Esse cara ficou me cozinhando por alguns dias nas conversas, dizendo que não queria nada de imediato. O perfil dele era bem específico: loiro de olhos verdes, magro de academia, um agroboy do Paraná, do tipo que gosta de um sertanejo — o legítimo "hétero top". Só que ninguém imagina que, entre quatro paredes, ele gosta mesmo é de uma rola. Esse é exatamente o tipo de perfil que eu mais curto: sigilo e discrição. Ele está por aqui em São Paulo até concluir o curso de medicina, e depois vai voltar para o Paraná.
Combinamos de nos encontrar no apartamento dele. Chegando lá, o clima foi diferente do que eu esperava: ele não avançou em mim de cara. Ficou de boa, conversando comigo no sofá, o que me fez pensar que ele não tinha me curtido. Papo vai, papo vem, até que de repente eu parei e mandei a real: "E aí, qual vai ser?"
Foi o gatilho. Ele já veio me beijando, e começamos a nos pegar e a tirar as roupas. Ficamos só de cueca, num tesão absurdo. O beijo encaixou perfeitamente. Eu passava a mão na raba dele — que, por sinal, era durinha, já que ele ia para a academia todos os dias. Fomos nos pegando cada vez mais forte, até que ele me levou para a cama.
Lá, ele começou a me chupar. Chupou bastante, até que, depois de um tempo, eu disse que queria comê-lo. Ele foi buscar a camisinha e o gel.
Ele disse que queria sentar. Encapei o pau e ele veio por cima. Foi uma das melhores sentadas que já recebi na vida; ele encaixou e já engatou um rebolado frenético, se movimentando demais.
Depois, mudei a posição: coloquei ele de frango assado, comecei a meter e a beijar a boca dele. Mudamos de novo, coloquei de ladinho, continuei metendo e segurando o pescoço dele, que estava totalmente entregue a mim.
Foi gostoso demais. Transamos em mais algumas posições, até que ele disse que queria gozar. Eu respondi: "Senta então, e pode gozar no meu peito". Ele começou a sentar com força e, de repente, gozou. Assim que vi ele gozando, não aguentei: meti fundo e gozei dentro dele também.
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