Garoto Rural 25 - Pica de 17 anos! Não quero mais nada! Depois de um amor que se foi...
“Amar alguém nos aproxima dos Céus e sofrer por amor nos eterniza” – O Contista Hoje é segunda feira, dia 10 de agosto de 2.026. Estou triste e ao final do conto direi o porquê. Por enquanto vou contar o que me “consolou” no final de semana. Pois não é que o moleque de 17 anos, irmão do ex-porteiro de Guarapuava veio passar o fim de semana comigo?! Ainda bem que veio, pois aqui só choveu e fez frio – um saco!!! – E única coisa boa a se fazer quando está assim é levar rola até dizer chega. Ele encheu tanto o saco do irmão para virem, que o mais velho se viu obrigado a manda-lo sozinho de ônibus para Curitiba e eu o apanhei na rodoviária e o levei pra casa. O mais velho tinha que ir a um casamento de um amigo e não poderia vir, mas colocou o piá no busão e o despachou para mim, já que o moleque estava louco pra foder. Me ligaram na quinta-feira passada para combinarmos e como ele pode viajar sozinho sem autorização dos pais, o irmão providenciou a vinda dele, já que ele tem passado quase todos os fins de semana em Guarapuava. O moleque chegou perto de meia noite da sexta-feira e surgiu na minha frente com um sorriso maravilhoso e seus brilhantes olhos. Nos abraçamos e ele demostrava muita alegria em ter feito a viagem, só para comer o meu cuzinho. Assim que ele chegou liguei para o seu irmão tranquilizando-o. Ele agradeceu e me disse: “Seca o leite desse piá-de-bosta, aí... Anda batendo muita punheta e a mãe já está querendo se livrar dele, querendo que ele já venha morar comigo, mas tem que terminar o ano escolar lá, né... Cara, é um tal de se trancar no quarto e ficar assistindo vídeos de sacanagem, batendo punheta, que você não tem noção... Minha mãe está puta com esse moleque. Esses dias ele tomou uns tapas do velho, pois “esporreou” numa toalha de rosto do banheiro e não colocou pra lavar, a deixou por cima do cesto mesmo, aí a minha irmã foi enxugar as mãos e as melou na porra do piá... Pensa no escândalo que ela fez, até o moleque levar uns cascudos do pai”. Eu caía na gargalhada e respondi: “Deixa comigo. Ele vai voltar só os cacos para aí, kkkk, domingo eu coloco os restos mortais no ônibus e te aviso”. O moleque foi falando da rodoviária à minha casa. Chegamos em casa e ele viu a piscina e lamentou estarmos no inverno. Disse-lhe que ficasse tranquilo que ela estaria no mesmo lugar no verão, pois eu gostaria que ele retornasse, inclusive com o irmão. Ele estava com fome e comemos uma torta salgada. Queria tomar banho, pois dizia estar com cheiro de “pum” dos outros passageiros e fez uma expressão engraçada, de nojo. Indiquei o banheiro do meu quarto e ele já foi tirando as roupas com aquele pauzão despencando na minha frente, fazendo-me sair logo para buscar-lhe toalha e roupão. Ele entrou no chuveiro e me perguntou se eu não queria tomar banho com ele. O pauzão já estava mudando de ângulo formando quase uma cortina de água que deslizava pelo enorme tarugo. De repente ela estava em 45 graus positivos e ele me chamava com ela, balançando-a sem as mãos, na minha direção. Não resisti. Tirei as roupas eu entrei ficando de costas para ele. Mas não demorou três segundos a cabeça da rola já estava se alojando no meu piscante cuzinho guloso. O pau dele estava bem ensaboado e foi entrando macio e confortavelmente, uma delícia de penetração, calma, segura, robusta, cuidadosa e juvenil, me abrindo ao limite do que acho ser permitido fisicamente, pois além disso seria uma terrível rasgadura e letal perfuração dos órgãos internos, rsrsrs. Desde o primeiro dia em que vi esse moleque, eu sabia que ele era gostoso e fiquei louco para sentir a rola dele. Só não sabia que era tão grande. O irmão dele me dizia, mas eu não tinha a noção e agora a tinha toda enfiada no meu cuzinho me fazendo muito feliz, me consolando de todas as tristezas que estava sofrendo no momento. Resolvi me entregar àquilo e esquecer o resto, rebitando a minha bunda o mais que podia para ele avançar completamente e se alojar definitivamente no meu toba, me mantendo conectado, plugado a ele e à sua latente e jovial masculinidade. Ele gemia deliciosamente com movimentos cadenciados e precisos. Seu pau estava duríssimo fazendo as paredes do meu cú cantarem de alegria. Como ele é um pouco mais alto que eu, tinha que se abaixar um pouco para enterrar a rola, fazendo um movimento gostoso como se estivesse se levantando repetidas vezes, de um banco. Puxava a rola comprida, de dentro, sentava no banco imaginário e se levantava para depois sentar novamente e assim sucessivamente, fungando no meu pescoço e dizendo: “Saudade desse cuzinho, hein...”. Eu só gemia, pois o tarugo ia até onde eu nem imaginava (não sei como a gente não morre com um troço desse enorme enfiado tão fundo, puta que pariu...). Fiquei ali sendo empalado maravilhosamente por aquele garoto sacana, que brincava com o meu cú em alternâncias de velocidade, ora mais devagar, ora mais rapidamente, ora rebolando com a pica enterrada em mim, ora tirando-a e colocando-a em meio às palavras pecaminosas, que fariam experientes prostitutas corar. Tinha hora que ele me erguia tanto pela rola, que eu ficava somente com as pontas dos dedões dos pés encostados no piso molhado do banheiro, espalmando as mãos na parede. De repente ele tirou tudo e disse que queria terminar de me comer na cama. Eu estava quase gozando, mas dei uma segurada também. Na cama esse piá se “encapetou” de vez. Eu quase não conseguia chupar o seu cacete de tão duro que estava. Ele até nem queria muito o boquete, queria meter no meu cú e assim o fez. Virou um demônio de tarado, ficando de joelhos na cama e cravando o pau até eu sentir a sua virilha encostar. Esse moleque fodeu, hein... Eu ficava de quatro para ele, todo aberto, sedento, e ele ficava com aquela rola enorme esticada, mandando eu ir e voltar enquanto ele ficava parado deixando o pau reto e imóvel para eu o encapar e o desencapar com o couro do cú, repetidamente, chegando a fazer o “copinho” deslizante. Aquilo ia até bem fundo de mim, pois eu recuava e voltava até encostar na sua virilha, enquanto eu soltava gemidos fortes motivados pela gostosura que é aquele moleque tarado. Demorou para gozar e quando o fez, pensei que ele tinha morrido. Ficou largado sobre as minhas costas, onde desabou quase sem respirar. Eu me preocupei e perguntei se estava tudo bem. Ele só esticou os braços e fez um “joinha” à frente do meu rosto, suspirando como se tivesse expulsado todas as suas dores. O coração dele estava em disritmia total. Ficou um tempão assim, até o seu delicioso pau amolecer e escapar, trazendo consigo parte do leite despejado internamente. Corri para o banheiro e os ruídos borbulhantes e o “cheiro forte de detergente” reverberavam por todos os lados. Ao voltar, ele queria que eu limpasse o seu pau todo gozado, com a boca, e mandei ver. O deixei brilhante e pronto para reutilização, que demorou um pouco, pois ele estava agora cansado e queria dormir. Já passavam das nove da manhã de sábado, quando ouvi um jato forte de alguém mijando. Gritei: “Ô pia...”. Ele me cortou na hora dizendo: “Já sei, pô!!! Lavar o pau com sabão.... Mas é fresco, hein...!!!”. Rachei de dar risadas, pois o doce mau humor estava de volta, kkkkkk. Retruquei: “Aqui tem água quente na torneira da pia, né moleque!”. Ele não perde o rebolado e respondeu com a voz ora grave, ora fraca, própria da idade: “Pelo menos isso, né...”, e eu queria provoca-lo mais ainda: “Pelo menos o quê? O que mais está faltando, piá, além de você ter acabado com o meu cú??”. Nesse momento ele vinha em direção à cama, com o pauzão meio mole, balançando ao ritmo do seu adorável mau humor matinal e parou ao lado da cama, próximo ao meu rosto, dizendo: “Está faltando você terminar aquele boquete de ontem. Você não gosta de pau limpinho pra chupar?? Lavei! Agora chupa! Quero gozar agora na tua boca, safado, e você vai ter que engolir tudo”, disse isso me apontando o indicador ameaçadoramente, dando-me um tapa até meio fortinho no rosto, me encarando todo machinho, com o olhar quase me espetando. Porra, isso é de família. Só pode. Já imaginei o pai deles fazendo isso com a velha também, kkkk. Demorei tanto no boquete, que chegou a doer o queixo. Esse moleque fazia movimentos como se a minha boca fosse uma boceta. Tinha horas que eu me engasgava e demorava para retomar ao maravilhoso martírio. Até que ele soltou “os danadinhos”, enterrando o seu pau e eu sentindo o saco dele bater no meu queixo e a ponta do pau no final da minha garganta, fazendo escorrer leite ácido até pelo meu nariz. Me afoguei, tossi porra pra todo lado, me lambuzei, fiz maior esparramo, escorrendo o esperma dele da minha boca para o meu peito. Vomitei porra e ele ordenava para eu engolir tudo e não desperdiçar nada. Corri para o banheiro, todo decomposto e humilhado por um piá-de-bosta como aquele. Ele veio atrás e enquanto eu me inclinava para lavar o rosto e cuspir o que não conseguira engolir, ele me abraçou por trás e foi enfiando a pica ainda dura, fazendo-me apoiar na bancada da pia para não cair. O moleque era o próprio capeta e o calor de sua maldade me queimava as costas. Fui andando com ele, devagar para o pau não sair de dentro e nos jogamos na cama onde o massacre continuou por horas, pois ele tinha gozada, mas o pau continuava duro embora menos um pouco de quando chegou; mas que me furava perfeitamente massageando-me internamente. Fodeu tanto que eu tive que pedir pra parar e que deixássemos para mais tarde, pois tinha que preparar comida para nós. Ele concordou, pois não iria gozar tão cedo mesmo – Ufa! Uma breve folga para o meu pobre cuzinho. Levantamos, fui preparar um rango pra nós e depois ele ficou no celular enquanto eu organizava a cozinha. O irmão mais velho ligou e conversaram um pouco e eu o ouvia dizer que já tinha dado duas gozadas desde que chegou e que iria me comer de novo agora à tarde, pois a sua rola já estava ficando dura. Lá na cozinha me deu um arrepio ouvindo isso e comecei a ficar excitado. Depois o mais velho quis falar comigo e contei no detalhe o que aquele monstrinho tinha feito comigo. Ele ria e dizia: “Vai ser pior quando eu estiver junto.... Você gosta, safado...”. O pior é que ele não estava mentindo. No meio da tarde, quando fui pro quarto, lá estava o moleque esparramado, semi deitado peladão sobre a cama, batendo uma punheta de leve enquanto assistia uma foda num canal adulto – Foi aí que filmei um pouco rapidamente e saquei a foto pra vocês sentirem o tamanho do tarugo. Fui escovar os dentes apressadamente, louco pra ir para a cama e sentar naquela vara linda. Ele adora a minha cavalgada e demorou para injetar a sua gala gostosa dentro do meu cuzinho. Tomamos um banho e fomos dar umas voltas de carro pela cidadezinha. Comemos um sanduíche numa ótima lanchonete e retornamos quase escurecendo para a casa. Não fodemos mais, pois apesar de jovem, ele não é de ferro. Ele dorme cedo, me disse, e eram vinte horas já queria dormir, abrindo a boca em bocejos graciosos de menino. Dei-lhe um beijo de boa noite no rosto e o deixei no quarto escuro. Fui trabalhar um pouco no computador, com o cuzinho bem ardido ainda. Já era o meio da manhã de domingo quando sinto uma leve mordida na bunda e só disse: “Bora... Mete a rola, moleque!”, mal acabei de falar, ela já estava praticamente toda enfiada no meu rabo e os movimentos cruéis começaram. O pau dele tinha recuperado toda a rigidez da sua voracidade juvenil e a minha próstata era massageada internamente fazendo-me gozar involuntariamente aos rodos. Eu não precisava pôr a mão no pau. O moleque gozou berrando, dizendo já estar com o canal do pau dolorido e eu acreditei, pois ele tinha muito leite e era muito ácido. Depois tratei de levar o moleque para a rodoviária e despachá-lo para o irmão, pois se demorasse mais um pouco, iria acabar comigo. Mas tudo isso foi bom, pois me distraiu já que recebera uma triste notícia na terça-feira cedo. Antes de lhes contar, quero dizer que existe sim um mundo invisível, paralelo ao nosso, com forças sobrenaturais que a nossa mente não consegue decifrar... Só depois que as coisas acontecem é que tomamos consciência dos avisos e previsões. Na segunda-feira do dia 03 de agosto, eu já havia publicado o conto anterior como de costume. No fim da tarde dei comida para o casal de cachorros que tenho no quintal, mas notei que eles estavam quietos demais, pois sempre brincam comigo todas as vezes. Nem avançaram na comida, como costumam fazer. Eram quase 21h00m, eu já estava deitado na cama assistindo TV, com o cuzinho ainda ardido pelas metidas do CC, do final de semana anterior. De repente a minha cadela começa a uivar debaixo da janela do meu quarto. Me agasalhei e fui vê-la. Ela começou a se encostar em mim, meio chorosa e eu perguntava o que tinha acontecido e ela rodopiava, sentava me encarando de frente, com grunhidos finos e me dava uma das patas. Eu a abraçava preocupado e fui ver o outro cachorro, para ver se ele estava bem. Ele estava deitado na porta do canil, cabisbaixo e nem se levantou, como costuma fazer quando chego perto. Estavam tristes. Notei que quase não comeram suas rações. Dei-lhes biscoitos e assim se alegraram um pouco. Agendei mentalmente uma visita do veterinário para o dia seguinte, pois não tinha visto aquele comportamento antes. Eles ficaram quietos e voltei pra cama preocupado. Acordei na terça-feira com uma ligação internacional. A mãe do Bailarino me ligou chorando muito e eu fiquei desesperado com aquilo, pois ela mal conseguia falar, só chorava, emitindo palavras cortadas, desconectas, em português e alemão, numa confusão medonha. Aí perguntei se tinha acontecido alguma coisa com o William. Ela respondeu que sim, com muita dificuldade, completando, “... ele se matou, o meu filhinho se matou, querido... Perdi o meu amorzinho, meu anjinho se foi...”, e ela desabou. Dei um grito de horror, enquanto tudo começava a rodar. Eu podia ouvir o sangue jorrar do coração despedaçado daquela pobre e doce mãe, enquanto eu derramava o pranto dos impotentes. Pobre senhora... Nada eu poderia fazer, além de me lamentar e sofrer com a família. Em seguida vem as perguntas... “Como?”, O que ele fez?”, “Quando?”, “Como aconteceu?”. Ela não conseguia mais falar e passou o telefone para um dos primos do William que eu havia conhecido quando lá estivemos visitando a sua família alemã. A nossa conversa foi em inglês e ele me explicou que o “Bailarino” passou a ter uma dificuldade muito grande em se relacionar com as pessoas. Os seus relacionamentos amorosos não duravam, além de sua permanência nas empresas. Ele não tinha mais alegria na vida e se lamentava de tudo e costumava se trancar no quarto por vários dias. Resolveu aceitar a proposta de uma empresa e se mudou para outra cidade para um possível recomeço, mas foi se isolando cada vez mais culminando em suicídio. Esse foi o erro, ficou sozinho, pois enquanto vivia com a mãe ela o monitorava e era o seu porto seguro. Na verdade, ele nunca tinha se recuperado (Conto nº 8). O seu primo disse que ele deve ter se matado por volta das duas horas da manhã de terça, mais ou menos 21h00 da segunda, no Brasil – o horário que a minha cadela começou a uivar debaixo da minha janela, me avisando que viriam notícias tristes. Foi mais uma vítima tardia da terrível pandemia de COVID que nos causou tantas tristezas. Ele, coitado, até lutou contra a depressão, chegou a casar com um espanhol e foi viver em Barcelona, mas logo se separaram e voltou para a Alemanha. Os vizinhos acharam-no pela manhã pendurado numa corda, numa árvore no quintal da pequena casa que havia alugado. O seu primo informou que ainda vão marcar a data do velório, pois lá eles não enterram os seus mortos no dia seguinte, como no Brasil. Avisam todos e esperam chegar. O tio, casado com a sua mãe, e o seu meio-irmão mais velho, do primeiro casamento do seu pai, foram buscar o seu corpo para as tristes providências de velório. O ex-marido espanhol já estava se deslocando para a Alemanha e a sua irmã estava indo dos EUA para lá. Não consegui mais trabalhar no resto da semana. Avisei os poucos amigos que ainda tinha contato, e que o conheciam também. Fiquei recluso durante o resto da semana e meus cachorros estavam o tempo inteiro do meu lado, me rodeando como se quisessem me confortar. O meu querido amigo que assumiu o meu lugar na empresa, quando trabalhávamos juntos, inclusive com o Bailarino, veio com a família dormir em casa na terça-feira, de tão preocupados comigo, pois eles souberam por mim, recentemente, que eu e o William éramos namorados. Jantamos juntos e manifestei o desejo de ir à Alemanha também, mas os meus amigos me fizeram desistir: “Amigo, não faça isso. Você já sofreu tanto com essa história. A pessoa que você veria no caixão não é mais o mesmo que você amou, aquele cara alegre que nós conhecemos. Você não faz parte mais dessa história. Não vá... Deixa passar e depois você dá uma passeada por lá, leva flores ao túmulo do cara e visita a família, se conseguir fazer isso”. Acabei concordando com eles e a presença deles me fez muito bem naquela noite. No restante da semana me alimentei mal, dormi mal, não fiz exercícios físicos, fiquei sem tomar banho, coisa que não admito fazer, até rezei sem lembrar como fazer isso, mas pensei naquele lindo e alegre rapaz que amei e que me escapou das mãos e da vida por conta de uma terrível pandemia que deixou sequelas em muitos, sequelas de sofrimentos profundos, inclusive. Não me senti culpado por tê-lo desprezado quando aqui esteve e me procurou, pois creio que o nosso destino já estava selado, ou seja, nada mais restava. Naquele momento em que ele me procurou, eu não poderia fazer nada e talvez o meu sofrimento fosse pior do que estava sendo agora, se tivesse cedido ao seu pedido de nos encontrarmos na sua breve visita à Curitiba. Pedi aos Céus que tivessem piedade de sua pobre alma. Assim fui me restabelecendo e a vinda do moleque de Guarapuava me trouxe um pouco de alegria, como vocês puderam perceber. Caiu uma lágrima aqui..., sorry...
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