A casa de férias cheirava a madeira quente e a sexo. Raquel ainda tinha o sabor salgado do homem do gás na boca quando António a agarrou pela cintura e a empurrou contra a parede do quarto. A luz vermelha do candeeiro de parede desenhava sombras suaves na sua pele suada. — Ainda tens o cheiro dele em ti… — murmurou António, a voz rouca, enquanto lhe puxava o tanga de renda preta para o lado. Os dedos dele deslizaram entre as nádegas molhadas dela, sentindo o lubrificante e o esperma que ainda escorria. — Fodeste-te bem, não foi? Conta-me. Raquel gemeu, o peito a esmagar-se contra a parede fria. — Ele enfiou-me de quatro no sofá da sala… grosso, duro… encheu-me toda. Ainda estou a pingar. António baixou as calças com urgência. O pau já estava rígido, a cabeça inchada e brilhante. Segurou as ancas dela com força, abriu-lhe as pernas e enfiou de uma só vez, fundo, até os ovos baterem contra a pele molhada. — Aaah, porra… — Raquel arquejou, as unhas a arranhar a parede. — Assim… mais fundo, António. Usa-me. Ele começou a foder com pancadas secas e profundas, o pau a sair quase todo e a voltar a enterrar até ao fundo. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto. Cada estocada fazia as nádegas dela tremerem e o esperma do outro homem escorrer pelos ovos dele. — Sentes o pau dele a misturar-se com o meu? — rosnou António, a segurar-lhe as coxas e a abrir mais. — Ainda estás aberta e quente daquela foda… agora és minha outra vez. Raquel olhou por cima do ombro, o rosto corado, a boca entreaberta. — Fode-me mais forte. Quero sentir os dois ao mesmo tempo na minha cabeça. Enfia até doer. Ele obedeceu. As mãos desceram, abriram as nádegas dela e o polegar pressionou o cu ainda apertado enquanto o pau martelava a cona encharcada. Raquel gemia sem parar, a voz alta e suja: — Isso… mete o dedo. Usa os dois buracos. Sou a tua puta, António. A puta que se deixou foder pelo homem do gás e agora vem para a cama de férias para tu me acabares. António puxou-a para trás, sentou-se na beira da cama e fez com que ela se montasse de costas para ele. Raquel desceu devagar, engolindo o pau até ao fundo, e começou a saltar. As nádegas batiam contra a barriga dele com força. Ele segurava-lhe as ancas, abrindo-a, observando o pau a desaparecer e a reaparecer coberto de fluidos misturados. — Olha para ti… — ele gemeu, a voz quase a partir. — A cona a engolir-me toda, a pingar no meu pau. Vai mais fundo. Quero sentir-te a apertar. Raquel acelerou, a mão a descer para se masturbar enquanto cavalgava. O orgasmo chegou rápido, violento. O corpo tremeu, a cona contraiu-se em espasmos apertados à volta do pau dele e um fio de líquido escorreu entre os dois. — Vem dentro… enche-me outra vez — pediu ela, quase a chorar de prazer. — Quero sentir o teu por cima do dele. António agarrou-a com força, ergueu-se e fodeu-a de pé, as pernas dela no ar, o pau a martelar sem piedade até explodir. Jatos quentes e densos encheram-na, misturando-se com o que já lá estava. Raquel gemeu alto quando sentiu o calor a invadi-la outra vez, o corpo a tremer nos braços dele. Ficaram assim uns segundos, ofegantes, o pau ainda dentro, a pingar. António beijou-lhe o pescoço suado e murmurou: — Amanhã o homem do gás volta a trazer a botija. Queres que ele te foda outra vez enquanto eu vejo? Raquel sorriu, ainda a respirar fundo, e apertou o pau mole com a cona. — Quero. E depois tu limpas tudo outra vez… com a boca
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