O diácono da Assembleia de Deus ativo do pau grosso
Aqui está o seu texto revisado, com as correções gramaticais e ortográficas necessárias, além da organização em parágrafos para melhorar a fluidez da leitura: E aí, pessoal, tudo bem? Aqui estou eu mais uma vez para compartilhar um sexo gostoso com vocês. Para quem já me acompanha na internet, sabe que eu sou de Boa Vista, Roraima. Sou moreno, tenho 1,75 m de altura e 80 kg — agora pesei e conferi. Tenho 36 anos, sou versátil com preferência ativa, gosto de pau pequeno e de caras mais magros. Gosto de sexo bem aleatório, onde nada combina. Bom, pessoal, esses dias eu postei nos meus status do WhatsApp que eu tinha umas roupas sociais para doar, que eu tinha ganhado. Uma amiga me falou que tinha um primo que ia super gostar dessas roupas e que ela ia passar meu contato para ele, para a gente combinar de ele vir buscar. Assim aconteceu: ela passou meu contato, nós começamos a falar pelo WhatsApp, eu mandei as fotos, ele super gostou e marcou de vir buscar no sábado. O rapaz era diácono da Igreja Assembleia de Deus. Ele tinha 21 anos, um "jovem" bem feito, bem bonito, na verdade. Alto, 1,75 m, seus 90 kg e muito educado. O que eu fiz quando o recebi aqui? Pedi para ele entrar e falei para ele escolher as roupas que ele queria usar e as que ele não queria, para deixar aqui, pois eu tinha uma outra pessoa para doar também. Ele perguntou se não tinha problema ele experimentar e eu falei que não. Na minha sala tem um espelho, então ele tirou a camisa — ele tem aquela barriguinha normal, né? — e experimentou as camisas sociais; gostou de todas. Depois tinha algumas calças também. Ele ficou de cueca, meio constrangido, com vergonha na minha frente, mas tudo sob controle. Quando ele foi vestir as bermudas, eu vi que marcou muito, e falei para ele: "Olha, já que você é da igreja, eu acho que não é legal usar essas bermudas porque marcam muito você na frente". Aí ele falou: "Ah, beleza, eu acho que não, mas eu gostei dessa bermuda, acho que vou levar também". Ele foi tirando as outras, só que eu percebi uma coisa: o volume na cueca dele estava alto. Ele estava favorável a uma sacanagem, bem saliente. Eu falei: "Eita, está animado aí, hein?". Depois eu disse: "Tranquilo, relaxa". Fui buscar uma sacola para ele colocar as roupas. Quando me levantei e fui entregar a sacola, passei a mão por cima do volume dele. Pude notar que era algo pesado mesmo: uma pica de 21 cm, grossa. Fiquei de joelhos na frente dele e abaixei a cueca; pulou um pinto muito cabeludo, grosso, cabeçudo. Nunca tinha visto um pênis daquele, e ele já estava babando do tesão que estava sentindo. Caí de boca na mala dele, comecei a chupar, e ele começou a gemer, segurando a minha cabeça pela nuca, me forçando a engolir tudo. Fiquei ali, babando, mamando, chupando aquele cacete, e ele gemendo, pedindo para eu engolir tudo. Ele disse que já estava quase para gozar, mas eu falei que não queria que ele gozasse ainda. Trouxe ele para o quarto, joguei-o em cima da cama e sentei em cima dele. Acabamos nos beijando; um beijo bem apaixonado, quente. Ele chupava minha língua, eu chupava a dele, ele mordia minha orelha, ao ponto de ele encaixar o pinto dele bem na entrada do meu cu. Falei para ele que aquele pinto não entraria por ser muito grosso e grande, mas ele ficou me tocando em cima dele. Encaixei ali, fiquei brincando na estradinha, só que o tesão estava tão grande, mas tão grande, que ele falou: "Eu nunca comi um cu assim". Aquilo me despertou um tesão do caralho. Saí de cima dele, fui ao banheiro, passei gel com anestesia. Então, fui sentando em cima dele, "no pelo" mesmo. Foi entrando, e ele gemendo, revirando os olhos, dizendo que o meu cu era muito apertado — mas, na verdade, o pau dele que era muito grosso. Fui sentando até o talo e pedi para ele ficar quietinho por um bom tempo. Eu ficava olhando para a carinha dele, puxando-o para me beijar. Aí ele começou a socar de leve, e eu comecei a quicar também em cima, demonstrando que estava gostoso, ao ponto de ele dizer que queria me comer de quatro. Fiquei de quatro na cama e ele veio socando, me puxando pelo pescoço, dizendo que meu cu era muito apertado, socando forte, fazendo aquele barulho: "plac, plac, plac". Eu dizia que meu cu estava sendo rasgado, gemia alto, dizendo que estava gostoso, mas também dolorido. Quando menos espero, ele jorra a porra quente dele dentro de mim. Ele gemeu bem masculino, caiu por cima de mim e ficou ofegante, respirando cansado por um bom tempinho, até o pau dele sair de dentro. Fomos tomar um banho para nos lavar. Ele agradeceu pela roupa, pediu um Uber e foi embora. E eu estou aqui, só na saudade.
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