Criei um plano. A academia do prédio, cedo da manhã. Comecei a ir nos mesmos horários dele. Até que deu certo. Ele terminou o treino, suado, e foi pro vestiário. Esperei um pouco e entrei atrás. Lugar vazio. Ele estava de sunga em frente ao espelho. Fui pro chuveiro do canto, de costas, mas de olho no reflexo. Ele tirou a sunga. A pica, ao vivo era pior. Uma piroca enorme, pesada, mesmo mole. Ele se virou e me pegou olhando. Não se escondeu. Pelo contrário. Parou e segurou a porra com a mão, balançando.
- Gostou do que viu, garoto?
- Engoli em seco. Desculpa, é que... é difícil não notar.
Ele riu baixo.
- Notar o quê? - E veio caminhando, nu, na minha direção. Parou na minha frente.
- Se quer tanto ver, pode vir mais perto.
Ajoelhei na hora, com a água do chuveiro batendo nas costas. Puxei a pele pra trás e a cabeça gigante apareceu. Coloquei na boca. O peso, o gosto, ele começou a crescer e a engrossar até doer meu maxilar. Ele pegou meu cabelo e empurrou a cabeça, enfiando até o fundo da minha garganta.
- É isso, garoto. chupa essa piroca inteira. Mostra pra mim o quanto tu queria.
Eu engasguei, chorando, mas não parei. Ele começou a foder minha boca com força.
- Ah, seu cuzinho deve estar pedindo isso, né? Um homem macho pra te arrombar?
Ele me puxou pelos cabelos, me levantou e me empurrou contra a parede do box.
- Vira de quatro, putinha. Vamos ver se aguenta o que o seu cuzinho queria.
Eu virei, encostei as mãos na parede e empinei. Ele agachou, passou a língua no meu cu e depois cuspiu. Relaxa que vai doer, mas vai gostar da dor.
E doeu. Quando a cabeça entrou, eu gritei. Parecia um corte. Ele não esperou, enfiou mais uns centímetros. Eu gemi alto, dor e prazer junto.
- Não grita puta burra alguem pode escutar. Quero ouvir só o barulho do cuzinho novo sendo arrombado.
Ele começou a me foder devagar, cada golpe mais fundo, até sentir que estava enterrado até o talo. Sentia todo esticado, era aquela porra toda dentro.
Ele pegou meu pescoço e me forçou a olhar pra trás.
-Agora que tu me provocou, tu é meu. Vou usar teu cuzinho quando eu quiser.
E aí ele começou a foder com vontade. Golpes profundos, fortes, as bolas batendo na minha bunda. O som da pele batia no vestiário vazio. Eu só gemia e pedia mais.
- arrebenta esse cuzinho, R, mete com força, por favor.
Ele obedeceu. A foda ficou selvagem. Me dobrou, me colocou no chão molhado e me comeu como um animal. Me senti usado, dominado, era exatamente o que eu queria. Depois de uma eternidade, ele gemeu, enfiou a porra até o fim e gozou dentro de mim. Senti o jato quente enchendo tudo, e meu corpo tremeu num orgasmo forte, sem nem tocar em meu pau.
Ele ficou um minuto dentro, ofegante. Tirou a piroca devagar. A sensação de vazio foi imediata. Fiquei de quatro, com o cu pulsando, escorrendo o leite dele. Ele me olhou, sorrindo. Agora limpa aqui. Me colocou de joelhos de novo. Eu lavei a porra dele com água, beijando e lambendo, ainda dura.
Ele se vestiu em silêncio e saiu. Fiquei no chuveiro, sentindo o cu arrombado e o cheiro dele em mim. Ele pegou meu contato e até hj fica me mandando algumas fotos, já repetimos a dose algumas vezes, mas a primeira vez com ele foi muito marcante.
Foto do meu rabão e uma da rola dele kkkk

