- Tá acabando - falei, mostrando a latinha - Quer mais?
-Quero - ele respondeu, estendendo a mão - Dá aqui
Peguei outra do cooler, joguei pra ele Ele abriu, bebeu metade de uma vez Deu um arroto, riu
- Dia puxado pra caralho - falou, olhando pra mim - Tu tá fodido também, né?
- Tô morto - respondi - Só quero banho e cama
- Banho eu quero também - ele disse - Mas cama ainda não
Olhei pra ele, entendi o recado Meu cu apertou só de pensar
- Vou tomar banho então - falei, levantando - Antes que tu mude de ideia
- Vai - ele falou, sem se mover - Eu vou daqui a pouco
Entrei na casa O banheiro era simples, azulejo branco, box pequeno Liguei o chuveiro, esperei esquentar Tirei a roupa, joguei no cesto suado Deixei a água cair no corpo, massageando os ombros doloridos
Fechei os olhos, sentindo a água quente Escutei a porta do banheiro abrir Não me virei
- Ocupado - falei
- Eu sei - ele respondeu, a voz vinda atrás de mim - Tô vendo
Abri os olhos Ele tava nu, a pica já meia-bomba, encostado na porta
- Não disse que ia daqui a pouco? - perguntei
- Mudei de ideia - falou, se aproximando - Tô com pressa
Entrou no box atrás de mim A água escorria nos dois, o vapor subindo Ele colou o corpo no meu, o pau dele duro agora, encostado na minha bunda
Apoia na parede - ordenou, a voz grossa - Abre as pernas
Obedeci Apoiei as mãos no azulejo frio, abri as pernas, deixando a água bater nas costas Ele ajoelhou atrás de mim Eu olhei por cima do ombro, curioso Ele nunca fazia isso
- Que que tu tá fazendo? - perguntei
- Cala a boca - falou, puxando minha bunda com as duas mãos - Deixa eu ver esse buraco
Ele chegou perto, respirou fundo, e lambeu Uma lambida longa, desde as bolas até o cu Eu arqueei as costas, gemi alto, as pernas tremendo
- Porra - falei, a voz falhando - Tu nunca fez isso
- Hoje eu tô com vontade - respondeu, lambendo de novo - Tá gostoso?
- Tá - gemi - Faz mais
Ele enterrou o rosto entre minhas nádegas, chupou o cu com força, metendo a língua dentro Eu gritei, o som ecoando no banheiro pequeno A barba dele arranhava, a língua quente entrava e saía, molhando tudo Ele meteu dois dedos junto, me abrindo, me preparando
- Isso, porra - falei, empurrando o cu no rosto dele - Chupa gostoso
Ele chupava sem parar, o som da chupada misturado com a água do chuveiro Eu tava perdido, gemendo feito puta, o cu pulsando em volta da língua dele
- Para - falei, ofegante - Vai me fazer gozar assim
Ele tirou o rosto, riu, deu um tapa na minha bunda
- Ninguém falou que tu podia gozar - falou, levantando - Vem pro quarto
Desligamos o chuveiro, saímos molhados Ele não se secou direito, só me puxou pelo braço pro quarto Me jogou na cama de bruços, o cu ainda molhado, aberto, pulsando
- De quatro - ordenou - Agora
Levantei, apoiei nas mãos, o cu empinado pra ele Ele ficou parado atrás, admirando, passando a mão na minha bunda
- Olha esse buraco - falou, massageando - Tudo aberto, querendo rola
- Quero - respondi, olhando pra trás - Mete logo
Ele cuspiu na mão, passou na pica dura, vermelha, pulsando Posicionou na entrada, empurrou a cabeça Entrou fácil, eu tava aberto, lubrificado de saliva e água
- Porra - ele gemeu, metendo devagar - Tá molinho hoje
- Chupou bem - respondi, ofegante - Agora mete forte
Ele segurou minha cintura com as duas mãos e acelerou Metia feito louco, o som da pele molhada batendo ecoava no quarto A cama rangia, os pés dele escorregavam no chão úmido
- Toma - falou, dando tapa na minha bunda - Toma essa pica, sua puta
Cada socada me empurrava pra frente, meu rosto no travesseiro Eu sentia ele entrar até o fundo, a cabeça batendo num ponto que fazia minhas pernas tremerem Ele não parava, metia sem piedade, sem pausa, um ritmo constante
- Gosta assim? - perguntou, ofegante - Gosta de ser comido feito cadela?
Gosto - respondi, a voz falhando - Me fode, primo
Ele me puxou pelo cabelo, forçando minha cabeça pra trás Metia mais fundo, um ângulo diferente, arrancando gemidos altos de mim Minha nuca doía, mas eu queria mais
- Vira - ordenou, saindo de mim - Deita de costas
Obedeci Virei, deitei de costas, abri as pernas Ele segurou minhas canelas, colocou meus pés no ombro dele, e entrou de novo Dessa vez foi fundo, direto, sem piedade
- Aí - gritei, as costas arqueando - Porra
- Acertou o ponto, né? - ele riu, metendo no mesmo lugar - Gosta assim, sua puta?
- Gosto - falei, ofegante - Mete mais
Ele acelerou, o corpo dele batendo nas minhas coxas, as bolas dele batendo no meu saco Ele segurava minhas pernas abertas, me olhando nos olhos enquanto metia
- Teu cu é meu - falou, a voz rouca - Entendeu? Meu pra eu usar quando eu quiser
- É teu - respondi, sentindo o prazer subir - Usa então
Ele mudou de posição de novo Me puxou pra beira da cama, me virou de lado, uma perna pra cima, e entrou por trás Dessa vez foi mais fundo ainda, eu senti ele na minha barriga
- Caralho - falei, a mão indo pro meu próprio pau - Tá fundo
- Tira a mão daí - ordenou ele - Ninguém falou que tu podia se tocar
Obedeci, soltei meu pau Ele continuou metendo, uma mão no meu quadril, outra no meu ombro, me puxando pra cada socada
- Vou gozar - avisou, ofegante - Vou encher esse cu de porra
- Enche - pedi, olhando pra trás - Goza dentro, me marca, me faz teu
Ele acelerou, um ritmo frenético, desesperado O corpo batendo no meu, o suor dele misturando com a água do banho que ainda tava na minha pele Os gemidos dele ficaram mais altos, mais animais, um som rouco que saía da garganta
- Toma - falou, dando uma última série de socadas fortes - Toma essa porra
Ele enterrou a pica até o talo e parou Senti o jorro quente, grosso, enchendo por dentro por completo Ele tremia, o corpo trêmulo, a pica pulsando, jogando tudo que tinha Ficou parado, ofegante, ainda dentro, sentindo o calor
- Caralho - falou, saindo devagar - Escorreu tudo
A porra quente desceu pelas minhas coxas, pingou no lençol úmido, misturou com o suor Ele caiu na cama do meu lado, ainda ofegante, a pica mole agora, vermelha, pingando, o peito subindo e descendo
- Vai limpar esse cu - ordenou, fechando os olhos, a mão no próprio peito - Depois a gente dorme que amanhã tem mais trabalho e mais foda
Levantei, as pernas bambas, fui até o banheiro Limpei o que pude, sentindo a porra dele escorrendo ainda Quando voltei, ele já tava quase dormindo, mas abriu os olhos, olhou pra mim
- Vem cá - falou, puxando o cobertor - Dorme do meu lado, sua puta
Deitei, encostei nele, sentindo o calor do corpo Ele passou o braço por cima de mim, a mão caindo no meu ombro
- Amanhã cedo eu te como de novo - falou, a voz sonolenta - Antes do café
- Tá bom - respondi, fechando os olhos - Tô esperando
Ele riu, abafado, e dormiu
Comentem oque acharam amores!
