Reencontrei um colega de infância e acabou me comendo Boa Vista-RR
E aí, pessoal! Quanto tempo, não é? Muita coisa aconteceu desde a minha última postagem, mas acho que a história de hoje vai prender a atenção de vocês. Para quem não me conhece, sou de Boa Vista, Roraima, tenho 36 anos, 1,70m e estou pesando 80kg. Aliás, me rendi ao Mounjaro e, modéstia à parte, o corpo está ficando no ponto! Esses dias, enquanto caminhava em direção à escola, uma moto parou ao meu lado. O motoqueiro me encarou e soltou meu nome completo. Levei um susto, mas logo reconheci: era um amigo que eu não via há mais de 15 anos. A emoção foi grande, paramos na esquina e a conversa fluiu como se o tempo não tivesse passado. Trocamos contatos, redes sociais e passamos a nos atualizar. Em outro encontro, encontrei ele acompanhado de um colega. Brinquei com o corpo dele, comentando como ele estava ficando "maneiro", e notei que, desde então, ele começou a reagir aos meus *stories* no Instagram com emojis de fogo. Confesso que achei inusitado, mas decidi dar corda. No último sábado, durante o Arraial, ele mandou mensagem perguntando o que eu estava fazendo. Respondi que estava em casa, de bobeira. Ele não perdeu tempo: pediu meu endereço e apareceu por aqui. Conversamos muito, relembramos histórias da infância e rimos bastante. No meio da conversa, ele soltou: "Lembro muito bem do seu jeitinho. Vai me dizer que nunca teve interesse em ninguém da nossa roda?". Ele continuou, provocando: "Eu lembro que, quando íamos tomar banho, você ficava olhando para o meu volume". Ele é um cara negro, de 1,80m, com aquela barriguinha de cerveja charmosa da idade e um jeito muito gente fina. Colocamos um filme para assistir — *O Senhor dos Anéis* — e ele começou a tirar a camisa e a calça, dizendo que estava calor. O clima esquentou de vez quando vi o volume evidente ali. A intenção dele era clara, e a minha também. Tudo fluiu naturalmente e, logo, estávamos nos beijando e nos curtindo. Ele perguntou se eu teria coragem de ser passivo para ele. A pergunta fez todo sentido: o cara tinha 21cm. Como agora estou me sentindo mais confiante, aceitei o desafio. O homem tem uma pegada incrível, e a boca dele... nossa, que tesão! Fiquei ali curtindo aquele momento por um tempo. Quando ele disse que estava quase chegando ao ápice, pediu para eu sentar nele. Como faço uso de PrEP, segui em frente. Pensa numa sentada gostosa! Sinceramente? Não senti dor nenhuma — na verdade, parece que pau grande incomoda muito menos que pau pequeno. Foi intenso, ele elogiando o quanto eu era apertado, e eu me sentindo todo ali. Quando ele me colocou de quatro, a conexão foi total. Sentir aquele pau duro, o momento em que ele gozou, foi farto, intenso. Gememos juntos, e foi, sem dúvida, uma das melhores experiências que já tive. Infelizmente, não tenho fotos para compartilhar com vocês, mas garanto: foi um sexo inesquecível.
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