Garoto Rural 20 - Ele voltou pra mim com a sua magnífica pica e me comeu gostoso.
Parafraseando o filósofo e matemático francês René Descartes, digo-lhes: Penso, logo INSISTO!!! – O Contista Hoje é 05/07/2026, Domingo. Fiquei com o cuzinho de molho desde a segunda-feira passada, tadinho, afetado pelas metidas que o gostoso de Guarapuava me deu. Na última quinta-feira me ligou novamente o meu amado Garoto Rural (GR). Ele estava feliz pois ingressou no curso noturno de TI e vai começar no início de agosto. Queria comemorar comigo e combinamos de jantar na sexta feira no meu restaurante preferido. Ele pagaria o jantar com o dinheiro que havia lhe mandado (contos anteriores). Fazia questão disso. No horário e local combinados eu o esperava ansioso. Deixei o meu carro estacionado e chamei Uber quando ele chegou, para poder beber um bom vinho evitando riscos na direção. Ele chegou todo lindo como sempre e estava mais forte ainda, me deixando com tesão. Me deu um abraço tão gostoso que eu não queria mais soltá-lo, pois senti o seu volume frontal marcar a sua incontestável presença. Seu cheiro era maravilhoso, vindo de um perfume árabe que eu o havia presenteado um tempo atrás, invadindo as narinas. Um filme instantâneo percorreu a minha mente mostrando-me todas as vezes que ele me comeu com ardor e me fez feliz. Um choque me percorreu como um raio da cabeça aos pés, dando-me ainda mais a certeza que eu amo aquele rapaz com todos os meus sentidos. Amo-o tanto que abro mão dele para que o mundo o receba, para que o mundo o ame também. Eu estava conformado com a nova situação de apenas amizade entre nós dois, deduzindo que aquele encontro seria somente social, apenas um jantar de dois bons amigos que selavam a amizade dessa forma, para sempre, mas eu estava enganado... Para a minha alegria, ele queria foder também, e muito! Fomos para o restaurante com mesa já reservada. Pedimos um bom vinho chileno, uva Carmenère (adoro), enquanto preparavam o prato que era destaque do restaurante. Brindamos o seu futuro, o seu ingresso na faculdade e a sua felicidade. Ele estava radiante, feliz, e me olhava com muita ternura, falando pelos cotovelos. Sua boquinha linda pedia para ser beijada, mas eu estava fazendo um esforço sobre-humano para me comportar e seguir com uma conversa cordial e adulta. Fiquei surpreso quando ele me contou que há alguns anos atrás, logo que seus pais fizeram o seu CPF ainda criança, a sua bisavó, que tinha muito orgulho dele por ter demostrado interesse em aprender o italiano com ela e assim se tornando o seu “xodó”, abriu-lhe uma poupança e todos os meses fazia depósitos interessantes ao longo do tempo e isso se transformou numa quantia substancial, o suficiente para lhe pagar o curso inteiro e sobrar. Quando ele completou 18 anos, foi ao banco para regularizar o seu cadastro que tinha sido feito na presença dos pais, por ser menor ainda, e se assustou com o saldo; mas que havia prometido para a bisa que usaria esse dinheiro apenas para pagar a faculdade. Menino querido e de sorte, mas ele é assim mesmo, faz a gente viver por ele. ELE NÃO SABE, MAS É TAMBÉM O MEU HERDEIRO TESTAMENTÁRIO... SIM! Fiz o meu testamento logo após aquela triste noite do nosso último encontro, onde tive a certeza que ele me ama. Não tenho herdeiros necessários, nenhum parente, meus pais sempre foram desgarrados de suas famílias, largaram tudo para trás por conta de desilusões familiares e por terem sido passados para trás nas partilhas de heranças e demais. Nunca fui apresentado a ninguém que fosse pelo menos um primo distante, e quando eu morrer, tudo que tenho, juntamente com o bom patrimônio que meus pais me deixaram, ficaria para o governo, então resolvi deixar tudo para quem me demostrou um amor incondicional, pois sei que o amor dele é verdadeiro e que nunca encontrarei outro igual. Com William (Bailarino) eu achava que era pra valer, mas não era da parte dele, pois da minha era. O meu testamenteiro, um advogado da minha extrema confiança e que cuida também dos processos da minha empresa, tem todos os dados dele e o avisará quando eu não estiver mais aqui, inclusive com uma carta lacrada que deixei em suas mãos, a qual será aberta após a minha morte, mas sem que essa venha a comprometê-lo no futuro, pois poderá estar casado e com filhos. Apenas lhe direcionei as minhas intenções por acha-lo uma pessoa digna e verdadeira, ou seja, um ser humano da melhor espécie. Se tudo correr bem até lá, o testamento seguirá sem alterações. Tem mais, nesse jantar eu iria dizer-lhe que pagaria a sua faculdade integralmente, mas declinei por respeito à vontade de sua bisavó, após saber do inusitado. E tem mais, quando ele se formar trabalhara comigo, esse é o MEU plano – se ele topar, é claro – e após 01 ano, dar-lhe-ei uma parte da sociedade da minha empresa de consultoria (tenho alguns colaboradores online), não importando com quem ele esteja vivendo, casado, namorando, com outro cara, enfim, ele será meu sócio e ficará com a empresa após a minha partida dessa vida – ele não saberá disso até se formar e é muito pouco provável que venha a saber através desses meus contos, pois não é o seu tipo de leitura e nem dos seus amigos que possam identifica-lo. Sempre tomo os devidos cuidados para não comprometer ninguém. Mas o fato é que esse ainda NÃO É o tamanho do meu amor por ele, não chega nem perto! Terminamos o delicioso jantar e ele pediu uma sobremesa, enquanto eu terminava de degustar a segunda garrafa de vinho. Eu quis pagar a conta e ele não deixou, pagou tudo e ainda sobrou do dinheiro que eu tinha enviado. Era maravilhosa a cena do garçom o chamando de senhor pra cá, senhor pra lá, oferecendo a máquina para ele passar o cartão de crédito, e ele todo-todo, machinho, importante e realizado. Eu estava excitado com isso e tive que disfarçar quando nos levantamos da mesa. Chamei o Uber e descemos próximo onde o meu carro estava estacionado. Fui para abraça-lo e despedir-me, antes de entrar no carro, achando que ele seguiria para o seu destino. Ele me olhou com os olhos mais lindos do mundo, acanhado, dizendo: “Eu queria ficar com você essa noite, me leve com você, por favor...”, e passou a mão sobre o pau que já estava evidente. Eu fiquei parado e me segurei no meu carro para não cair. Não acreditava que aquele lindo rapaz ainda me queria, depois de comer bocetas e cuzinhos das mocinhas, e depois de ter se decepcionado com a minha recusa em aceita-lo integralmente na minha vida. Eu não conseguia falar. Ele riu da minha hesitação e espanto e continuou falando: “Não consigo te esquecer, figlia di puttana, embora saiba que você tem razão, pois ainda é muito cedo para mim, mas não consigo parar de sentir tesão por você”. Eu respondi meio sufocado: “Eu também sinto a sua falta...”. Ele então sugeriu: “Você bebeu mais do que eu e é melhor não ir pra sua casa agora. Vamos naquele mesmo motel... Você me deixa pela manhã cedo aqui, pois tenho uns assuntos nesse fim de semana”. Respondi feliz, com o coração dando pulos: “Fechou! Vamos então!”. Partimos para o mesmo motel a fim de fecharmos melhor aquele nosso último encontro (Conto nº 15). Ele fez questão de ir dirigindo, eu estava mais bêbado que ele, pois cometi uma falha muito grande, quase não tomei água durante o vinho e ele o fez com precisão, pois eu o havia ensinado. Ele bebera bem menos que eu. Era delicioso ver aquele machinho gostoso dirigindo o meu carro, me levando como uma putinha para me enrabar no motel... Vocês não imaginam a minha felicidade naquele momento, pois ele é apenas um jovem rapaz que deu sentido à arte de foder. É como se ele pegasse uma música de um grande artista e a cantasse muito melhor, dando-lhe um novo sentido e uma ótima interpretação, valorizando-a. Ele come um cuzinho como ninguém. Eu olhava para ele e não acreditava que o tinha ali ao meu lado e que brevemente o teria com a sua maravilhosa rola grossa, pesada e reta enfiada no meu rabo me fazendo feliz. Aquela sexta-feira não estava tão fria, como as noites anteriores. Abri um pouco o vidro do meu lado, para pegar ar gelado no rosto e assim passar um pouco o efeito do vinho. O vento assoprava aos meus ouvidos belas canções de felicidade, enquanto eu saboreava os aromas que eram direcionados às minhas narinas. Se eu esticasse os braços para fora do carro, os gelados braços do inverno me levariam com eles, pois eu estava leve e com vontade de voar bem alto. Chegamos ao motel e ele pediu o mesmo padrão de quarto da nossa última vez e entramos. Não era o mesmo quarto da outra noite, mas era perfeito, pois nesse motel cada quarto tem decoração exclusiva, um aroma perfeito que te dá mais tesão ainda. Me esparramei na cama de roupa e tudo, enquanto ele organizava a cena para poder me enfiar, no conforto, a sua maravilhosa pica – é exigente, o garoto. Encheu a banheira, fazendo espuma, pegou um balde de gelo e abriu um vinho para nós. Eu deitado de roupa e sapatos comecei a flutuar e rodar levitando na posição do homem vitruviano, indo tão alto como um balão a gás, encostando o meu nariz no frio espelho do teto do quarto. O GR me puxou pela cordinha do balão e me “amarrou ao pé da cama” com um beijo delicioso na boca, sugando quase todo o gás da bebida que ainda me causava esse efeito de leveza, dizendo: “Você está tontinho, né guerreiro?”, e me deu água com gás me fazendo beber delicadamente, segurando erguida a minha cabeça com uma das mãos, para que eu não me afogasse, provocando-me inconvenientes e aliviantes arrotos. Pedi-lhe que me deixasse um pouco ali quieto, que já iria passar; e fiquei assistindo a sua movimentação no quarto. Eu estava maravilhado pela volta do meu GR querido. Eu estava excitadíssimo e sem tirar as minhas calças fui enfiando o dedo no meu toba, massageando-o de tanto tesão, potencializado pela ação do vinho que tinha me deixado com vontade de foder, do caralho! Ele terminou de organizar tudo, parou na frente da cama e foi se despindo, me olhando diretamente nos olhos, que brilhavam. Ficou de cuequinha, linda, branca cavada (foto) e o seu pacote era gostoso demais. Ainda estava em estado natural, mas já querendo se avolumar. Como vocês podem ver pelas fotos – já de pau duro – o saco é uma coisa de louco também, pois eu o mordo todo como se fosse uma bola de borracha macia e robusta, bem consistente, cheiroso, uma delícia. Ele deitou sobre mim me olhando intensamente e juntou os meus lábios aos seus num beijo macio, cheio de significado. Eu o beijava de olhos abertos, como se não acreditasse naquele momento e era uma delícia vê-lo fechar os olhinhos quando juntava os seus lábios aos meus. Sua língua passeava por dentro da minha boca para que eu absorvesse parte de seu DNA e sua deliciosa genética, trazida pelos seus antepassados italianos e que eu absorvia com prazer para completar o que faltava em mim. Era como se ele me vacinasse antes para receber as suas aplicações de pica, sem me causar reações adversas, só me dando prazer e me fazendo ir até às mais longínquas fronteiras cósmicas e voltar. Depois ele falou carinhosamente: “Vou tirar as suas roupas, fique relaxado, vou cuidar de você, rapazinho bêbado”, e foi fazendo e eu tentando divertidamente deixar mais difícil para ele, que era muito paciente comigo, apesar de estar agora com o pau duríssimo sob a cueca. Eu o provocava, brincando: “Você vai se aproveitar de mim assim, bêbado? Isso está certo? Pobre de mim...”, e eu fazia drama, divertindo-o. Ele respondia: “Pode ter certeza! A carne deve estar mais macia agora e vou te carcar a pica, safado!”. Arrancou toda a minha roupa e ficou olhando para mim, que continuei deitado, largado, feliz, realizado e dominado, beliscando-me para ver se aquilo não era um sonho. Ele adora a minha forma física e disse: “Cara, você está muito bem, melhor do que a última vez que nos vimos. Está mais definido, tem mais músculos...”. Respondi safadamente: “Isso porque você não viu a bundinha ainda...”, e a virei para ele, que estava de joelhos sobre o colchão, ao meu lado. Ele exclamou: “Ahhh! Mas que delícia!!! Está mais gostosa sim!”, e passou a mão sobre ela e deu uma palmada que desenhou a sua mão completamente, dizendo: “Eu estava com saudades dela...”. Aí ele partiu pra cima com a sua língua gostosa e me lambeu o cuzinho, bunda, costas, por completo – (pausa) não quero ser “nojento”, mas a minha bundinha tinha que ser tombada pelo PEN - Patrimônio Erótico Nacional, viu, kkkkkk, pois ela é gostosa mesmo. Ele ficou de pé ao lado da cama, com o pau atravessado na cueca e eu perguntei se ele deixava que eu o filmasse tirando a cuequinha bem devagar. Ele permitiu que eu filmasse bem próximo, enquadrando somente o tronco frontal, ou seja, a base da gostosura e do pecado, apenas, e não abrisse muito o ângulo da câmera. Ele não gosta – e essas fotos eu “saquei” dessa filmagem para vocês terem uma leve noção da delícia de macho que é. Depois lhe chupei aquele mesmo pau grossinho de quem eu morria de saudades, enquanto ele assanhava os meus cabelos suspirando e dizendo; “Continuo te amando, seu filha da puta, e um dia você vai ser só meu”. Eu fazia de conta que não lhe ouvia e continuava na gulosa, indo com a ponta do seu cacete, até a minha garganta. Ele pediu para eu parar, pois queria gozar dentro da minha bundinha, mas antes iríamos para a banheira curtir e tomar mais vinho. Na banheira ele me contou da foda que teve com a guria do RS, que gostou muito, mas não era coisa pra casamento. Ela sentiu um pouco de dor quando ele comeu o seu cuzinho – mas também, com a porra daquele cacete grosso... – que teve muita paciência e depois ela adorou. A menina enlouquecia quando gozava e ele carcava com vontade a rola, deixando-a mais apaixonada ainda; mas lhe deixou bem claro que não queria compromisso, que ele tinha planos e é muito novo ainda. Também me perguntou se eu estava aprontando muito e desconversei, dizendo que trabalhava demais e nem dava tempo mais para isso. Ele se preocupa com DST’s e lhe tranquilizei, pois faço rigorosamente prevenção PrEP e outras, com acompanhamento médico. Ele adorou saber. Ficamos na banheira um tempão, nos saboreando e fomos para a cama. Ele me abraçava e beijava tanto. Eu mesmo coloquei o travesseiro na minha lombar para ele me comer como gosto. Ele veio e entrou em mim calmamente e o seu pau estava duríssimo e latejando. Eu me abria por completo para ele e seu pau parece que tem ressaltos anelares ao logo, como se tivesse pequenas e imperceptíveis “lombadinhas”, que dão uma maravilhosa sensação interna de “vrupt-vrupt-vrupt” nas paredes do toba, e que dá um prazer do caralho! Ele encosta a base da rola na minha bunda fazendo os nossos poros conversarem e trocarem suor, de tanto que a carca firmemente e dá uma “seguradinha”. Eu o observava pelo espelho do teto e via como ele estava bonito e mais gostoso. Sua rola já conhecia o caminho e adorava entrar em mim. Sentia a sua ponta ir lá fundo me arrancando todos os tipos de gemidos, que beiravam ao escândalo, pois eu estava totalmente sem compostura, quase gritando de prazer e alegria. Ele me comeu de quatro também, pois adora essa posição e fala que o meu cuzinho faz tipo um “copinho” lindo, rosadinho, quando ele puxa a rola de dentro, envolvendo e vedando por completo o seu pau, para poder enfia-lo de novo. Bombou forte e a minha abertura de perna estava ótima para ele ir bem fundo e levar a ponta do seu maior apêndice para dentro de mim e despejar o seu maravilhoso néctar. Ele urrou e me inundou internamente. O seu iogurte era meu novamente. O seu coração, como sempre entrava em disritmia aguda e o oxigênio quase chegava a faltar-lhe. Todos os seus músculos afrouxaram e ele continuou sobre mim com o pau dentro, me pedindo desculpas por ter gozado logo e não ter me esperado, pois estava com muitas saudades; mas que logo estaria de volta. Fomos para o banho. O Filha da mãe ficou sem se masturbar por um tempo e despejou muito leitinho cremoso dentro do meu rabo. Saia demais, eu reclamava e ele ria feliz. Ah! Essa fase é uma delícia. Todos eles são assim, só pensam em gozar, gozar e gozar. Parece que ficou convencionado pela natureza que essa é a fase preferida da reprodução humana e que tem porra pra todo lado, e por isso os prefiro nessa fase, a melhor, lhes aguço a masculinidade, o poder que eles têm! Depois que retornamos para a cama, conversamos um pouco e eu deitei quase que por completo sobre ele, com o rosto muito próximo ao seu, olhando-o profundamente nos olhos e perguntei: “Gatinho, você ainda me ama mesmo, de verdade?”. Ele me olhou com muita ternura e seus olhos tinham um brilho ofuscante, respondendo: “Cara... Se você estalar os dedos, assim – e fez o movimento – eu viro propriedade sua na hora! Teu escravo! Me entrego totalmente a você, de corpo e alma, você poderá fazer o que quiser comigo e dou a minha vida por você, juro!!! Eu nunca vou amar outra pessoa na minha vida, como eu te amo”. Porra, eu não esperava essa resposta, pois eu achava que teria um meio termo, ou algo do tipo “está passando”. Fiquei sem ação e apenas o fitando e depois beijando os seus lábios enquanto tentava imaginar a continuação daquela conversa. Eu não queria que ela descambasse para sofrimentos, choros e revoltas e até me arrependi de tê-la feito. Ele percebeu a minha hesitação e se divertiu um pouco com ela, pois sabia que tinha me desmantelado com a sua resposta que era incontestavelmente verdadeira, e ainda resolveu brincar fazendo um muxoxo e olhando para o lado, se fazendo de vítima: “Mas resolvi me contentar com as migalhas, o que sobra para mim...”. Eu lhe dei umas porradas carinhosas nas costelas, quase como se lhe fizesse cócegas e falei: “Deixa de ser fresco, veadinho, você sabe que eu te amo e um dia você vai saber o tanto que eu fiz por esse amor; e talvez eu nem esteja mais aqui quando você tiver a certeza disso”. Ele sorriu languidamente e ficou me encarando, mordendo os seus deliciosos e bem desenhados lábios. O seu olhar era puro mel. Resolvi saber mais: “Mas meu anjo, de onde vem isso? Como você pode ter tanta certeza assim?”. Ele colocou a sua linda mão direita sobre o peito e disse: “Está aqui dentro! Eu sei! Você me completa. Eu chorei muitas noites por você, depois da nossa última conversa aqui nesse mesmo motel, mas entendi todos os motivos que você colocou e por isso não fiquei enchendo o teu saco...”, e sorriu timidamente. Eu respondi: “Não pense que foi fácil para mim. Você é o sonho de qualquer homossexual. Você é lindo, tem tesão, um pau e corpo maravilhosos, sabe foder divinamente bem, goza fartamente e ainda se apaixona e eu me abstive de tudo isso. As pessoas podem achar que sou louco, mas eu pensei exclusivamente em você, pois para mim você seria perfeitamente conveniente e eu estaria sempre realizado. Quem não gostaria de ter um garoto novo desse, cheio de tesão, todos os dias na cama?”. Ele respondeu resignado: “Eu sei, você tem razão e eu estou aqui com você hoje porque me convenci disso. Essa não era a sua proposta desde o começo??? Eu a estou aceitando, quero você quando você me quiser!”. Ele parou um pouco, olhou para o teto e eu achei que fosse chorar, coisa que eu não queria, mas engoliu um pouco de saliva e continuou: “Eu sei que vou me apaixonar de novo, certamente será por uma mulher, pois não pretendo me relacionar com outros homens, isso não me atrai, entende? Mas se acontecer, estarei aberto, pois eu não me apaixonei por você por ser um homem, me apaixonei pela PESSOA que você representa..., é uma coisa de alma e acredito que até espiritual... Já tivemos algo em vidas passadas, acredite, só não sei o quê, mas sinto isso, porque acredito nisso, entende? Acho realmente que isso exista”. Eu estava perplexo pela profundidade desse jovem rapaz, que havia me falado que lia obras de Chico Xavier, inclusive, e respondi-lhe: “Eu não tenho uma opinião formada sobre vidas passadas, só sei que a alma flutua e atinge dimensões inexplicáveis, que somos dualidade, dicotomia, que o corpo tem uma densidade e a alma outra e quem estraga a alma é o corpo, que vive sobre esse nosso planetinha temperamental que nos faz andar como se estivéssemos numa corda bamba o tempo inteiro, nos testando, nos afligindo e sob as ameaças de suas profundezas e do espaço... Bom, enfim, só sei que isso aqui está longe de ser um paraíso”. Mas eu queria testá-lo mais um pouco e o danado do diabinho estava cutucando o meu juízo, continuei: “Eu queria te dizer uma coisa: Já vou te adiantar, o MA vai me visitar e fatalmente iremos transar... Como você vê isso?”. Ele sorriu calmamente, beijou a ponta do meu nariz e depois passou o seu polegar sobre, e respondeu: “Eu sei, bobão, ele me falou e não posso impedir isso, pois você é livre e faz questão de sê-lo..., eu estaria junto nessa festinha, se você quisesse...”. Respondi satisfeito: “Mas é claro que quero! Faço questão de relembrarmos os nossos momentos mais felizes. Quero sentir essas duas rolas juntas novamente!”, e peguei no pau dele que estava em modo descanso, por enquanto e acariciei a sua firme virilha de pelos sensualmente bem aparados. Suspirei tranquilo, pois não desejo realmente ninguém pegando no meu pé, já que decidi ser livre, uma verdadeira “vagabunda” mesmo kkkk. Não lhe falei dos seus coleguinhas que vieram e me comeram também e nem do gostoso de Guarapuava, que aliás, deixou o meu cú tão ardido, que demorou pra sarar, tendo que usar umas pomadinhas “macetosas”, mas que até àquele encontro estava realmente “zerado”. Partimos para o segundo round e aí demorou pra caralho, mas ele não conseguiu me fazer gozar sem colocar a mão no pau, pois eu ainda estava um pouco tenso por sequer imaginar que a noite acabaria assim, tão gostosa. Tive que me masturbar com ele me comendo de ladinho e mesmo assim foi delicioso, pois repetia no meu ouvido, quase queimando-o com o vapor da sua voz: “Geme meu putinho, geme na rola do teu macho! É dela que você gosta, né seu puto??”. Mais uma caixa longa-vida de leitinho quentinho e gostoso, depositado e eu acabado, com a mão toda melada por ter gozado também, enquanto a minha argola sentia a pulsação do seu grosso calibre bombando porra pra dentro, que nem uma mangueira de bombeiros apagando um incêndio dentro do meu cuzinho. Depois da foda resolvemos fazer uma chamada de vídeo, pelados mesmo, para o MA, que a primeira coisa que viu foi o pau meia bomba do GR para provoca-lo, balançando-o para a câmera. Ele viu e exclamou: “Que isso, veado?? Visão do inferno! Sai pra lá!!! Não vai me dizer que deu vontade de dar o cú de novo?”, e deu risadas. O GR respondeu se divertindo: “Quase isso, veja quem está aqui!”, e me mostrou. Ele deu um grito de alegria e aplaudiu dizendo: “Que legal, caralho!!! Porra, e nem me convidaram pra festa, seus putos? E aí, foderam gostoso??”. O GR respondeu: “Foi ótimo, cara! Ele continua delícia e sabe fazer a gente se sentir bem. Gozei gostoso nesse rabinho”, e apontou a câmera do celular e mostrou a minha bunda pro amigo, enquanto eu virava de ladinho e ele dava-me uma palmada de estalar. O MA falava: “Eu sabia, seu fresco, que você não resistiria muito tempo sem ele por perto... Agora vê se para com essa frescura de querer casar, veado, apenas curte, caralho. Somos jovens ainda e temos muito chão pela frente e muitos cuzinhos e bocetinhas pra comer”. Parou um pouco e deu aquele sorriso que eu conheço, de quando vai soltar alguma merda: “E para com essa mania de querer dar a bunda, pois você só é comedor, veado”, e caiu na gargalhada, enquanto o outro o repreendia: “Sai fora, ô filha da puta!! Deixa eu te encontrar de novo que vou te encher de porradas e ainda vou comer o teu cú à força!”. Eu ria que me acabava com os dois se provocando. Falamos mais um monte de merdas e desligamos. Fomos dormir e antes de leva-lo de volta, demos a tradicional fodinha de ladinho, com ele indo até o tronco da rola e despejando o iogurtezinho matinal, para o meu deleite. Dessa vez eu não gozei, estava exausto. O nosso próximo encontro seria junto com o MA que logo chegaria para passar uma parte das férias com os pais. Ontem, sábado, o roludo gostoso de Guarapuava me fez uma chamada de vídeo, que aliás, me mandou mensagens a semana toda, na maioria fazendo perguntas técnicas sobre o sistema, coisa que o deixei à vontade e que realmente faz parte do meu contrato com a empresa. Ele estava lindo online, sem camisa, só de calção, suado, pois tinha retornado do futebol com os amigos. Começou a conversar comigo e já foi colocando a mão no pau, que estava endurecendo. Pedi-lhe para me mostrar e ele arreou o calção de uma vez, ficando peladinho com aquela rola imensa apontando para mim na tela do celular. Senti vontade de me teletransportar. Ele começou a punhetá-la enquanto conversávamos, dizendo sentir muita a minha falta. Tirei um instantâneo da filmagem na hora que ele esticou bem a rola para mim e se deitou um pouco sobre a cama (postado abaixo). Demoramos no papo e ele queria que eu lhe mostrasse o cuzinho, e assim o fiz, abrindo-o e piscando-o para a câmera e ele despejou muito leite no chão, gemendo e falando as putarias de sempre. Depois de calmos, conversamos mais um pouco sobre as questões do novo sistema e lhe falei que em duas semanas iria lá para reavaliarmos tudo. Ele ficou animado e se despediu. Hoje cedo, domingo, me ligou o CC, colega cavalo do SC, e eu ainda estava na cama com preguiça. Disse que tinha saído do serviço e estava sem ânimo de ir pra casa dele e que estava com uma vontade danada de foder. Disse que o saco chegava a doer. Eu não tive dúvidas, mandei um Uber pra ele vir passar o dia comigo, enquanto eu levantava para dar uma organizada nas coisas e planejar o que faria de almoço para aquele moreno cavalo gostoso e comilão. É outro tarado que tenho que me cuidar para não apaixonar. Ele é um ótimo moreno, daqueles que é muito bom acordar ao lado na cama, TAMBÉM, CARALHOOOOO!!!! Ele me lembra o jogador Endrix, mais claro e um pouco mais alto, mas com aquela energia e “chegada” toda. Ele chegou todo sorridente com os seus dentes branquinhos e perfeitos, estava cheiroso e com uma calça que o deixava extremamente maludo e apetitoso. Me beijou e já foi com as mãos na minha ávida bunda, o arrastei pra cama e rapidamente ficamos pelados, chupei seu pau enorme até cansar e depois ele subiu nas minhas costas, lubrificou bem o pauzão e foi enfiando no meu rabo abrindo até a minha alma e fazendo um baita gol de cabeça, mas as bolas ficaram do lado de fora. Ele se alojou dentro do meu cuzinho e pedia para eu apertar intermitentemente a argola para o seu deleite. Fodeu hein, mas fodeu, MAS FODEU com muita vontade, enfiava a rola com muita paixão, com muita entrega, bombando firme, trepado, “garrado”, esfolando o pau pra valer, choramingando de prazer e vontade de foder de verdade, sentir o seu pau inteiramente envolvido por carne gostosamente lubrificada, firme, sadia, limpinha e quentinha, pronta pra ser lavada por seus esguichos que internamente inundavam-na de leitinho gostoso. Eu só gemia baixinho adorando aquele corpo deliciosamente firme e pesado sobre mim, um corpo de macho poderoso. Gozou que nem um louco e até deu uma leve mordida nas minhas costas enquanto isso. Demos mais uma foda gostosa no meio da tarde, quando eu cavalguei sobre o seu pau enorme, depois de um gostoso cochilo peladinhos. O morenaço depositou mais um copo de iogurte natural dentro do meu toba, fazendo-me gozar sobre o seu peito. Na hora de retornar, chamei Uber pra ele, pois eu estava com preguiça de dirigir. Ele queria chegar a tempo de assistir ao jogo do Brasil, com os amigos, já que lhe falei nem curti muito, pois acho que entrou muito dinheiro em campo e saiu o patriotismo pelo escanteio. Não vejo mais graça. Pedi-lhe que não comentasse com o seu colega SC e ele deu ok. Me beijou muito e declarou que gostaria de retornar várias vezes, se eu quisesse. Respondi-lhe: “Mas é claro, gostoso, quero esse pau sempre me comendo. Vamos nos falando para combinarmos, mas não comente com ninguém isso, por favor”. Ele disse: “Lógico, fique sossegado quanto a isso!”, e piscou um olho. Amigos, estou vivendo a minha melhor fase da vida e sei que ela logo passará, pois envelhecerei e as carnes irão cair, mas que tentarei segurá-las mais firmes possíveis por um bom tempo. Sabe o que eu percebo? Que essa porra toda mudou, de mais ou menos uns 15 anos para cá. Antes, saíamos com os novinhos que nem beijavam na boca, só enfiavam a rola, gozavam e não queria mais nem encostar na gente. Vestiam as roupas e iam embora. De uns tempos para cá eles se entregam mais, namoram, curtem a foda de verdade, abraçam, beijam de língua, metem a língua no rabo da gente, sentem saudades, não se definem mais como isso ou aquilo e nem se preocupam com essa porra de rótulos, apenas curtem... Só querem gozar e muito! E essa porra toda é surreal, pois se alguma entidade chegasse até mim e perguntasse como eu gostaria de retornar à terra novamente – se essa coisa existisse dessa forma – diria que desejaria retornar justamente como vim, pois, estou imensamente feliz e realizado. Não quero amar ninguém individualmente, pois o meu amor é MÚLTIPLO, ou seja, TODOS eles têm o seu jeito peculiar de foder e me dão saudades de cada um, pois sou uma baita galinha safada! Uma vagabunda! Isso acontece com vocês também???? Me contem! SOBRE AS FOTOS: 1ª Foto: Do meu querido GR, e pena que não posso mostra-lo nitidamente a vocês, mas ele é lindo! Tem uma boquinha deliciosa. 2ª Foto: O GR tirando a cuequinha branca cavada no nosso último encontro dessa sexta-feira. 3ª Foto: O pau gostoso do GR. 4ª Foto: “Printei” da chamada de vídeo com o gostoso de Guarapuava, enquanto conversávamos no sábado e ele me mostrava a sua imponente rola.
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