O casamento foi simples. Em Coari, numa igreja pequena, com pouca gente. Eu, Jairo, de 25 anos, e Anita, de 18, assinamos o papel e fomos morar juntos numa casa humilde alugada nos fundos de um terreno. Paredes finas, telhado de amianto, um quarto, uma sala, cozinha e banheiro. O calor do Amazonas entrava por todos os lados. Eu tinha conseguido um contrato como professor no interior. Vinte dias longe, dez em casa. A lua de mel, portanto, seria curta — e quente. Nos primeiros dias ainda usávamos roupa. Camisetas largas, shorts. Mas o calor era insuportável. Anita começou devagar. Primeiro tirou o sutiã em casa. Depois passou a andar só de calcinha e camiseta fina. Eu reparava no corpo dela: seios pequenos, bicos marcando o tecido, a bunda redonda se mexendo quando ela ia até a cozinha. Um dia ela apareceu só de calcinha. Corou quando me viu olhando, mas não se cobriu. Eu estava sentado no sofá velho, só de bermuda, o suor escorrendo pelo peito. Olhei pra ela e falei sem rodeios: — Anita… e se a gente andasse nu em casa? Ela parou, a mão na porta da geladeira. Ficou vermelha até o pescoço. — Nu? Tipo… sem nada? — Sem nada. Eu sempre quis experimentar o nudismo. Só nós dois. Ninguém vai ver. É só calor… e vontade. Ela hesitou. Depois, sem falar nada, puxou a calcinha pelas pernas e ficou completamente nua na minha frente. Os seios leves, a buceta lisa, as coxas suadas. Eu levantei, tirei a bermuda e fiquei nu também. O pau já começava a endurecer só de olhar pra ela. Foi estranho no começo. Anita andava com os braços cruzados na frente do corpo, envergonhada. Eu a puxava pra perto, beijava os ombros, as costas, a bunda. Aos poucos ela foi se soltando. No segundo dia já fazia café nua. No terceiro, se sentava no sofá de pernas abertas, sem se importar que eu estivesse olhando. O calor colava a pele no tecido dos móveis, o suor escorria entre os seios dela, pelo meu peito, pela base do meu pau. Transamos em todos os cômodos. No chão da sala, com ela de quatro, o suor escorrendo pelas costas. Na cama estreita, eu por cima, entrando devagar só pra sentir o calor dela me envolver. No banheiro pequeno, em pé, debaixo do chuveiro fraco. Cada vez que eu gozava dentro dela, o sêmen escorria pela coxa nua e ela não se limpava na hora — deixava secar no corpo, como se fizesse parte da nova rotina. Quando chegou a hora de eu viajar, a casa já era nosso pequeno paraíso nu. Anita me acompanhou até a porta ainda sem roupa. Eu a beijei fundo, apertei a bunda dela e falei: — Cuida da nossa casa… e do seu corpo. Quando eu voltar, quero te encontrar assim. Ela sorriu, envergonhada e excitada ao mesmo tempo, e ficou na porta me olhando partir. Nua. Sozinha. Começando a nova vida. Eu entrei no barco com o pau ainda semi-duro só de imaginar o que ela faria naqueles vinte dias. No próximo episódio: o dono da casa aparece para cobrar o aluguel… e encontra Anita completamente nua. O que ela conta pra mim quando eu volto muda tudo.
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