O telemóvel do António estava escondido no suporte, a vermelho a gravar, quase invisível no canto da mesa de cabeceira. A luz da tarde batia nos seios pesados dela, ainda semi-vestida: a camisa preta de seda aberta até à cintura, o sutiã de renda preta com o laço dourado no meio a segurar aqueles peitos enormes e macios, os mamilos já duros a marcar o tecido fino. A saia plissada preta estava puxada para cima das ancas, revelando a cueca preta de renda que já estava encharcada entre as pernas. As unhas vermelhas brilhavam enquanto ela se ajoelhava entre as pernas dele.
Ela não olhou uma única vez para o telemóvel. Falava só para o António, a voz baixa, rouca, molhada de tesão, como se estivessem sozinhos.
— António… o teu pau está tão duro… — murmurou, a língua a sair lenta, a lamber a glande já brilhante de pré-gozo. — Sinto-o a tremer na minha boca. Quero engolir tudo. Quero sentir-te a bater no fundo da minha garganta.
A boca desceu. Lábios carnudos, pintados de vermelho escuro, abriram-se e engoliram o pau dele até ao fundo. O gargarejo molhado encheu o quarto. Ela engasgou-se de propósito, saliva a escorrer pelo queixo e a cair nos seios que balançavam dentro do sutiã de renda. Os peitos pesados saltavam a cada movimento da cabeça, o decote profundo a mostrar a curva generosa, a pele branca e quente.
— Fode-me a boca… — pediu ela, puxando o pau para fora só o suficiente para falar, a língua a girar à volta da cabeça. — Mete fundo. Usa a minha garganta. Quero que me fodes a boca como se eu fosse a tua puta.
O António agarrou-lhe o cabelo loiro e empurrou. Ela engoliu tudo outra vez, os olhos a marejarem, a saliva a pingar nos peitos. Quando ele a puxou para cima, ela subiu para o colo dele, a camisa preta a escorregar dos ombros, revelando os ombros nus e o sutiã de renda preta com o detalhe dourado a brilhar entre os seios generosos.
— Tira-me isto — ordenou ela, a voz trémula de tesão. — Tira-me o sutiã. Quero os teus dedos nos meus peitos. Quero que os apertes, que chupes os mamilos até doer.
Ele desapertou o fecho. Os seios pesados saltaram livres, macios, pesados, os mamilos escuros e duros. Ela gemeu alto quando a boca dele os engoliu, a língua a roçar, os dentes a morder de leve. As mãos dele apertavam a carne farta, os dedos a enterrarem-se na pele macia.
— Assim… chupa forte… — ela arquejava, a friccionar a buceta molhada contra o pau duro dele, a cueca de renda já encharcada e colada. — Sentes como estou molhada? Estou a pingar. A minha buceta está a abrir-se só de sentir o teu pau a roçar. Mete. Mete já. Quero sentir-te a entrar.
Ela levantou a anca, puxou a cueca para o lado com os dedos vermelhos e desceu de uma só vez sobre o pau dele. O gemido que saiu da garganta dela foi longo, gutural, quase um choro.
— Ahh… caralho… está tão fundo… — a voz saía aos soluços enquanto ela começava a cavalgar, os seios a balançarem pesados a cada subida e descida. — Sinto-te a bater no fundo. Sinto-te a abrir-me. A minha buceta está a engolir-te toda. Estás tão grosso… tão duro…
O António agarrou-lhe as ancas e começou a empurrar para cima, encontrando o ritmo dela. O som molhado da foda enchia o quarto — pele a bater em pele, a buceta a fazer barulho de sucção a cada embate. Ela inclinava-se para a frente, os seios a roçarem no peito dele, a boca no ouvido.
— Fode-me mais forte… António… usa-me… — sussurrava, a voz quente e suja. — Quero que me fodes como se eu fosse só um buraco para tu gozares. Quero sentir as tuas bolas a baterem na minha pepeca. Quero que me deixes a tremer. Mete tudo. Não pares.
Ele virou-a de súbito, deitou-a de costas na cama. A saia plissada ficou enrolada na cintura, a camisa preta aberta de lado, os seios espalhados, os mamilos duros apontando para o teto. Ele puxou-lhe as pernas para cima dos ombros e enterrou o pau de uma só vez, fundo, até as bolas baterem.
— Olha para mim enquanto te fodo — ordenou ele.
Ela obedeceu, os olhos vidrados de tesão, a boca aberta a gemer a cada estocada profunda.
— Estás a foder-me tão bem… tão fundo… — a voz saía cortada, molhada. — Sinto o teu pau a esfregar no sítio certo. Estou a ficar louca. A minha buceta está a apertar-te. Estou a escorrer toda. Olha… olha como estou a pingar no teu pau…
Ele olhou para baixo. O pau saía brilhante, coberto do sumo branco e transparente dela, a cada retirada. Ela meteu a mão entre as pernas e abriu os lábios com os dedos vermelhos, mostrando a buceta inchada, rosada, a engolir o pau dele.
— Mete os dedos também… — pediu ela. — Quero sentir os teus dedos a esfregar o clitóris enquanto me fodes. Quero gozar no teu pau. Quero gozar forte.
Ele obedeceu. O polegar a circular o clitóris inchado enquanto o pau entrava e saía com força. Ela gritou, as unhas a cravarem-se nas costas dele, as pernas a tremerem.
— Vou gozar… António… vou gozar toda… — a voz dela subiu de tom, trémula, desesperada. — Não pares… mete mais forte… usa a minha buceta… fode-me como se eu fosse tua… ahh… caralho… estou a gozar…
O corpo dela contraiu-se com violência. A buceta apertou o pau dele em espasmos rítmicos, o sumo a escorrer em jatos quentes pelas bolas dele. Ela gritou o nome dele enquanto gozava, os seios a tremerem, a boca aberta, a saliva a escorrer pelo canto dos lábios.
Ele não parou. Continuou a foder através do orgasmo dela, mais rápido, mais fundo, o som molhado agora ainda mais sujo.
— Continua… continua a foder-me… — ela gemia, ainda a tremer. — Quero que gozes dentro. Quero sentir o teu porra a encher-me. Quero ficar a pingar. Mete tudo e goza. Enche esta buceta. Quero sentir-te a pulsar lá dentro.
O António agarrou-lhe as coxas com força, abriu-as ao máximo e enterrou-se até ao fundo. O gemido dele foi rouco, animal. O pau latejou dentro dela, jatos quentes e espessos a encherem-na. Ela gemeu com ele, a buceta a milking o pau, a sugar cada gota.
Quando ele saiu, lento, o pau ainda a pingar, ela não fechou as pernas. Ficou deitada, as pernas abertas, a saia enrolada, a camisa preta aberta, os seios pesados a subir e descer com a respiração ofegante. O porra branco escorria da buceta inchada, a descer pelo cu e a manchar o lençol.
Ela meteu dois dedos dentro de si, puxou o líquido para fora e levou à boca, chupando os dedos enquanto olhava para o António.
— Sabe a nós… — murmurou, a voz ainda rouca de tesão. — Quero mais. Quero que me fodes outra vez. Quero a boca. Quero o cu. Quero tudo. Não pares de me usar hoje. Quero ficar destruída. Quero sentir o teu pau em todos os buracos. Quero que me fodes até eu não conseguir andar direito.
Ela virou-se de quatro sem ele pedir, o rabo empinado, a buceta ainda a pingar o porra dele, os seios a pendurarem pesados para baixo. Olhou por cima do ombro, os olhos ainda vidrados, a voz baixa e suja:
— Mete outra vez. Agora no cu. Quero sentir-te a abrir-me lá atrás. Quero que me fodes o cu com o mesmo pau que acabou de me encher. Usa-me. Usa esta puta até ficares seco.
O António agarrou-lhe as ancas outra vez. O telemóvel continuava a gravar, silenciosamente, enquanto ela gemia o nome dele e pedia mais, mais fundo, mais forte, sem nunca olhar uma única vez para a câmara

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