No dia seguinte Raquel ligou para a empresa do gás de manhã cedo. A voz saiu calma, quase profissional: — Bom dia. Ontem o técnico veio cá a casa e… acho que ficou alguma coisa mal ligada. Podem mandar o mesmo homem outra vez? É urgente. Duas horas depois o intercomunicador tocou. António estava sentado na poltrona da sala, as pernas abertas, o pau já meio duro dentro das calças. Olhou para a mulher e murmurou: — Vai. Recebe-o assim. Raquel usava exactamente o que ele tinha pedido: um conjunto de cabedal preto, justo e brilhante. O sutiã era de tiras finas que cruzavam o peito, deixando os mamilos quase a descoberto. A tanga era mínima, só uma tira estreita que entrava entre as nádegas e cobria quase nada à frente. As ligas pretas apertavam as coxas carnudas e desciam até às meias de rede. O corpo dela brilhava sob a luz da manhã — a pele suada, os peitos pesados a tremer a cada passo, as nádegas redondas e firmes a marcar o cabedal. Abriu a porta. O homem do gás entrou, a mesma figura alta e larga de ombros. Quando a viu assim parou um segundo, o olhar a descer pelo corpo dela. — Senhora… outra vez? Raquel sorriu, fechou a porta e deu um passo à frente. O cabedal rangeu baixinho. — Não foi a instalação. Liguei porque quero outra coisa. — A voz saiu baixa, direta. — Ontem o meu marido viu-nos. Viu tudo. E não se importa. O homem franziu o sobrolho, ainda a segurar a mala de ferramentas. — Viu? — Viu. Esteve escondido a bater uma enquanto tu me fodias no sofá. — Raquel aproximou-se mais, o peito quase a tocar no peito dele. — E hoje ele quer ver de perto. Ou melhor… quer participar. António levantou-se da poltrona. O pau já estava completamente duro, a marcar as calças. Aproximou-se devagar, parou atrás de Raquel e pousou as mãos nas ancas dela, por cima do cabedal. — É verdade — disse ele, a voz rouca. — Vi como a abriste. Vi como ela te pediu para a encheres. E gostei. Hoje quero que a fodes outra vez… enquanto eu também a uso. O homem do gás olhou de um para o outro. Depois soltou um sorriso lento e sujo. Deixou a mala no chão e desapertou o cinto. — Então vamos. Raquel ajoelhou-se no meio dos dois. Com as mãos puxou as calças de trabalho do homem do gás e o pau grosso saltou para fora, já a endurecer. Ao mesmo tempo, com a outra mão, abriu o fecho das calças de António e tirou o pau dele. Começou a chupar o do homem do gás primeiro — a boca a descer fundo, a língua a rodar, o som molhado a encher a sala. Depois passou para o de António, engolindo-o até ao fundo enquanto a mão trabalhava o outro. — Assim… — gemeu António, a mão no cabelo dela. — Boa puta. Mostra-lhe como chupas. O homem do gás segurou-lhe a cabeça e empurrou mais fundo, fazendo-a engasgar um pouco. Raquel não recuou. Os olhos marejaram, saliva escorreu pelo queixo, mas continuou. António puxou-a pelo cabelo e levantou-a. Virou-a de costas para o sofá e fez com que ela se inclinasse, as mãos no encosto. O cabedal da tanga estava tão justo que quase desaparecia entre as nádegas. António puxou a tira para o lado e abriu-lhe a cona com dois dedos. — Está já molhada — murmurou. — Olha. O homem do gás aproximou-se, o pau na mão, e esfregou a cabeça grossa na entrada brilhante. Depois enfiou de uma só vez, até aos ovos. Raquel arquejou alto, o corpo a tremer. — Ahhh… porra… António ajoelhou-se à frente dela, no sofá, e enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo. Os dois começaram a foder o ritmo — o homem do gás por trás, pancadas profundas e pesadas que faziam as nádegas dela tremerem e o cabedal rangeu a cada estocada; António à frente, a empurrar a boca dela até ela quase se engasgar. — Sentes os dois? — rosnou António. — O pau dele a abrir-te e o meu a encher-te a garganta. Raquel só conseguiu gemer, a saliva a escorrer pelos peitos que saltavam dentro do sutiã de cabedal. O homem do gás aumentou a força, as mãos a apertarem as ancas dela até ficarem marcas vermelhas no cabedal. — Ontem enchi-te e hoje vais levar outra vez — disse ele, a voz grossa. — Mas agora com o teu marido a ver de perto. António tirou o pau da boca dela e mudou de posição. Deitou-se no sofá e puxou Raquel para cima de si. Ela montou-o de frente, o pau dele a entrar na cona já aberta e molhada. O homem do gás ficou atrás, ajoelhado. Com os polegares abriu as nádegas dela e esfregou o pau grosso no cu apertado. — Queres os dois? — perguntou. Raquel olhou por cima do ombro, o rosto corado, a boca entreaberta. — Quero. Enfia. Ele escarrrou na mão, passou no pau e começou a empurrar. A cabeça grossa abriu o cu dela devagar. Raquel gemeu longo, o corpo a tremer entre os dois homens. António segurou-lhe as ancas e empurrou para cima ao mesmo tempo. Quando o homem do gás entrou até ao fundo, os dois paus estavam dentro dela — um na cona, outro no cu. — Porra… — António gemeu, a sentir o outro pau a esfregar-se contra o dele através da parede fina. — Estás tão apertada… Começaram a foder em ritmo. O homem do gás por trás, pancadas lentas e profundas; António de baixo, a empurrar para cima. Raquel ficava no meio, o corpo a balançar, os peitos a saltarem dentro do sutiã de cabedal, as ligas a marcar as coxas. O suor escorria entre os seios, pelo ventre, até à junção onde os dois paus entravam e saíam. — Mais… — pediu ela, a voz já partida. — Fodem-me mais forte. Quero sentir os dois a gozar dentro. O ritmo acelerou. O som molhado de pele e cabedal enchia a sala. António chupava-lhe os mamilos por cima do sutiã, mordendo a pele. O homem do gás dava palmadas nas nádegas dela, o som seco a misturar-se com os gemidos. Raquel gozou primeiro. O corpo tremeu violentamente, a cona e o cu a apertarem-se em volta dos dois paus. Os homens não pararam. Continuaram a foder através do orgasmo dela até sentirem o próprio clímax. — Dentro… os dois… — gemeu ela. António foi o primeiro. Enterrou-se fundo e descarregou, os jatos quentes a encherem a cona. Segundos depois o homem do gás segurou-lhe as ancas com força e veio também, o esperma a jorrar no cu dela. Raquel sentiu os dois a latejarem dentro, a misturarem-se, a escorrerem. Ficaram assim, ofegantes, os corpos colados. O homem do gás saiu devagar, o esperma a pingar imediatamente. António ainda estava dentro quando puxou Raquel para baixo e a beijou fundo. O homem do gás puxou as calças, olhou para os dois e sorriu. — Se precisarem de mais alguma “reparação”… é só ligar. Raquel, ainda a tremer, com o esperma a escorrer pelas coxas e o cabedal brilhante de suor, olhou para ele e respondeu com a voz rouca: — Vamos precisar. Muito. António beijou-lhe o pescoço e murmurou só para ela: — Amanhã vais ligar outra vez. E desta vez quero que ele te foda na cama enquanto eu te chupo os peitos. Raquel sorriu, ainda a apertar o pau mole dele com a cona. — Como quiseres… marido
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