Garoto Rural 28 - Passei a noite com o GR e foi pica pra todo lado. Final feliz!
Amigos, a quarta-feira passada foi um massacre! O GR veio com tudo! O menino estava encapetado e muito tarado. Primeiro, o encontrei próximo ao seu quartel e ele chegou todo lindo e cheiroso, com uma calça jeans bem clarinha, bem ajustada ao corpo, mostrando a qualidade de suas pernas que tinham engrossado, do seu belo pacote saliente e de sua bundinha que estava uma delícia. Me deu um frio na espinha e meu coração acelerou ao ver aquele garoto, antes magrelo, mas sempre gostoso e agora um homem feito, charmoso, educado, vibrante, corado de pele maravilhosa e exalando testosterona. Um príncipe! O meu amor. Fomos a um bom restaurante em Curitiba e jantarmos. Tomamos duas garrafas de vinho e pra variar, ele controlou e eu não. Fiquei bebum de novo e ele foi dirigindo para o motel. Chegando lá ele providenciou tudo enquanto eu permanecia deitado na cama com o cú sem dono. Ele estava diferente, conciso, compenetrado e muito solícito. Fiquei intrigado. Será que tinha acontecido alguma coisa? Ele tirou a minha roupa toda depois de ficar peladinho, com aquele pauzão grosso apontado pro teto. Me virou de costas e mordiscou-a toda, me dando tapas violentos na bunda, que deixavam marca. Dizia estar morrendo de saudades e queria gozar muito. Eu também estava com muitas saudades daquela pica, e dele como um todo, pois ele é um machinho pra ninguém botar defeito. Eu estava largado e depois ele me virou de peito pra cima e me beijou na boca longamente. Era um beijo macio e apaixonado. Sentia o seu pau latejar e liberar a “gosminha”, prensado sobre a minha virilha. O pau dele é bem “babão”. De repente ele me encarou profundamente, deu um grande suspiro e foi descendo, beijando o meu peitoral, barriga, umbigo, virilha e abocanhou o meu pau e começou a chupá-lo. Eu tentei fazê-lo parar, mas forçou e disse-me que desejava muito fazer aquilo e que eu curtisse, pois ele não faria isso para outro homem, nunca. Relaxei e de vez enquanto eu o orientava para não deixar os seus dentes encostarem no meu pau, que estava terrivelmente duro. Ele chupava as minhas bolas com muito ardor, vindo com a ponta da língua, desde do meu rabo até a ponta do meu pau e se engasgou algumas vezes quando tentava ir até o tronco dele; e eu me divertia com aquilo, já que não conseguia fazê-lo parar. Ele queria e pronto. Eu o encarava, olhando bem dentro dos olhos enquanto o meu pau estava sendo chupado por sua boca deliciosa. Aquilo aumentava ainda mais o meu tesão. Seu olhar era doce e decidido. Ele queria ser meu de outra forma. Perguntei-lhe se ele queria que eu gozasse dentro de sua boca e ele se levantou, ficou de joelhos e disse graciosamente: “Não, amor, quero que você goze dentro de mim. Quero que você enfie sua pica em mim. Quero sentir você diferente hoje e não adianta tentar me convencer ao contrário!”. Eu gelei e fiquei paralisado, deitado ainda de peito pra cima, com o pau que nem um osso e ele veio, se acomodou sobre o meu tronco, sem desviar os olhos dos meus, lubrificou bem o meu pau e foi forçando uma sentada vagarosamente. Eu estava tremendo, pois nunca quis que ele fizesse isso, mas ele queria muito e estava muito excitado. Fiquei parado, sem forçar nada e ele foi tentando, tentando, de repente um pulo de dor, nova tentativa, relaxava, suspirava, me beijava ardentemente na boca, pegava o meu pau por trás de suas costas e o direcionava novamente para o seu cuzinho lindo e apertadinho; e eu assistindo a tudo pelo espelho à frente. De repente senti um avanço e vi pelo nosso reflexo no espelho, que a cabeça tinha entrado. A cabeça da minha rola tinha passado pelo primeiro perímetro e vi uma careta deliciosa. Ele queria muito e continuou insistindo. Entrou mais um pouco e suas veias do pescoço saltaram. Ele estava suando e lhe pedi que parasse, mas ele só balançava a cabeça em negação, dizendo quase com raiva: “Quero você dentro de mim, caralho, eu te amo, safado!”, e continuou insistindo e prendendo o ar com a boca, chegando a inflar as suas deliciosas bochechas. Era uma expressão de dor contida, mas também de quero mais. A cada reposicionada do meu pau no seu apertado orifício, sentia que entrava um pouco mais. Não tínhamos pressa. Tínhamos a noite toda e ele queria muito que eu o comesse. Foi devagar, devagar, até que conseguiu sentar inteiramente sobre o meu cacete, sempre com cuidado para não se machucar. Ele tinha feito a xuca, disse-me, se preparou para que eu o comesse. Ele começou com movimentos lentos, cavalgando devagar e o meu pau estava muito apertado pela sua virgindade. Ele tentava relaxar mais e sentia algumas pontadas de dor e depois alívio. Aquela alternância gostosa que nos deixa ávidos por pau. Eu não me mexia. Deixava que ele comandasse tudo. Assim foi por minutos intermináveis, experimentando, ensaiando, levantando e sentando deliciosamente, esfolando o meu pau com o seu cuzinho apertado. Ele ficou mais ou menos uma hora cavalgando e a dor passou a se manifestar como prazer, pois a sua expressão era de um certo conforto, após aquela luta intensa. Ele estava curtindo e inteiramente à vontade sentado sobre o meu pau. De repente ele pediu que eu fosse por cima dele e saiu de cima de mim, deitando de costas. Ele estava completamente decidido. Eu beijei aquelas costas lindas de ponta a ponta, mordi a sua deliciosa bunda e passei a língua em seu cuzinho, fazendo-o se contorcer, até que pediu que eu continuasse a comê-lo e abriu a bundinha para mim. Eu fui colocando com muito cuidado até entrar tudo e comecei os movimentos leves até acelerar mais um pouco e ele suspirar aprovando o meu ataque. Certo momento a coisa virou para movimentos frenéticos e ele urrava entre dor e prazer. Pediu que eu o comesse de frango assado e fiz como ele faz comigo, coloquei um travesseiro alto sob a sua lombar e ele elevou as pernas para que eu entrasse e foi uma delícia. Ele sentiu muito prazer nessa posição, pois até podia bater uma punheta enquanto eu o comia. Às vezes eu deitava sobre ele e o beijava com o meu pau todo dentro dele. O seu cuzinho estava muito apertado e eu tinha que tirar para re-lubrificar, senão ficaria ardido. Ficamos mais de uma hora assim, com o meu rosto muito próximo ao dele, o encarando e ele me olhando e acariciando carinhosamente. De repente começou a chorar em meio às palavras de amor que dirigia a mim. Eu perguntei se ele queria que eu parasse, se estava sentindo dor e ele respondia que era emoção, pois me amava demais e lamentava eu não ficar inteiramente só com ele. O meu coração partia com essa declaração dele e eu intensificava os movimentos para desfazer os meus próprios pensamentos. O meu corpo vibrava na mesma frequência que o dele me dando a certeza que ele era realmente o homem que eu amava, mesmo tendo saboreado as picas mais lindas do mundo, os homens mais gostosos que eu pude ter, mas era ele que me completava de verdade. O amor é uma merda, é independente e traiçoeiro. O avisei que iria gozar e ele acelerou a sua punheta para gozarmos juntos e eu chorava junto com ele. Caralho! Ele esguichou longe, urrando, estrangulando com o cuzinho o meu pau em cada pulso de sua gozada. Enquanto isso eu enchia o seu cuzinho de leite e ficando tonto de tanto gozar naquele anelzinho apertado. Ficamos largados, até o meu pau escapar; que quase não queria deixar eu sair de dentro, mas amoleceu e escapou. Depois que passou o frenesi, fomos para o banho e ele foi expelir o meu leite, tadinho, fazendo careta, dizendo que o anelzinho tinha ficado dolorido, mas que ele tinha adorado, pois afirmou: “Finalmente você me batizou, agora sou teu de verdade”. Eu fiquei parado na sua frente, passando as mãos carinhosamente sobre os seus cabelos, enquanto ele estava sentado no vaso e lhe respondi: “Eu tenho certeza que te amo. Serei sempre teu, do jeito que você quiser”, e ele abocanhou o meu pau ainda lambuzado e inchado, embora já amolecido. O chupou ali mesmo, deixando-o limpo e meio entumecido. Finalmente beijou a minha virilha, ficando alguns minutos com o rosto encostado nela, como se declarando silenciosamente. Seu corpo estava totalmente sintonizado com o meu e eu estava sentindo uma emoção sem igual, pois fora um sexo maravilhoso. Senti que tínhamos amor e entrega. Fomos os dois para debaixo do chuveiro e demos banho um no outro. Ao retornarmos para a cama perguntei como ele estava se sentido. Afirmou que estava muito bem e que sempre me quis daquela forma, também, pois ele sentia um imenso tesão por mim inteiro, além de ter a certeza que me amava. Tinha sido dolorido, mas também prazeroso. Perguntei-lhe se ele contaria aquilo para o seu melhor amigo (MA) e ele respondeu que não haveria problemas em contar, mas que preferia guardar para si, pois o amigo fatalmente iria fazer brincadeiras com a informação. Não havia necessidade e reforçamos o sigilo sobre aquele momento. Tinha sido um momento só nosso e assim o guardaríamos, com muito carinho. Bebemos mais um pouco em silêncio, enquanto eu tomava as minhas decisões internas para lhe falar algumas coisas. Nos minutos seguidos eu decidiria o resto da minha vida. Falei: “Querido, eu te amo mesmo, tenho certeza disso e quero te dizer que eu já tinha tomado uma decisão há alguns meses atrás e resolvi te contar agora, devido essa demonstração de amor e entrega que você me deu. Eu o tornei o meu único herdeiro e brevemente você será o meu sócio e ficará com a minha empresa quando eu morrer”. Ele arregalou os olhos e deu um salto da cama, exclamando: “Negativo! Não quero assim! Declino totalmente! Pode cancelar tudo! Só aceitarei isso se você casar comigo”. Suspirei profundamente, como alguém que desiste de continuar argumentado e respondi, decidido: “Está bem, eu caso com você, pois verdadeiramente é amor que eu sinto por você!”. Vocês não têm noção da alegria desse rapaz. Ele gritou de felicidade, me abraçou e beijou tanto, que toda a minha bebida derramou no chão. Depois ele correu até a sua mochila e tirou um estojo pequeno, vermelho e a abriu na minha frente. Lá tinham dois anéis simples, tipo semi jóia. Pediu a minha mão e colocou um dos anéis no meu dedo, o beijou e depois eu coloquei o outro anel no seu dedo e o beijei. Ele tinha lágrimas nos olhos. Eu estava surpreso e emocionado. Ele me falou que havia comprado antes daquele encontro onde eu o recusei, mas o guardou, pois tinha esperanças ainda. Amigos, fato consumado e eu fiquei incrivelmente feliz com aquilo tudo, embora tenha dado um pouco de trabalho em convencê-lo a não oficializarmos agora a nossa união. O convenci a terminar os seus estudos primeiro, pois ainda está no primeiro semestre da faculdade. Eu alugarei um estúdio para ele perto da sua faculdade e o ajudarei a comprar um carrinho usado. Assim poderemos nos encontrar no próprio apartamento que ele irá morar e alguns fins de semana ele deverá continuar passando com a sua família. Guardaremos segredo sobre o nosso compromisso e ele deverá ficar no quartel até à conclusão do curso, pois aguarda a promoção de cabo. Única coisa que não consegui convencê-lo, é que ele não fale para a família que é gay. Ele afirma que é sim, pelo menos bissexual, apesar de não sentir desejos por outros homens, só por mim, e isso eu não consigo entender, de verdade; e acredito sinceramente que ele não esteja mentindo, pois ele é muito verdadeiro com tudo. Então ficou combinado que ele se declarará para a família como “gay”, mas não contará que já tem um namorado. Isso será apenas uma preparação para futuramente dizer que casará com um homem. Fiquei apreensivo, mas fui obrigado a concordar. Acertamos todos os pontos, já com os anéis nos dedos e foi a vez dele me comer, aí ele voltou a ser aquele macho delicioso, meteu como nunca e me fez gozar de novo, sem que eu colocasse a mão no pau. Ele havia retornado e se tornado o dono de mim. Cavalguei também, dei de quatro pra ele e de frango assado, fazendo-o encher o meu cú de leitinho quente e gostoso. Depois que tomamos banho novamente, ele adormeceu serenamente com a massagem que lhe fiz no cuzinho para que a dor do aviltamento passasse um pouco. Ele adorou e adormeceu com as minhas lambidas e passadas suaves de dedo lubrificado sobre o seu anelzinho ardido. Eu já comi alguns cuzinhos ao longo da vida, mas o do GR foi especial, pois tenho certeza que era virgem e estava muito apertadinho. Adorei, embora nunca desejei que ele o fizesse, mas sentir a sua bundinha firme e quente toda encostada na minha virilha, com o meu pau todo dentro dele, pulsando e jorrando o meu leite pra dentro, foi sublime. Ele me disse que sentiu isso como um estalo intermitente plugando e entrando pelo seu rabinho delicioso e ele sabia que eu estava injetando o meu sêmen e se abriu por inteiro. Agora, de fato esse garoto era meu completamente, como também ele queria. Amo pra caralho esse piá e abro mão de todos os meus devaneios. Fiquei pensando enquanto ele dormia, o que ele tinha visto em mim, porque essa loucura de querer casar comigo, de me ter só para ele? Onde estava escrito isso? Creio que isso tudo tenha começado muito antes de nos conhecermos, sem ao menos sabermos um da existência do outro, pois é uma coisa muito forte, inexplicável, que chega e me dar todos os tipos de medo e fugir, por não querer passar novamente pelo mesmo sofrimento que passei com o finado e saudoso Bailarino. Vou viver novamente uma história de amor e estou feliz por isso. Pois é gente, estou compromissado agora e cuidarei desse relacionamento para que agora dê certo e tenha longevidade. Estou abdicando de todos os outros meus maravilhosos rapazes, pois o GR me completa de verdade. Ele morreria por mim e eu por ele. Vou parar de publicar os contos, pois agora terei uma vida só com ele. Agradeço a todos e peço que me desejem sorte, pois desejo muitas felicidades a todos e que encontrem os seus amores. Beijos. Adeus!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.