O PRIMO QUE ME TIROU O CABAÇO, ME FEZ DE PUTA NO SITIO DO TIO - PARTE I



A casa de campo do meu tio ficava longe pra caralho, num lugar que nem internet pegava. Me mandaram ir lá ver como é que tava o imóvel, e descobri que meu primo ia junto. Sim, aquele que me inaugurou.

Cheguei primeiro. Fiquei na varanda esperando, tomando uma cerveja. Fazia tempo que a gente não se via, e eu tava com saudade daquela pica dele.

Ele chegou de caminhonete, desceu com uma cara meio cansada, vestindo camiseta velha e calção de trabalho. Nem me olhou direito quando entrou na varanda.

- E aí, sumido - falei, jogando a cerveja.

- E aí - ele respondeu, desviando o olho. - Vim ver o estado do lugar.

- Veio trabalhar, é?

- É, vim trabalhar - ele disse, sério. - Tem coisa pra arrumar aqui.

Eu fiquei olhando pra ele, deixando o silêncio pesar. Ele ficou mexendo nas ferramentas, evitando me encarar.

- Tá estranho, hein - falei, levantando da cadeira. - Um ano sem me ver e tá assim, todo envergonhadinho?

- Tô não - ele disse, mas a voz saiu falhada. - Só tô cansado da estrada.

- Cansado é - falei, chegando perto. - Ou tá com vergonha do que rolou?

Ele parou de mexer nas coisas. Ficou de costas pra mim.

- Não é vergonha não, primo. É que... - ele hesitou. - É que aquilo foi loucura, tá ligado? A gente é primo, porra.

- Loucura? - ri. - Tu me comeu por horas. Meteu, gozou, meteu de novo. Não vi loucura nenhuma, vi tesão.

Ele virou, a cara vermelha.

- Para com isso - falou baixo. - Não é lugar pra isso aqui.

- Qual o problema? - perguntei, chegando mais perto. - Tá com medo de gostar de novo?

- Não é isso - ele disse, dando um passo pra trás. - É que não pode, entendeu? A gente não pode.

- Normal é o caralho - falei, pegando no volume dele por cima do calção. - E essa pica dura aqui? Também é erro?

Ele murmurou baixinho, tentando se afastar.

- Para, mano. Alguém pode ver.

- Ninguém vai ver, a gente está no meio do nada - falei, apertando mais. - Tá duro pra caralho. Tá querendo, né?

- Não tô querendo não - mentiu, a voz trêmula.

- Então tira a mão - falei, mas ele não tirou. Ficou parado, deixando eu massagear. - Viu? Tá mentindo.

Ele fechou os olhos, respirando fundo.

- Porra, primo. Não faz isso comigo não - falou, já sem força.

- Faz o quê? - perguntei, abrindo o zíper dele. - Isso aqui?

A pica dele saltou pra fora, dura, vermelha, pulsando. Ele gemeu alto.

- Caralho - falou, segurando na varanda. - Vai se foder.

- Você quem vai me foder - respondi, caindo de joelhos.

Engoli a pica dele até o talo. Ele gemeu, as pernas tremendo.

- Para, por favor - falou, mas as mãos dele foram pro meu cabelo, me segurando. - Vai dar merda isso.

- Deixa dar - falei, tirando a boca só pra falar. - Goza na minha boca.

Voltei a chupar, metendo a mão nas bolas dele. Ele tava perdido, gemendo sem conseguir conter. O pau dele tava duro que nem pedra, escorrendo porra já.

- Tá gostoso, né? - perguntei, olhando pra cima.

- Tá - ele admitiu, a cara toda vermelha. - Chupa mais.

Voltei a chupar com vontade. Ele começou a meter na minha boca, devagar no começo, depois acelerando. As bolas batiam no meu queixo. Eu usava a língua no caule dele, lambendo as veias grossas, sentindo o gosto salgado.

- Isso, porra. Chupa esse pau - ele falou, já sem vergonha nenhuma. - Sua puta, sumiu um ano e voltou querendo rola.
Engasguei, as lágrimas escorrendo, mas continuei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e metia sem dó, batendo na minha garganta.

- Toma, toma essa pica. Vai engolir tudo, hein - ele falou, o corpo trêmulo. - Chupa direito, vai.
Eu sentia ele inchando mais na minha boca, a cabeça roxa, pulsando forte. Aumentei o ritmo, sugando com força, massageando as bolas.

- Porra, vou gozar - ele avisou, ofegante. - Tira se não quer levar.
Não tirei. Continuei chupando, olhando pra cima, provocando.

- Seu louco - ele falou, e gozou.
Jorrou na minha garganta, jato atrás de jato, quente, grosso. Engoli tudo, sentindo o gosto forte, amargo. Ele ficou tremendo, as pernas bambas, a pica ainda na minha boca, pulsando. Suguei até o último gozo, limpando com a língua.

Ele ficou ofegante, se apoiando na parede.

- Caralho - falou, olhando pra mim. - Tu não brinca em serviço, hein.

- Nunca brinquei - respondi, limpando a boca. - Agora me paga. Quero essa pica no meu cu.

Ele riu, ainda sem fôlego.

- Impossível, né? - falou, puxando meu braço pra me levantar. - Vem cá, sua vadia.
Me virou de costas, apoiando na grade da varanda. Abriu minhas pernas com o pé. Baixou minha bermuda, expondo o cu.

- Deixa eu ver esse buraco - falou, já mais à vontade.
Cuspiu na mão, passou no meu rabo. Enfiou um dedo, depois dois, me abrindo, girando por dentro.

- Tá apertado ainda - falou, me preparando. - Vai doer, hein.

- Deixa doer - falei, olhando pra trás. - Mete essa pica aí.

Ele posicionou, a cabeça da pica na entrada. Empurrou devagar, a cabeça entrando. A ardida veio forte, me fez suspirar.

-Tá doendo? - perguntou, parado.

Tá não. Mete mais - menti.

Ele empurrou o resto. Entrou tudo, fundo, encostando nas minhas nádegas. Ficou parado dentro, sentindo o calor, respirando fundo.

- Porra, que cu gostoso - falou, começando a meter devagar. - Apertado pra caralho.
Ele pegou ritmo, metendo com força. A varanda rangia, a grade da frente tremia. Ele segurava meu quadril com as duas mãos, puxando pra trás pra meter mais fundo. O som da pele batendo era seco, forte.

- Sua puta - falou, dando tapa na minha bunda. - Sumiu um ano e veio atrás de rola.

- Vim sim - respondi, ofegante. - Me fode, primo.

Ele acelerou, metendo feito louco. Mudou de ângulo, inclinando meu corpo pra frente, e a pica dele acertou um ponto lá dentro que me fez ver estrelas.

- Aí, porra - gritei, as pernas tremendo.

- Acertou, né? - ele riu, metendo no mesmo lugar. - Gosta assim, sua cadela?

- Gosto - falei, a voz falhando. - Mete mais.

Ele segurou minha nuca, forçando minha cabeça pra baixo, e metia sem parar. O suor dele caía nas minhas costas, pingava no chão da varanda. Ele gemia baixo, controlando o ritmo, às vezes rápido, às vezes devagar, torturando.

- Vou gozar - ele avisou, apertando minha cintura. - Vou encher seu cu.

- Enche - pedi, olhando pra trás. - Goza dentro.

Ele acelerou, um ritmo frenético, batendo forte. Gemiu alto, um som rouco, e senti meu cu sendo inundado. Gozou muito, quente, pulsando dentro de mim. Ele ficou parado, encostado nas minhas costas, a pica ainda enterrada, tremendo.

Ficamos assim um tempo, ofegantes. Ele saiu devagar, e a porra escorreu, quente, descendo pelas minhas coxas.

- Caralho - falou, se apoiando na parede. - Melhor que da última vez.

- Eu sei - respondi, subindo a bermuda. - Agora vamos trabalhar ou quer mais?

Ele riu, ainda ofegante, a pica mole agora, vermelha, pingando.

- Quero mais. Mas deixa eu respirar primeiro, sua cadela.


Como sempre, seguem fotos minhas.
Comentem, adoro ler.

Esse conto vai ter parte II, então, se quiserem, já vai estar publicada.

Foto 1 do Conto erotico: O PRIMO QUE ME TIROU O CABAÇO, ME FEZ DE PUTA NO SITIO DO TIO - PARTE I


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O PRIMO QUE ME TIROU O CABAÇO, ME FEZ DE PUTA NO SITIO DO TIO - PARTE I

Codigo do conto:
265664

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/06/2026

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2

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