O veterinário

O negócio tinha começado três meses antes. Ricardo, o veterinário, apareceu no escritório da empresa de Raquel com um projeto ambicioso: uma clínica de referência para animais de grande porte, com equipamentos de última geração e um centro de reabilitação. Precisava de um financiamento avultado. Raquel, diretora, recebeu-o na sala de reuniões. Ele tinha 1,88 m, ombros largos, peito marcado sob a camisa azul-clara, braços fortes sem exagero de ginásio, mãos grandes que gesticulavam enquanto explicava números e projeções. Mais novo do que ela. O olhar direto, a voz grave, a forma como se inclinava para a frente quando falava… desde o primeiro dia ela sentiu um calor baixo no ventre.
Encontraram-se várias vezes. Reuniões formais, depois almoços “para alinhar detalhes”. Sempre o mesmo restaurante discreto. Sempre a mesma tensão. Ele nunca cruzava a linha, mas a linha estava lá, fina como fio. No último almoço, depois de assinarem os papéis, Ricardo deixou o talher pousar e olhou-a por cima do copo de vinho.
— Agora que o dinheiro está garantido… posso admitir uma coisa?
Raquel levantou uma sobrancelha, a saia preta justa a cingir-lhe as coxas, o sutiã de renda a empurrar os seios contra a blusa de seda.
— Admite.
— Há semanas que me custa concentrar-me quando estás à minha frente. Aquela saia… o cheiro do teu perfume… a forma como cruzas as pernas. Penso em ti depois. Em casa. No consultório. Com a mão no pau.
Ela sentiu o coração disparar, mas manteve a voz baixa e firme.
— E o que é que imaginas, Ricardo?
Ele sorriu, lento.
— Imagino-te de quatro em cima da minha secretária. A saia erguida. O fio dental puxado para o lado. Eu a meter-te fundo enquanto tu geme o meu nome. Imagino-te a gozar no meu pau até ficares a tremer.
Raquel passou a língua pelos lábios. O calor entre as pernas já era impossível de ignorar. O fio dental preto estava molhado.
— Então para de imaginar — respondeu ela, a voz um pouco rouca. — Leva-me. Agora.
O elevador do prédio dele subiu em silêncio. Ricardo não a tocou. Apenas olhava. Quando a porta do apartamento se fechou atrás deles, ele agarrou-a pela cintura e beijou-a com fome. Língua profunda, mãos a descerem logo pela saia justa, a apertarem as nádegas firmes, a subirem o tecido até à cintura.
— Há quanto tempo queres isto? — perguntou ele contra a boca dela, a voz grossa.
— Desde o segundo almoço — confessou Raquel, já a desapertar-lhe a camisa. — Via-te a falar de números e só pensava em te chupar o pau debaixo da mesa.
Ele gemeu. Puxou-lhe a blusa por cima da cabeça, depois o sutiã de renda. Os seios de Raquel, firmes, mamilos escuros e duros, encheram as mãos grandes dele. Ricardo chupou um, depois o outro, a língua quente a rodar, os dentes a roçarem de leve.
— Porra, que seios… quero foder-te entre eles depois.
Ajoelhou-se. Puxou a saia ainda mais para cima e o fio dental para o lado. O cheiro dela já o embriagava. Passou a língua longa e quente pela fenda molhada, depois fechou a boca no clitóris e chupou com força. Dois dedos entraram nela de uma vez.
Raquel apoiou-se na parede, as unhas a cravarem-se no ombro dele.
— Assim… chupa mais forte… mete os dedos mais fundo… ah, caralho…
Ele obedeceu. Língua rápida, dedos curvados a bater no ponto certo. Raquel veio depressa, as coxas a tremerem, um gemido longo e sujo a sair-lhe da garganta.
Ricardo levantou-se, o pau a marcar a calça. Desapertou-a e puxou para baixo. O membro saiu grosso, veias salientes, a cabeça já brilhante de pré-sémen. Raquel desceu de joelhos sem hesitar, agarrou-o com as duas mãos e meteu-o na boca até sentir o gosto salgado na garganta.
— Isso… engole tudo… quero ver-te a babar no meu pau — ordenou ele, a mão grande a segurar-lhe a nuca, a empurrar devagar.
Ela chupou com vontade, a saliva a escorrer pelo queixo, os olhos levantados para ele. Ricardo puxou-a para cima antes de gozar.
— Quero meter-te agora.
Virou-a de costas contra a mesa da sala, ergueu-lhe a saia e meteu de uma só vez. Raquel gritou. Ele era grosso e comprido; sentia-o a esticar-lhe as paredes até ao fundo.
— Fode-me… fode-me forte, Ricardo… quero sentir-te amanhã…
Ele agarrou-lhe as ancas e começou a meter com ritmo firme, o som húmido das peles a baterem a encher a sala. De vez em quando parava fundo e rodava a anca, fazendo-a gemer alto.
— Gostas disto, não gostas? De seres fodida pelo cliente mais novo… a diretora toda profissional de manhã e agora a pingar no meu pau…
— Adoro… adoro o teu pau… mete mais fundo… usa-me…
Ele puxou-a para o sofá, deitou-a de costas, abriu-lhe as pernas e voltou a entrar. Desta vez olhou-a nos olhos enquanto a fodia. O peito atlético brilhava de suor, os músculos do abdómen contraíam a cada estocada.
— Olha para mim enquanto gozas — mandou ele. — Quero ver a tua cara quando o meu pau te fizer vir.
Passou o polegar no clitóris dela, rápido e firme. Raquel veio outra vez, o corpo a contrair à volta dele, um grito rouco a sair-lhe da garganta.
— Porra… estou a gozar… não pares…
Ricardo não parou. Virou-a de quatro, agarrou-lhe o cabelo e meteu de novo. A saia ainda lhe cingia a cintura, o fio dental preto pendurado de um lado da coxa. Ele espalmou-lhe uma nádega e deu-lhe uma palmada seca.
— Mais… bate-me mais…
Ele deu. Outra. E outra. Depois agarrou-lhe as ancas com força e fodeu-a sem piedade, rápido e fundo, os ovos a baterem-lhe contra o clitóris.
— Vou gozar… onde queres?
— Na cara… quero a tua porra na cara e na boca…
Ele puxou para fora, virou-a depressa e veio. Jatos quentes a baterem-lhe nos lábios, no queixo, a escorrerem-lhe pelo pescoço. Raquel abriu a boca e engoliu o que conseguiu, a língua a limpar o resto enquanto ele ainda se sacudia.
Ficaram ali, ofegantes. Ricardo sentou-se no sofá, o pau ainda semi-duro e brilhante. Raquel ajoelhou-se entre as pernas dele e limpou-o devagar com a boca, sem pressa, a saborear o gosto de ambos.
— Da próxima vez — murmurou ele, a voz ainda rouca, a passar a mão pelo cabelo dela — quero-te no consultório. Em cima da mesa de exames. De pernas abertas. E quero que venhas de saia outra vez. Sem cuecas.
Raquel sorriu, a voz baixa e suja.
— Marca a hora, Dr. Ricardo. E traz o teu pau bem duro. Porque eu ainda não acabei de te usar.
Foto 1 do Conto erotico: O veterinário


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
O veterinário

Codigo do conto:
269382

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/08/2026

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