Garoto Rural 21 - Dois moleques de 18 anos cada, com suas picas imensas enfiadas no meu rabo.
São apenas três dimensões. Nelas amamos e sofremos sob anjos e demônios, de dimensões desconhecidas. E para piorar tem o tempo... “La vie est belle”? – O Contista Hoje é dia 13/07/26, segunda feira. Estou acabado, com o cuzinho ainda em chamas. Toquei o foda-se nesse fim de semana que passou. O MA veio passar duas semanas de suas férias da faculdade com os pais, e como trabalha também na empresa do padrinho, retorna no próximo domingo para o RS. Veio ele é o GR sábado no fim de tarde para jantarmos e dormirem em casa, retornando após o almoço de domingo. Não queiram saber o que aprontamos. Bebemos muiiiiiito e fodeeeemos demais da conta. Morri! Eles se fartaram e fiz-lhe todos os gostos. Como gostam de foder, esses meninos, valha-me... Só não deixei enfiarem duas rolas ao mesmo tempo no toba, e nem as bolas, porque não entrariam mesmo; mas de resto, podem imaginar, que aconteceu de fato! Eles vieram animados. Tinham jogado futebol com os velhos amigos e chegaram suados, com suas mochilas e bicicletas, como quando nos conhecemos. O MA veio de carro do RS – o carro tinha sido do filho do seu padrinho e fica com ele agora (Conto nº 5) – mas preferiu se deslocar de bicicletas nas redondezas com o amigo, para relembrar os velhos tempos. Tomaram banho no meu banheiro, pra variar, fazendo a maior algazarra, cantando músicas sertanejas aos berros, tão desafinados que chegava a doer os ouvidos: “Nesta longa estrada da vida Vou correndo e não posso parar-ááááá... Depois entrou “Galopeira”, e aí foi de matar... Por aí vai, horrível, kkkk, ou seja, quinta série, pura e simplesmente. Como eles ficam felizes juntos. Ficaram bem cheirosos e já apareceram na cozinha somente de roupão. Começamos a beber e a beliscar as carninhas recém assadas e as asinhas de frango, as quais eu refogava e abafava após assadas, numa panela com molho de gengibre (uma delícia). Conversa vai e começaram a falar de copa e a choramingar por termos perdido e tal. Já fui na goela dos dois, dizendo: “Pópará!!! Que isso sirva de lição para vocês que são jovens ainda e que vão ter um belo futuro profissional, portanto, sejam COMPETENTES! Aquela turma lá não entregou o serviço pelo qual tanto ganham, ganham muito e foram ineficientes; e vá nós o sermos na nossa vida profissional, para ver o que acontece...”, virei as carnes com um garfo comprido de churrasqueiro, para não passarem do ponto, com os dois me olhando apreensivos, pois sabiam que eu dava bronca pra valer, embora depois eles se “vingariam” com as suas rolas enfiando-as com raiva no meu rabo, e continuei: “A coisa já começa errada quando nós temos mais de 200 milhões de técnicos de futebol, onde deveríamos estar exportando essa mão de obra, imponto o ritmo do nosso futebol ao mundo, mas não! O que aconteceu??? Importamos um... O País do futebol não tem mais técnico, é o fim do mundo!”, dramatizei um pouco com o garfão de churrasqueiro ziguezagueando e espetando o ar, como reforço material da minha teoria. Tomei mais uns goles da caipirinha que o GR fez e continuei: “Vocês me acham bem sucedido na profissão, né? – balançaram a cabeça positivamente, de olho no garfão do churrasqueiro que ia pra lá e pra cá e apontava para eles – Mas estou sempre estudando, me atualizando, me aperfeiçoando, procurando entender melhor o que faço, aprimorando, querendo ficar realmente melhor, SER O MELHOR, porque quero fazer jus ao dinheiro que me pagam. Quero entregar um serviço de qualidade... E é assim na vida, na profissão, ATÉ NA PORRA DO FUTEBOL TAMBÉM, CARALHO! A palavra é COMPROMETIMENTO, sacou?”, e nessas alturas eu estava falando meio puto. Se entreolharam, concordaram e o GR já veio pra cima de mim e me deu uma encoxada na frente da churrasqueira com um beijo gostoso, para me acalmar, pois sabem que sou “facin-facin” e chega o MA, me agarra também assim que o GR me solta, como quem diz: (“Te acalma, veado! Já chega de lição por hoje, apronta essa comida que queremos comer o teu cuzinho, também!”). O MA está lindo, um baita macho gostoso e percebe-se que ele se soltou mais com a saída da casa dos pais, ficou mais moleque, mesmo tendo que morar com os seus padrinhos no RS, mas que lhe dão bastante liberdade e o tratam como o filho que partiu dessa vida ainda jovem. Ele me abraçou e me deu um longo beijo, agarrando com as duas mãos a minha bunda e quase enfiou o dedo todo no meu rabo, com o tecido da bermuda junto. Já estavam ficando de paus duros. Comemos e bebemos bem, mas eles queriam foder e começaram a me agarrar na churrasqueira mesmo, aproveitando que ali estava mais quentinho. Um me atacava pela frente, me beijando e o outro ia pelas costas tirando a minha camisa e arreando a minha bermuda, pois eu estava sem cuecas e eles já abrindo os roupões com os paus em ângulos positivos. Não queriam deixar passar a digestão. Queriam, por que queriam, FODER! De repente estávamos os três sem roupas e ficamos ali mesmo. Pediram pra eu sentar pelado invertido na banqueta, de frente para o encosto dela e com a bundinha bem arrebitada um pouco pra fora do assento. Caralho... O MA se abaixou e meteu a língua no meu cú fazendo-me revirar os olhos, enquanto o GR me beijava a boca e eu pegando no seu pau saboroso. Depois o MA se levantou, passou saliva no meu toba e foi enfiando aquela rola linda, a qual eu estava morrendo de saudades. Eu gemia e o GR falava, me olhando com muito carinho: “Deixa a rola dele entrar, deixa. Ele é meu melhor amigo e você é só nosso hoje. Vamos te fazer feliz, bb”, aí é que eu gemia mesmo! Eles são maravilhosos. Naquela posição da banqueta eu sentia os pelos da virilha do MA encostarem na porta do meu cuzinho. Não sobrava nada! Ele ainda pedia para apertar com o cuzinho o pau dele e eu quase o “estrangulava” com ele urrando de prazer. Depois de bombar um tempão, ele tirou a rola e o GR entrou do jeito que só ele sabe fazer. Eu gemia mais alto ainda, pois a sensação daquela rola entrando é surreal. As “lombadinhas anelares” marcam presença e o borogodó é diferente, fora o fato de que sua rola provoca um alargamento maior ainda. Bombou gostoso enquanto o MA chupava a minha língua num beijo maravilhoso. Resolvemos ir para a cama, com o MA pegando e dando tapinhas na minha bunda. Na cama, o MA ergueu as minhas costas deixando a minha bunda bem elevada, para o GR enfiar a rola em pé no colchão, segurando no ar as minhas pernas. Eu só estava com a parte de trás da cabeça, o pescoço e os braços apoiados na cama, o resto estava tudo erguido recebendo as enterradas do GR que esmagava o seu saco na porta do meu cú. Debaixo eu olhava aqueles dois monumentos em pé acima de mim e a rola do MA era maravilhosa vista de baixo. Os dois meninos nem se falavam durante a foda, mas se entendiam muito bem ao menor sinal para mudarem de posição e continuarem me comendo. A sintonia deles era perfeita. Depois deitei meio de lado, quase de costas, com uma perna esticada e a outra recolhida para o lado e veio o MA enfiar a sua rola até o saco, que raspava na minha perna esticada, enquanto eu chupava o pau do GR. Estávamos alterados pelas bebidas, mas não bêbados, curtindo muito aquela foda, matando mesmo as saudades. As bombadas do MA eram firmes e aquele sacão esfregando os pelos na minha perna estavam me deixando louco, além da sua rola me dar uma sensação de “massageamento anal daqueles...”. Ele gemia alto e forte e eu segurava um dos seus braços, que se apoiavam na minha bunda enquanto carcava a rola e sentia a firmeza de seus jovens músculos ressaltarem. Ele mordia os lábios, suava e gemia forte, repetindo, quase rosnando: “Ah! Que saudade desse cuzinho, saudade desse cuzinho!”. O GR limpava o suor da sua testa com parte do lençol e esse cuidado de um com outro me dava mais tesão ainda, pois era assim mesmo, um pingava gel no pau do outro, um abria o meu toba passando gel pro outro entrar, um enxugava o suor do outro, enfim, eram dois maravilhosos amigos que se divertiam juntos até na foda, fosse comendo mulheres ou comendo o meu cuzinho feliz. O MA segurou para gozar e tirou o pau dizendo que queria que o amigo gozasse antes dele. O GR veio e colocou um travesseiro na minha lombar enquanto o MA ficava ao meu lado, me acariciando e me beijando a boca, perguntando se eu estava gostando de ter os dois amigos assim, juntos novamente. Eu não conseguia responder de tanto que o GR me rasgava com a sua rola grossa, bem fundo. Só assentia com a cabeça, revirando os olhos e gemendo. Falei que ia gozar (sem mexer no pau) e o GR ficou de joelhos continuando a me bombar o seu grosso cacete enquanto o MA batia palmas para a minha gozada, que espirrou que nem um chafariz descontrolado. Pedi que o GR não parasse enquanto o MA foi buscar papel para limpar a minha barriga e o peito do GR, para onde voaram algumas gotas do meu gozo. Achei muito legal o MA nos limpar em meio aos movimentos sensuais e cadenciados do amigo, pegar o meu pau, dar uma espremida da base à ponta e passar papel na cabeça da rola, para limpá-lo, enquanto o GR continuava no mesmo ritmo pra frente e pra trás, mandando ver. Para mim foi inusitado, mas pareceu perfeitamente normal para os dois, afinal éramos três amantes que estavam curtindo muito aquela noite. De repente o urro e o “vou gozar, caralho!”. E o MA abraçou forte o GR, beijando o seu rosto e passando-lhe a mão na sua nuca, dizendo: “Goza amigão, goza tudo o que você tem direito. Você merece!”, e o GR urrava mais ainda retribuindo o abraço do amigo, todo arrepiado e quase chorando. Parecia que iam fundir os seus corpos naquele abraço fraternal. Eu embaixo, na horizontal, recebendo toda a gala que ele expelia forte dentro do meu cuzinho. Que cena linda, eu queria chorar... Os dois amigos abraçados, unidos pelos seus troncos suados, agora de rapazes fortes, enquanto a respiração do GR estava em modo de quase morte. Ele esperou os batimentos cardíacos se acalmarem, enquanto o seu pau amolecia vagarosamente até escapar do meu toba encharcado de leite. O MA passava-lhe carinhosamente as mãos nos cabelos, agora bem aparado pelos padrões militares e assoprava-lhe um pouco com a boca para que assim abrandasse o seu calor. Que amor fraternal maravilhoso. Amo esses dois amigos. Nem irmãos se dão tão bem assim e têm essa cumplicidade. Eu quis me levantar para ir ao banheiro e o MA me segurou dizendo que enfiaria a sua rola sobre a gala do amigo mesmo. Ele queria curtir isso e mandou ver. Entrou que foi uma beleza e disse que ficou mais gostoso assim, apesar de cheiro forte de porra “pisada”, tanto é que não demorou a gozar. Aí fiquei inundado de vez. Despejaram tanto leite que chegou a escorrer um pouco sobre o lençol. Quando o MA gozou, o GR ficou dando-lhe tapas na bunda dizendo: “Goza vagabundo! Mete essa rola, safado!”, aí ele tirou a rola rapidamente e partiu pra cima do GR, com ela ainda esguichando e pingando esperma. O GR saiu correndo, dando gargalhadas. Que farra desses dois moleques. Fomos os três pro banheiro e lá estava eu novamente borbulhando a porra dos meninos pelo toba enquanto eles se divertiam da minha situação. Eles tomando banho juntos e eu sentado no vaso expelindo todo o leite deles e mandando o dedo do meio, em riste, para eles, que respondiam: “Você não queria vara? Agora aguenta! Vai ter mais, te prepara!”. E eu respondia: “Aqui pra vocês – e mostrava o dedo do meio – agora só amanhã de manhã! Não aguento não, seus putos!”. E eles riam, dizendo: “Vem aqui bb, nós vamos te dar um banhinho, entra aqui...”. Entrei no box e eles passavam o sabonete em mim, lavaram bem o meu furico, logicamente provocando e enfiando um pouco mais o dedo e depois do banho me secaram e fomos todos para a cama dormir, pois já estava tarde. O MA dormiu logo, mas o GR ficou bem encostado em mim, me beijando suavemente. Ele queria namorar e me olhava bem dentro dos olhos, feliz, suspirando e falando baixinho que me amava demais. Seu pau estava mole, descansando, enquanto os seus outros sentidos estavam todos voltados para mim e naquele momento não era mais uma coisa de corpo, e sim de alma. Adormecemos todos pelados e era seis da manhã quando senti um dedo úmido passando levemente pelo meu cuzinho e em seguida a cabeça de uma rola se alojando e cutucando devagar. Era o MA e me arrebitei um pouco mais para ele entrar sem me mexer muito. O GR dormia ao meu lado com o meu braço esquerdo sobre o seu peito. A rola do MA foi se alojando por completo, sem alarde, num vai e vem macio que nem reverberava pelo colchão. Era uma fodinha bem calma, bem suave, sem pressa e eu estava adorando. Demorou assim até eu sentir a sua respiração se alterar e a minha argola pulsar pelo seu bombeamento. Ele tirou a pica depois de algum tempo e virou de lado adormecendo novamente, enquanto fui no banheiro descarregar mais leite no vaso. Voltei para a cama e os dois dormiam como anjinhos. Deitei entre eles e tentei dormir de novo, mas não consegui. Resolvi levantar e preparar um café da manhã “daqueles” para os meus dois amores, que iriam acordar com muita fome. Já passava das nove horas quando os dois apareceram pelados na cozinha, com as enormes rolas penduradas, desgrenhados e bocejando, coçando o saco. O filha da puta do MA começou a dar giros no tronco fazendo a rola bater no próprio corpo, de um lado pro outro, fazendo plac-plac-plac, repetindo: “Bom dia! Bom dia! Bom diaaaa!”, e de repente soltou um peido estrondoso e os dois caíram na gargalhada, enquanto eu procurava desesperadamente a caixa de fósforo para riscar logo uns três e queimar os fétidos gases. O ambiente estava aquecido mais recomendei que colocassem pelo menos o roupão para evitar alguma friagem inoportuna. Tomamos café da manhã e fomos para a sala conversar. Depois preparei um almoço delicioso, que os dois se acabaram de comer. Descansamos um pouco na sala e o MA queria ficar jogando no celular e disse que fôssemos só os dois para o quarto (eu acho que combinaram isso). Fomos, mas deixamos a porta aberta caso o MA quisesse vir também, mas não veio. O GR deitou sobre mim, sem o roupão e foi me beijando. Sua respiração era ofegante e o corpo dele vibrava inteiro, me excitando novamente. Ficamos assim, nos esfregando, quase fundindo os nossos corpos, até ele pedir pra eu ficar de ladinho e eu me arreganhei o máximo que pude pra ele entrar em mim confortavelmente. O saco dele chegava encostar no meu períneo e eu passava a mão e o acariciava. Depois virei de bunda para cima, sem que fosse preciso que ele tirasse o seu pau, apenas dando um leve giro e então ele continuou a me comer, como sabe fazer com maestria. Falava nos meus ouvidos, quase como um sussurro: “Bundinha gostosa...”, e eu apertava o toba seguidamente para ele gemer com vontade. Depois sentei na sua rola até o talo, amassando o seu saco e fazia movimentos para frente e para trás. Caralho, ele demorou pra gozar e só acelerou a sua respiração, sem urrar. Foi macio, silencioso, soltando todo o ar dos pulmões num êxtase infinito. Eu gozei sobre o seu peito e barriga, e ele pegou o meu pau e o esfregava sobre aquela “meladeira” toda na sua barriga, enquanto eu sorria-lhe. Nos limpamos e retornamos para a sala, onde o MA continuava jogando no celular. Ao nos ver, perguntou rindo satisfeito: “E aí? Foderam gostoso?”. O GR respondeu: “Ôooo!!! Você sabe que adoro gozar com ele, né...” Porra, preciso tirar férias, inclusive dessas picas de grosso calibre... A região de Curitiba está muito fria nesse inverno. Parece que está ficando mais rigoroso. Minha conta de energia anda alta por conta de deixar ar condicionado no quente ligado direto, além de ter feito uma pequena reforma e colocado piso aquecido no meu banheiro e isso tudo encarece a energia. Vou colocar placa solar para dar uma aliviada, mas o fato é que estou de saco cheio desse frio e vou me mandar para algum lugar quente e passar uns 20 dias, só preciso planejar para onde... Pensei na Tailândia e conhecer a rapaziada de lá. Tenho lido a respeito e a coisa lá pega fogo... MAS gente! Não precisa ir muito longe não. Existe um lugar maravilhoso no Brasil mesmo chamado Salvador! Uma ótima capital que eu adoro e vou todo ano entre julho e agosto quando o clima é muito bom, intercalado com chuva e Sol e à noite tem uma brisa maravilhosa. Nunca vou nos períodos de festas, pois fica muito tumultuado. Geralmente passo uma semana e fico num bom hotel perto do buchicho. No ano passado fui no fim de julho e conheci duas saunas ótimas lá. A Clube Rios, que tem uma estrutura muito boa e confortável e sua clientela é formada por uns caras maravilhosos, bombadinhos. Vi um linfo rapaz no chuveiro. Um corpo lindamente malhado, zero gordura, uma bunda espetacular e um pau mole, maior que muitos duros por aí. Sentei no bar e pedi uma bebida e o olhei com interesse. Ele veio conversar comigo. Ofereci-lhe uma bebida também. Ele tinha 23 anos, universitário, usava aparelhos nos dentes, ferrinhos em cima e embaixo e elogiava muito o meu corpo, pois eu estava apenas enrolado com uma toalha na cintura. Enquanto ele estava meio distante, tudo bem, mas na hora que encostou um pouco mais, o seu hálito me decepcionou. Não dava pra aguentar e fiquei morrendo de dó, pois isso é falta de orientações dos ortodontistas para com os seus clientes. Uma pena..., um rapaz tão lindo. Terminei a minha bebida e inventei uma desculpa e vazei. Fui embora. Na sexta-feira fui em outra sauna, a FOX. Se vocês lerem os comentários do lugar, ficarão com medo de ir. Resolvi arriscar, pois é uma sauna com a presença de garotos de programa, de estrutura um pouco mais modesta que a anterior, mas que não deixa a desejar em nada. ADOREI!!! Nada a ver os comentários negativos. Já falei ao recepcionista não debitar nada na minha conta que não seja autorizado pessoalmente por mim, senão eu não pagaria, e que fecharia a conta mediante a um extrato apresentado. Ele entendeu logo e foi muito gentil e atencioso. Até falei-lhe dos comentários negativos que li a respeito da sauna e ele me disse que tem muita “intriga da oposição”, da concorrência que usa esse método para atacar, já que é a única sauna com GP da cidade e por isso, atrai mais. Tirei a minha roupa e fiquei de toalha e os boys não chegavam em mim, pois achavam que eu era um novo garoto de programa da casa, kkkk, pois o meu porte físico era semelhante ao deles, além de uns clientes ficarem fazendo sinal para mim kkkkk. Gente, cada rapaz negro lindo, com rolas imensas e corpos maravilhosos. Eles não me “atacavam”, mas vi outros clientes os dispensando e lhes dizendo educadamente “Por favor, desejo ficar sozinho”, ou “Só vim curtir a sauna mesmo”, ou “Se precisar eu chamo”. Pronto! Basta isso e tudo fica bem, eles respeitam. Convidei um deus de ébano para tomar drinks comigo. Ele tinha acabado de chegar e tomado um banho. Fiquei na espreita, aguardando. Já tínhamos trocado olhares. Ele se sentou ao meu lado e o pauzão dele se despencou entre as grossas coxas, com a toalha que mal as abraçava, de tão torneadas (se aquele gigante de ébano, gostoso do jeito que é, caminhar no calçadão da Rua XV de Curitiba, com a calça jeans apertada que entrou na sauna e a camiseta justa esgarçada nos bíceps, a mulherada ataca). Fiquei louco. Tomamos uns drinks e depois ele perguntou se eu não queria uma massagem. Combinamos a taxa de serviço, detalhadamente (massagem mais o quê? Inclui o quê?) e uma coisa que os usuários têm que cuidar sempre: Combinar taxa fechada e deixar claro que não aceitará outras reivindicações, sub-taxas e chororós. Fomos para a suíte e a massagem do cara era surreal. Aquele homem não existe. Um negro de mais de 1,80 de altura, corpo escultural, pau gigante. Duro que nem um osso me comendo, com dois espelhos, um de cada lado da parede, coisa que adoro olhar um cara assim me comer. Que coisa linda! Nesses ambientes, mesmo fazendo o PrEP, uso sempre preservativo e o rapaz encheu a camisinha urrando, pois adorou me comer já que raramente aparecem homens com o meu porte físico ou perto disso. Geralmente são senhores entre 50 e 70 anos. O cara era carinhoso e namorava muito, beijando-me gostoso. E que cheiro delicioso de macho. Não tive dúvidas, o convidei para passar o domingo na praia comigo, depois de negociarmos todas as taxas e carimbos. O levei pra jantar num ótimo restaurante para comermos a deliciosa moqueca baiana (adoro a culinária de lá) e ele foi dormir comigo no hotel e me comeu até do avesso, namorando muito, me tratando como um rei sentado em seu trono comprido, cabeçudo e grosso, que me deixava muito confortável e feliz, fazendo-me gozar aos borbotões. Ele nos trata como reis até um pouco antes de enfiar a sua grossa rola, pois após isso, somos os seus escravos e ele é o senhor de tudo. Me tratou com muito carinho e adorava massagear o meu corpo, pegando cada músculo, enterrando os seus fortes dedos e a ponta dos cotovelos, descobrindo os pontos doloridos, fazendo uma pressão suportável, deliciosa. Quando terminava a massagem, trabalhava com os seus dedos na porta do meu cuzinho até eu implorar para que ele me enterrasse a sua grossa rola até o fundo. Ele montava sobre mim, com aquelas grossas coxas e esfregava a cabeça da rola no meu toba, me deixando alucinado para que entrasse em mim logo, e ele vinha, rasgando, abrindo o mar com o cajado e eu sentia os seus pelos duros da virilha e saco, me arranharem. A janela do meu apartamento dava direto para o mar. Ao longe os barcos passavam e no meu JBL portátil, que viaja sempre comigo, a Gal Costa cantava “Chuva de prata” enquanto eu morria. O nome dele é Maurício (tinha autorizado dizer seu nome para os amigos que visitassem Salvador, pois não tem anúncios em sites, frequentando somente essa sauna). Tem 25 anos e é um negro forte, de corpo escultural, com cabelo raspadinho nas laterais da cabeça e um tufo harmonioso acima, com cabelos enroladinhos parecendo um amontoado de parafusinhos lindos e harmoniosos. Usa óculos de grau, de aro transparente, não metálico, que o deixa mais charmoso ainda e que não tira nem quando fode. Quando conheci usava brincos de zircônia, bem brilhantes. O cara é gato pra caralho... Taí! Vou pra Salvador em agosto!!! Acabei de decidir. Vou ligar pra ele me esperar. Ôooo terra maravilhosa! Um deus afro em cada esquina. Os caras são gigantes e gostosos demais da conta. Eu fico babando na praia. Planejo ainda fazer uma viagem internacional com o meu querido GR, tipo, Caribe, ou Nordeste brasileiro mesmo, talvez nas suas férias de fim de ano – não sei qual a desculpa que ele vai inventar pra família, apesar de ser maior, mas sempre vão querer saber com quem vai e de onde está tirando o recurso (ele que se vire com isso, se quiser ir, kkkk). Daqui mais uma semana retornarei à Guarapuava. Poderia mandar um dos meus funcionários, mas não sei porque eu mesmo faço questão de ir, kkkK – tenho quatro colaboradores que trabalham online para mim e viajam muitas vezes para fazer atendimentos, não precisando que eu mesmo vá ficando inteiramente na administração dos contratos e orientações à equipe. Só faço o atendimento pessoalmente quando se trata de uma Arquitetura de Soluções, como essa da empresa de Guarapuava. Eles são muito competentes e os premio bem, além do bom salário, quando atingem as metas, que aliás, sempre as ultrapassam. São pessoas ótimas e nos reunimos uma vez por mês em escritórios alugados em Curitiba, para as nossas reuniões presenciais e finalizados com ótimos jantares em restaurantes conceituados de Curitiba. São todos casados e a nossa relação é estritamente profissional. Tem um que é lindo de morrer, puta gostoso, uma bundinha ótima, mas fecho a cara e só a abro um pouco nos jantares de confraternização, onde eles podem até trazer as mulheres e os filhos, coisa que fazem de forma salteada, até por próprios compromissos pessoais, chegando a estar todos juntos apenas duas vezes nesse ano. Acho que eles nem desconfiam que gosto da fruta, kkkk. Votem e comentem, caralho!!!! Beijos!
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