O Dr Paulo quer ser o único

A relação entre Raquel e o Dr. Paulo era aberta, mas o poder estava claramente definido. Ele mandava. Ela obedecia. Podiam foder com outras pessoas desde que isso trouxesse dinheiro e resultados para a empresa — contratos, financiamentos, prémios. Cada corpo entregue tinha de se traduzir em números que lhes permitissem manter a vida de luxo. Raquel gostava de ser usada. Gostava de levar na cona, no cu, de ser preenchida pelos dois lados ao mesmo tempo, de sentir dois paus a esticá-la até doer de prazer. E Paulo gostava de mandar, de ouvir, de ver, de decidir quem a fodia e quando.
Os clientes vinham um de cada vez. O Dr. Rodrigues. O Rui. O T. O Zé. Nunca juntos. Homens diferentes, paus diferentes, formas diferentes de a abrirem. Paulo raramente participava nesses encontros. Preferia ficar a saber depois. Gostava de a puxar para o sofá do escritório ou para a cama e obrigá-la a contar cada detalhe enquanto a fodia ou simplesmente a ouvia com a mão no pau, a decidir se ela merecia gozar ou não.
A única exceção regular era o António, o marido dela. Quando Paulo era convidado para jantar em casa do casal, a noite quase sempre terminava na cama grande. Raquel de quatro entre os dois, o cu bem empinado, os seios a balançarem pesados, a chupar um enquanto o outro a fodia fundo. Ou a ser penetrada ao mesmo tempo — um pau grosso na cona, outro a abrir-lhe o cu devagar até ela gemer alto e pedir mais. Paulo gostava de segurar o cabelo dela e mandá-la engolir até à garganta enquanto o marido a rebentava por trás. Gostava de ver o rabo dela a tremer, a saliva a escorrer-lhe pelo queixo, o corpo a suar.
Com o T foi diferente.
O negócio era grande. Vários milhões. O T era o interlocutor principal — alto, ombros largos, mãos grandes, voz grave. Raquel tinha almoçado com ele três vezes. Na terceira ele já lhe tinha metido a mão por baixo da saia no carro e ela não o impediu. O cheiro do couro do banco, o calor dos dedos dele a roçarem o fio dental já molhado, o som baixo do próprio gemido dela.
Paulo reservou a suite no último andar do hotel. Luz baixa, cama king-size, espelhos grandes. Disse a Raquel, a voz baixa e autoritária:
— Leva-o para lá. Eu fico escondido. Ele não pode saber. Quero ver tudo. E depois vais ajoelhar-te e contar-me cada segundo enquanto eu te fodo. Se contares bem, deixo-te gozar.
Raquel chegou às 20h50. Vestia um vestido preto justo e curto, de decote profundo, que marcava os seios pesados e as ancas largas. Por baixo, lingerie vermelha de renda — sutiã de meio copo que empurrava os peitos para cima, mamilos quase à mostra, e um fio dental fino que desaparecia entre as nádegas firmes e se apertava contra o clitóris já inchado. Saltos altos. O cabelo solto. O perfume forte a misturar-se com o cheiro quente da própria pele.
O T abriu a porta. Já estava de camisa desapertada, o peito marcado. Fechou-a atrás dela e beijou-a logo, língua profunda e quente, mãos grandes a descerem pelo vestido até ao rabo. Apertou as nádegas com força, os dedos a enterrarem-se na carne.
— Há semanas que quero meter-te isto.
Raquel sorriu contra a boca dele, a voz já rouca de tesão.
— Então mete. Usa-me.
Ele puxou-lhe o vestido por cima da cabeça num movimento seco. Os seios saltaram livres dentro do sutiã vermelho. O T puxou os copos para baixo, os mamilos escuros e duros ficaram expostos. Chupou um com força, a língua quente a rodar, os dentes a roçarem, enquanto a mão descia e puxava o fio dental para o lado. Dois dedos grossos entraram na cona sem dificuldade. O calor, o som húmido, o cheiro dela a subir.
— Já estás encharcada, puta…
— Estou. Quero o teu pau. Quero levar na cona e no cu.
Ele ajoelhou-se, abriu-lhe as pernas e enterrou a cara. A língua larga e quente passou pela fenda molhada, depois fechou a boca no clitóris e chupou com vontade, o som obsceno a encher o quarto. Raquel apoiou-se na parede, as unhas a cravarem-se no ombro dele, o cu a contrair, o corpo a tremer. O prazer subiu rápido, quente, e ela veio com um gemido longo, as coxas a apertarem a cabeça dele, o líquido a escorrer-lhe pela pele.
O T levantou-se, tirou a calça. O pau era grosso, veias salientes, a cabeça já brilhante de pré-sémen. Raquel desceu de joelhos no carpete macio, agarrou-o com as duas mãos e meteu-o na boca até sentir o gosto salgado na garganta. Chupou com luxúria, a saliva quente a escorrer pelo queixo e a pingar nos seios, os olhos levantados. Ele segurava-lhe a nuca e empurrava devagar, o cheiro dele a misturar-se com o dela.
Depois puxou-a para a cama, deitou-a de costas, abriu-lhe as pernas ao máximo e meteu de uma só vez. Raquel gritou. O pau grosso esticou-lhe as paredes até doer de prazer. O calor, a pressão, o som húmido das peles a baterem. Ele começou a foder com ritmo firme, as mãos a agarrarem-lhe as coxas, os polegares a abrirem-lhe a fenda para ver o pau a desaparecer dentro.
No armário embutido, atrás da porta entreaberta, Paulo filmava. O telemóvel apontado, a respiração controlada, o pau já duro e a latejar dentro da calça. Via tudo: os seios de Raquel a saltarem a cada estocada, a boca aberta a gemer, o pau grosso do T a entrar e a sair coberto do creme branco dela, o cu empinado quando ele a virou de quatro.
— Empina mais esse rabo — ordenava o T, a voz rouca, a dar-lhe palmadas secas e quentes nas nádegas. O som da pele a bater, a vermelhidão a aparecer. — Assim… mais alto… abre-te…
Raquel empurrava o cu para trás, o corpo arqueado, a coluna curvada, os seios a balançarem pesados contra o lençol. O cheiro a sexo a encher o quarto. Ele fodia sem piedade, rápido e fundo, o suor a brilhar no peito, até ela vir outra vez, o corpo a contrair violentamente, um gemido longo e sujo a escapar-lhe da garganta, o líquido a escorrer-lhe pelas coxas.
— Onde queres a porra?
— Dentro… mete tudo… enche-me a cona…
Ele enterrou-se até ao fundo e gozou com um gemido baixo e gutural, o pau a pulsar, os jatos quentes a enchê-la. Quando puxou para fora, um fio branco e grosso escorreu-lhe pela coxa e pingou no lençol. O T passou dois dedos, recolheu o sémen quente e meteu-lho na boca. Raquel chupou, o gosto salgado a espalhar-se na língua.
O T vestiu-se pouco depois e saiu. Assim que a porta se fechou, Paulo saiu do armário. Raquel ainda estava deitada de barriga para baixo, o cu bem empinado, o sutiã vermelho puxado para baixo, o fio dental de lado, o leite do T a escorrer-lhe entre as pernas e a brilhar na pele suada. O cheiro a sexo era forte, quente, animal.
Paulo aproximou-se, o telemóvel ainda na mão, o pau a marcar a calça de forma obscena. A voz saiu baixa, autoritária, carregada de poder e tesão:
— Ajoelha. Conta-me tudo. Cada detalhe. Se contares bem, fodo-te o cu. Se contares mal, deixo-te assim, a pingar, sem gozar.
Raquel obedeceu imediatamente. Virou-se, ajoelhou-se na cama, o cu ainda empinado, os seios pesados a balançarem, o olhar já nublado de luxúria e submissão. Abriu a boca e começou a falar, a voz rouca:
— Ele chupou-me até eu gozar. A língua era larga e quente. Meteu dois dedos grossos e chupou o clitóris ao mesmo tempo. Eu vim depressa. Depois ajoelhei-me e engoli-lhe o pau até à garganta. Era grosso. Veias marcadas. Saliva a escorrer-me pelo queixo e a pingar nos seios. Ele segurou-me a nuca e fodeu-me a boca devagar…
Paulo tirou a roupa. O pau saltou duro, grosso, a pingar. Subiu para a cama, agarrou-lhe as ancas com força e enterrou-se de uma só vez na cona ainda quente e cheia do leite do outro. O som húmido, o calor, a pressão. Raquel gemeu alto, o cu a contrair.
— Continua — ordenou ele, a foder devagar, fundo, sentindo o sémen do T a facilitar a entrada, o cheiro dos dois homens a misturar-se.
— Depois meteu-me de costas… ah… abriu-me as pernas e enterrou até ao fundo. Eu gritava. Ele era mais grosso que o Rui. Fodia com força. O pau a bater-me no ponto certo. Depois virou-me de quatro… mandou-me empinar o rabo bem alto… e começou a bater-me nas nádegas enquanto me metia. Palmadas secas e quentes. Eu empurrava o cu para trás… pedia mais… pedia para me foder o cu também…
Paulo acelerou, as mãos a espalmarem-lhe as nádegas, a separar as faces, a ver o pau a entrar e a sair coberto do creme misturado. O suor a escorrer-lhe pela pele. A luxúria a subir.
— E quem fode melhor? Ele ou o Rodrigues? Ou o Zé? Diz a verdade.
Raquel gemia entre as palavras, o corpo a abanar, os seios a roçarem o lençol, a saliva a escorrer-lhe pelo canto da boca.
— O T mete mais fundo… o Rodrigues é mais bruto, gosta de me bater e de me foder o cu até eu chorar de prazer… o Zé goza mais depressa mas chupa melhor e mete dois dedos no cu enquanto me fode a cona… o Rui… ah, porra… o Rui gosta de me abrir o cu devagar e depois meter tudo de uma vez… mas tu… tu és o único que me fode depois de me veres a ser usada… e isso faz-me gozar mais… faz-me sentir tua…
Paulo puxou o pau para fora, cuspiu na mão, passou a saliva no cu apertado dela e começou a empurrar. A cabeça entrou devagar. Raquel gemeu alto, o corpo a tremer, o cu a ceder centímetro a centímetro até ele estar totalmente dentro. O calor, a pressão, a sensação de estar completamente preenchida.
— Assim… — murmurou ele, a voz rouca de poder. — Agora vais levar no cu enquanto me contas o resto. E se gozares sem permissão, não te deixo vir outra vez esta semana.
Começou a foder o cu dela com ritmo firme e profundo. Uma mão a segurar-lhe o cabelo, a outra a passar o polegar no clitóris. O som obsceno, o cheiro, o suor, a luxúria a dominar os dois.
— Diz-me como ficou o teu cu enquanto ele te fodia a cona.
— Empinado… bem alto… ele abria-me as nádegas com as mãos grandes… via tudo… via o pau a desaparecer dentro de mim… e eu gemia como uma puta… pedia para me foder o cu também… mas ele só me encheu a cona…
Paulo sentiu o corpo dela a contrair. Acelerou no cu, o polegar a circular no clitóris com pressão firme.
— Podes gozar. Agora.
Raquel veio com um grito longo e rouco, o cu a tremer violentamente à volta do pau dele, o corpo a abanar, o líquido a escorrer-lhe pela cona. Paulo continuou a meter fundo, rápido, até gozar também, os jatos quentes a enchê-la o cu, misturando-se com o que ainda restava do T.
Ficaram ali, ofegantes. Raquel ainda de quatro, o cu empinado e a latejar, o corpo a tremer, o sémen a escorrer-lhe pelas coxas e a pingar no lençol. O cheiro a sexo era denso, quente, animal. Paulo passou a mão pelas nádegas vermelhas, separou-as, viu o creme a sair do cu e da cona e empurrou dois dedos para dentro de ambos os buracos ao mesmo tempo, fazendo-a gemer de novo, submissa e satisfeita.
— Da próxima vez quero ouvir-te a descrever o Zé. E quero que empines este rabo da mesma forma. E se ele te foder o cu, quero que me digas exatamente como doeu e como gostaste.
Raquel olhou por cima do ombro, o sorriso sujo, a voz rouca de luxúria e obediência.
— Marco o jantar. E venho sem cuecas. Pronta para seres usada e para te contar tudo enquanto me fodes o cu. Porque eu gosto. Gosto de levar em todo o lado. E gosto ainda mais quando és tu a mandar
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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Dr Paulo quer ser o único

Codigo do conto:
269384

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/08/2026

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