Episódio 1 – O começo de tudo

Eu, Jairo, sempre fui viciado em pornografia. Desde adolescente eu consumia de tudo: vídeos, fotos, histórias. O que mais me excitava era o exibicionismo — o risco, o “e se alguém ver?”, o corpo à mostra em lugares onde não deveria. Sexo sem pressa, sem vergonha, com vontade de explorar. Eu tinha 25 anos, 1,65 m, professor de escola pública em Coari (cidade pequena no interior do Amazonas, a cerca de 370 km de Manaus) e, nas horas vagas, fotógrafo. Gostava de olhar, de registrar, de sentir o corpo reagir à possibilidade de ser descoberto.
Anita era o oposto. Dezoito anos, 1,55 m, terminando o ensino médio, morando na casa da irmã mais velha. Timida, recatada, quase vergonhosa. Falava baixo, evitava conversas ousadas, corava fácil. A gente se conheceu pela internet. Começou com conversas inocentes, depois foi ficando mais íntimo. Eu contava o que gostava sem filtro. Ela ouvia, perguntava pouco, mas não sumia. Com o tempo ela confessou que, apesar da timidez, algumas coisas que eu descrevia a deixavam molhada. Foi assim que começamos a namorar à distância.
Quando eu finalmente fui visitá-la em Coari, a tensão era outra. A irmã trabalhava e os sobrinhos andavam pela casa. O risco era real. No primeiro dia ainda nos limitamos ao quarto dela — porta trancada, corpos colados, mãos explorando com pressa e desejo acumulado. Eu a beijei fundo, tirei a blusa dela devagar, senti os seios pequenos e firmes na palma da mão. Ela tremia, mas não pediu para parar. Quando eu desci a calça e ela viu meu pau duro, os olhos dela se abriram. Eu a deitei na cama estreita, abri as pernas dela e chupei devagar, ouvindo os gemidos abafados contra o travesseiro. Quando entrei nela pela primeira vez, ela estava tão molhada que deslizei fácil. Fodemos em silêncio, só o barulho da cama e a respiração acelerada. Ela gozou apertando minhas costas; eu gozei dentro, sem camisinha, porque naquele momento a gente só queria sentir.
Nos dias seguintes a ousadia cresceu. Continuamos no quarto, mas começamos a testar limites. Uma tarde, enquanto a irmã estava na cozinha, eu puxei Anita para o corredor. Empurrei-a contra a parede, levantei a saia, abaixei a calcinha e enfiei de uma vez. Ela mordeu o próprio braço para não gritar. Ouviamos passos distantes. O risco de qualquer sobrinho aparecer me deixava ainda mais duro. Gozei nela ali mesmo, rápido e fundo, e ela se limpou às pressas antes de voltar para a sala como se nada tivesse acontecido.
Depois foi a sala. De noite, com a casa quieta, a irmã já no quarto. Eu a sentei no sofá, ajoelhei entre as pernas dela e chupei até ela quase chorar de prazer. Depois a virei de quatro, enterrei o pau até o fundo e fodi com força controlada, ouvindo cada gemido que ela tentava engolir. A janela estava entreaberta; qualquer um que passasse na rua poderia ouvir. Isso nos deixava loucos.
A noite mais intensa foi no pátio. Escuro, só o farol distante da rua e o barulho dos insetos. Eu a levei para fora, tirei a camisola dela e a deixei nua sob a luz fraca. Beijei o pescoço, os seios, a barriga. Ela se apoiou na parede da casa, pernas abertas, e eu entrei por trás, segurando a cintura dela. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. O risco de a irmã acender a luz ou de algum sobrinho sair era real — e era exatamente isso que nos excitava. Eu gozei nela ali, sentindo o sêmen escorrer pela coxa dela enquanto ela se mordia para não gemer alto. Depois nos vestimos às pressas e voltamos para dentro, o coração batendo forte, o cheiro de sexo ainda colado na pele.
Anita, a menina tímida e recatada, estava se transformando. Cada vez que o risco aumentava, ela ficava mais molhada, mais ousada, mais safada. Eu, que sempre amei pornografia, sexo e exibicionismo, tinha encontrado a parceira perfeita para explorar tudo isso juntos.
E isso foi só o começo.
No próximo episódio: o dia em que quase fomos pegos de verdade… e como isso só nos deixou mais viciados.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Episódio 1 – O começo de tudo

Codigo do conto:
269134

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
04/08/2026

Quant.de Votos:
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