O evento da empresa

A viagem da empresa para o evento tinha sido marcada há meses. Raquel estava no quarto do hotel, ainda de vestido de oncinha justo, o mesmo que usara no jantar de gala. Os saltos altos prateados e pretos ainda estavam nos pés quando a porta bateu.
O Dr. Paulo entrou sem voltar a bater. Camisa social branca aberta no colarinho, gravata afrouxada, olhar escuro.
— Deixaste-me a olhar para ti a noite inteira — disse ele, fechando a porta com o pé. — Aquele vestido curto, sentada de perna cruzada… quase te puxei para a casa de banho do salão.
Raquel virou-se devagar, sorrindo de lado.
— E porque é que não puxaste, doutor? Medo de alguém ver o chefe a molhar-se pela subordinada?
Ele caminhou até ela, a mão já na cintura dela, apertando a carne macia por baixo do tecido fino.
— Porque queria foder-te a sério. Sem pressa. Sem gente a bater à porta. — A voz saiu-lhe rouca. — Tira esse vestido.
— Tira tu — provocou ela, levantando os braços.
Paulo puxou o fecho de uma vez. O vestido caiu no chão. Raquel ficou só de cuecas pretas fio dental e dos saltos. Os peitos pesados, o mamilo já duro. Ele agarrou um, apertou, chupou o mamilo com força enquanto a outra mão descia e enfiava dois dedos por baixo das cuecas, metendo direto na cona molhada.
— Caralho… já está a pingar — rosnou ele contra o peito dela. — Estiveste a pensar nisto o jantar inteiro, não foste?
— Desde o elevador — gemeu ela, abrindo as pernas. — Quando encostaste o pau na minha rabo e falaste baixo no meu ouvido que me ias arrebentar.
Paulo tirou-lhe as cuecas de uma puxada e atirou-as para o sofá. Baixou as calças e as boxers. O pau saiu grosso, veias saltadas, a cabeça já a brilhar de esporra. Raquel ajoelhou-se à frente dele sem ele pedir.
— Deixa-me chupar primeiro — disse ela, olhando para cima. — Quero sentir o gosto do leite que estiveste a segurar o jantar inteiro.
Engoliu o pau até quase ao fundo, engasgando de propósito, a saliva a escorrer pelo queixo. Paulo agarrou-lhe o cabelo e fodeu-lhe a boca com ritmo pesado, gemendo baixo.
— Assim… isso, engole tudo. A tua boca é uma puta. — Puxou o pau para fora, deu palmadas leves no rosto dela com a cabeça. — Abre a boca. Língua para fora.
Raquel obedeceu. Ele esfregou o pau na língua dela, no rosto, na boca outra vez.
— Levanta-te. Quero foder-te de pé primeiro.
Virou-a de frente para o espelho do quarto, puxou-a pela cintura e enterrou o pau de uma vez na cona. Raquel gritou abafado, as unhas no espelho.
— Caralho, Paulo… está fundo demais—
— Aguenta — falou ele no ouvido dela, metendo com força, o som molhado a encher o quarto. — Olha para o espelho. Olha como ficas com o pau do teu chefe a abrir-te.
Metia com força, uma mão no peito dela a apertar, a outra no clitóris a esfregar em círculos rápidos. Raquel gozou primeiro, as pernas a tremer, a cona a apertar o pau dele em espasmos.
— Estou a gozar… caralho, estou a gozar no teu pau—
Paulo não parou. Continuou a meter enquanto ela ainda tremia, até ela quase cair. Depois puxou-a para o sofá, deitou-a de quatro, agarrou-lhe a cintura e voltou a foder com força, os colhões a bater na cona.
— Diz o que queres — ordenou ele, dando uma palmada forte na rabo dela.
— Quero a tua esporra — gemeu ela, empurrando a rabo para trás. — Quero sentir-te a gozar dentro. Enche esta cona.
— Dentro? Sem preservativo?
— Sem. Enche-me. Por favor.
Paulo acelerou, os gemidos a ficarem mais grossos. Metia fundo, fundo, até travar e jorrar dentro dela, jactos quentes a encher a cona. Raquel sentiu cada pulsação, o leite a escorrer pelas coxas enquanto ele ainda empurrava devagar, a esvaziar tudo.
Ficou um tempo ali, o pau ainda dentro, a respirar pesado. Depois puxou para fora. O leite branco escorreu de imediato. Raquel virou-se, ainda de salto, passou o dedo na cona, apanhou um pouco do gozo e chupou o dedo, olhando para ele.
— Gostoso — murmurou. — Agora limpa o resto com a boca.
Paulo puxou-a de volta para o sofá, ajoelhou-se entre as pernas dela e chupou a cona suja de esporra, a lamber tudo, a enfiar a língua fundo enquanto ela lhe puxava o cabelo e gemia outra vez.
— Amanhã no evento — disse ele, levantando a cabeça com a boca molhada — vais sentar-te à minha mesa outra vez. E eu vou lembrar-me o dia inteiro que a minha esporra ainda está a escorrer nessa cona.
Raquel sorriu, as pernas ainda abertas.
— Então fode-me outra vez agora. Quero mais.
Ele subiu em cima dela, o pau já a endurecer outra vez, e enfiou de novo.
A noite no hotel ainda era longa
Raquel voltou a provocar. Estava deitada de bruços na cama, só de saltos, a mexer o rabo devagar.
— Ainda tens leite para mim, doutor? — perguntou ela, virando a cabeça.
Paulo, que estava a fumar junto à janela, olhou para ela e sentiu o pau a endurecer outra vez. Aproximou-se, ajoelhou-se na cama e abriu-lhe as nádegas com as mãos.
— Vira-te de lado. Quero meter-te assim.
Raquel obedeceu. Ele encaixou-se atrás dela, passou o pau pela cona molhada e entrou de uma vez, fundo. O gemido dela saiu abafado contra o travesseiro.
— Caralho… ainda estás tão apertada…
— E tu ainda estás duro como uma pedra — respondeu ela, empurrando o rabo para trás. — Fode-me mais devagar desta vez. Quero sentir cada centímetro.
Paulo agarrou-lhe uma coxa e meteu com ritmo mais lento, profundo, quase saindo de todo antes de voltar a enfiar até ao fundo. O som molhado enchía o quarto. De vez em quando dava-lhe uma palmada na nádega e sentia a cona dela a contrair.
— Gostas quando te trato assim, não gostas? — murmurou ele no ouvido dela. — A putinha do chefe…
— Gosto… gosto quando me fodes como se eu fosse só tua — gemeu Raquel. — Mais fundo. Assim… assim…
Ele acelerou um pouco, a mão a escorregar para a frente e a esfregar o clitóris dela com o dedo. Raquel gozou outra vez, a tremer, a morder o travesseiro. Paulo segurou-lhe a anca com força e veio pouco depois, jorrando o leite dentro dela outra vez, a respiração ofegante contra a nuca dela.
Ficaram abraçados algum tempo, o pau ainda dentro, a esporra a escorrer devagar entre as coxas dela.
— Amanhã vais ter de te comportar no evento — disse ele, beijando-lhe o ombro. — Ou então não me responsabilizo.
Raquel sorriu, cansada e satisfeita.
— Vamos ver quem aguenta mais
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O evento da empresa

Codigo do conto:
269378

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/08/2026

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