O pedido do António

Antonio tinha o telemóvel na mão, já a gravar, e o dedo no botão da câmara. Raquel estava de joelhos na cama, de costas para ele, exactamente como na foto: a lingerie verde-esmeralda a abraçar-lhe as curvas, o sutiã de renda semi-transparente a marcar as omoplatas, o fecho de três ganchos bem apertado no meio das costas, e as calcinhas de renda floral a subir pelo rabo carnudo, o tecido de mesh a afundar-se entre as nádegas.
— Assim… não te mexas — murmurou ele, a voz já rouca. — Quero filmar isto tudo. Depois, quando estiver sozinho, vou gozar só a olhar para ti.
Raquel olhou por cima do ombro, o sorriso safado a brilhar nos lábios.
— Então filma bem, amor. Filma como a renda me marca a pele. Filma como o fio está a desaparecer entre as minhas nádegas… e filma como eu estou molhada só de saber que vais bater uma pensando nisto.
Ela arqueou as costas, empurrando o rabo para trás, e as calcinhas verdes tensionaram-se ainda mais. O tecido de mesh transparente deixava ver a pele por baixo, e a renda floral abraçava as curvas exteriores das nádegas. Antonio aproximou-se, enquadrando o ecrã.
— Conta-me outra vez — pediu ele, enquanto tirava uma foto de perto daquele rabo. — Conta-me como fodeste o Dr. Paulo. O teu chefe. Quero ouvir tudo enquanto te filmo.
Raquel lambeu os lábios e começou a falar, a voz baixa, lenta, deliberadamente provocante.
— Foi no escritório, depois das seis. Eu já sabia o que ele queria… andava a olhar para o meu rabo há semanas. Eu tinha vestido uma saia justa e estas mesmas calcinhas verdes por baixo. Quando ele me chamou ao gabinete, fechei a porta e levantei a saia. Ele ficou a olhar, a respiração a falhar. Eu virei-me de costas, exactamente como estou agora, e disse-lhe: “Puxe as calcinhas de lado, Doutor. Quero sentir o pau dele a entrar.”
Antonio gemeu baixinho, a câmara a tremer ligeiramente nas mãos.
— Continua… filma-me isto.
Raquel deslizou as mãos pelas próprias nádegas, apertando-as, separando-as um pouco. A renda esticou-se, revelando o contorno da fenda húmida por baixo do tecido.
— Ele puxou o fio para o lado e enterrou o dedo logo. Eu estava encharcada. Depois tirou o pau — grosso, duro, a pingar — e enfiou-me de uma vez só. Eu gemi alto, a apoiar-me na secretária, e ele começou a foder-me com força. O som da pele a bater na pele… húmido, sujo. Ele segurava-me as ancas e dizia: “Que rabo de puta… tens o cona a chupar-me o pau.” Eu respondia: “Mais fundo, Doutor… fode-me como se eu fosse tua.” E ele fodia. Rápido. Fundo. Eu vinha a tremer, a apertar as calcinhas molhadas contra o pau dele enquanto ele me enchia.
Antonio aproximou-se ainda mais, a câmara agora a captar o detalhe da renda a marcar a pele macia, o pequeno metal dourado da etiqueta no cós, a forma perfeita das nádegas a abrirem-se ligeiramente quando ela se movia.
— Mostra-me — ordenou ele, a voz carregada de tesão. — Tira um bocadinho a calcinha de lado. Quero filmar a tua cona molhada enquanto me contas o resto.
Raquel obedeceu. Com dois dedos puxou o tecido de mesh para o lado, expondo a fenda inchada, brilhante, os lábios inchados e rosados. Uma gota de lubrificação deslizou pela pele.
— Depois ele tirou o pau, virou-me e meteu-me de novo, de frente. Eu estava de pernas abertas em cima da secretária, as calcinhas ainda a meia coxa, e ele fodia-me enquanto me chupava os peitos. Eu gemia o nome dele… “Paulo… fode-me… enche-me…” E ele encheu. Gozei tanto que escorri pela secretária. Ele gozou dentro, fundo, e depois tirou o pau e limpou-me a cona com a ponta da gravata.
Antonio estava de pau duro a esticar as calças. Continuava a filmar, a aproximar a câmara daquela cona exposta, da renda verde a contrastar com a pele clara e húmida.
— Agora vira-te de costas outra vez — disse ele. — Arqueia. Quero filmar o teu rabo enquanto te fodo. E continua a falar. Quero ouvir como ele te fodeu enquanto eu te enfio o pau.
Raquel voltou à posição, de joelhos, o rabo alto, as costas arqueadas, a lingerie verde ainda a meio caminho. Antonio pôs o telemóvel a gravar num ângulo que captava tudo — o sutiã, as costas, o rabo carnudo, as calcinhas puxadas de lado — e ajoelhou-se atrás dela. Sem pressa, deslizou a cabeça do pau pela fenda molhada, esfregando, sujando a renda.
— Ele fodeu-me assim também — sussurrou Raquel, a voz já a tremer. — De quatro, em cima do sofá do gabinete. Segurava-me as ancas e dava-me pancadas fundas. Eu gemia e pedia mais. “Mais forte, Doutor… usa-me…” E ele usava. O pau dele a entrar e a sair, a fazer barulho molhado, a renda a raspar-me a pele…
Antonio enterrou-se de uma só vez. Raquel soltou um gemido longo e sujo. Ele começou a foder-me com ritmo forte, as nádegas a baterem contra a pele dele, a câmara a captar cada impacto, cada ondulação da carne, cada vez que o pau sumia dentro dela e saía coberto de lubrificação.
— Continua a falar — ordenou ele, a voz cortada pelas estocadas. — Conta-me enquanto te fodo. Conta-me como gozaste no pau do teu chefe.
Raquel falava entre gemidos, a voz partida, suja, excitada:
— Gozei… gozei com o pau dele a bater no fundo… a apalpar-me o clitóris enquanto me fodia… e depois, quando ele gozou dentro, eu apertei… apertei tanto… e senti-o a pulsar… a encher-me… e eu gozei outra vez só com isso… Ai, Antonio… mais fundo… fode-me como ele me fodeu… filma tudo… quero que vejas a minha cona a engolir-te o pau enquanto te conto como o Dr. Paulo me usou…
Antonio acelerou. As mãos apertavam-lhe as ancas, os polegares a marcar a pele macia. A lingerie verde, já desalinhada e molhada, contrastava com o movimento bruto. A câmara captava tudo: o rabo a tremer a cada estocada, a renda a esfregar, a cona a abrir-se e a fechar-se à volta do pau, os gemidos de Raquel a misturarem-se com o som molhado da foda.
— Vou gozar — avisou ele, a voz rouca. — Vou gozar dentro de ti e depois vou ver este vídeo vezes sem conta… a ouvir-te a contar como fodeste o teu chefe…
Raquel empurrou o rabo para trás, engolindo-o até ao fundo.
— Goza… enche-me… e guarda o vídeo. Quero que te toques a olhar para o meu rabo de lingerie verde enquanto ouves a minha voz a contar como o Dr. Paulo me fodeu como uma puta no escritório…
Antonio enterrou-se fundo e gozou, jactos quentes a preencherem-na, o corpo a tremer. Raquel veio logo a seguir, a cona a contrair-se à volta dele, a escorrer mistura dos dois pela renda já destruída.
Ele manteve a câmara a gravar enquanto se retirava, o sémen a escorrer pela fenda e a manchar o tecido verde. Raquel olhou por cima do ombro, sorrindo, ainda ofegante.
— Guarda bem esse vídeo, amor. Da próxima vez que estiveres sozinho… pões-me a falar do Dr. Paulo outra vez… e gozas só a olhar para o meu rabo.
Antonio parou a gravação, o coração ainda a bater forte, o telemóvel quente na mão.
— Já está guardado. E vais contar-me mais. Cada detalhe. Cada gemido. Cada vez que ele te fodeu.
Raquel riu baixinho, ainda de joelhos, o rabo levantado, a lingerie verde agora completamente suja e desalinhada.
— Com prazer.


O telemóvel do António estava escondido no suporte, a vermelho a gravar, quase invisível no canto da mesa de cabeceira. A luz da tarde batia nos seios pesados dela, ainda semi-vestida: a camisa preta de seda aberta até à cintura, o sutiã de renda preta com o laço dourado no meio a segurar aqueles peitos enormes e macios, os mamilos já duros a marcar o tecido fino. A saia plissada preta estava puxada para cima das ancas, revelando a cueca preta de renda que já estava encharcada entre as pernas. As unhas vermelhas brilhavam enquanto ela se ajoelhava entre as pernas dele.
Ela não olhou uma única vez para o telemóvel. Falava só para o António, a voz baixa, rouca, molhada de tesão, como se estivessem sozinhos.
— António… o teu pau está tão duro… — murmurou, a língua a sair lenta, a lamber a glande já brilhante de pré-gozo. — Sinto-o a tremer na minha boca. Quero engolir tudo. Quero sentir-te a bater no fundo da minha garganta.
A boca desceu. Lábios carnudos, pintados de vermelho escuro, abriram-se e engoliram o pau dele até ao fundo. O gargarejo molhado encheu o quarto. Ela engasgou-se de propósito, saliva a escorrer pelo queixo e a cair nos seios que balançavam dentro do sutiã de renda. Os peitos pesados saltavam a cada movimento da cabeça, o decote profundo a mostrar a curva generosa, a pele branca e quente.
— Fode-me a boca… — pediu ela, puxando o pau para fora só o suficiente para falar, a língua a girar à volta da cabeça. — Mete fundo. Usa a minha garganta. Quero que me fodes a boca como se eu fosse a tua puta.
O António agarrou-lhe o cabelo loiro e empurrou. Ela engoliu tudo outra vez, os olhos a marejarem, a saliva a pingar nos peitos. Quando ele a puxou para cima, ela subiu para o colo dele, a camisa preta a escorregar dos ombros, revelando os ombros nus e o sutiã de renda preta com o detalhe dourado a brilhar entre os seios generosos.
— Tira-me isto — ordenou ela, a voz trémula de tesão. — Tira-me o sutiã. Quero os teus dedos nos meus peitos. Quero que os apertes, que chupes os mamilos até doer.
Ele desapertou o fecho. Os seios pesados saltaram livres, macios, pesados, os mamilos escuros e duros. Ela gemeu alto quando a boca dele os engoliu, a língua a roçar, os dentes a morder de leve. As mãos dele apertavam a carne farta, os dedos a enterrarem-se na pele macia.
— Assim… chupa forte… — ela arquejava, a friccionar a buceta molhada contra o pau duro dele, a cueca de renda já encharcada e colada. — Sentes como estou molhada? Estou a pingar. A minha buceta está a abrir-se só de sentir o teu pau a roçar. Mete. Mete já. Quero sentir-te a entrar.
Ela levantou a anca, puxou a cueca para o lado com os dedos vermelhos e desceu de uma só vez sobre o pau dele. O gemido que saiu da garganta dela foi longo, gutural, quase um choro.
— Ahh… caralho… está tão fundo… — a voz saía aos soluços enquanto ela começava a cavalgar, os seios a balançarem pesados a cada subida e descida. — Sinto-te a bater no fundo. Sinto-te a abrir-me. A minha buceta está a engolir-te toda. Estás tão grosso… tão duro…
O António agarrou-lhe as ancas e começou a empurrar para cima, encontrando o ritmo dela. O som molhado da foda enchia o quarto — pele a bater em pele, a buceta a fazer barulho de sucção a cada embate. Ela inclinava-se para a frente, os seios a roçarem no peito dele, a boca no ouvido.
— Fode-me mais forte… António… usa-me… — sussurrava, a voz quente e suja. — Quero que me fodes como se eu fosse só um buraco para tu gozares. Quero sentir as tuas bolas a baterem na minha pepeca. Quero que me deixes a tremer. Mete tudo. Não pares.
Ele virou-a de súbito, deitou-a de costas na cama. A saia plissada ficou enrolada na cintura, a camisa preta aberta de lado, os seios espalhados, os mamilos duros apontando para o teto. Ele puxou-lhe as pernas para cima dos ombros e enterrou o pau de uma só vez, fundo, até as bolas baterem.
— Olha para mim enquanto te fodo — ordenou ele.
Ela obedeceu, os olhos vidrados de tesão, a boca aberta a gemer a cada estocada profunda.
— Estás a foder-me tão bem… tão fundo… — a voz saía cortada, molhada. — Sinto o teu pau a esfregar no sítio certo. Estou a ficar louca. A minha buceta está a apertar-te. Estou a escorrer toda. Olha… olha como estou a pingar no teu pau…
Ele olhou para baixo. O pau saía brilhante, coberto do sumo branco e transparente dela, a cada retirada. Ela meteu a mão entre as pernas e abriu os lábios com os dedos vermelhos, mostrando a buceta inchada, rosada, a engolir o pau dele.
— Mete os dedos também… — pediu ela. — Quero sentir os teus dedos a esfregar o clitóris enquanto me fodes. Quero gozar no teu pau. Quero gozar forte.
Ele obedeceu. O polegar a circular o clitóris inchado enquanto o pau entrava e saía com força. Ela gritou, as unhas a cravarem-se nas costas dele, as pernas a tremerem.
— Vou gozar… António… vou gozar toda… — a voz dela subiu de tom, trémula, desesperada. — Não pares… mete mais forte… usa a minha buceta… fode-me como se eu fosse tua… ahh… caralho… estou a gozar…
O corpo dela contraiu-se com violência. A buceta apertou o pau dele em espasmos rítmicos, o sumo a escorrer em jatos quentes pelas bolas dele. Ela gritou o nome dele enquanto gozava, os seios a tremerem, a boca aberta, a saliva a escorrer pelo canto dos lábios.
Ele não parou. Continuou a foder através do orgasmo dela, mais rápido, mais fundo, o som molhado agora ainda mais sujo.
— Continua… continua a foder-me… — ela gemia, ainda a tremer. — Quero que gozes dentro. Quero sentir o teu porra a encher-me. Quero ficar a pingar. Mete tudo e goza. Enche esta buceta. Quero sentir-te a pulsar lá dentro.
O António agarrou-lhe as coxas com força, abriu-as ao máximo e enterrou-se até ao fundo. O gemido dele foi rouco, animal. O pau latejou dentro dela, jatos quentes e espessos a encherem-na. Ela gemeu com ele, a buceta a milking o pau, a sugar cada gota.
Quando ele saiu, lento, o pau ainda a pingar, ela não fechou as pernas. Ficou deitada, as pernas abertas, a saia enrolada, a camisa preta aberta, os seios pesados a subir e descer com a respiração ofegante. O porra branco escorria da buceta inchada, a descer pelo cu e a manchar o lençol.
Ela meteu dois dedos dentro de si, puxou o líquido para fora e levou à boca, chupando os dedos enquanto olhava para o António.
— Sabe a nós… — murmurou, a voz ainda rouca de tesão. — Quero mais. Quero que me fodes outra vez. Quero a boca. Quero o cu. Quero tudo. Não pares de me usar hoje. Quero ficar destruída. Quero sentir o teu pau em todos os buracos. Quero que me fodes até eu não conseguir andar direito.
Ela virou-se de quatro sem ele pedir, o rabo empinado, a buceta ainda a pingar o porra dele, os seios a pendurarem pesados para baixo. Olhou por cima do ombro, os olhos ainda vidrados, a voz baixa e suja:
— Mete outra vez. Agora no cu. Quero sentir-te a abrir-me lá atrás. Quero que me fodes o cu com o mesmo pau que acabou de me encher. Usa-me. Usa esta puta até ficares seco.
O António agarrou-lhe as ancas outra vez. O telemóvel continuava a gravar, silenciosamente, enquanto ela gemia o nome dele e pedia mais, mais fundo, mais forte, sem nunca olhar uma única vez para a câmara

Foto 1 do Conto erotico: O pedido do António


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O pedido do António

Codigo do conto:
269395

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/08/2026

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