Pelada de meias e tênis



A sensação de estar completamente desprotegida agora tinha um custo físico. Meus pés, que antes sentiam apenas o frio do mármore e do asfalto, agora latejavam. Cada pedrinha da calçada, cada imperfeição do asfalto quente, parecia um prego cutucando a sola dos meus pés. Eu estava exausta, longe de casa, e a vulnerabilidade tinha atingido um ponto onde a dor física começou a se misturar com a euforia da exposição.
Foi então que ela apareceu. Uma mulher com um olhar de profunda pena. Ela me viu ali, pelada, descalça, com apenas os óculos no rosto, e sua mente buscou a explicação mais lógica para tamanha desgraça: ela achou que eu tinha sido assaltada. Para ela, eu era uma vítima, talvez alguém que tinha perdido tudo para ladrões cruéis. O cinismo da minha situação era tão absurdo que ela nem sequer imaginou que eu mesma tinha planejado cada segundo daquela nudez.
Ela me acolheu. Com uma bondade que me fazia sentir ainda mais "errada", ela me levou para sua casa. Me deixou usar o banheiro, me deu comida, permitiu que eu tomasse um banho quente que relaxou meus músculos, mas que também me lembrou de que eu estava nua sob a água. Depois, ela me deixou dormir por algumas horas. Ao acordar, encontrei a cena mais tentadora do mundo: ela havia espalhado sobre a cama uma infinidade de roupas e acessórios.
— Não quero te expor e nem te envergonhar — ela disse, com a voz doce, sem me olhar own para não me causar constrangimento. — Pode pegar qualquer peça de roupa que quiser. Para você não ficar sem graça, não precisa nem me agradecer; vou deixar o portão aberto e você pode sair com as roupas que escolheu.
Eu olhei para aquele monte de tecidos. Vestidos, calças, blusas... tudo o que poderia me devolver a dignidade. Mas, enquanto eu olhava para as roupas, senti meu clitóris pulsar. O tesão voltou como uma avalanche. A ideia de ser "salva" e "vestida" era entediante; a ideia de trair a bondade daquela mulher, saindo de novo para o mundo como uma exibicionista, era excitante demais.
Em um impulso de pura safadeza, ignorei tudo. Escolhi apenas um par de meias e meus tênis. Calcei-os com cuidado, sentindo o conforto do tecido nos pés doloridos, e olhei no espelho: meias, tênis e meus óculos de grau. Nada mais.
Saí pelo portão aberto, sentindo a brisa bater na minha bunda e a luz do sol iluminar meus bicos já rígidos. Eu estava de volta ao jogo, mas agora com a "proteção" dos calçados.
Comecei a caminhar saindo da praça. O contraste era delicioso: eu parecia alguém que estava indo para a academia ou para casa, mas das panturrilhas para cima, eu era um convite aberto ao pecado. Passei por uma farmácia, caminhando calmamente entre as prateleiras de cosméticos. Senti o olhar de um cliente que, ao me ver de tênis e óculos, levou um choque ao perceber que eu não tinha absolutamente nada cobrindo minha buceta, nem minha bunda, nem minhas pernas, nem minhas tetas de bicos duros, excitados e indecentes. A vergonha de ser vista enquanto fingia comprar algo me fez molhar instantaneamente. O fato de eu estar sendo observada desse jeito, por tanta gente e o tempo todo, fazia meu tesão aumentar de forma absurda.
Segui para a padaria. O cheiro de pão fresco e o movimento matinal tornaram tudo mais surreal. Entrei, senti o chão frio e caminhei entre as pessoas que tomavam café, sentindo minhas tetas balançarem livremente a cada passo. O absurdo de estar usando apenas meias, tênis e óculos, mas com as partes íntimas expostas para qualquer um que quisesse ver, me causou um tesão enorme. Eu não comprei nada, apenas passei entre eles, me contorcendo toda de tesão por sentir os olhares cínicos me atravessarem.
A escalada continuou em uma loja de roupas. O ápice do cinismo: eu, pelada, caminhando entre manequins perfeitamente vestidos. Eu olhava para as roupas nas araras e ria internamente, sentindo que minha "roupa" de meias, tênis e óculos era a opção que eu mais gostava. Enquanto eu admirava um vestido, senti que alguém me observava. A tensão de ser pega em um lugar dedicado a "vestir-se" enquanto eu estava nua me levou ao primeiro ápice do dia. Soltei um gemido baixo, sentindo minha buceta pulsar contra o ar, enquanto meus bicos latejavam sob o olhar de um vendedor boquiaberto.
Mas o destino final era o que eu mais desejava. Cheguei a um posto de gasolina onde acontecia um evento de carros de colecionadores. Centenas de pessoas, carros com peças cromadas, luxo e ostentação. Eu entrei naquele cenário como uma anomalia.
Caminhei entre os carros, sentindo a brisa bater nas minhas coxas e minha bunda balançando a cada passo. As pessoas paravam de falar sobre motores para olhar para mim. Eu era a única mancha de pele pelada em um mar de entusiastas vestidos. A vergonha era tão densa que eu podia quase tocá-la. Eu me sentia pequena, inadequada, mas profundamente excitada.
Senti que todos estavam me interpretando. Para alguns, eu era louca; para outros, um fetiche vivo. Eu passei entre os colecionadores, sustentando o olhar de quem me encarava, sentindo a vermelhidão da vergonha invadir meu rosto enquanto meus bicos dos seios gritavam e denunciavam meu tesão.
A pressão de estar pelada naquele lugar, com tanta gente, totalmente exposta e apenas de tênis e óculos, tornou-se insuportável. Eu não aguentava mais. Enquanto caminhava sentia minha bunda e tetas balançando e isso para mim funcionava como uma siririca. Quando cheguei ao lado de um carro clássico impecável que todos estavam olhando, vi que desviaram o olhar para mim e senti meu clitóris atingir o limite. Nesse momento, comecei a Bater uma siririca descarada na frente de todo mundo.
— Ohhh... — gemi alto, sem me importar com quem ouvisse.
Comecei a tocar meus bicos com a ponta dos dedos, de maneira bem delicada, em movimentos circulares enquanto a vibração do orgasmo me sacudia. Eu gozei intensamente, sentindo minha buceta pulsar e molhar as coxas, enquanto as pessoas ao redor assistiam à cena em choque. Eu estava ali, gozando em público, descaradamente, celebrando o erro mais gostoso da minha vida.
Quando o tremor do orgasmo cessou, a indiferença do mundo voltou. Algumas pessoas riram, outras desviaram o olhar. Eu me senti, por um momento, a criatura mais solitária e errada da terra. Mas, enquanto eu me afastava do posto, sentindo o conforto dos meus tênis e a clareza dos meus óculos, eu sorri.
Fui embora do jeito que cheguei: meias, tênis, óculos e peladona, carregando comigo a memória do prazer que só a vergonha absoluta pode proporcionar.

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Comentários


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jlima Comentou em 28/06/2026

quero viver essa experiência com vc...os dois nús




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pelada de meias e tênis

Codigo do conto:
265587

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
28/06/2026

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