Jairo chegou no final da tarde, sujo de estrada, a mala nas mãos. Eu abri a porta nua. Ele sorriu daquele jeito safado e já me puxou pra dentro, beijando minha boca, minhas tetas, minha barriga. Não deu nem tempo de ele largar a mala. Contei tudo. Cada detalhe. As janelas abertas, Seu Orácio me vendo de longe, o dia em que ele tirou a roupa, a visita da Cíntia, os três nus no quintal, ela trepando com ele na minha frente, eu me masturbando, o vizinho no portão. Jairo ouvia em silêncio, o pau endurecendo dentro da calça. Quando terminei, ele me jogou no sofá, abriu minhas pernas e enfiou a língua fundo na minha buceta. Fodemos sem pressa e com pressa ao mesmo tempo. No sofá, no chão, de quatro, eu por cima. Ele gozava, descansava poucos minutos e entrava de novo. Eu estava encharcada, o corpo inteiro marcado pelos dedos dele. Enquanto acariciava minha buceta com dois dedos, bem devagar, ele confessou: — No interior… sem querer… eu vi uma das minhas alunas nua. Ela tinha a buceta bem peluda. Me deu um tesão do caralho. Quero que você deixe a sua crescer pra mim. Eu gemi, apertando as pernas em volta da mão dele. — Vou deixar… do jeito que você gostar. Depois ele me puxou pro quintal. Ligou a torneira externa, a água morna caindo sobre nossos corpos nus. Nos ensaboamos, nos beijamos debaixo da água. Logo ele me virou de frente pra parede, abriu minhas pernas e enfiou de novo. Metia fundo, a água escorrendo entre a gente, o pau molhado entrando e saindo. Foi aí que Seu Orácio apareceu. Parou a uma certa distância, já nu, e ficou assistindo. Jairo não parou. Continuou me fodendo com força, segurando minha cintura. Eu olhava pro Seu Orácio enquanto gozava no pau do meu marido. Ele estava de pau duro, batendo punheta devagar, os olhos fixos nos nossos corpos. Quando eu gozei, tremendo, gemendo alto, vi o sêmen dele escorrer entre os dedos. Jairo gozou dentro de mim logo depois, ainda debaixo da água. Os três ali no quintal, nus, o cheiro de sexo misturado com o sabão e o calor do fim de tarde. Eu ainda estava com o pau do meu marido dentro de mim quando olhei pra ele e falei, ofegante: — Ainda tem mais coisa pra contar… e pra fazer.
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