Raquel chegou a casa pouco depois das oito. António estava na sala, de calças de fato de treino e t-shirt. Quando a viu entrar, o olhar dele desceu logo pela roupa: camisa branca justa, os primeiros botões abertos, saia preta curta e justa que subia quando ela andava, marcando as coxas torneadas e o rabo alto. Por baixo, a lingerie preta de renda. Ele levantou-se, puxou-a pela cintura e beijou-a com fome. A mão desceu pela saia e apertou-lhe a nádega. — Hoje vieste vestida de propósito. — Vim — respondeu ela. — Queria que me fodes-se assim que chegasse a casa. António puxou-a para o sofá. A camisa foi aberta, o sutiã preto puxado para baixo, os seios firmes e pesados libertados. Ele chupou um mamilo com força enquanto a mão subia pela saia e encontrava o fio dental já húmido. Dois dedos entraram nela. — Estás molhada. — Estou. Pensei em ti o caminho todo. Ele tirou-lhe a saia e o fio dental. Raquel ficou só com a camisa aberta e o sutiã descido: seios firmes, cintura marcada, ancas normais, coxas torneadas, rabo alto. António tirou a roupa e o pau saltou duro. Ela desceu de joelhos e meteu-o na boca até à garganta, a saliva a escorrer. Depois ele puxou-a para cima, deitou-a no sofá e enterrou-se de uma só vez. Começou a foder com ritmo firme e fundo. Enquanto a metia, olhou-a nos olhos: — Há uma coisa que me dá um tesão do caralho… Dá-me tesão saber que há outros homens a desejarem-te. Tipo o Rui. Sei que ele te manda mensagens. Que te diz que gosta de te ver, que tu o excitas, que se toca a pensar em ti. E isso deixa-me duro pra caralho. Raquel apertou-o por dentro e sorriu sujo. — Então usa isso. Imagina que é o Rui que me está a foder. Vai-me contando. Eu também te digo o que gostava que ele me fizesse. Quero ouvir-te ficar louco. António acelerou logo, as estocadas mais fundo e mais fortes. — Estou a imaginar o Rui a ajoelhar-se e a chupar-te a cona até tu gozares na boca dele… — Eu gostava que ele me chupasse com força… a língua toda dentro… a segurar-me as coxas para eu não fechar… e a continuar mesmo depois de eu gozar — gemeu ela. António soltou um gemido baixo, o pau a latejar. — Depois ele põe-te de quatro… mete-te o pau de uma vez… grosso… fundo… e fode-te com tudo enquanto te bate no rabo… — Eu pedia-lhe para me foder mais forte… para me puxar o cabelo… e para me dizer que se toca todas as noites a pensar nesta cona… eu dizia-lhe para me usar sem pena… O ritmo de António ficou quase violento. O sofá rangeu. O som húmido das peles a baterem enchia a sala. — Ele mete-te os dedos no cu enquanto te fode a cona… e tu pedes mais… — Eu abria mais as pernas… pedia-lhe para me cuspir na boca… para me chamar puta… e depois chupava-lhe os dedos e pedia-lhe para me foder o cu a sério… António estava a tremer de tesão. A mão desceu e esfregou-lhe o clitóris com força, o polegar a circular rápido enquanto o pau entrava fundo e saía quase todo antes de voltar a enterrar-se. — Continua… diz-me mais… o que querias que ele te fizesse agora… — Queria que ele me puxasse o pau da cona… me pusesse de joelhos… e me fodesse a boca até eu babar toda… depois gozava-me na cara e nos peitos… e eu espalhava a porra com os dedos e lambia… e a seguir pedia-lhe para me meter no cu… devagar primeiro… para eu sentir a abrir… e depois a fundo… até eu gritar… António gemeu alto, quase a perder o controlo só de a ouvir. — Ele está a foder-te o cu com tudo… a mão no teu cabelo… a bater-te as nádegas… a dizer que adora foder-te… — E eu pedia-lhe para não parar… para me encher o cu… e dizia-lhe que na próxima queria os dois… tu e ele… a foderem-me ao mesmo tempo… um em cada buraco… — a voz de Raquel saía partida, alta, suja. — Posso gozar? Conta-me agora… o que o Rui me está a fazer enquanto eu gozo… — Ele está a foder-te o cu até ao fundo… a agarrar-te o cabelo… a bater-te… e tu estás a gozar a gritar o nome dele… a apertar o pau dele com o cu… O orgasmo rebentou nela com violência. Raquel veio com um grito longo e rouco que quase se partiu, o corpo a contrair em espasmos fortes à volta do pau de António, as coxas a tremerem sem controlo, as unhas a cravarem-se nas costas dele, a cona a escorrer. António não abrandou. Continuou a foder com força bruta, a voz rouca e descontrolada a vomitar as imagens enquanto a sentia apertá-lo: — Agora o Rui puxa para fora… vira-te… e goza-te nos peitos e na cara… a porra a escorrer-te pelos seios… e tu lambes… e dizes-lhe que na próxima ele te fode o cu outra vez enquanto eu te fodo a boca… e tu pedes os dois ao mesmo tempo… A descrição, misturada com o aperto ainda convulsivo da mulher, empurrou-o para o limite. António enterrou-se até ao fundo e gozou com um gemido gutural e longo, o corpo a abanar, os jatos quentes a enchê-la em impulsos fortes, as ancas a baterem contra ela sem ritmo nenhum, só necessidade pura. Continuou a mover-se em espasmos até não restar nada, a respiração a sair em arquejos pesados. Ficou lá dentro, a pulsar, o peito a subir e a descer depressa, o suor a escorrer. Raquel passou as unhas pelas costas dele, ainda a tremer com as ondas do próprio orgasmo. — Gostaste de me ouvir a dizer o que queria que o Rui me fizesse? — Fiquei louco — respondeu ele, a voz ainda rouca e ofegante. — Cada palavra tua deixava-me mais duro. Quase gozei só de te ouvir a pedir para ele te foder o cu. E vais continuar a trocar mensagens com ele. Quero que me contes tudo. Da próxima vez, aqui em casa, traz o telemóvel para a cama. Lê as mensagens enquanto te fodo. E tu vais-me dizendo o que querias que ele te fizesse. Eu descrevo. Tu pedes. E os dois vamos rebentar com isso. Raquel beijou-o, a língua suja, e murmurou contra a boca dele: — Então amanhã à noite. Eu visto-me assim outra vez. E quero ouvir-te a gozar enquanto eu te digo exactamente como queria o pau do Rui a abrir-me
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