O Cuzinho da Casa




Me chamo Gael, tenho 16 anos. Desde que minha mãe começou a namorar o Ricardo, a casa mudou. Ele tem 42 anos, corpo firme, pau grosso e um jeito de olhar que sempre me deixava nervoso. Minha mãe nunca deu o cu pra ele. Dizia que doía, que não gostava, que buceta já bastava. Eu ouvia as conversas, os pedidos dele, as negativas dela. E eu… eu ficava imaginando.
Um dia, num sábado de manhã, minha mãe saiu pra trabalhar. Eu achei que estava sozinho. Fui pro meu quarto, tirei a roupa, peguei uma escova de cabelo de cabo grosso e me ajoelhei na cama. Passei saliva no cabo, abri as nádegas e fui enfiando devagar no meu cuzinho. Gemia baixo, rebolando, imaginando que era o pau do Ricardo.
A porta abriu.
— Que porra é essa, Gael?
Eu travei. O cabo ainda estava metade dentro. Ricardo estava parado na porta, olhando fixo pro meu cu aberto.
— Eu… desculpa… — gaguejei, tentando tirar.
Ele fechou a porta, veio até a cama e segurou meu pulso.
— Não tira. Continua.
A voz dele era baixa, grossa. Eu fiquei parado, o coração batendo forte. Ele se ajoelhou atrás de mim, puxou o cabo um pouco pra fora e empurrou de novo.
— Olha só… você já tá se arrombando sozinho. Sua mãe não me dá o cu… mas parece que o filho tá precisando.
Eu gemí quando ele enfiou o cabo mais fundo.
— Ricardo… não conta pra ela…
— Contar? — ele riu. — Eu vou usar. Tira essa porra daí.
Ele puxou o cabo, jogou no chão e cuspiu no meu cuzinho. Dois dedos entraram de uma vez. Eu soltei um gemido alto.
— Ahhh… porra…
— Apertado pra caralho. Nunca levou pau de verdade, né?
— Nunca…
Ele abriu a calça. O pau dele saltou pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça roxa. Ele passou a cabeça no meu cu, esfregando, molhando com pré-gozo.
— Vou te comer. Se você gritar baixo e não contar pra ninguém, a gente continua. Se não quiser, eu saio agora. Decide.
Eu olhei por cima do ombro, o rosto quente de vergonha e tesão.
— Come… enfia…
Ele não pediu de novo. Segurou minha cintura e empurrou. A cabeça entrou com dificuldade. Eu mordei o travesseiro, sentindo o ardor.
— Ahhh… tá grosso…
— Aguenta, putinho. Seu cu vai aprender.
Ele foi enfiando centímetro por centímetro até as bolas baterem na minha bunda. Ficou parado um segundo, respirando fundo.
— Porra… que cuzinho apertado. Melhor que muita mulher.
Começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O som molhado de pau entrando e saindo enchia o quarto. Eu gemia, rebolava, empurrava pra trás.
— Isso… fode meu cu… ahhh caralho…
— Fala mais sujo. Diz o que você é.
— Sou a putinha do cu… a putinha do Ricardo…
Ele riu e meteu mais fundo, dando tapas na minha bunda.
— Sua mãe me dá a buceta de noite. Você vai me dar o cu de dia. Combinado?
— Combinado… ahhh… mais forte…
Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo meu intestino. Quando tirou, o gozo escorreu pelo meu cu aberto. Ele passou o dedo, coletou um pouco e enfiou na minha boca.
— Engole. Agora você é minha.
A partir daquele dia, virou rotina.
Todo dia eu saía da faculdade, chegava em casa por volta do meio-dia. Minha mãe trabalhava até as seis. Ricardo almoçava em casa. Eu já sabia o que fazer.
Tomava banho rápido, me secava, abria a gaveta da minha mãe e pegava uma das lingeries pretas dela. Calcinha de renda que mal cobria, sutiã que apertava meu peito magro. Às vezes só a calcinha e uma meia 7/8. Subia na mesa de madeira da cozinha, de quatro, bunda empinada, peito colado na madeira fria.
A porta da frente abria. Passos. A cozinha.
— Olha a putinha pronta — era a voz dele, todo dia.
Ele chegava, largava a pasta, abria a calça e já enfiava a cara na minha bunda. Língua no cu, lambendo, cuspinho, dedos abrindo. Eu gemia com a cara virada pro lado.
— Chupa esse cu, porra… ahhh…
— Tá molhadinho pra mim. Já se abriu sozinho hoje?
— Sim… fiquei pensando no seu pau o caminho todo…
Ele se levantava, posicionava a cabeça e metia de uma vez. A mesa rangia. Eu agarrava as bordas, gemendo alto.
— Ahhh caralho… que pau grosso… arromba…
— Seu cu foi feito pra isso. Sua mãe não aguenta, mas você engole até as bolas.
Ele metia forte, segurando minha cintura, batendo a bunda nele. Às vezes puxava meu cabelo, me fazia olhar pra trás.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Fala que você é minha puta de cu.
— Sou sua puta de cu… só seu… ahhh mete mais fundo…
Certas vezes ele me fazia descer da mesa, ajoelhar e chupar o pau sujo do meu próprio cu. Eu engolia, lambia as bolas, pedia pra ele gozar na minha boca. Outras vezes ele gozava dentro e me mandava segurar até ele terminar de almoçar. Eu ficava de quatro, o gozo escorrendo devagar, enquanto ele comia o prato olhando pra mim.
— Não deixa cair tudo. Quero ver seu cu pingando enquanto eu como.
Um dia ele chegou e me encontrou já com um plug enfiado.
— Que putinha esperta… — ele puxou o plug e meteu o pau no lugar. — Tava se preparando pra mim?
— Sim… fiquei com o plug a manhã toda pensando em você…
Ele me fodeu em pé, me segurando contra a geladeira, depois de quatro de novo, depois me fez cavalgar o pau dele sentado na cadeira da cozinha. Eu rebolava, a lingerie rasgada, o sutiã da minha mãe torto, o pau dele sumindo no meu cu.
— Olha só… o filho da minha namorada sentando no pau como uma vadia profissional.
— Porque eu sou… sua vadia… ahhh goza dentro…
Ele gozava fundo, me beijava o pescoço e falava no ouvido:
— De noite eu como a buceta da sua mãe. De dia eu arrombo o cu do filho. Perfeito, né?
Eu só conseguia gemer e rebolar mais.
As semanas passaram. Eu já não conseguia estudar direito. Toda vez que sentava na cadeira da faculdade, o cu latejava lembrando do pau dele. Chegava em casa molhado de tesão, tomava banho, vestia a lingerie e subia na mesa.
Um dia ele chegou mais cedo. Me encontrou ainda no banho. Entrou no box, me virou de frente para a parede e meteu com a água caindo. Depois me levou molhado até a cozinha, me colocou de quatro na mesa de novo e continuou.
— Sua mãe vai chegar daqui a pouco. Quero que você fique com o cu cheio de porra enquanto janta com a gente.
Eu aceitei. Sempre aceitava.
À noite, enquanto os dois transavam no quarto, eu ficava no meu, deitado de bruços, o cu ainda aberto e sensível, ouvindo os gemidos da minha mãe e sabendo que o pau que estava dentro dela tinha estado dentro de mim horas antes.
Eu tinha virado a putinha de cu do namorado da minha mãe. E eu não queria parar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gaelzinho-

Nome do conto:
O Cuzinho da Casa

Codigo do conto:
271507

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/09/2026

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