Passaram-se alguns meses. Meu pelo já tinha crescido o suficiente para deixar a buceta coberta de um matinho macio, do jeito que Jairo gostava. Cíntia marcou uma visita na casa dela. Fomos eu e Jairo. A casa tinha uma piscina limpa no quintal, cercada por muros altos. Passamos a manhã de sunga e biquíni, brincando na água, conversando, rindo. Depois do almoço as duas filhas e o filho de Cíntia saíram para passear com os amigos e namorados. Ficamos só os quatro: eu, Jairo, Cíntia e Antônio, o marido dela. A água estava morna, o sol da tarde queimava a pele. Eu olhei pra Cíntia e perguntei baixo, mas alto o bastante para todos ouvirem: — Cíntia… tem problema eu ficar na piscina do jeito que fico em casa? Ela entendeu na hora. Virou-se para Antônio e explicou com naturalidade: — A Anita e o Jairo andam nus em casa. Ela quer tirar o biquíni aqui também. Antônio, um homem forte, de uns trinta e poucos anos, deu de ombros e respondeu sem pensar muito: — Problema? Não. Fiquem à vontade. Eu não esperei mais. Fiquei de pé dentro da água rasa, desamarrei o top do biquíni e joguei na borda. Depois puxei a calcinha pelas pernas e fiquei completamente nua. A água batia na minha buceta peluda, os seios flutuavam leves. Antônio ficou de queixo caído. Os olhos dele desceram pelo meu corpo inteiro e pararam entre minhas pernas. Vi a sunga dele se mexer. Cíntia riu, tirou o próprio biquíni sem pressa e ficou nua também. Os seios dela, maiores e mais pesados, balançaram quando ela se mexeu. Depois olhou para os dois maridos e perguntou, provocando: — E vocês? Não querem aproveitar o nudismo com a gente? Jairo já estava tirando a sunga. O pau dele saiu semi-duro, familiar. Antônio hesitou só um segundo. Quando puxou a sunga para baixo, o pau enorme dele apareceu: grosso, longo, a cabeça larga, ainda mole, batendo contra a coxa. Mesmo mole já impressionava. Em poucos segundos, só de olhar para mim e para Cíntia nuas, ele começou a endurecer. Cresceu rápido, subindo até ficar completamente duro, apontando para cima, as veias saltadas. Ele ficou vermelho e pediu desculpas, a voz rouca: — Me perdoa… não consigo controlar. Eu olhei para Cíntia, sorrindo safada, e falei: — Ajuda o teu marido, Cíntia… Ela não precisou ouvir duas vezes.
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