O cara foi audacioso e teve a maior cara de pau. Chegou em mim no meio do mercado e mandou:
— E aí, tô de boa... quer ir meter lá em casa?
Olhei pro cara e mandei a real:
— Bora.
Fechamos o esquema. Combinamos que logo mais à tarde eu ia brotar no apê dele para comer aquela raba. O perfil do cara é padrão, malhado, shape da hora. Quem vê o maluco na rua, todo sério, não imagina que entre quatro paredes o cara vira uma puta sedenta por pica.
Por volta das 17h, mandei mensagem avisando que já dava para encostar. Ele respondeu que já estava no ponto. Chegando lá, a gente já se pegou logo na entrada.
Sem muita enrolação, a puta já se ajoelhou na minha frente. Abocanhou meu pau com vontade, engolindo tudo. Eu só fiz sentar na beirada da cama, relaxado, curtindo o boquete enquanto o cara se acabava com a minha pica na boca, engolindo até a base.
Enquanto ele mamava, levei a mão para trás e comecei a dedar o cuzinho dele. Senti a puta ir enlouquecendo, querendo logo levar piroca. Ver aquele cara grandão, malhado, se desmanchando ali na minha pica foi um tesão do caralho.
Não segurei a onda. Joguei o cara de quatro na cama, preparei o terreno e comecei a socar devagar. Colocava tudo, tirava, dava aquela batida com a cabeça da rola na porta do cuzinho dele para instigar. A puta já estava maluca, implorando:
— Mete... vai, mete! Me come!
Aí eu meti sem dó. Foram várias posições, ritmo forte, até a gente gozar pesado.
Mas a surpresa veio depois. Fomos pro banheiro tomar aquela ducha rápida para tirar o suor, e do nada, debaixo do chuveiro, ele me solta essa:
— Quero que você mije em mim.
Dei risada, achei a safadeza foda e mandei:
— Beleza.
A puta se ajoelhou ali mesmo no box do banheiro e eu mandei o jato de mijo nele. O líquido misturando com a água quente do chuveiro e o cara ali esticado curtindo a brisa. Puta que pariu, o tesão foi a mil. Foi bom demais.
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