DESCONHECIDO ME COMEU DENTRO DA BARRACA.

O sol já estava quase sumindo quando a gente chegou na festa, aquela tradição de cidade interiorana onde não tem hotel, então todo mundo acampa em um campo. Dez reais a diária, banheiro químico fedido, e cerveja quente o dia todo.

Meu grupo montou as barracas perto do banheiro — erro de iniciante, mas era o que tinha. A festa começou cedo, sertanejo misturado com funk, e eu tava fazendo aquela mistura de cerveja com vodka barata desde às seis.

Às onze, tudo girava. O calor, o cheiro de fritura, a cachaça subindo. Deixei os amigos na tenda principal e fui tropeçando entre as barracas escuras, procurando a minha. Entrei na minha barraca azul, deitei e fiquei ali uns vinte minutos tentando não vomitar.

Foi quando ouvi passos arrastados. Um cara alto, regata branca, cambaleando. Moreno, barba por fazer, pernas grossas de quem trabalha muito;

— Porra... cadê aquele banheiro, caralho...

Parou a três metros da minha barraca, olhou pra trás, e abriu a bermuda.

— Aqui tá bom, ninguém vê...

A raiva subiu junto com o álcool.

— Ei, filho da puta! — gritei, abrindo o zíper. — Vai mijar longe daqui, seu porco!

Ele deu um pulo, girou, os olhos arregalados. A luz bateu nele por um segundo, deu pra ver a bermuda aberta, pau meia bomba pra fora. Grosso, curvado pro lado, veiúdo, a cabeça rosada e brilhando.

— Que porra, mano! — engasgou. — Quase cago nas calças!

— Vai mijar em outro lugar!

Ele deu um passo, cambaleando. O pau dele balançou, pesado.

— Desculpa, tô muito louco... nem vi que tinha gente...

— Deixa eu ver — falei, antes de pensar.

— O quê?

— Esse pau ai, gostoso, entra aqui. Tá escuro.

Ele olhou pro campo, deu de ombros, sorrindo bêbado. O sorriso era torto, malicioso.

— Foda-se. Tô morrendo de tesão mesmo.

Entrou de fininho. A barraca apertou. Ele sentou, pernas abertas, pau pra fora, pulsando. A regata subiu, mostrando a barriga peluda mas até bem definida, o cabelo do pau grosso, as bolas grandes e pesadas.

— Tá maluco, hein? Nunca fiz isso com cara.

— Tô maluco pra sentir isso — falei, me jogando entre as pernas dele.

Enfiei na boca de uma vez. Ele gemeu alto, a mão foi pro meu cabelo, puxando com força.

— Caralho... ninguém chupa assim... olha pra mim.

Levantei os olhos. Ele tava me encarando, a boca aberta, ofegante.

— Gosta de pau, putinha?

Respondi chupando mais forte, engasgando, babando. Usei a mão no que não cabia, rodando a língua na cabela com força.

— Porra, sua boca tá quente... vai me fazer gozar assim?

— Ainda não — falei, soltando ele. — Quero sentir isso dentro.

— Sem camisinha? — ele riu, malicioso. — Sou desconhecido, mano. Pode ser perigoso.

— Mete logo — falei, virando de bruços. — Quero sentir tudo.

Ele cuspiu na mão, passou no pau, e encostou no meu cu. A cabeça quente pressionou, forçou, e entrou de uma vez. Ardeu pra caralho. Gritei no travesseiro.

— Tá doendo, viadinho? — ele riu, parado, sentindo meu cu apertar em volta dele.

— Mete mais — falei, masturbando meu pau. — Quero sentir suas bolas batendo.

Ele acelerou, batendo forte, as coxas grossas batendo nas minhas nádegas. A barraca sacudia, igual as outras quatro, cinco em volta.

— Tá apertado, porra... gosta de ser fodido assim, no meio do mato, por um desconhecido?

— Gosto... mais forte... me fode como se eu fosse sua puta.

Ele agarrou minha cintura, puxando pra trás, encontrando cada estocada com um soco de quadril. O som da pele batendo era alto, úmido.

— Sua putinha... veio acampar só pra dar o cu pros machos bêbados, né?

— Vim pra isso mesmo — gritei, gozando no saco de dormir enquanto apertava o pau dele com o cu, totalmente entregue, de bruços.

— Porra, tô gozando... tô enchendo seu cu...

— Goza dentro, porra... enche tudo...

Ele enterrou até as bolas e gozou, gemendo alto, jorrando quente dentro de mim, tremendo, caindo em cima de mim, pesado, suado.

Ficamos ofegantes, ele ainda pulsando dentro, escorrendo pra fora.

— Qual seu nome? — perguntou, depois de um tempo.

— Não importa.

— Importa sim. A festa é o final de semana todo. E eu quero mais.

Ele ainda tava duro. Começou a mover de novo, devagar, empurrando o próprio gozo pra dentro.

— De novo? Perguntei a ele rindo.

— Não, vou voltar pra festa, te limpa ai putinho.

Ele saiu e no outro dia ficou me olhando com vontade, mas n teve coragem de chegar em mim novamente.


Vou deixar fotos do meu rabão, como sempre e votem, comentem e falem oque acharam, adoro ler os comentários, tanto sobre o conto quanto sobre meu rabão.

Foto 1 do Conto erotico: DESCONHECIDO ME COMEU DENTRO DA BARRACA.

Foto 2 do Conto erotico: DESCONHECIDO ME COMEU DENTRO DA BARRACA.

Foto 3 do Conto erotico: DESCONHECIDO ME COMEU DENTRO DA BARRACA.


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Comentários


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pyreko Comentou em 22/06/2026

Rabão nada, você têm uma bunda muito linda e pelo jeito gulosa e eu gostaria muito de conhecer ela digamos intimamente kkkk




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Ficha do conto

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josiassilva

Nome do conto:
DESCONHECIDO ME COMEU DENTRO DA BARRACA.

Codigo do conto:
265080

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/06/2026

Quant.de Votos:
4

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3