Garoto Rural 19 - Guri de 21 aninhos, gostoso da rola enorme, me comeu e quase me matou.



“Liderança não se impõe, se conquista” – O Contista.
Hoje é 29/06/2026, segunda-feira e já estou na região de Curitiba. Cheguei há pouco, mas deixei redondinho o sistema da empresa que contratou a minha consultoria.
Com a diretoria avaliamos que o ex-porteiro, estudante de TI, é a pessoa mais indicada para chefiar o setor, o que o deixou muito feliz. Ele é um líder nato, pois foi conquistando a todos, sem impor nada, apenas criando métodos que foram benéficos ao sistema e à empresa. Ele me surpreendeu. Às vezes existem diamantes brutos escondidas em nossa volta e temos que garimpar para acha-los, lapidá-los e fazê-los brilhar. Ele é líder até quando me come gostoso, pois me domina sem esforços; e não o direcionei por isso, pois não misturo as coisas. Ele é bom e tem muita capacidade, ponto! E consegui mais: A empresa vai lhe pagar o restante da faculdade já que tem compensações fiscais interessantes e assim assegurar-se da permanência do profissional em seu quadro. Ele não se cabe de felicidade e insistiu tanto que na quarta-feira aceitei o convite para jantar com sua família, para a qual me apresentou como o seu chefe-amigo-benfeitor, me deixando constrangido. Ele tem um irmão de 17 anos, lindíssimo, MAS pensa num guri gostoso e exalando puberdade! Dava pra sentir o cheiro da testosterona em abundância, e fiz de conta que tenho raiva de macho perto de mim, kkkk, mas depois falei pro meu rapaz que “pegaria” o seu irmão e ele me deu umas porradas, rsrsrs, mas disse que o piá é bem pauzudo e que isso eles puxaram ao pai, que disse ser um cavalo, um sessentão de traços finos, conservando-os ainda e os remetendo a um belo rapaz de outrora, retratado fielmente pelo seu filho mais novo; enquanto o meu assistente tem o biotipo da sua bondosa mãe. Ele sabe que o irmão mais novo é pauzudo, porque o pegou batendo punheta várias vezes, e que o piá nem parava o que estava fazendo, mandando-o sair e fechar a porta do quarto para que ele continuasse se masturbando, manipulando um pau de assustar, gigante, e ele lhe perguntava: “Porra piá, esse teu pau é maior que o meu??? Caraaaalho!!!”, e ele o esticava mais ainda, rindo, apontando-o para a direção do irmão mais velho, que saia correndo do quarto, deixando-o continuar sossegado com a sua punheta. Também tem uma irmã mais velha, casada, lindamente grávida do segundo filho, que estava com o marido, um barbudinho bem gostosinho, com uma bundinha de matar, o qual apertei a mão quase com nojo para ninguém fazer leituras erradas, rsrsrs. Estavam todos lá. A gentil mãe dele preparou um jantar maravilhoso, me abraçou e beijou tanto, me agradecendo por ter encaminhado o seu filho. Serviram palhetas assadas de cordeiro, no ponto, adornadas com uns temperos que ela não conta o segredo pra ninguém, com uma massa caseira que jamais pensei em comer, de deixar o Lelis Tratoria com inveja; passei do ponto e avancei na gula, era irresistível. Jantamos cedo para assistirmos ao jogo do Brasil. Eu me divertia mais com a torcida deles do que com o próprio jogo, pois era um tal de “porco dio” pra lá e “porco dio” pra cá, que não acabava mais kkkk, além de soltarem rojões na rua até para gol que não valeu, num frio de rachar. Saímos da cidadezinha após o jogo e retornamos para Guarapuava, e a noite foi intensa – todas as noites foram, na verdade – ele estava muitíssimo feliz, falava com uma criança num parque de diversões, enquanto eu dirigia. O leite dele é inesgotável e o ânimo maior ainda, e gosta de gozar várias vezes no dia e todas as vezes produz muito esperma. Fiquei impressionado com a abundância, um leite viscoso, muito branco e de sabor e cheiro forte e saudável. Disse que, como achou um cuzinho que aguentava a sua rola nessas duas semanas, não bateu mais nenhuma e estava adorando me encher de leitinho quente. Se não tem sexo, se masturba todos os dias antes de dormir, senão os testículos ficam doloridos e não consegue dormir muito bem, tem que gozar. E as vezes bate uma na ducha da manhã e outra no banho da noite. Ao chegarmos em casa queria me pegar no colo e subir as escadas me carregando e me colocar na cama, para me enrabar logo. Declinei da ideia com medo de cairmos. Corri na frente e me joguei na cama e ele se jogou por cima e tirava minhas roupas quase as rasgando, estava muito feliz e excitadíssimo! Ficamos nús rapidamente e virei de costas para ele, que começou a enfiar sua língua no meu rabo, chupando-o que chegava a estalar, separando as polpas da bunda com as suas mãos fortes, e de vez em quando estacionava os polegares na beirada do toba para abri-lo mais e sua língua quase entrar. Depois me virou de frente para ele e agarrou o meu pau pelo tronco, deu uma boa olhada nele, estava duríssimo, acariciou os meus testículos e os beijou, os lambeu e me olhou carinhosamente, deu um sorriso e lambeu a cabeça da minha rola para em seguida abocanhá-la por completo. Chupou o meu pau com sofreguidão. Foi a primeira vez que fez isso, e eu delirava. Que boca gostosa! Depois me beijava quase me sufocando e dizia: “Eu vou te matar. Ainda vou fazer você morrer na minha vara!”. Eu respondi: “É a comidinha da mamãe... Tem um borogodó que ela coloca e deixa você assim, só pode!”. E ele ria alto enquanto eu falava: “Imagino aquele seu irmãozinho gostoso, com a rola dura vindo pra cima de mim também, depois que comer a comida da mamãe...”. Ele parou me olhando e depois abriu um sorriso maravilhoso dizendo: “Deixe-o crescer mais um pouco. Ele quer servir o exército aqui e depois eu o trago numas das vezes que você vier”. Lembrei que tem um quartel mesmo lá e respondi: “Estou brincando, veado... Largue mão...”. Ele me olhava de canto de olho e dizia: “Sei... Safado... Não sei se você vai aguentar, pois a rola dele é maior que a minha”. Me arrepiei inteiro com a ideia, pois sou safado num tanto..., kkkk. Em seguida perguntei-lhe se ele já tinha dado o cú alguma vez e ele respondeu que não, que não tinha vontade, e que o meu pau foi o primeiro que ele havia chupado, pois eu merecia isso dele. Perguntou se eu fazia questão de comê-lo, aí eu me apressei em responder: “Não!!! Eu o prefiro assim. Não quero que você sinta a obrigação de nada, você não me deve nada, querido! Não precisava me chupar e ir contra a sua natureza...”. Ele respondeu: “Mas eu adorei fazer isso! Você é gostoso, seu pau é bonito, me deu tesão e senti uma vontade de verdade; se bem que saí mais com mulheres e com elas eu meto a rola como faço com você e chupo até o útero delas, rsrsrs... E quando elas são gatas malhadinhas, durinhas, aí eu piro!”. Perguntei-lhe ainda como ele se definia sexualmente e ele só respondeu como “um cara de boa com essa porra toda”, e o que vier, ele “traça”. Disse-lhe que também não sei definir isso, mas acho maravilhosa essa posição, sem neuras, sem rótulos e tal. De repente ele falou: “Chega de conversa! Quero comer esse rabo! Você está me enrolando, seu puto!”, e colocou um travesseiro na minha lombar, lubrificou o tarugo e a porta do meu toba e foi entrando gostoso, fazendo movimentos lentos, sem pressa. Entrou tudo e eu fiquei feliz e preenchido. Ele se inclinou sobre mim e se apoiou com as mãos fechando o meu pescoço e o apertava gradualmente e afrouxava quando começava a me faltar o ar. Meu pescoço já estava marcado por essa ação dele que me causava uma pressão até no toba, pois ele falava que o seu pau se sentia mais apertado quando me estrangulava. Eu andava de blusa de gola alta e de cachecol, aproveitando que fazia muito frio, para esconder as marcas deixadas por suas mãos fortes. Quanto mais ele apertava o meu pescoço, mais ele delirava de prazer por sentir o seu pau pressionado também. Incrivelmente ele me fez gozar como o Garoto Rural fazia, sem eu pôr a mão no pau. Lambuzei toda a sua barriguinha super definida e ele nem se importou, só apertou mais o meu pescoço e eu senti que iria desmaiar e lhe dei o sinal para afrouxar. Foi aí que ele se despejou dentro de mim e eu apertei com foça o seu pescoço também fazendo-o quase morrer. Demorou deitado sobre mim, até se acalmar e virou de lado exausto, enquanto eu começava a enxergar luzes, anjos, demônios, duendes, fumaças coloridas e outras visões indecifráveis. Caímos no sono imediatamente, sem nos lavarmos. Já era tarde e precisávamos acordar cedo. Ele sempre tomava uma ducha rápida pela manhã e saía antes de mim para chegar antes no trabalho. Quando eu chegava, o cumprimentava friamente com um aperto de mão e se não tinha ninguém por perto, falava-lhe: “Bom dia, veadinho...”, e saia de fininho. Ele devolvia: “À noite você vai ver, safado!”, mas isso era só quando dava mesmo, rsrsrs. Assim foi o restante da semana e voltei hoje para Curitiba para recompor as beiradas do toba que está em frangalhos, mas já estou morrendo de saudades do meu pupilo da rola grande.
Teve foda todos os dias. Quinta feira foi mais suave após chegar da faculdade, apenas ficou sobre as minhas costas com o pau todo enfiado em mim, fazendo movimentos suaves e falando putarias no meu ouvido até gozar e me fazer gozar também. Na sexta feira ele “arrepiou”, veio com tudo, fodeu muito e pediu que eu cavalgasse sobre o seu pau que demorou pra gozar. Não estava nem aí para os jogos da copa, queria gozar somente, pois sabia que logo eu iria embora. No sábado tomamos café da manhã e ele foi buscar suas roupas para lavar em casa e eu ficava olhando-o estendê-las no varal de forma bem organizada, coisa eu não consigo fazer, e a sua indefectível cuequinha vermelha estava lá, linda e bem lavada, presa por dois prendedores de madeira. Ele me contou a história dessa cueca vermelha: Ele a ganhou de uma casadinha gostosa da faculdade que já se formou em outro curso diferente do dele, em quem ele “plantava a vara”. O marido dela tinha engordado e o pau do cara parece que tinha ficado menor ainda e não estava mais com uma boa frequência sexual, além de ter sido promovido na empresa, que o fazia viajar metade do mês pelas filiais, enquanto ela terminava o seu curso noturno. Ela estava carente, sentada num dos bancos externos da faculdade, com um vestido curto e de pernas provocantes cruzadas, fazendo-o babar instantaneamente quando passou (...imagino que passou todo garboso e gostoso, como sempre), ela o encarou e seus olhares se cruzaram. Ele sorriu pra ela e foi o suficiente. Ele não teria a última aula e ela também e começaram a conversar. Começou a chover e ela o convidou para entrarem no carro dela que tinha os vidros escuros e estava mais afastado dos demais, logo abaixo de uma árvore que fazia uma penumbra neutralizando a luminosidade das luzes dos postes. Correram para lá para não se molharem, pois a chuva estava engrossando. O carro era bom, espaçoso e confortável, ela não tirava os olhos do pacote dele, conversa vai e conversa vem, o elogiou pela bela forma física. O safado deu um sorriso daqueles que dá quando sabe que vai enfiar a pica em alguém, reclinou o banco do passageiro, enquanto o mundo desabava lá fora e folhas molhadas caiam e colavam sobre o para-brisa, suspendeu a camiseta e mostrou o tanquinho para ela, trincando-o mais ainda, deixando-o todo como se pavimentado por paralelepípedos, dizendo: “Passe a mão no tanquinho pra você ver como é firme”. Ela o fez e enlouqueceu, voando sobre o cara e meteu a mão no seu pau, que já estava endurecendo. Ele a comeu ali mesmo no carro e ela gozou que nem uma louca. Disse que ela só afastou a calcinha para o lado, levantou o vestido que era bem curto, subiu e sentou na vara dele com vontade, esfregando a boceta fortemente para frente e pra trás, que chegava a melar os seus ovos e segurava a cabeça com as mãos para não perder o juízo, repetindo: “Isso é que é homem, isso que é homem!”. Ele apenas trincava o abdômen e enrijecia o corpo para que ela encontrasse a resistência necessária para o clitóris arrastar-se por firme virilha, de rígida masculinidade e gozar à rodo com a ponta do pau dele cutucando o seu útero. Desencapou os peitos da mulher, que eram bem firmes e redondos, sem implantes, e os chupou quase arrancando os bicos que desafiavam a gravidade; e a chuva os favorecia, pois impossibilitava alguém de andar por ali por perto e ver aquela foda alucinada e o carro balançando. Disse que depois de gozar, ela tremia toda, com espasmos e que suas pernas ficaram desgovernadas por um bom tempo. O gozo do rapaz escorria da sua boceta aos montes, obrigando-a a colocar um absorvente que carregava na bolsa. Ele a fez limpar o seu pau gozado com a boca, endurecendo-o novamente enquanto ela o chupava e em seguida despejou na sua garganta mais um litro de leite, que ela bebeu lambendo os beiços. Passado esse estupor sexual, ela saiu com ele do estacionamento e o deixou na esquina para que retornasse e buscasse a sua moto que estava sob uma cobertura, pois a chuva tinha diminuído. Um pouco antes disso ela lhe contou que era casada e relatou as suas amarguras, e que já o tinha visto várias vezes passando. Na primeira vez que o viu, sentiu uma fisgada na boceta e tinha a certeza que iria ser comida por ele, ainda, antes de terminar a faculdade. Daí em diante, duas vezes por mês durante o ano passado inteiro, ele metia rola nela quando o marido viajava, ambos matando as últimas três aulas da noite. Ela o avisava amarrando uma fita vermelha no guidão da moto, no estacionamento. Não tinha o telefone dele salvo no celular, para não cometer nenhum deslize e o corno pegar, justamente porque a foto do perfil dele é muito sedutora. Ela saía no intervalo e via que a moto dele já não estava no local onde ela amarrou a fita e saia a pé do estacionamento da faculdade. Ele a esperava na outra quadra, num local combinado, já com um capacete a mais que ele carregava no baú, iam ao motel e fodiam até ela pedir arrego e chegar o horário limite pra retornar. Depois ela pegava o carro e chegava em casa no horário normal de sempre para a conversa diária por vídeo com o corno do marido, que estava no hotel, jantado, de banho tomado, de pijama e pronto pra dormir com os seus “galhos” enroscando no lençol, rsrsrs. Fico imaginando a adúltera falando pro maridinho que estava morrendo de saudades e que “a faculdade hoje estava um saco”, kkkk... Ahhh sim! Sobre a cuequinha vermelha: No dia da primeira foda, ela pediu que ele deixasse o baú da sua moto sem chavear, que ela iria deixar umas coisas para ele, além das orientações que ela escreveria para terem os devidos cuidados. No dia seguinte ela havia deixado a bendita cueca vermelha de presente para ele, pois era uma tara dela e exigia dele que no dia do encontro, ele a vestisse. Havia deixado também um casaco preto para que ela o colocasse antes de embarcar na moto e assim mudar um pouco a roupa do dia (esse casaco já ficava direto no baú da moto). Ela montava, se enganchava atrás dele que nem um polvo e ele sentia os seus seios lhe espetarem as costas, enquanto com a mão direita alisava o seu pau, deixando-o duro e quase furando as calças até chegar no motel. O resto vocês podem imaginar. Uma louca, pois nem avaliava as consequências de um possível acidente, pois mesmo de capacete poderia se machucar e como explicaria ao corno? O que uma boa pica e vontade de foder não causa na pessoa, hein... (só não fiquei com mais inveja dela, porque o tinha agora me comendo também). Disse que a bocetinha dela era bem pequena, raspadinha e rosada, mas que sumia com todo o seu cacete sem reclamar. Ele lhe chupava até o rim e depois enfiava a vara sem dó, metendo o polegar no cú dela e o soqueava junto com a rola na boceta até ela gozar de quatro. Ela ainda lhe dizia que o corno do marido não conseguia mais fazê-la gozar e que ela então fingia para ele não ficar enchendo o saco e dormir logo (Porra, aí fico pensando, porque continuar casada assim, caralho?....). O meu rapaz arrancava gritos dela, pois fazia maior escândalo quando gozava na rola dele mais de uma vez, chegando a arranhá-lo todo. Já quase no fim do ano ele foi se afastando dela, dando uns “perdidos”, pois sentiu que a coisa estava ficando perigosa, já que ela passou a querer encontra-lo mesmo com o marido ainda na cidade, sem viajar. Ele até disse para ela que se separasse do cara, então, que ele continuaria a comê-la sem compromisso, é claro! Mas ele entendeu que o marido dela era bem de grana, dava conforto para ela, pois o carrão dela era top e andava “só nos panos”, como dizia ele, além de ter-lhe pago a faculdade toda e lhe abriu um escritório logo que se formou. Quando terminou a faculdade não se viram mais, a encontrando somente numa feira da cidade, onde ela apareceu grávida com o marido ao lado. Se entreolharam rapidamente e ele se assustou, fez os cálculos e deduziu ser impossível que o filho fosse dele, pois a barriga ainda estava pequena e fazia tempo que não fodiam mais, ufa! Ele afirmou jocosamente: “O corno continuava gordo e barrigudo, mais que ela grávida” (esse piá é filha da puta, kkkkk). Ele me mostrou a foto dela, de rosto. É muito bonita e charmosa, mas tem cara de safada. Na outra foto ele a tirou só do pescoço para baixo, e ela tem um corpão, hein... Estava segurando os seios e de perna aberta na cama do motel, esperando a rola do rapaz. Realmente, muito bonita e com tudo em cima. O piá se fartava ali, enfiava tanto o cacete nela, que o saco ficava em dúvida se entrava junto ou ficava do lado de fora batendo na portinhola. O sábado continuou, a conversa estava ótima, almoçamos, demos um cochilo, puxamos ferro, fomos correr por uma hora na rua. Um pouco antes das 16h00 ele foi para o futebol com os amigos e eu fiquei trabalhando mais um pouco. Depois chegou todo suado e fedido, tomou banho e me plantou gostosamente a mesma vara que tinha entrando na boceta da casadinha, do ano passado, que deve sentir uma saudade do caralho do guri.
Queridos leitores, quero abrir um parêntese: Dizer que TUDO! MAS ABSOLUTAMENTE T-U-D-O, não é o que parece! Por isso não assumo mais compromissos com ninguém, pois quando aceitei viver uma relação, o amor já tinha virado uma conveniência para o William (Bailarino), e isso não resiste aos problemas... Muita gente vive uma conveniência e não aceitarei mais, só curtirei os momentos mesmo morrendo de saudades depois, mas tocando o foda-se sempre! Desconfiem das relações amorosas, familiares, amizades, profissionais, comerciais, contratuais, de notícias, de redes sociais, da política, DOS POLÍTICOS, dos “profetas” contemporâneos, das boas intenções, enfim, DA PRÓPRIA SOMBRA!!! Vejam o pobre do corno, achando que tem uma vida perfeita, foi promovido ganhando mais, obviamente passou a comer mais em restaurantes por suas viagens, aumentado o seu nível de estresse no trabalho fazendo da comida o seu Prozac, engordando, ficando fora de casa boa parte do mês e sua mulher perfeita lhe enfiando a “guampa” e chorando na vara enorme de outro macho. Eu, particularmente, creio que a pessoa traída tem os seus pecados todos perdoados e vai direto para o paraíso, só pode! Se o(a) traído(a) for correto(a), pois tem gente que até merece, viu... Porém, antes disso, preferiria um bom esclarecimento e decisão favorável. Ela optou pela filosofia do “lavou, tá novo!” e o agraciou com um filho, que espero sinceramente que seja dele.... (Ôoo líiiiingua!!!! Mas me conte as suas peripécias, que saberei conta-las em detalhes kkkk, até romantizo).
Domingo a nossa despedida foi surreal. Falei-lhe então da minha tara: Que ele me comesse em cima da sua moto, quando chegasse o verão, pois o acho muito sedutor montado nela, e que queria que andássemos nós dois pelados pelos campos da região, com a rola dele enfiada em mim, pulsando dentro pelos ressaltos do terreno acidentado. Ele botou as mãos no rosto, como não acreditasse no que eu acabara de dizer, mas o certo é que ainda faremos isso, podem esperar kkkk. Estávamos na suíte, com ele quase me matando, dessa vez me comendo em pé e apertando o meu pescoço por trás e enfiando a minha cabeça com força no colchão, fazendo com que a minha bunda ficasse bem inclinada para ele socar aquela imensa rola (da foto), até o fundo, fazendo-me gemer forte. Como a cama box era alta, eu me ergui e abri as pernas na beirada, sobre o colchão e o cuzinho ficou bem aberto inteiramente disponível pra ele, sem obstáculos e ele foi fundo, até encostar a sua virilha e quase me erguer pelo tronco da rola. Eu tenho uma boa flexibilidade na abertura de pernas, quase 180? deitado de barriga para baixo e assim o meu rabo ficava além da beirada da cama e o meu pau arreado também pra fora do limite do colchão, prensado na sua lateral. Ele adorou essa posição, fruto dos agachamentos que faço até queimar as pernas, alongando-as depois para promoverem essa abertura (a faço sempre para sentar gostoso no pau dos novinhos, que adoram). Nessa posição ele “mandou ver”, parecendo um gigante me enrabando e exercendo o seu domínio. Fiquei na altura certa pra ele, como se fosse um “T” invertido e eu sentia a sua rola chegar quase no meu estômago. Ele tentava enfiar mais um dedo no meu cú, junto com a sua rola que já era grossa demais. Ele conseguiu enfiar o indicador junto e contornava o seu pau como se quisesse descola-lo da minha argola já deliciosamente dilacerada. Ele me maltratava demais na foda e quanto mais ele fazia isso, mas eu gamava naquele puto. Antes disso ele me dava tapas, ordenando que eu chupasse o seu pau sem encostar nenhum dente: “Anda, puto! Chupa esse cacete até o tronco e lambe as bolas, deixa tudo babado, seu puto!!”, e me dava tapas mais fortes que chegavam a estalar, me beijando em seguida. Meu rosto estava vermelho e eu adorando tudo isso, pois foi o primeiro macho que judiava de mim assim. Eu falava para mim mesmo, o tempo inteiro: (“Não vou me apaixonar! NÃO VOU, CARALHO!!!”). Nesse momento da beirada da cama, eu gozei involuntariamente chorando de tanto prazer e ele gozou como um rei, pois cheguei à plenitude do seu domínio de macho. Nesse domingo, se eu tivesse um útero teria engravidado, pois o esperma dele era muito forte e viscoso, delicioso, e escorreu um monte no momento que o pau dele saiu de dentro de mim, trazendo consigo todos os fluídos que ele me despejou, bombeado pelo seu grosso e duro cacete, escorrendo em abundância e fazendo uma poça sobre o chão. Meu cú estava dilacerado, deliciosamente aviltado. Eu fiquei parado na mesma posição, exausto, demolido, desintegrado, chorando enquanto ele foi ao banheiro, frio, dominante, inabalável, vencedor e pegou um monte de papel e me limpou delicadamente, inclusive passando depois lenço umedecido perfumado no meu cuzinho e restante da bunda, enquanto eu tentava tirar as pernas abertas daquela posição, pois ele já tinha se servido de mim por completo, aliás, tinha “me matado” de verdade, como ele havia prometido. Matou a minha dignidade, as minhas pregas, a minha vontade de dar o cú para outro macho que não fosse ele com o seu maravilhoso corpo de quase 22 anos, que subjugou com a sua energia um homem mais forte que ele, de quase 37 anos. Agora eu entendi quando ele falou que o fortão de 42 anos virava uma franga na rola dele. Ele judiava muito do cara, me contou tudo. Enfiava a rola na sua garganta e gozava lá no fundo, fazendo o cara sufocar e expelir parte da sua porra cremosa pelas narinas, como um catarro branco. Ele disse que olhava satisfeito para aquele homem imenso, todo lambuzado por sua porra que escorria pelo nariz e boca, que lhe devolvia um olhar submisso como se ele fosse um semideus que o abençoou com a sua imensa rola. Quando comia o seu cuzão, o deixava dilacerado e ele gemia como uma puta, chegando até lhe tirar sangue do cú, uma vez. O fortão era uma “manteiga” na vara dele. Quando o cara queria rola, mandava mensagem dizendo: “Putão, quero sofrer hoje. Passa em casa”, e ele ia com tudo pra cima do grandão. Avisava quando estava chegando e ele deixava a porta apenas encostada e ficava de quatro na sala, como um cachorrinho ansioso esperando o dono na porta, apenas com uma sunguinha cavada, quase um fio dental enfiado no rabo... Um homem gigante, cheio de músculos e eu ficava imaginando a cena enquanto ele me contava. Ele abria porta e lá estava o “buldogue monster/franga” arfando com a língua de fora, esperando o rapaz tirar toda a roupa e jogar o seu pau, que nem um cãozinho, para ele abocanhar feliz. Ele enfiava sua rola e saco, tudo, na boca grande do fisiculturista, que ficou com uns beições depois que tomou até injeção pra cavalo (um absurdo, mas tem gente que faz isso mesmo). Disse que o saco do cara parecia dois bagos de uva de tão pequeno e um pau diminuto, todos afetados pelas “bombas” que tomava, mas que tinha músculos até na beirada do cú, onde gostava de ser rasgado por grandes cacetes. Ele o massacrava quase o matando de prazer, como acabara de fazer comigo.
Depois da nossa foda, o seu belo pau ainda continuava destacado, semi duro e se eu “bobeasse”, ele o cravaria em mim novamente sem dó, para buscar mais do que tinha deixado bem fundo em mim. Sim!!! Porque ele podia fazer isso quantas vezes ele quisesse que eu o receberia mesmo sentindo dores cruciantes, só para senti-lo novamente dentro do meu cuzinho totalmente dominado. ELE SABIA O QUE TINHA FEITO. Ele sabia que doravante eu era o seu escravo sexual e dessa vez ele me queimou com o seu selo de ferro em brasa, que ardeu ao chamuscar a minha carne inteira. Todo o meu corpo tremia e meus músculos pulavam involuntariamente em cada pedaço de mim e eu chegava a soluçar, era um choro compulsivo e descontrolado e ele me olhava apenas, impassível, imponente e eu lia em sua expressão: (“Eu falei que ia te matar com a minha vara, veado...”). Um homem de quase 37 anos chorando que nem uma criança por causa de uma pica que lhe reduziu a um reles e desprezível pano de chão, à pó, pois ele tinha me comido por ele e pelo seu delicioso irmão. Ele nem perguntava o que eu estava sentindo, ele sabia, era prazer e a humilhação sexual que eu sempre procurei e o encontrei sobre o seu domínio de macho. Não dá para descrever o brilho dele. Aquele corpo perfeito, sarado, totalmente uniforme, com aquela rolona imensa pendurada, entumecida, gozada, satisfeita, e ele com o suor sendo produzido pelos seus poros e escorrendo por seus músculos o resplandecia sob a luz do quarto, fazendo-me deseja-lo ainda mais. Depois de bem limpo o meu cú, ele se abaixou como se o reverenciasse e o beijou como fosse a minha boca e eu ainda estava com lágrimas nos olhos. Nunca tinha sentido prazer igual e iria ser difícil retornar para casa e ficar sem aquele viciante macho por um tempo, mas eu tinha que me recuperar e retomar a elasticidade “anelar”, a qual ele quase destruiu e a deixou como um elástico velho, muito usado. Eu consegui me posicionar na cama, agora deitado de barriga pra cima e ele subiu e ficou em pé sobre o colchão, me encarando, com um pé em cada lado do meu corpo. O seu suor pingava sobre mim, pois o quarto estava muito aquecido e ele estava ainda sob um ardente estupor. Depois se sentou na minha barriga e seu pau e saco se acomodaram no meu peito, ainda lambuzados pelo seu eterno gozo e suor. Eu lhe passei as mãos no tórax lindamente definido e acariciei o seu pau que já tinha se acalmado, apesar de ainda inchado pelo tanto que gozou ao enfiá-lo sucessivamente no meu rabo. Nesse momento vi-lhe uma lágrima escorrer pelo rosto e ele disse em inglês, chorando: “Sentirei muito a sua falta, você me completou... Não demore para retornar, por favor”. Se deitou sobre mim soluçando e eu o acalentei. Foi a nossa última foda, pois no dia seguinte sairíamos cedo, um para cada lado.
Porraaaaa! O GAROTO RURAL ME LIGOU HOJE!!!!!
Caralho... Quase desmaiei. Parei para almoçar num restaurante da estrada, no meu retorno para casa e recebi a ligação inesperada do GR: “Oi... Como você está?”, sua voz era calma e doce. Eu tremia e não conseguia responder, e ele continuou: “Dae? Fez as suas viagens? Seus cursos?”. Consegui balbuciar: “Oi querido, que saudades... Estou bem, viajando um pouco, mas apenas fazendo trabalhos externos. Eu estou retornando do interior onde fiquei duas semanas... Não fiz os cursos ainda e viagens só a trabalho... Como você está?”. Ele respondeu: “Melhor um pouco agora... Estive na sua casa ontem à tarde, antes de voltar pro quartel. Apertei a campainha e ninguém atendeu, mas ouvi o latido dos cachorros. Eu queria te ver, mas não liguei antes. A minha bisa faleceu dia 19, uma sexta-feira à noite, AVC...”. Eu levei um choque e lamentei: “Puta que pariu, cara, lamento muito... E eu não estava aí para te dar apoio... A minha diarista vai com o marido, que é meu jardineiro/piscineiro, dormir em casa quando viajo e cuidam dos cachorros para mim, por isso não tem ninguém de dia lá”. Ele respondeu e sua voz era maravilhosa; senti que ainda o amava: “Sim... Obrigado, amigo... Na verdade eu nunca te esqueci... Eu estava triste e achei que você seria a pessoa certa para conversar, você sempre soube o que me dizer...”. Porra, amigos, aí eu comecei a chorar... Que merda! Procurei o mel mais doce do mundo para juntar às palavras, mas só conseguir dizer: “Querido..., podia ter me ligado...”, e ele continuou: “Na verdade estou te ligando para te agradecer, pois o MA me contou tudo o que você fez e cada vez me convenço que o meu coração não se engana e que eu tinha me apaixonado pela pessoa certa... Mas que é possível sim eu continuar te amando como um amigo especial”. Nesse momento eu saí do restaurante, pois não tinha me servido ainda e fui para dentro do carro parado no estacionamento, eu estava soluçando. Ele continuou: “A garota do RS, que o MA te contou, veio e passamos o fim de semana num hotel não muito longe de casa. Já era tarde da noite e a gente tinha acabado de transar, quando me ligaram contando o ocorrido e voamos para casa. A vinda dela foi ótima, graças a você que orientou a todos e o sexo foi maravilhoso, completo. Pelo acontecido, não deu para irmos ao restaurante que você indicou pelo MA e queria te devolver o dinheiro, pois ele me contou que foi você que enviou”. Eu respondi já meio refeito: “Pena, lamento tudo isso, mas fico feliz por você ter curtido a vinda da garota, pelo menos isso em meio a esse triste acontecimento. E não precisa devolver nada. Compre um presente para você. Faço questão!”. Ele agradeceu e respondeu: “Façamos assim, com esse dinheiro eu quero jantar com você no mesmo restaurante e comer o mesmo prato que você indicou. Fechou? Você topa?”. Fiquei feliz e disse-lhe que era só combinarmos. Ele disse que a garota o ajudou muito durante o velório da bisavó, amparando-o. Disse também que irá me visitar juntamente com o MA, pois ele passará uma semana na casa dos pais, nas férias de julho. Eu só pedi que ligasse antes de vir, SEMPRE, pois tenho viajado muito; MAS que, na verdade, fiquei com receio de ele chegar e encontrar os seus colegas comigo kkkkk, já que virei uma perfeita “vagabunda”, que aliás, me mandaram mensagens também, no decorrer, com vontade de enfiar as suas rolas novamente.... Eu não aguento assim, geeeentchi...
Em seguida mandei uma mensagem para o MA: “Linguarudo!!!”
Ele devolveu na hora: “Linguarudo E PIROCUDO!!!”, acrescentando dois emojis, um de uma piscada de olho com a língua de fora, e outro, uma beringela roxa. Escrevi-lhe no WhatsApp: “Pô, seu veado, você tinha que falar tudo pro GR?”. Ele respondeu em áudio: “KKKK, então ele te ligou? Que legal!”. Respondi: “Ligou sim e me disse que a sua bisavó faleceu faz uma semana... Ele estava triste, mas adorei a ligação dele... Por que você não me contou, seu puto??”. Ele no áudio: “Cara, eu só soube na segunda feira à noite quando fui na casa da minha mina e ela me contou depois de saber pela sua amiga. Na terça-feira é que fui ligar pro GR, pois na noite anterior tinha um cuzinho e uma bucetinha pra comer, não necessariamente nessa mesma ordem, né...”. Dei risadas como sempre e respondi: “Você realmente é um safado”. Ele continuou contando: “Ele chorou quando falei com ele e aí que foi falar da garota que foi até Curitiba, mas não entrou em detalhes, só disse que foi ótimo. Me contou que curtiu muito a ida dela, principalmente naquele momento. Aí eu perguntei se ele já tinha te esquecido, então... Cara, a voz dele mudou na hora, ficou com uma sonoridade diferente e disse que sentia muito a sua falta, mas que reconhecia que você realmente tinha razão..., aí lhe contei tudo, pra ele saber o porquê de ter se apaixonado por você, pois você é muito maior, muito mais do que ele imagina. Ele ficou emocionado e disse que iria te ligar”.
Amigos, o meu cuzinho estava dolorido e passou a doer mais ainda pelo tanto que eu chorava, emocionado. Nem quis mais almoçar e resolvi continuar a viagem para minha casa, flutuando como se a alma fosse o lindo balão colorido vagando suavemente sob o infinito Céu azul, mas chegando a tempo para assistir ao jogo do Brasil, que alíás... Deixa pra lá. Muita grana em jogo para pouca competência.
Me estimulem a contar mais, galera, pois parar de dar o cuzinho, eu não vou!!! VOTEM E COMENTEM!! Estou adorando contar-lhes.
SOBRE AS FOTOS: A primeira é do meu assistente no banheiro, após o banho já de pau duro, pronto pra me enfiar a rola novamente; e a segunda, ele acabou de tirar o pau do meu rabo, ainda melado pela sua gozada farta. Eita cara gostoso!
Foto 1 do Conto erotico: Garoto Rural 19 - Guri de 21 aninhos, gostoso da rola enorme, me comeu e quase me matou.

Foto 2 do Conto erotico: Garoto Rural 19 - Guri de 21 aninhos, gostoso da rola enorme, me comeu e quase me matou.

Foto 3 do Conto erotico: Garoto Rural 19 - Guri de 21 aninhos, gostoso da rola enorme, me comeu e quase me matou.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Garoto Rural 19 - Guri de 21 aninhos, gostoso da rola enorme, me comeu e quase me matou.

Codigo do conto:
265671

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/06/2026

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