seu pau marcado na sunga. Que coxas eram aquelas... Ficou o dia conosco e eu adorava ver os dois saindo da água, com a sunga marcando os paus gigantes. Comemos e bebemos muito na praia. Fomos para o apartamento e tomamos banho juntos, eu e dois negões pelados com as suas imensas rolas abusando de mim. Nos enxugamos e fomos para a cama e aí foi massacre. Esse amigo tinha uma rola imensa, tão grande quanto a do outro. O meu nego erguia as minhas pernas para o amigo cravar e empurrar toda a sua energia máscula no meu rabo. Ele tinha me falado que a sua sensibilidade no pau era pouca e então demorava muito pra gozar. Eu adorei isso, pois o meu cuzinho se sentia massageado por aquela frequência insana de bombadas, que fazia plac-plac-plac. Os dois resolveram brincar de roleta russa comigo. Me deixaram de frango assado quase na esquina da cama, deitado de costas no colchão. Um ficava num lado, quase no canto da cama e o outro, do outro lado. Me giravam pelas pernas (erguidas) direcionando o cuzinho para o próprio pau. Naquela posição, um negro socava até o outro reclamar que era a vez dele, e aí me girava de novo e a rola do outro entrava sem dó e assim ficamos um tempão, com aqueles dois cacetes gigantes me consumindo alternadamente. O meu negro até não demorava pra gozar, mas o seu amigo que chegou depois... Puta que pariu, me regaçava, que chegava a arder o toba de tanto que ele mantinha a frequência. Ele me disse que já chegou até viajar com um gringo rico para a África do Sul, de primeira classe e ficar com ele num hotel magnífico, só para comê-lo na viagem inteira. Esse gringo mora e tem negócios na Guiana Francesa e de vez enquanto aparece e viajam juntos pelo Nordeste inteiro, com ele enfiando o pau no coroa, o tempo todo fazendo-o quase gritar de tesão (ele me mostrou a foto do cara e é até bonito, o danado).
Tenho algumas fotos aqui no final do conto, das nossas fodas, pois eles tiravam-nas um do outro me comendo, mas sempre com a preocupação de não mostrar nada que nos identificasse. Ele voltou a me comer um pouco antes de terminar as minhas férias e os dois queriam enfiar suas picas juntas no meu rabo, eu não topei, pois certamente iriam me rachar ao meio. Caralho, pensei até em mudar pra Salvador, já que posso trabalhar de qualquer lugar, pois aquele lugar é um paraíso para quem gosta de macho robusto, forte e roludo. Chegamos a ir na sauna Fox onde o conheci e vi novos rapazes por lá. Chamamos um amigo dele, um dos garotos de programa da casa, não perguntei a idade, mas imaginei uns 22 aninhos, para tomar uns drinks conosco. O rapaz era mais magro embora bem definido, não muito negro, pele um pouco mais clara que a da maioria dos garotos de lá, uns olhos bonitos, tipo de árabe, com muito cílios em volta e uma bunda maravilhosa. Que bunda era aquela... Fiquei louco pelo garoto e o contratei para irmos à suíte da sauna mesmo, para uma a três. Porra, que chupação que foi. O garoto era maravilhoso, tipo carente de olhar “pidão”, cheio de tesão e louco para “levantar” uns trocos, mas que também, adora uma rola embora se classifique como “versátil”. O pau não era tão grande, embora grossinho, mas a bunda era gostosa demais, feito à mão. O Meu negro caiu de boca no cú do moleque, dizendo que sempre quis comer a bunda do “colega de trabalho”, enquanto eu chupava o pau do bundudo. Estávamos de 69 e eu deitado na cama e ele também chupando o meu pau com muita avidez. Depois o negão foi enfiando a rola no garoto, que abraçava as minhas pernas, choramingando, como se estivesse sendo maltratado e quisesse que eu intervisse. Isso me dava mais tesão ainda, pois via por baixo a rola do negão entrar e sair naquele cú gostoso. O negão tirou a rola para que eu comesse o garoto também e eu estava com tanto tesão que gozei logo naquele cuzinho maravilhoso, enquanto o negão enchia de leite grosso, a boca do garoto. Porra, que farra gostosa. Em outra noite levamos esse mesmo garoto para o apartamento e quase matamos ele de tanto comer aquele cú gostoso. Sabe uma bunda grande, bem feita e com músculos, mas macia? Ver o meu negrão atolar aquela rola até chamar no saco, naquele garoto, era de enlouquecer. A cena não me sai da cabeça e chego a bater algumas relembrando. Pena que acabaram as férias e voltei dia 01 de setembro, mas não vou deixar mais passar tanto tempo sem voltar lá.
Depois que voltei de Salvador, me aparece na quarta-feira o meu muscolozinho (Conto nº 26), com a desculpa de fazer mais uma série de exercícios na minha academia. Ele entrou com o seu carrão e fomos para a academia, com ele me dando tapinhas na bunda. Chegando lá ele disse que queria malhar pelado. Ficamos pelados e suamos um monte. Ele estava de spotter, pelado, para mim e imaginem a cena. Aquele sacão de peplos claros e pau pendurado convergindo para a minha boca. Lá pelas tantas, só dei uma erguida na cabeça e abocanhei a rola do menino e dali não fizemos mais porra nenhuma de exercícios. Fomos terminar a foda na cama. O cara enfiou a rola, hein. Gozamos como uns touros. Ele disse que gostou muito de me comer e que vai me procurar mais vezes. Dessa vez eu mordisquei toda a bunda dele e enfiei a língua no seu cuzinho que piscava um monte fazendo-o gemer. O pau dele é bem grossinho, da cabeça mais fina e entra que é uma beleza. Ele goza muito e o interessante que não faz escândalos. Goza suavemente, suando muito e eu o fico lambendo o corpo inteiro, de tão gostosos e cheiroso que ele é.
Também no fim de semana veio o meu Garoto Rural, pois estava reclamando que eu não arrumava tempo para ele. Outro que me enfiou a rola e gozou demais. Ele se guarda quando sabe que vai me comer, só para gozar mais vezes. Dessa vez ele me comeu sem pressa, de mansinho, calmamente, curtindo cada enterrada no meu rabo, falando as putarias de sempre, chupando a minha orelha e eu fazendo o contorcionismo filha da puta para beijar a sua boca, com ele me comendo por trás. Ele ficou com ciúmes, pois sabe que viajei e que certamente dei muito o rabo por aí. Disse que a minha bunda estava mais dura e imaginei que era da insana frequência de prensadas fortes de virilhas dos machos pirocudos, que aguento. Eu não lhe conto as minhas peripécias, mas também não nego. Fico calado e rindo e ele enfia mais ainda a rola grossa para marcar o seu território, me dando tapas na bunda que chegam a estalar. Ô moleque gostoso do caralho!! Meu herdeiro, meu amor, meu filho do coração e grande comedor que me faz gozar sem pôr a mão no pau!
FOTO 1 - O tronco gostoso do meu baiano e do amigo dele.
FOTO 2 - Eu chupando o pauzão do meu baiano.
FOTO 3 - O amigo dele me enfiando a rola.
FOTO 4 - Ainda o amigo do baiano me comendo gostoso.
Foto 1 do Conto erotico: Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!

Foto 2 do Conto erotico: Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!

Foto 3 do Conto erotico: Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!

Foto 4 do Conto erotico: Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!


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Ficha do conto

Foto Perfil sussademais
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Nome do conto:
Garoto Rural 27 - Fui pra Salvador e dei pra caralho. Cada rola!!!

Codigo do conto:
271930

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/09/2026

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