Cheguei primeiro. Fiquei na varanda esperando, tomando uma cerveja. Fazia tempo que a gente não se via, e eu tava com saudade daquela pica dele.
Ele chegou de caminhonete, desceu com uma cara meio cansada, vestindo camiseta velha e calção de trabalho. Nem me olhou direito quando entrou na varanda.
- E aí, sumido - falei, jogando a cerveja.
- E aí - ele respondeu, desviando o olho. - Vim ver o estado do lugar.
- Veio trabalhar, é?
- É, vim trabalhar - ele disse, sério. - Tem coisa pra arrumar aqui.
Eu fiquei olhando pra ele, deixando o silêncio pesar. Ele ficou mexendo nas ferramentas, evitando me encarar.
- Tá estranho, hein - falei, levantando da cadeira. - Um ano sem me ver e tá assim, todo envergonhadinho?
- Tô não - ele disse, mas a voz saiu falhada. - Só tô cansado da estrada.
- Cansado é - falei, chegando perto. - Ou tá com vergonha do que rolou?
Ele parou de mexer nas coisas. Ficou de costas pra mim.
- Não é vergonha não, primo. É que... - ele hesitou. - É que aquilo foi loucura, tá ligado? A gente é primo, porra.
- Loucura? - ri. - Tu me comeu por horas. Meteu, gozou, meteu de novo. Não vi loucura nenhuma, vi tesão.
Ele virou, a cara vermelha.
- Para com isso - falou baixo. - Não é lugar pra isso aqui.
- Qual o problema? - perguntei, chegando mais perto. - Tá com medo de gostar de novo?
- Não é isso - ele disse, dando um passo pra trás. - É que não pode, entendeu? A gente não pode.
- Normal é o caralho - falei, pegando no volume dele por cima do calção. - E essa pica dura aqui? Também é erro?
Ele murmurou baixinho, tentando se afastar.
- Para, mano. Alguém pode ver.
- Ninguém vai ver, a gente está no meio do nada - falei, apertando mais. - Tá duro pra caralho. Tá querendo, né?
- Não tô querendo não - mentiu, a voz trêmula.
- Então tira a mão - falei, mas ele não tirou. Ficou parado, deixando eu massagear. - Viu? Tá mentindo.
Ele fechou os olhos, respirando fundo.
- Porra, primo. Não faz isso comigo não - falou, já sem força.
- Faz o quê? - perguntei, abrindo o zíper dele. - Isso aqui?
A pica dele saltou pra fora, dura, vermelha, pulsando. Ele gemeu alto.
- Caralho - falou, segurando na varanda. - Vai se foder.
- Você quem vai me foder - respondi, caindo de joelhos.
Engoli a pica dele até o talo. Ele gemeu, as pernas tremendo.
- Para, por favor - falou, mas as mãos dele foram pro meu cabelo, me segurando. - Vai dar merda isso.
- Deixa dar - falei, tirando a boca só pra falar. - Goza na minha boca.
Voltei a chupar, metendo a mão nas bolas dele. Ele tava perdido, gemendo sem conseguir conter. O pau dele tava duro que nem pedra, escorrendo porra já.
- Tá gostoso, né? - perguntei, olhando pra cima.
- Tá - ele admitiu, a cara toda vermelha. - Chupa mais.
Voltei a chupar com vontade. Ele começou a meter na minha boca, devagar no começo, depois acelerando. As bolas batiam no meu queixo. Eu usava a língua no caule dele, lambendo as veias grossas, sentindo o gosto salgado.
- Isso, porra. Chupa esse pau - ele falou, já sem vergonha nenhuma. - Sua puta, sumiu um ano e voltou querendo rola.
Engasguei, as lágrimas escorrendo, mas continuei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e metia sem dó, batendo na minha garganta.
- Toma, toma essa pica. Vai engolir tudo, hein - ele falou, o corpo trêmulo. - Chupa direito, vai.
Eu sentia ele inchando mais na minha boca, a cabeça roxa, pulsando forte. Aumentei o ritmo, sugando com força, massageando as bolas.
- Porra, vou gozar - ele avisou, ofegante. - Tira se não quer levar.
Não tirei. Continuei chupando, olhando pra cima, provocando.
- Seu louco - ele falou, e gozou.
Jorrou na minha garganta, jato atrás de jato, quente, grosso. Engoli tudo, sentindo o gosto forte, amargo. Ele ficou tremendo, as pernas bambas, a pica ainda na minha boca, pulsando. Suguei até o último gozo, limpando com a língua.
Ele ficou ofegante, se apoiando na parede.
- Caralho - falou, olhando pra mim. - Tu não brinca em serviço, hein.
- Nunca brinquei - respondi, limpando a boca. - Agora me paga. Quero essa pica no meu cu.
Ele riu, ainda sem fôlego.
- Impossível, né? - falou, puxando meu braço pra me levantar. - Vem cá, sua vadia.
Me virou de costas, apoiando na grade da varanda. Abriu minhas pernas com o pé. Baixou minha bermuda, expondo o cu.
- Deixa eu ver esse buraco - falou, já mais à vontade.
Cuspiu na mão, passou no meu rabo. Enfiou um dedo, depois dois, me abrindo, girando por dentro.
- Tá apertado ainda - falou, me preparando. - Vai doer, hein.
- Deixa doer - falei, olhando pra trás. - Mete essa pica aí.
Ele posicionou, a cabeça da pica na entrada. Empurrou devagar, a cabeça entrando. A ardida veio forte, me fez suspirar.
-Tá doendo? - perguntou, parado.
Tá não. Mete mais - menti.
Ele empurrou o resto. Entrou tudo, fundo, encostando nas minhas nádegas. Ficou parado dentro, sentindo o calor, respirando fundo.
- Porra, que cu gostoso - falou, começando a meter devagar. - Apertado pra caralho.
Ele pegou ritmo, metendo com força. A varanda rangia, a grade da frente tremia. Ele segurava meu quadril com as duas mãos, puxando pra trás pra meter mais fundo. O som da pele batendo era seco, forte.
- Sua puta - falou, dando tapa na minha bunda. - Sumiu um ano e veio atrás de rola.
- Vim sim - respondi, ofegante. - Me fode, primo.
Ele acelerou, metendo feito louco. Mudou de ângulo, inclinando meu corpo pra frente, e a pica dele acertou um ponto lá dentro que me fez ver estrelas.
- Aí, porra - gritei, as pernas tremendo.
- Acertou, né? - ele riu, metendo no mesmo lugar. - Gosta assim, sua cadela?
- Gosto - falei, a voz falhando. - Mete mais.
Ele segurou minha nuca, forçando minha cabeça pra baixo, e metia sem parar. O suor dele caía nas minhas costas, pingava no chão da varanda. Ele gemia baixo, controlando o ritmo, às vezes rápido, às vezes devagar, torturando.
- Vou gozar - ele avisou, apertando minha cintura. - Vou encher seu cu.
- Enche - pedi, olhando pra trás. - Goza dentro.
Ele acelerou, um ritmo frenético, batendo forte. Gemiu alto, um som rouco, e senti meu cu sendo inundado. Gozou muito, quente, pulsando dentro de mim. Ele ficou parado, encostado nas minhas costas, a pica ainda enterrada, tremendo.
Ficamos assim um tempo, ofegantes. Ele saiu devagar, e a porra escorreu, quente, descendo pelas minhas coxas.
- Caralho - falou, se apoiando na parede. - Melhor que da última vez.
- Eu sei - respondi, subindo a bermuda. - Agora vamos trabalhar ou quer mais?
Ele riu, ainda ofegante, a pica mole agora, vermelha, pingando.
- Quero mais. Mas deixa eu respirar primeiro, sua cadela.
Como sempre, seguem fotos minhas.
Comentem, adoro ler.
Esse conto vai ter parte II, então, se quiserem, já vai estar publicada.
