Eu e Verinha estávamos trepando deliciosamente uma noite, logo depois de termos nos encontrado na casa dela. Trabalhávamos juntos e, naquele dia, sem nada planejado, ela me chamou ("Vem, vamos comer em casa. Tenho um vinho bacana pra acompanhar"), pegamos um táxi, em menos de dez minutos, chegamos. Verinha tem dez anos menos que eu. Ruivinha, cabelos cor de fogo, rosto redondo, por volta de 1,60 ou um pouquinho mais, boca linda, sempre com um sorriso que vira risada fácil. E ela também tem peitos deliciosos, uma bunda que adoro pegar, brincar, dar mordidinhas de leve, beijar com carinho... hummm! Naquela noite, ela havia mandado os dois filhos pra casa da mãe dela, a algumas quadras dali. Mal chegamos, entramos e ela já começou a procurar a minha boca, a dar aquele sorriso safado, arrancou a própria blusa e foi caminhando pro quarto, uma suíte gigante. Foi andando, me provocando, tropeçando nas próprias calças, rindo de felicidade, me deixando louco, lógico, vendo aquela raba linda. "Põe um filme!", Verinha pediu enquanto entrava para uma ducha de dois minutos. Eu sabia o que ela queria, fui procurar no computador e conectar na TV. Deixei pausado o filme, tirei minha roupa e entrei pro banho junto com ela. A ruivinha me recebeu com o misto de carinho, tesão, cumplicidade e amor que marcavam nossa relação - espalhou um punhado de sabonete líquido na mão, passou a me lavar, esfregar, beijar minha nuca, me segurar por tras (adoro), passar a mão nos meus mamilos (me deixa louco). Começou a me punhetar, dizendo como eu estava gostoso e como ela ia trepar muito no meu pau. Eu me virei e caí de boca nos peitos da Verinha, chupando a pontinha, passando a língua dos lados, subindo e descendo pelas auréolas enquanto, ao mesmo tempo, trazia ela pra ainda mais perto, ora segurando-a pela bunda, ora enfiando os dedos na racha deliciosa. "Vem, amor, vem". Aquilo já estava demais, mesmo. Saímos molhados direto pra cama, ainda deu tempo de eu apertar a tecla do notebook pra fazer o filme recomeçar, caímos os dois na cama, nos beijando, enfiando nossas línguas, nos enroscando com as pernas. Beijar a Verinha sempre foi uma delícia. Beijar, mãos sentindo as coxas dela, pau roçando na entrada da buceta, as duas mãos apertando a bunda... Beijar sem parar era o que sempre, sempre, acendia nosso tesão. Naquela noite, Verinha quis "começar", me olhou com aquela cara deliciosa de sacanagem enquanto punha meu pau na boca. A danada me surpreendeu, tinha um Halls na boca, uma sensação de loucura total. Chupava, chupava, descia até o saco, lambia a cabeça e olhava nos meus olhos, porque adorávamos nos dar prazer mútuo, pra ver quem faria o outro gozar primeiro e quem aguentaria mais. Mas naquela noite, uma novidade aconteceu. Enquanto Verinha enfiava meu pau inteiro na boca, eu tentava ver o pornô rolando na tela, me mexendo na cama de tesão. Ela parou por um segundo, também deu uma olhada pro filme, viu que a cena mostrava dois homens lindos com uma mulata, e naquele momento os dois caras estavam entregues a um meia-nove assim, meio com os corpos de lado, uma cena deliciosa, as duas rolas molhadas besuntando rostos, e entrando e saindo das bocas daqueles dois deuses de carne. Ela viu um brilho diferente nos meus olhos enquanto a cena rolava, parou de me chupar de novo, e me perguntou, direto, sem medo: "Você tá louco de vontade de chupar um pau, né?"
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