Marcamos no apartamento dele, bem no centro. Assim que saí do trabalho, fui direto, interfonei e subi.
Chegando lá, dei de cara com um corpinho fortinho, um pouco abaixo de 1,60m. A recepção foi imediata: um beijo gostoso, molhado e cheio de pegada. Como eu estava suado da rua, pedi para tomar uma ducha rápida.
Não demorou nada para voltarmos a nos embolar. No segundo em que saí do banheiro, já começamos a nos comer com os olhos e nos atracamos. Ele não perdeu tempo: ajoelhou e abocanhou meu pau com uma fome absurda, chupando com gosto enquanto eu segurava a cabeça dele.
Enquanto minha pica entrava e saía daquela boca quente, minha mão desceu rasgando direto para a buceta. E que estado: estava fervendo, pingando, babando de tanto tesão. Passei a mão com força pelo corpo dele, com aquela pegada bruta que faz o sangue ferver.
Fitei aquela buceta saborosa, encharcada, e afundei a cara ali. Comecei a chupar loucamente, sugando sem dó, sentindo o suco escorrer pelo meu queixo enquanto ele gemia alto, totalmente rendido. Minha pica pulsava, pesada, explodindo de tesão com o aperto daquela bucetinha deliciosa.
Chegou a hora de foder. Alinhei meu pau duro e empurrei com tudo para dentro daquela buceta extremamente apertada e quente.
Comecei a meter fundo, rasgando gostoso. No meio das estiradas, ele começou a gemer e reclamar de leve, dizendo que meu pau é grosso/grande e que não dava para um macho desde 2021 — que só vinha pegando mulher ultimamente.
Saber que ele estava há anos sem ser comido por homem foi o combustível que faltava para eu perder o controle. Mudei de posição várias e várias vezes, metendo sem piedade naquela buceta que apertava cada centímetro da minha pica.
Depois de socar bastante, voltei a descer a boca. Continuei chupando e metendo os dedos fundo naquela bucetinha que não parava de babar. O ritmo foi acelerando, o corpo dele começou a travar, se retorcer inteiro e tremer dos pés à cabeça com uns gemidos estourados. Mantive a pressão na chupada e nas dedadas até ele gozar.
Para fechar com chave de ouro, puxei ele para cima, empurrei meu pau de novo na garganta dele e gozei quente, despejando tudo ali.
Ficamos de marcar de novo. Eu viciei naquela buceta apertada, e ele ficou mexido com a minha pegada bruta e a intensidade com que comi ele.
Não tem coisa melhor nesse mundo do que chupar e comer uma buceta!