O prémio

Raquel saiu do consultório do Ricardo com as pernas ainda a tremer e o sémen dele a escorrer-lhe devagar pela parte de dentro da coxa. No carro passou dois dedos entre as pernas, recolheu o que restava e meteu-os na boca antes de ligar o motor. O gosto e o cheiro fizeram-na fechar os olhos um segundo.
Em casa tinha pouco mais de uma hora.
Entrou, tirou a roupa no corredor e foi direto para o duche. A água quente escorria-lhe pelos seios, pela barriga, entre as pernas, lavando o que restava do Ricardo, mas o desejo continuava ali, quente e insistente. Saiu, enxugou-se sem pressa e abriu a gaveta onde guardava a lingerie que o António, o marido, lhe tinha oferecido. Conjunto preto de renda quase transparente. O sutiã de meio copo empurrava os seios para cima e para dentro, deixando os mamilos quase à mostra através do tecido fino. O fio dental era apenas um fio de renda que desaparecia entre as nádegas e se apertava diretamente contra o clitóris.
Por cima vestiu uma camisa de seda branca semi-transparente e uma saia preta justa e curta. Sem meias. Só saltos.
Antes de sair deitou-se na cama. Tirou o vibrador da gaveta, ligou-o e abriu as pernas. A cabeça redonda e gelada encostou-se ao clitóris já inchado e sensível. Gemeu alto. O aparelho zumbia enquanto ela metia dois dedos dentro de si, imaginando o pau grosso do Ricardo a abrir-a na mesa de exames e, ao mesmo tempo, as mãos do Paulo a segurarem-lhe as ancas. Veio depressa, o corpo a contrair, um gemido longo a escapar-lhe da garganta. Ficou ali um minuto, ofegante, o vibrador ainda a tremer-lhe entre as coxas. Depois levantou-se, limpou-se rapidamente e saiu.
Às 14h55 estava na sucursal.
A sala de reuniões cheirava a café e a ar condicionado. À volta da longa mesa de madeira escura estavam vários colaboradores. No topo, o Dr. Paulo. O olhar dele pousou-lhe no decote da camisa de seda no segundo em que ela entrou e demorou-se ali alguns segundos a mais.
A reunião arrastou-se. Números, percentagens, critérios de atribuição dos prémios. Raquel falava quando precisava, a voz firme, mas o corpo pedia outra coisa. O fio dental molhado apertava-lhe o clitóris ainda sensível do vibrador e do pau do Ricardo. De vez em quando o olhar de Paulo cruzava com o dela e ele mantinha-o um segundo a mais do que o necessário.
Às 16h10 as pessoas começaram a levantar-se. Alguns saíram logo. Outros ficaram mais uns minutos a discutir detalhes. Paulo e Raquel continuaram a falar de prazos e de relatórios finais enquanto o último colaborador arrumava o portátil. Quando a porta se fechou atrás dele, o silêncio ficou pesado durante alguns segundos.
Paulo olhou para ela por cima da mesa.
— Parabéns, Raquel. Os resultados deste trimestre foram excelentes. A sucursal nunca tinha fechado números assim.
Ela sorriu, lenta, e cruzou as pernas. A saia subiu um pouco mais.
— Obrigada. Saíram-me do corpo.
Paulo ergueu uma sobrancelha, a boca a curvar-se de leve.
— É assim… literal?
Raquel manteve o sorriso e assentiu.
— É. Literal. O negócio com o Dr. Ricardo, por exemplo. Foi um dos que mais contribuiu para estes números. Mas tive de dar uma ajuda extra. Hoje de manhã. Na mesa de exames do consultório dele. Ele meteu-me fundo, fez-me gozar duas vezes e veio dentro de mim. Saí de lá a pingar. Depois fui a casa, tomei banho, pus esta lingerie que o António me deu… e toquei-me com o vibrador a pensar nele. E a pensar em ti.
Paulo ficou em silêncio alguns segundos. Depois levantou-se devagar, contornou a mesa e parou atrás da cadeira dela. As mãos grandes pousaram-lhe nos ombros, desceram pela camisa de seda até aos seios e apertaram por cima da renda.
— Então mostra-me essa ajuda extra — murmurou ele junto ao ouvido.
Raquel inclinou a cabeça para trás. Ele desapertou-lhe a camisa botão a botão, puxou-a para fora e deixou-a cair. O sutiã preto de renda ficou à vista, os seios quase a saltarem dos copos. Paulo puxou o tecido para baixo. Os mamilos duros e escuros ficaram livres. Ele chupou um com força, depois o outro, enquanto a mão descia pela saia e a subia até à cintura. Encontrou o fio dental, puxou-o para o lado e meteu dois dedos nela de uma vez.
— Porra… ainda estás aberta e molhada. Ele abriu-te bem.
— Abriu — respondeu ela, a voz já rouca. — Era grosso. Meteu até ao fundo. Eu saí de lá a escorrer o leite dele.
Paulo tirou-lhe a saia de um puxão. Raquel ficou só com o sutiã descido e o fio dental de lado. Ele desapertou a própria calça. O pau saiu duro, grosso, a cabeça já brilhante. Ela desceu de joelhos em cima do chão da sala de reuniões, agarrou-o com as duas mãos e meteu-o na boca até sentir o gosto na garganta. A saliva escorria-lhe pelo queixo enquanto ele segurava a nuca dela e empurrava devagar.
— Isso… engole… quero ver-te a babar antes de te meter em cima desta mesa.
Ela chupou com vontade. Depois ele puxou-a para cima, virou-a de costas sobre a longa mesa de madeira — a mesma onde minutos antes tinham estado todos a discutir prémios — e meteu de uma só vez.
Raquel gritou. O pau dele encheu-a por completo. Paulo começou a foder com ritmo firme e profundo, as mãos a agarrarem-lhe as ancas, o som húmido das peles a baterem a ecoar na sala vazia.
— Olha para mim — ordenou. — Diz-me o que estás a sentir.
— Sinto o teu pau a abrir-me… a bater fundo… ainda sinto o do Ricardo e agora o teu… estou cheia… fode-me mais forte…
Ele acelerou. A mesa rangeu. Os seios de Raquel saltavam a cada estocada. Paulo inclinava-se, chupava-lhe os mamilos enquanto a fodia, depois passava o polegar no clitóris com pressão firme.
— Vem para mim. Quero sentir-te a apertar o meu pau.
Raquel veio com um gemido longo e sujo, o corpo a contrair à volta dele. Paulo não parou. Puxou-a para a beira da mesa, abriu-lhe as pernas ao máximo e continuou a meter fundo, rápido, os ovos a baterem-lhe contra a pele.
— Vou gozar dentro. Quero que leves o meu leite para casa. Quero que o António te cheire e saiba que foste fodida pelo chefe em cima da mesa de reuniões.
— Mete… mete tudo… enche-me…
Ele enterrou-se até ao fundo e gozou com um gemido gutural, o pau a pulsar, enchendo-a. Raquel sentia cada jato quente. Quando ele puxou para fora, um fio branco e grosso escorreu-lhe pela coxa e pingou na madeira da mesa.
Paulo passou dois dedos, recolheu o sémen misturado e meteu-lho na boca. Ela chupou sem hesitar.
Ficaram ali um momento, ofegantes. Raquel ainda deitada de costas na mesa, o sutiã puxado para baixo, o corpo a tremer, o leite dos dois homens a escorrer-lhe entre as pernas.
Paulo passou a mão pelo cabelo dela e falou, a voz ainda rouca:
— Da próxima vez trago o Ricardo. Quero ver-te a ser fodida pelos dois em cima desta mesa.
Raquel olhou-o nos olhos, passou a língua pelos lábios e respondeu, baixa e suja:
— Marca o dia. Eu venho. E venho sem cuecas
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O prémio

Codigo do conto:
269383

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/08/2026

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