Eu, Jairo, ainda sentia o cheiro dela na pele quando acordamos no dia seguinte. Anita, a menina que até poucos meses atrás corava só de ouvir uma piada safada, agora dormia nua ao meu lado, com marcas dos meus dedos na cintura e residual do meu gozo ressecado entre as coxas. Tínhamos 1,65 m e 1,55 m, respectivamente, e naquela cama estreita da casa da irmã em Coari o corpo dela se encaixava perfeito no meu. A casa não era silenciosa. Os sobrinhos corriam no corredor, a irmã falava alto na cozinha. O risco era constante — e era exatamente isso que nos deixava duros o tempo todo. Depois do almoço, enquanto a irmã saía para resolver algo e os meninos brincavam no quintal dos fundos, eu puxei Anita para o quarto de novo. Dessa vez não trancamos a porta. Só empurramos a cama contra ela. Eu a deitei de bruços, levantei a saia curta que ela usava e abaixei a calcinha até as coxas. O cu dela estava à mostra, apertado, e a buceta já brilhava. Chupei primeiro, bem devagar, ouvindo ela morder o travesseiro. Depois enfiei o pau de uma vez só. O barulho da pele batendo era alto demais para uma casa cheia. Ela gemía baixo, quase chorando de prazer, e eu fodía mais forte justamente por causa disso. Foi quando ouvimos a voz de um dos sobrinhos no corredor: — Tia Anita? Cadê você? Ela congelou. Eu não parei. Continuei entrando fundo, bem devagar agora, sentindo o cu dela se contrair de nervoso. A mão dela apertava o lençol. O menino bateu na porta. — Tia? Anita engoliu o gemido e respondeu com a voz embargada: — Tô… tô no banheiro, amor. Já saio. O menino foi embora. Eu aproveitei a adrenalina, virei ela de lado, levantei uma perna e fodi ainda mais fundo. Gozei dentro dela enquanto ela tremia toda, gozando também, sem conseguir fazer barulho. Quando saí, o sêmen escorreu pela coxa dela. Tivemos que nos limpar às pressas e sair do quarto como se nada tivesse acontecido. Mais tarde, à noite, a ousadia cresceu de novo. A irmã estava no quarto dela, a TV ligada. Eu e Anita fomos até a sala. Eu a sentei no sofá, abri as pernas dela e chupei a buceta ainda molhada do meu gozo da tarde. Ela segurava minha cabeça, respirando pesado. Depois eu a virei de quatro no sofá mesmo, a saia erguida até a cintura, e enfiei de novo. Cada estocada fazia o sofá ranger. Qualquer passo no corredor e estávamos fudidos. Eu gozei nela outra vez, bem fundo, e ela se limpou com a própria calcinha antes de ajeitar a roupa. No pátio, mais tarde, foi quase o limite. Escuro, só a luz fraca da rua. Eu a empurrei contra a parede da casa, tirei a camisola por cima da cabeça e a deixei completamente nua. Beijei os seios, mordi os mamilos, desci e chupei até ela quase cair. Depois a virei, abri as nádegas e enfiei. Fodemos ali, de pé, ouvindo o barulho distante de uma moto passando. Eu segurava a cintura dela com força, metendo fundo, e ela gemía no meu ombro. Quando gozei, o esperma escorreu pela perna dela até o chão de cimento. Tivemos que entrar correndo, rindo e com o coração disparado, porque ouviram a irmã se mexendo no quarto. Anita, a tímida, a recatada, agora me olhava com um brilho diferente. Ela gostava do risco. Eu também. Cada quase ser pego só deixava a gente mais viciado. E o pior (ou o melhor) ainda estava por vir. No próximo episódio: o dia em que a irmã quase abriu a porta na hora errada… e o que fizemos depois, ainda mais ousados.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.