Depois daquele rodeio em São Paulo, as coisas entre mim e meu pai ficaram viciantes. Ele continuava viajando bastante, mas sempre me mandava mensagem avisando quando ia aparecer. Eu já sabia o que aquilo significava: meu marido no trabalho, a casa só nossa… e eu, pronto pra ser usado.
Na primeira vez que ele veio depois da viagem, eu já estava esperando. Tinha comprado especialmente pra ele: uma calcinha de renda preta, bem pequenininha, que mal cobria a bunda, e um sutiã de alcinha fina que apertava meus peitos. Por cima, só uma camiseta larga. Quando abri a porta, ele parou, olhou de cima a baixo e soltou um sorriso safado.
— Porra, Gael… você vestiu isso pra mim?
— Só pra você, pai.
Ele me empurrou pra dentro, trancou a porta e já me beijou com força, cuspiu na minha boca e me fez engolir. Depois me virou de costas contra a parede do corredor, levantou a camiseta e puxou a calcinha pro lado.
— Olha essa bundinha… já tá molhadinha só de pensar no pai, né?
Ele ajoelhou, abriu minhas nádegas e cuspiu direto no meu cu. A saliva escorreu quente. Depois enfiou a língua fundo, lambendo e chupando enquanto eu tremia, tentando não gemer alto demais. A janela da sala estava aberta. Qualquer vizinho que passasse poderia ouvir.
— Pai… alguém pode…
— Então segura o gemido, filho — ele falou, e cuspiu de novo, enfiando dois dedos de uma vez.
Quando se levantou, tirou da bolsa um plug anal preto, grosso, com uma base de pedra. Cuspiu nele, passou na minha entrada e enfiou devagar. Eu soltei um gemido abafado, apertando a parede. O plug esticou tudo, bem fundo.
— Agora fica assim… de calcinha e plug, esperando o pai usar.
Ele me levou pro sofá, me sentou no colo de frente pra ele e tirou o próprio pau pra fora. Aquele rolo enorme, grosso, já pingando. Me fez cuspir na mão, passar no pau dele e depois guiar até a boca. Eu chupei fundo, engasgando, enquanto ele puxava meu cabelo e cuspia na minha cara.
— Isso… engole o pau do pai… olha pra mim enquanto engasga.
De repente o celular dele tocou. Era a minha mãe. Ele atendeu na minha frente, ainda com o pau na minha boca, me segurando pelo cabelo pra eu não parar.
— Oi, amor… tô resolvendo umas coisas… sim, chego mais tarde…
Eu continuei chupando, sentindo o plug se mexer toda vez que ele empurrava minha cabeça. O risco de ela ouvir qualquer gemido meu me deixava ainda mais duro. Quando desligou, ele me puxou pra cima, me virou de quatro no sofá e puxou a calcinha pro lado. Tirou o plug e, sem avisar, enfiou o pau inteiro de uma vez.
— Aaaaai, pai…!
— Cala a boca — ele falou baixo, enfiando a mão na minha boca pra eu chupar os dedos enquanto metia com força. — A janela tá aberta… se gritar, o vizinho vem ver.
Ele meteu fundo, socando a bunda, cuspiu nas minhas costas, na nuca, no cabelo. Depois tirou o pau, me virou de novo e me fez ficar de joelhos no chão. Segurou o pau na minha cara e, sem avisar, começou a mijar. O jato quente bateu na minha boca, no peito, escorreu pela calcinha preta. Eu abri a boca e tomei o que consegui, engolindo enquanto ele mirava bem no meio da minha língua.
— Bebe tudo, filho… isso é do pai.
Quando parou, ainda tinha mijo escorrendo pelo meu peito e pela renda da calcinha. Ele me puxou de volta pro sofá, me colocou de quatro de novo e voltou a meter, agora mais bruto, segurando minha cintura com força. A cada estocada o plug que ele tinha deixado do lado rolava no sofá. Ele pegou o vibrador que eu tinha escondido na gaveta, ligou no máximo e enfiou na minha boca enquanto metia.
— Chupa o vibrador… e aperta esse cu no pau do pai.
Eu gozei sem tocar em mim, jorrando na almofada, a calcinha toda molhada de porra e mijo. Ele continuou metendo, mais forte, até gozar fundo, enchendo minha bunda. Depois tirou o pau, me fez ficar de boca aberta e cuspiu a porra que escorreu de volta pra dentro da minha boca.
— Engole.
Eu engoli.
Ele ainda não tinha terminado. Me levou pro quarto, me deitou de bruços na cama de casal — a mesma que eu dividia com meu marido — e colocou o plug de novo. Depois me vestiu só com a calcinha molhada e o sutiã. Me fez ficar de quatro na beira da cama enquanto ele filmava com o celular, mostrando a bunda aberta, o plug brilhando e a calcinha enfiada no meio.
— Isso é do papai… grava pra eu ver quando estiver viajando.
Ele me comeu de novo, agora mais devagar, mas fundo, puxando meu cabelo e cuspindo na minha boca de vez em quando. Em um momento parou, me virou de barriga pra cima, tirou o plug e mijou de novo, agora em cima da minha barriga e do peito, enquanto eu segurava as pernas abertas pra ele.
— Olha o que você vira… um putinho do pai, de calcinha, tomando mijo e dando o cu.
Quando finalmente gozou pela terceira vez, ele me deixou deitado na cama, a calcinha toda suja, o plug ainda dentro, o corpo coberto de saliva, mijo e porra. Beijou minha boca, bem fundo, e sussurrou:
— Amanhã seu marido chega… mas amanhã de manhã o pai ainda vai usar essa bundinha uma última vez. Deixa a porta destrancada.
Ele se vestiu, me deu mais um tapa na bunda e saiu.
Eu fiquei ali, de calcinha preta encharcada, o plug ainda me esticando, o cheiro dele no quarto… e o coração batendo forte só de imaginar o que ele ia fazer comigo na manhã seguinte, com o risco do meu marido chegar mais cedo.
gaelzinho-