Garoto Rural 26 - Um muscolozinho de 23 anos me enfiou a pica e eu adorei!
Amigos, paciência, quem gosta dos meus contos é porque gosta de uma razoável leitura – sem querer ser pretencioso, por favor – mas o fato é que desenvolvo um pouco mais que a maioria dos contos que leio, novamente pedindo desculpas pela pretensão. Digo isso por que recebo muitas mensagens criticando por “enrolar” demais até chegar ao que interessa. Confesso que não gosto desse imediatismo. Quando leio um livro gosto que os cenários sejam bem claros para a minha mente imaginá-los em 3D. Entendam que eu não consigo ir direto ao ponto, tipo, “O cara apareceu, mostrou o pau como já soubesse que eu gosto, chupei e depois ele enfiou e gozou”, acabou... Negativo! A não ser que o gay ande rebolando por aí e já encontre um querendo meter no seu rabo. Não acredito que um foda casual e gostosa aconteça assim, salvo o que acabei de mencionar. Já falei sobre isso em outros contos. Não tem graça. Só acontece assim quando a gente contrata um garoto de programa, ele já arranca o pau pra fora, vai fodendo e depois pagamos, mas não tem graça nenhuma contar isso aqui. Já fiz muito, mas sempre foi vapt-vupt e cada um pro seu lado depois. Sempre haverá uma história – e não estória – de como a coisa começou, como foi o clima para acontecer, como fui administrando, criando estratégias sutis, até chegar ao objetivo final, que é sempre cair de boca na rola do gostoso e senti-la entrar e fazê-la gozar lá dentro, bem gostosinho. Digo isso porque as pessoas com quem me relacionei e ainda me relaciono, no começo de cada encontro, não deixei transparecer que eu gosto da coisa. Foi desenvolvido o ataque de maneira lenta e sutil, sem assustar o candidato a me meter a rola, sempre com muito cuidado, pensando no próximo passo, como vocês podem sentir nos contos anteriores. Só teve um que desde o primeiro momento que me conheceu, sentiu isso, foi o meu querido e saudoso, agora falecido “Bailarino” – como amei esse cara e como lamento por ele não ter ficado comigo para sempre. Agora é só uma doce recordação... Hoje é 17 de agosto, segunda-feira. Agora reparem como desenvolvi essa, pois confesso que não faço esforço nenhum para encontrar “encrenca” grande e grossa kkkk. As porras das rolas me perseguem aonde eu vou. No sábado passado fui a uma loja de suplementos onde compro Creatina. Cheguei lá, tinha um rapaz maravilhoso, encorpadinho, no mesmo setor escolhendo alguns suplementos e deu risada com o susto que levei ao constatar o preço da mesma Creatina que sempre comprei. Um absurdo! Tinha subido o preço desproporcionalmente. Ele solidariamente concordou comigo, me indicando outra marca de melhor preço que usava. Agradeci a sua indicação e começamos a desenvolver o papo ali mesmo, entre as gôndolas da loja. Ele é lindo, cabelinho entre ruivo e loiro, liso, bem cortados e penteados, de olhos ávidos castanho escuro, dentes perfeitos que valorizavam grandemente o seu sorriso largo. A sua altura era a mesma minha. Trajava moletom de um tecido mais grosso que o normal, levemente cintilante como se estivesse engomado, o deixando muito charmoso – “chique-no-úrtimo”. O agasalho era da japonesa UNIQLO. Não tem no Brasil e já comprei artigos dessa marca na Europa. Eles têm produtos ótimos para inverno! Em Curitiba essa marca faria sucesso. O rapaz é aficionado por suplementos, academia, exercícios e aparelhos. Perguntou qual eu frequentava, pois tinha me achado “Sheipado” e tal. Respondi que deixei de frequentar academias, pois passei a sentir repulsa ao ambiente comercial, com aparelhos ocupados e suados, falta de higiene etc, e a péssima visão de homens “bombados” artificialmente, nitidamente usuários de anabolizantes (saiu uma reportagem ontem no Fantástico, que falsificam até isso... É muita coragem de quem usa esse artifício desnecessário). Por isso optei por montar uma "Home Gym" voltada para treinos livres e compostos. Ele endoidou! Ficou eufórico e queria saber quais aparelhos eu havia adquirido. Fui relacionando, contando nos dedos: Gaiola de agachamento completa (Power Rack); banco reclinável/ajustável; barra olímpica e anilhas (Pesos); halteres montáveis (Dumbbells); estação de crossover de parede e mais algumas outras peças. Ele estava encantado e o seu entusiasmo me deixou excitado, além de ser lindinho e gracioso. O assunto para ele era só sobre academia, não adiantava tentar mudar o rumo da prosa; e eu alimentava instruindo: “Cara, vinte quilos de anilha e uma boa barra olímpica fazem mais pelo seu corpo do que dez máquinas caríssimas de uma academia cheia”, disse-lhe ajustando a embalagem da creatina no balcão para fazer o pagamento. Ele me seguia e queria saber mais, argumentando: “Mas, e o supino? Se você pegar pesado sozinho em casa, como faz sem um spotter pra segurar a barra se você falhar?”, perguntou curioso. Respondi-lhe: “Instalei uma Power Rack, uma gaiola de aço com travas de segurança ajustáveis. Se o peito falhar, a barra cai na trava, não em mim – aí fiz uma expressão soberba, entendedor do assunto, e continuei – Sem filas, sem esperar tirarem o celular do aparelho, e o melhor: Sem ter que limpar o suor de gente fedida que nem passa um álcool no banco depois de usar”. A sua excitação quase juvenil era evidente. Percebi que ele tinha um bom físico por debaixo daquele moletom encorpado e bem desenhado. Perguntei-lhe se ele não gostaria de ver pessoalmente, já que eu não morava muito longe daqui. Ele topou na hora e falou que iria me acompanhar no seu carro, que aliás, era um ótimo e caro carrão; e me pareceu ser membro de alguma família abastada da região. Pagamos nossas compras e saí com ele me seguindo. Entramos na casa com ele me perguntando se eu era casado, morava com alguém. Respondi-lhe que era solteiríssimo e morava sozinho. “Mas nesse casarão?”, impressionou-se. “Sim, uai, gosto de espaço e sou meio recluso..., mas venha conhecer a minha academia”, e saí na frente dele arrancando a jaqueta e ficando somente de camiseta, já que a casa estava aquecida. Eu podia sentir o seu olhar sobre as minhas costas, pois, diga-se de passagem, elas são gostosas pra caralho e a minha calça do agasalho era de um tecido tipo lycra daquelas moles, que “escorrem” pelas pernas, deixando-me com uma bundinha... Hummmm.... Eu podia sentir ele vindo atrás sem tirar os olhos dela. Ele entrou no ambiente de ginástica da minha casa e babou. Estava tudo bem arrumado, limpinho, com toalhinhas dobradas prontas para serem usadas, pois sou muito caprichoso nessas coisas, para não dizer, EXTREMAMENTE FRESCO! Ele parecia uma criança num parque de diversões. Aí eu o provoquei: “Vamos malhar? Vou passar uma sequência ótima pra você fazer”, e já fui arreando a calça do agasalho, ficando com uma bermuda fina que estava por baixo, que uso exatamente para malhar. Ele lamentou estar só de camiseta e cueca por baixo do moletom. Era justamente o que eu queria e joguei: “Puta que pariu, amigo! Você está na minha casa e preocupado com isso?? Nada a ver, malhe de cuecas, oras bolas, pois geralmente malho peladão, rsrsrs”, disse isso e já fui arrumando o supino reto, de costas para ele, torcendo que aceitasse a minha sugestão, tecendo mais comentários: "Eu não perco tempo me esticando estático antes de pegar peso. Faço uma mobilidade leve pra soltar as articulações do ombro e vou direto pro supino reto na gaiola. Mas começo só com a barra pura. Aqueço o movimento, jogo o sangue pra musculatura e só depois coloco as anilhas pesadas. Se você já entra no banco colocando 50 kg de cada lado a frio, a lesão vem rápida, portanto, vamos devagar aqui, meu jovem". Nesse momento eu ouvi suas roupas serem jogadas no divã ao lado dele. Me virei já preparado mentalmente para disfarçar ao máximo diante da visão que teria. Dito e feito! Um monumento na minha frente, de meias brancas, camiseta cinza claro e uma cueca branca cavada da Calvin Klein, absolutamente perfeita nele. Meu coração disparou. O cara é lindo de morrer. Que “corpitcho” maravilhoso, todo harmônico para um jovem de 23 anos, coxas bem torneadas e sob a medida da gostosura. Tentei não olhar para o seu pacote, mas não teve jeito. Foi de relance e a minha mente sacana já o “fotografou instantaneamente”. Ele deitou de costas no banco reto enquanto eu ajustava o aparelho para ele começar pegando leve. Disse que iria desativar o Power Rack para ficar de spotter atrás da sua cabeça, pois eu precisava fazer uma manutenção no dispositivo que não estava muito confiável (mentirinha – estratégia é tudo – eu já estava imaginado ele depois, de spotter para mim e tendo a visão daquele pacote naquela cuequinha branca, acima dos meus olhos, kkkk). Por enquanto, a visão que eu tinha de cima, com as minhas pernas quase ladeando o seu rosto, era magnífica. Ele havia tirado a camiseta e ficado somente de cuecas. Tinha um tanquinho perfeitamente definido e sua virilha era firme, com os cabelinhos ralos e clarinhos começando a se encaminhar, do umbigo para o cós da cuequinha, indicando o delicioso caminho da felicidade. Mais à frente estava o Pico da Bandeira, elegante, maciço, viçoso, protuberante, com um charutinho lindo atravessado, assentado sobre as suas batatas; tudo isso harmonicamente empacotado. Que delícia! Eu não conseguia desviar os olhos e aumentava os pesos aos poucos, ajudando-o para evitar que ele se machucasse. Ele soltava o ar de forma muito gostosa e disciplinada. Testamos os demais aparelhos e ele estava muito suado obrigando-me a reduzir um pouco o calor gerado pelo ar condicionado. Sua cuequinha ficou quase ensopada e desenhava a sua bela bunda firme, com o tecido já quase transparente. O garoto era o exagero da gostosura, como vocês podem ver nas fotos. Carne boa, bem alimentada, pele macia, clarinha, sem verrugas ou tatuagens, apenas com umas sardas pequenas pelo corpo, que o deixavam mais apetitoso ainda. Ele tem o cheiro de gente rica e bem alimentada. Usava as minhas tolhas para enxugar o suor e eu imaginava que nunca mais as lavaria, pois ele tinha um cheiro maravilhoso. Até aí estava tudo indo bem e eu estava conformado que depois que ele fosse embora, bateria uma punheta bem gostosa em sua homenagem, imaginando o tamanho do seu pau duro... Que vontade pegar naquele pacote, puta que pariu!!! Chegou a minha vez de deitar no banco reto. Eu tinha tirado minha camiseta ficando apenas de calção. Ele se posicionou atrás da minha cabeça e comecei a minha sequência com ele de prontidão. Não dá para descrever a monstruosidade daquele pacote pelo meu ângulo de visão, deitado logo abaixo... Não dá! Eu não estava me concentrando, a minha respiração estava anormal, não conseguia fazer os exercícios direito, mas insistia só para ficar naquela posição, tendo aquela visão deliciosa. Completamos a minha série e ele anotou tudo no celular. Como ele estava muito suado, sugeri O QUÊ MESMO????? Vamos ver se vocês, meus queridos leitores, advinham: Que tomasse um banho no meu banheiro, LÓGICO! Ele topou! Eu o encaminhei para o meu quarto e o andar dele era elegante, “andar de menino rico” – pensei. Era um andar soberbo, quase rebolando de tão gostoso. Pedi-lhe com a maior naturalidade do mundo, que me desse a sua cueca para colocar na máquina e em seguida na secadora. Iria ficar pronta rapidinho (mentirinha também, a minha demora um pouquinho kkkkk). Foi aí que quase desmaiei. Ele a tirou, me entregou e o seu lindo charuto sofreu a ação da gravidade, deitando sobre o saco, de pelos claros. Entreguei-lhe a toalha e sai tremendo com a sua cueca para a lavanderia. Logicamente a cheirei pra caralho e a enfiei toda na boca dando uma “mastigada” gostosa, antes de colocá-la na máquina de lavar. Voltei para o quarto e a porta do banheiro estava fechada, imaginei que ele fosse dar uma “cagadona” antes – gente rica também caga, viu..., e fedido pra caralho! Ainda bem que o meu banheiro tem boa ventilação, mas mesmo assim, pude sentir a efeito da “bagaça”. Fiquei na cama assistindo noticiário e ele saiu com a toalha enrolada na cintura, passando as mãos timidamente nas coxas, sobre a toalha, como quem diz “o que faço agora?”. Eu sugeri que ele deitasse na cama para descansar um pouco enquanto eu tomaria o meu banho e depois comeríamos alguma coisa na cozinha. Ele agradeceu e perguntou se podia ficar de toalha mesmo, enquanto sua cueca era lavada. Respondi: “Claro, meu amigo! Pode até ficar peladão se quiser... Aqui não tem neura!... Perái que vou colocar um canal bacana pra você ficar assistindo”, e já acionei um daqueles que tem umas branquinhas sendo enrabadas por negões. Ele adorou e se soltou na “camona” enquanto eu me dirigia ao chuveiro. Fechei a porta também para não ficar muito escancarada, mas o cheiro do “barro” do garoto ainda estava se dissipando kkk – quase acabei o tudo de bom ar; e apressei o banho. Estava louco pra voltar e dar uma provocada no rapaz. Sai despretensiosamente me enxugando, pelado, como se estivesse na academia mesmo e notei que ele me olhou de relance, com uma certa admiração, dizendo: “Cara, você moldou bem o teu corpo. Vou demorar pra chegar lá, hein...”. E eu me enxugando ainda e deixando o pau aparecer de vez em quando, mostrando naturalidade como acontece nos chuveiros das academias, de frente para ele que estava ainda deitado na cama com a mão esquerda tentando abaixar o volume do pau que estava meio duro por estar assistindo os vídeos de sacanagem. Respondi: “Que nada, você está muito bem pra sua idade. Você é muito jovem ainda e não pode exagerar para não ficar monstro e desproporcional para quando tiver na minha idade”. Ele quis saber e respondi: “Vou fazer 38 agora em agosto”. Ele: “Porra cara! Não aparenta. Parece mais jovem... Tem mais algum segredo?”. Respondi que era a alimentação e treinos todos os dias e que não ficava tomando essas porcarias de suplementos. Apenas Creatina e muita fruta. Depois sugeri que ele ficasse em pé sobre o colchão para eu lhe fazer uma avaliação. Ele levantou, meio relutante, pois estava com o pau duro e ordenei-lhe que tirasse a toalha, queria analisa-lo sem roupas. Ele respondeu meio acanhado com um sorriso amarelo: “Mas estou de pau meio duro por causa do vídeo...”. Bom, minha gente, aí, eu, né..., bem filhadaputa que sou, né..., respondi-lhe bem professoral: “Foda-se! Todo homem tem um pau que fica duro, e depois nem deve ser algo tão assustador assim, kkk”, e caí na gargalhada, deixando-o mais à vontade e a bendita toalha caiu e eu tive a visão mais linda do mundo. Um corpo perfeito e um pau bem encorpado, reto, com veias azuis, já meia bomba pelo susto, kkkk, mostrando a sua harmonia e elegância. Engoli seco e pedi que ele ficasse em pé mais perto da beirada da cama. Ele veio, peladinho, para o meu deleite e fui analisando, passando a ponta do dedo indicador aqui, ali, nas coxas, relatando o que precisava ser feito para desenvolver essa linha, aquele músculo e ele se arrepiava com o meu toque. O rapaz é “trincado” e tem aquela forma de “V” convergindo para a virilha toda a sua beleza máscula. O peitoral proeminente acaba de forma abrupta onde se inicia o “pedregulho” abdominal, como placas tectônicas que se espraiam na deliciosa linha de Adonis, a qual ancora o seu belo conjunto de taco e bolas, valorizando a sua fina cintura. Imediatamente os troncos de coxas se abrem absurdamente, com uma postura de base larga natural: Quando o volume muscular altera levemente a projeção do fêmur e a linha de cintura, fazendo com que o delicioso rapaz pareça estar sempre em uma base firme e aberta. Eu estava encantado com aquela visão, pois sabia que grande parte daquela forma já veio de sua boa genética. Eu lhe dizia que me considerasse como um médico fazendo-lhe um exame minucioso. E continuei com ele ficando mais à vontade e me fazendo perguntas sobre o que acabara de instruir, aqui e ali, “vire de costas”, “... panturrilha está ótima. Você corre?”, respondeu que sim. A sua linda bunda estava quase na minha cara. Eu queria abri-la e enfiar a língua naquele rico cuzinho, mas me contive. “Vire de frente”. O seu pau já tinha voltado ao tamanho normal, pois estávamos agora numa “consulta médica”, onde o “médico” esquecera de colocar a roupa depois de sair do banheiro, kkkk. Porra! O pau dele estava pouco acima da altura da minha boca. Era só eu dar uma erguida nos pés e abocanha-lo. Criei coragem, fui pro tudo ou nada. Depois da análise corporal minuciosa e completa, passei a mão levemente no pau dele, balançando-o um pouco e dizendo em tom de brincadeira: “Agora isso aqui está perfeito! Não precisa fazer nada para melhorar! Ele é lindo...”, e o encarei olhando para cima, vendo um deus grego com os braços na cintura, me analisando com um sorrisinho maroto. Demorou preciosos segundos, enquanto o meu coração queria sair pela boca, começando a me arrepender da provocação. Antes que eu me afastasse e fosse vestir algo, ele perguntou: “Você gosta, né?”, e seus olhos estavam semicerrados, como quem diz, “Ahhhh seu puto...!”. Soltei um grande suspiro e respondi: “Demais! Adoro! Mas somente com pessoas especiais...”. Ele perguntou ainda na mesma posição de deus, com os braços fortes ancorados na cintura: “Posso ser especial para você?”, e nesse momento o seu sorriso era extremamente doce e sua testa estava franzida com o senho levemente angustiado. Não respondi. Estava emocionado demais e sem acreditar que esse rapaz maravilhoso estava preste a ser meu. Cheguei mais perto de sua adorável virilha e blôlo-blow! Engoli o seu pau, sentindo-o crescer em minha boca, enquanto ele assanhava os meus cabelos gemendo forte e soltando: “Uhhh! Delícia!”. Pronto, o que eu achava que não aconteceria, aconteceu! O pau dele é lindo, grossinho e calculei uns 20 cm, sem exagerar. Harmoniosamente erguido para cima, reta, com uma cabeça roseada e bem saudável, representando a sua jovial virilidade. Chupei até me fartar com ele respirando fundo e gemendo baixinho. Depois deitamos juntos na cama e encostei o meu rosto ao dele para ver qual era o lance do beijo. Não deu outra, grudou na minha boca e sua língua “brigou” com a minha, trocando saliva. Era um beijo ardente, gostoso, enquanto eu passava as mãos pela sua bunda dura e gostosa. Ele me abraçava forte e enfiava a ponta do dedo no meu cú, fazendo movimentos curtos ali na portinha, me excitando, deixando-me louco como uma gazela no cio. Virei de costas para ele e disse-lhe para usar e abusar. Cara, ele se esbaldou. Chupou a minha costa inteira e eu sentia o seu pau roçar no meu rego. Eu a rebitava mais ainda provocando a cabeça da rola que estava muito perto da entrada. Até que a senti avançar, forçando um pouco e relaxei completamente para que ela se alojasse, após ele dar uma generosa cuspida na porta do meu ávido cuzinho. Foi maravilhoso. Entrou macio enquanto ele gemia como uma criança. Suas bombadas eram calmas, não era um garoto afoito como os meus “potrinhos do campo” que já chegam riscando a faca no chão, soltando faíscas. Esse era um puro sangue, de raça, pelagem macia e bem escovada, crina bem aparada, educadíssimo, sofisticado, elegante. Creio que a fase de “beliscar azulejo” já lhe tenha passado e apenas curtia suavemente a foda naquele momento, fazendo movimentos cadenciados e dando uma reboladinha sobre a minha bunda, quando pau estava todo enterrado. Sentia o seu saco prensar na portinha do meu cú. Que delícia de machinho gostoso! Suas coxas firmes marcavam a presença nos movimentos e lhe davam firmeza para enterrar o pau. Ele não falava putarias no meu ouvido, como os meus safadinhos. Eu só o ouvia gemer baixinho, soltando o ar calmamente e concentrando todos os seus músculos para o pau que estava dentro do meu rabo, firme e determinado. Imaginei que esse rapaz podia comer quem ele quisesse, na hora que ele quisesse, pois ninguém iria negar-lhe agasalhar o seu belo cacete, gratuitamente! Ele quis mudar de posição e então fiquei de frango assado enquanto ele me enrabava livremente. Nessa posição, como vocês sabem, eu gozo logo, que nem um louco. Ele acelerou e me doou os seus fluídos que se alojaram dentro de mim, sem a preocupação de que eu lhe enfiasse um filho e lhe desse o golpe da barriga. Eu acelerei a punheta que vinha batendo de leve, enquanto ele socava a rola. Gozamos juntos e eu fiz o maior escândalo, enquanto ele apenas arfava e contraia o rosto numa expressão de prazer e dor, soltando um lindo sorriso em seguida, lavado pelo suor que escorria em abundância pelo seu belo rosto. Ele tentava voltar a respirar normalmente, enquanto eu sentia a minha gozada começar a escorrer lateralmente do meu peito e barriga, para o lençol. Perguntei se ele poderia ir no banheiro pegar um pouco de papel para eu me limpar e ele correu trazendo quase que o rolo inteiro, com aquele pauzão meia bomba, de quem acabara de dar uma gostosa gozada; e para a minha felicidade, dentro do meu cuzinho. Ele se limpou também e deitou ao meu lado dizendo: “Cara, que doideira! Nunca imaginei...”. Perguntei: “Primeira vez com um cara?”. Ele: “Não! Já saí com um colega há quatro anos atrás. Bebemos muito e ele praticamente me seduziu, se aproveitou, mas eu gostei e repeti algumas vezes com ele. Ele tem uma bundinha gostosa, como a sua... Só que arrumei namorada e ele também e não nos vimos mais”. E eu: “E hoje? Você tem namorada?”. Ele respondeu que sim e que ela mora em Curitiba, mas não transam muito, pois ela cursa medicina e é muito “cdf”. Em seguida conversamos mais e ele queria saber tudo sobre mim, trabalho, família, amor etc. Contei-lhe tudo, pois ele era um bom ouvinte e sempre deliciosamente curioso. Falei até do meu grande amor, William, que se suicidara recentemente. Ele se comoveu e me abraçou. Ele cursa engenharia e tenho a consciência que aquele momento foi apenas uma deliciosa aventura e que talvez nem venha a se repetir. Assim mesmo o deixei à vontade para aparecer e usar a minha academia quando quisesse. Emprestei-lhe roupão, almoçamos, sua cueca secou, ele a vestiu, me deu um beijo gostosa na boca, apertou a minha bunda finalizando com um tapinha e prometeu voltar. Só lhe pedi que me ligasse antes, pois eu poderia estar com visitas. Tchau! O reluzente carrão saiu com um ronco soberbo, Vrown-Vrown!!!..., queimando dólares! Amigos, vou pra Salvador na semana que vem. Vou ficar lá 10 dias. Chega desse frio do caralho! Vou estar fodendo muito e escreverei só na volta, contando as peripécias. Já avisei o negão de lá e ele me disse que irá apresentar um amigo ótimo para uma a três... Ele faz parte de um grupo de danças na cidade e me disse que tem cada negão lá, até maior que ele. Puta que pariu! Já aluguei um apartamento pelo Airbnb e ele vai ficar integralmente comigo. Estou com o cuzinho já piscando. FOTO 1 - Tirei fortuitamente enquanto ele descansava numa espécie de divã na academia FOTO2 – Ele bateu a foto da rola entrando no meu toba FOTO 3 – Tirando a rola após a gozada
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