Eu estava fazendo um curso na região da Pompéia quando dei match num aplicativo com um advogado que era uma delícia: loirinho, branquinho, daquele jeito que instiga. O papo fluiu rápido e ele logo me chamou para o apartamento dele, ali perto, em Perdizes. Como ele estava de home office, combinamos que o ponto de encontro seria logo após o seu expediente. Saí do trabalho com a cabeça fervendo, imaginando o que me esperava.
Quando ele abriu a porta, o impacto foi imediato: o cara era ainda mais bonito e gostoso do que nas fotos. Não teve muita enrolação. O clima já estava tenso de desejo e o encaixe foi perfeito. Nos jogamos um no outro ali mesmo na sala. Que boca gostosa, o cara sabia beijar de verdade, daquele jeito que faz o corpo inteiro esquentar.
A sala ficou pequena e fomos direto para o quarto. Tiramos as roupas num ritmo frenético e nos acomodamos em um 69 perfeito. Eu amo ser chupado lentamente, com calma, sentindo a língua explorar cada milímetro do meu pau, focando na cabeça... e ele parecia ler a minha mente. Enquanto eu delirava com a boca dele na minha pica, foquei a minha atenção no rabo dele.
Que cuzinho rosado e delicioso!
Ali eu perdi o juízo. Enfiei a língua com vontade, lambi muito, explorei tudo. Ele delirava, cravando as unhas no lençol e urrando de tesão a cada linguada que eu dava. O quarto estava tomado pelo som da nossa respiração e pelo cheiro de luxúria.
Depois dessa preliminar absurda, ele pegou a camisinha e o gel. O recado estava dado. Ele queria ser possuído. Subi nele e sentei a rola naquele safado. Dominei o cara totalmente. No começo, confesso que até me espantei um pouco com a entrega dele, afinal, era a nossa primeira vez juntos, mas o tesão era tanto que ele estava completamente entregue, implorando por mais. Comi com vontade, no ritmo que a gente queria, até os dois explodirem de prazer.
Trocamos contatos e a química foi tão real que nos encontramos mais algumas vezes depois desse dia, sempre com a mesma intensidade e safadeza.
Mas, como todo mundo sabe, viver em São Paulo é uma correria insana. Com o tempo, a rotina engoliu a gente e os horários simplesmente pararam de bater. Acabou esfriando, e eu também não sou de ficar correndo atrás de ninguém. Afinal, a cidade é gigante e, sabendo escolher, o que não falta por aí é rabo delicioso para a gente comer. Mas que esse advogado deixou saudade, ah, deixou.
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