São Paulo, 22 de junho de 2026. Isso aconteceu há pouco.
Estava voltando do trabalho e havia marcado um encontro com um cara com quem eu estava no desenrolo há um tempo. O filho da puta me deu um bolo; simplesmente o bloqueei no Grindr e vida que segue.
Quase chegando ao meu condomínio, recebi a mensagem de um cara que eu como esporadicamente, quando dá e faz meses que eu não como aquela putinha. Ele mora aqui perto, em uma comunidade próxima ao meu condomínio. Como há dias vínhamos tentando e hoje deu certo, ele me mandou mensagem dizendo que estava com a casa livre. Não pensei duas vezes e fui lá comer, mais uma vez, aquele moreno de 1,60m, total passivo, que sempre rebola com maestria no meu pau.
Sempre que vou comê-lo, nós gravamos a transa — claro, sem aparecer o meu rosto —, ele mamando e eu gozando na boca dele. Dessa vez não foi diferente.
Já chegando lá, dei umas palmadas naquela raba redondinha. Fui para o quarto dele, joguei uma água no corpo rapidão e, quando saí, ele já me esperava na cama. Só deitei e disse:
— Mama, sua puta, cachorra do caralho, mama! Você não disse que queria mamar meu pau?
Ele começou a mamar, me deu o telefone dele e pediu para filmar. Gravei ele chupando a cabeça da pica, socando na garganta, enquanto eu narrava:
— Vai, sua puta, chupa minhas bolas, vai! Coloca as duas na boca. Tá gostoso, cachorra?
E ele lá, se acabando no meu pau, como uma legítima vadia.
Pedi a camisinha para ele e mandei empinar a raba, porque eu ia socar naquele cu. Ele empinou e eu comecei focando no cuzinho dele. Como ele é menor, o encaixe é perfeito. Comecei metendo de lado e coloquei a mão no pescoço dele, mostrando quem manda ali. Depois, mandei quicar. Ele ficou de costas e quicou muito; encostei na parede e lá vinha ele rebolando, engolindo a minha pica com aquela bunda loucamente, enquanto eu dava umas palmadas. Peguei ele por trás, mordi sua orelha e disse:
— E aí, vagabunda, estava com saudade desse macho, sua puta? Rebola, cachorra, rebola, vai!
Meti mais um pouco e avisei que queria gozar. Ele se ajoelhou e pegou o celular para gravar o final, querendo levar a gozada na boca.
Começou a mamar e eu perguntei:
— O que você quer?
— Leite... Me dá leite, meu macho — ele respondeu.
Não aguentei e gozei na boca dele, que gravava tudo. Ele ainda limpou o meu pau todinho com a boca e deixou limpinho, hehehe... Puta está aí para servir, tem que ser usada.
Abaixo, o print da mensagem daquela vadia dizendo que estava batendo uma revendo as gravações.


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