Levei pirocada do pedreiro depois que tentei ajudar ele - Parte 3
Desci as escadas mancando, o short rasgado quase caindo, a blusinha torta, o cu latejando e escorrendo porra quente pelas coxas. O ajudante, um moleque de uns 22 anos chamado Diego, já estava subindo com o balde de massa. Ele parou no meio do caminho e me olhou de cima a baixo, estranhando o jeito que eu andava. — E aí, Gael… caiu ou o quê? Forcei um sorriso torto, a voz ainda rouca de tanto gritar: — É… escorreguei lá em cima enquanto ajudava o Gerson. Bati a bunda no chão. Tô todo quebrado. Diego deu uma risadinha e subiu. Eu desci o resto da escada sentindo o leite do Gerson escorrer mais a cada passo. No banheiro travei a porta, tirei o que restava da roupa e me olhei no espelho. A bunda estava vermelha e roxa de novo, com marcas de mão e um arranhão fundo. O cu ardia, um pouco de sangue misturado com a porra branca que ainda pingava. Lavei o que consegui, mas o cheiro e a sensação de estar aberto e usado não saíam. Passei o resto do dia evitando o segundo andar. O marido chegou por volta das sete, beijou minha boca e perguntou se a obra estava andando. Eu disse que sim, que o Gerson tinha vindo cedo e que eu tinha ajudado um pouco. Ele nem desconfiou. Naquela noite ele quis transar. Eu deitei de barriga pra baixo, ele meteu a rolinha dele no meu cu ainda dilatado e gozou em menos de dois minutos. Eu fiquei de olhos abertos olhando pro teto, comparando. Não tinha comparação. Quando ele roncava, eu fui pro banheiro e me masturbei pensando no pau preto do Gerson, na foto que ele tirou de mim no chão, destruído. Quarta-feira amanheceu quente. Eu acordei antes do relógio, o pau duro e o cu ainda sensível. Meu marido saiu cedo de novo. Eu tomei banho longo, me depilei tudo com cuidado, passei um creme que deixava a pele brilhando e escolhi de propósito o shortinho branco que quase não cobria nada e uma regata fina preta sem nada por baixo. Sem cueca, claro. Queria provocar. Queria que ele me destruísse de novo. Às 7h10 o portão abriu. Só o Gerson. Ele subiu direto. Eu esperei cinco minutos e subi com uma xícara de café na mão, fingindo inocência. Ele estava de costas, mexendo numa ferramenta. Quando se virou e me viu, o olhar mudou na hora. Ficou pesado, faminto. — Bom dia, Gaelzinho… veio me trazer café ou veio me entregar o cuzinho de novo? Eu estendi a xícara, a voz baixa: — Café… só café. E o Diego? — Mandei ele comprar material. Vai demorar umas duas horas. Ele pegou a xícara, bebeu um gole sem tirar os olhos de mim, depois colocou de lado. Aproximou-se. Eu não recuei. Ele passou a mão grossa pela minha barriga, subiu por baixo da regata e apertou meu peito com força. — Você veio vestido assim de propósito, né? Quer levar de novo. — Não… — falei, mas a voz saiu fraca demais pra ser convincente. Ele riu, puxou a regata pra cima e a tirou de uma vez. Meus mamilos já estavam duros. Ele abaixou a cabeça e chupou um, mordendo de leve, enquanto a outra mão descia e apertava minha bunda por cima do short. — Mentiroso. Olha como você tá tremente… e o pau já tá marcando. Me virou de costas, puxou o shortinho pra baixo até as coxas e me empurrou contra a parede ainda sem reboco. A cabeça grossa do pau dele já estava fora, batendo entre minhas nádegas. Ele cospiu, posicionou e empurrou. Dessa vez entrou mais fácil, mas ainda doeu pra caralho. Eu gritei, as unhas arranhando a parede. — Aiiii… porra, Gerson… Ele não esperou eu me acostumar. Começou a meter forte logo de cara, as mãos segurando minha cintura fina, puxando meu corpo pra trás a cada estocada. O som molhado do pau entrando e saindo ecoava no quarto vazio. Eu gemia alto, chorava, xingava, pedia pra parar e ao mesmo tempo empurrava a bunda pra trás. — Isso… empurra, putinha. Você adora. Ele me puxou pelo cabelo, me virou de frente, me ajoelhou e enfiou o pau na minha boca ainda molhado do meu cu. Eu engasguei, lágrimas escorrendo, mas chupei com vontade. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta até eu quase desmaiar. Quando tirou, um fio de saliva e porra conectava minha boca à cabeça do pau dele. Me jogou de quatro no chão de cimento, abriu minhas nádegas com as duas mãos e meteu de novo, agora ainda mais fundo. Cada soco me fazia gritar. Ele dava tapa na bunda, apertava meu pescoço, me chamava de puta, de arrombado, de esposa de corno. Em certo momento ele parou no fundo, ficou parado, só sentindo meu cu tremer ao redor do pau, e falou baixo: — Ontem eu tirei uma foto. Você no chão, cu aberto, porra escorrendo… Se você tentar se afastar de mim, eu mando pro seu marido. Entendeu? Eu só consegui gemer um “sim”. Ele riu e voltou a meter com força. Dessa vez gozou fundo de novo, segurando meu corpo contra o dele até o último jato. Quando tirou, a porra escorreu imediatamente, formando uma poça no chão. Ele se levantou, colocou o short e me olhou ainda no chão, tremendo, o cu latejando e aberto. — Fica assim. Quero te ver um pouco. Eu fiquei. Ele andou em volta de mim, mexeu no celular, tirou mais fotos. Depois se ajoelhou, passou o dedo no meu cu dilatado, coletou um pouco da porra e colocou na minha boca. — Engole. Eu engoli. Ele sorriu satisfeito, me deu um tapa no rosto e falou: — Amanhã eu volto. E amanhã você vai me chupar até eu gozar duas vezes antes de eu te foder. Se o Diego chegar cedo, a gente faz ele esperar do lado de fora. Ou… se você quiser… a gente deixa ele assistir. Meu estômago revirou de tesão e medo ao mesmo tempo. Eu só acenei com a cabeça. Gerson desceu as escadas assobiando de novo. Eu fiquei ali mais uns dez minutos, o corpo todo marcado, o cu arrombado e cheio, o coração batendo descontrolado. Quando finalmente me levantei e desci, o Diego já estava chegando no portão. Eu passei por ele sem olhar, andando de pernas abertas, e fui direto pro banheiro trancar a porta. Lá dentro, olhando no espelho o estado em que o Gerson me deixou, eu me toquei de novo. E gozei pensando na ameaça da foto… e na possibilidade do Diego assistir. A quarta-feira ainda tinha acabado de começar.
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